ESBOÇO 954 *
TEMA: A LEI DO RETORNO.
TEXTOS: MATEUS 7:2; MARCOS 4:24-25; LUCAS 6:37,38; JUÍZES 1:7.
Autor: Pr. Elis Clementino.
Introdução:
Antes é bom ler os textos acima, depois, necessariamente, atentar bem para o que eles falam, pois já ouvi pregadores direcioná-las somente para as ofertas e as doações que se fazem nos cultos. No entanto, eles nos levam a refletir muito mais além, como o amor ao próximo, os julgamentos que fazemos sobre as outras pessoas e a recompensa dos nossos atos. De maneira ligeira, discorrerei sobre a lei da semeadura
A insensibilidade do espírito humano não leva em consideração o que Jesus falou, pois, as suas palavras foram abrangentes, alcançando a todos, tanto cristãos como não cristãos, sem distinção, ou seja, é para todos.
1. A lei da semeadura:
Aquilo que o homem semear, isso também ceifará (Gálatas 6:7); todos hão de colher o que plantaram (Provérbios 14:14), sem acepção de pessoas. Nos textos, Jesus adverte a todos sobre o sentimento vingativo que muitas vezes afloram dos nossos corações. Esse é um ensino que enfatiza o amor ao próximo (Lucas 6:27, 31). Em seguida, ele fala sobre a importância desse amor ao próximo (cf. Lucas 6:32-36). Depois, ele nos alerta a respeito do julgamento insensato: “Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão.” Daí. E ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a medida com que medirdes também vos medirão de novo” (Lucas 6:37,38).
2. A medida cheia:
A capacidade de uma vasilha é medida pela quantidade que ela suporta. Há produtos que as vasilhas de medir precisam sacudir. Aqui no Brasil, lembro muito da “cuia”, que era usada nos comércios para medir cereais, como farinha, feijão, arroz etc. Elas seriam bem medidas quando o vendedor sacudia, prensava de maneira que o produto derramava sobras às bordas das vasilhas. Assim, a medida estaria completa, de maneira que transbordava sobre o seu próprio colo. Assim, a medida com que medirdes recairá sobre vós. Quando se usa a generosidade, também receberá generosamente quem julga, pois, da mesma maneira, o julgamento dos nossos próprios atos nos leva a ser submetidos à mesma medida.
3. Adoni-Bezeque.
Colhemos aquilo que plantamos, não tem como escapar da lei do retorno, em quaisquer que sejam as finalidades. Semear é opcional, mas colher é obrigatório, ou seja, você planta se quiser, mas fique certo da colheita. Se fizeres o mal, receberás o mal que fizeste, mas, se fizeres o bem, receberás o bem que fizeste. Adoni-Bezeque prendeu setenta reis, cortou-lhes os polegares das mãos e dos pés e os fez comer das migalhas que caíam debaixo da sua mesa, uma atitude humilhante para com aqueles reis. O fator tempo se encarrega de preparar o retorno daquilo que fazemos. Adoni-Bezeque pagou na mesma moeda: “Então disse Adoni-Bezeque: Setenta reis, com os dedos polegares das mãos e dos pés cortados, apanhavam as migalhas debaixo da minha mesa; assim como eu fiz, assim Deus me pagou.” E levaram-no a Jerusalém, e morreu ali” (Juízes 1:7). Ele reconheceu a justiça divina sobre ele; hoje não será diferente.
Conclusão:
Amados, são necessários refletirmos todos os nossos atos em relação ao próximo. Não se regozije quando teu irmão cair. “Se teu inimigo cai, não te alegres com isso, e não exulte teu coração se ele tropeçar, para que Yahweh, o SENHOR, não veja isso, fique aborrecido contigo e retire sobre ele o seu castigo” (Provérbios 24:17, 18). Se a desgraça do meu inimigo me fez sorrir ou me alegrou intimamente, ou ainda se as provações pelas quais passou me geram prazer... (Jó 31:29-30); “Contudo, assim que tropecei, eles se alegraram e contra mim se ajuntaram-se às ocultas para me atacar e grandemente sem cessar” (Salmo 35:15); “Quem zomba dos pobres revela desprezo pelo criador deles; quem se alegra com a desgraça dos outros não ficará muito tempo sem castigo” (Provérbios 17:5). É isso aí, a dura lei do retorno. Deus nos guarde de fazermos juízo sobre os outros, principalmente os que se dizem cristãos. O que nos parece é que esse sentimento está desaparecendo. O desrespeito está prevalecendo; parece que não estamos usando a palavra de Deus como regra de fé. Deus nos guarde, saiba que tudo o que você fizer, seja agravou ou não, receberá a justa recompensa.
TEMA: A LEI DO RETORNO.
TEXTOS: MATEUS 7:2; MARCOS 4:24-25; LUCAS 6:37,38; JUÍZES 1:7.
Autor: Pr. Elis Clementino.
Antes é bom ler os textos acima, depois, necessariamente, atentar bem para o que eles falam, pois já ouvi pregadores direcioná-las somente para as ofertas e as doações que se fazem nos cultos. No entanto, eles nos levam a refletir muito mais além, como o amor ao próximo, os julgamentos que fazemos sobre as outras pessoas e a recompensa dos nossos atos. De maneira ligeira, discorrerei sobre a lei da semeadura
A insensibilidade do espírito humano não leva em consideração o que Jesus falou, pois, as suas palavras foram abrangentes, alcançando a todos, tanto cristãos como não cristãos, sem distinção, ou seja, é para todos.
Aquilo que o homem semear, isso também ceifará (Gálatas 6:7); todos hão de colher o que plantaram (Provérbios 14:14), sem acepção de pessoas. Nos textos, Jesus adverte a todos sobre o sentimento vingativo que muitas vezes afloram dos nossos corações. Esse é um ensino que enfatiza o amor ao próximo (Lucas 6:27, 31). Em seguida, ele fala sobre a importância desse amor ao próximo (cf. Lucas 6:32-36). Depois, ele nos alerta a respeito do julgamento insensato: “Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão.” Daí. E ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a medida com que medirdes também vos medirão de novo” (Lucas 6:37,38).
A capacidade de uma vasilha é medida pela quantidade que ela suporta. Há produtos que as vasilhas de medir precisam sacudir. Aqui no Brasil, lembro muito da “cuia”, que era usada nos comércios para medir cereais, como farinha, feijão, arroz etc. Elas seriam bem medidas quando o vendedor sacudia, prensava de maneira que o produto derramava sobras às bordas das vasilhas. Assim, a medida estaria completa, de maneira que transbordava sobre o seu próprio colo. Assim, a medida com que medirdes recairá sobre vós. Quando se usa a generosidade, também receberá generosamente quem julga, pois, da mesma maneira, o julgamento dos nossos próprios atos nos leva a ser submetidos à mesma medida.
Colhemos aquilo que plantamos, não tem como escapar da lei do retorno, em quaisquer que sejam as finalidades. Semear é opcional, mas colher é obrigatório, ou seja, você planta se quiser, mas fique certo da colheita. Se fizeres o mal, receberás o mal que fizeste, mas, se fizeres o bem, receberás o bem que fizeste. Adoni-Bezeque prendeu setenta reis, cortou-lhes os polegares das mãos e dos pés e os fez comer das migalhas que caíam debaixo da sua mesa, uma atitude humilhante para com aqueles reis. O fator tempo se encarrega de preparar o retorno daquilo que fazemos. Adoni-Bezeque pagou na mesma moeda: “Então disse Adoni-Bezeque: Setenta reis, com os dedos polegares das mãos e dos pés cortados, apanhavam as migalhas debaixo da minha mesa; assim como eu fiz, assim Deus me pagou.” E levaram-no a Jerusalém, e morreu ali” (Juízes 1:7). Ele reconheceu a justiça divina sobre ele; hoje não será diferente.
Amados, são necessários refletirmos todos os nossos atos em relação ao próximo. Não se regozije quando teu irmão cair. “Se teu inimigo cai, não te alegres com isso, e não exulte teu coração se ele tropeçar, para que Yahweh, o SENHOR, não veja isso, fique aborrecido contigo e retire sobre ele o seu castigo” (Provérbios 24:17, 18). Se a desgraça do meu inimigo me fez sorrir ou me alegrou intimamente, ou ainda se as provações pelas quais passou me geram prazer... (Jó 31:29-30); “Contudo, assim que tropecei, eles se alegraram e contra mim se ajuntaram-se às ocultas para me atacar e grandemente sem cessar” (Salmo 35:15); “Quem zomba dos pobres revela desprezo pelo criador deles; quem se alegra com a desgraça dos outros não ficará muito tempo sem castigo” (Provérbios 17:5). É isso aí, a dura lei do retorno. Deus nos guarde de fazermos juízo sobre os outros, principalmente os que se dizem cristãos. O que nos parece é que esse sentimento está desaparecendo. O desrespeito está prevalecendo; parece que não estamos usando a palavra de Deus como regra de fé. Deus nos guarde, saiba que tudo o que você fizer, seja agravou ou não, receberá a justa recompensa.
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