OS CAÇADORES DE ARGUEIROS

ESBOÇO 693
TEMA: OS CAÇADORES DE ARGUEIROS
TEXTO: “Porque reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu olho?” MATEUS 7:1-5

                Todo indivíduo está sujeito a ser julgado de acordo com as suas atitudes e ações, mas devemos considerar que ninguém é perfeito, no entanto são poucas as pessoas que levam em consideração as suas imperfeições ou defeitos, embora às vezes sejam muito maiores que um simples argueiro. Falaremos sobre a visão que devemos ter em relação aos argueiros e as traves dos nossos olhos e dos semelhantes.

Argueiro
Algo pequeno que muitas vezes atinge os olhos, isso é muito natural acontecer, principalmente em um ar poluído, no entanto temos que olhar bem para poder enxergá-los. Infelizmente existem pessoas que sente prazer em enxergar argueiro nos olhos dos outros, e quando encontra faz questão de divulgar fazendo alarde.

A trave
É algo bem maior que o argueiro, mesmo tendo a trave o indivíduo não consegue enxergar seus defeitos, a não ser diante do espelho. Há costumes em nós que somente serão vistos por outras pessoas, por mais que alguém nos mostre não conseguimos ver “a trave”.

Julgamentos
Não devemos procurar falhas alheias, antes olhar a si mesmo, senão exporá as suas próprias tendências e inclinações ao erro, essa é a principal razão para não se fazer isso. Antes de julgar as pessoas pelos seus erros olhe para os seus e você irá encontrar uma trave em lugar de argueiro. No meio cristão existem muitos que fazem correções com certos exageros em nome da santidade, quando muitas vezes aquele que aplica a correção está espiritualmente em situação muito pior (Mt 7:4). E não julgueis, e não sereis julgados (Lc 6:37,38); pois a medida com que medirdes vos medirão também, recalcada e sacudida (Lc 7:1,2).

Corretivo
Antes de aplicar uma punição severa olhe para você e veja se há trave (Gl 6:1); Quem não tiver pecado atire a primeira pedra (Jo 8:7); quem disser que não tem pecado já está pecando; (1 Jo 1:8). Durante a minha vida cristã e pastoral vi muitas injustiças, e entendo que cometi, algumas em nome da santidade, coisas que aconteceram considerando como zelo no inicio da minha carreira ministerial, mas com o amadurecimento concluí que não devemos usar dois pesos e duas medidas como muitos líderes fazem, disciplina um membro por causa das vestimentas, jóias e corte de cabelos, enquanto oculta adultérios de obreiros e de parentes, sem falar em enriquecimento ilícito, além de receber dinheiro publico sem trabalhar, e ainda lançam mão de altos salários mantidos por caixa dois em nome de missões em lugares que não mais precisam, pois isso é gabolice e Deus não se agrada, por essa razão a igreja vem sofrendo perseguições com os escândalos que aumentarão consideravelmente no futuro, isso é a trave que não se vê, isso tem um alto custo.

As consequências
Existem muitos crentes afastados da igreja por injustiças praticadas através de correções bruscas e irresponsável dos seus líderes que deixam para trás vidas preciosas para Deus como se elas nunca existissem. Essas coisas são feitas por obreiros arrogantes, amantes de si mesmo e sem afeto (2 Tm 3:2,3), muitos deles em situação muito pior do que daquele membro, por isso nos deparamos com pessoas tristes, abatidas e revoltadas por essas coisas. O papel da igreja é cuidar e juntar famílias e não separar existe obreiro de algumas denominações que proíbem as pessoas de se relacionarem, e até ser testemunha de casamento pessoas de outra denominação, esses lideres são dominadoras, escravizam e manipulam irresponsavelmente seus membros esquecendo-se do que disse Pedro (I Pe 5:2,3)

                Amados não sejam caçadores de argueiros, antes disso olhe para você mesmo, principalmente uma autoridade espiritual, antes de aplicar qualquer ato de julgamento cinta à dor de quem está sendo julgado, a condenação imediata e irrefletida pode causar a destruição não somente do faltoso, mas também da sua família. Lembre-se, você é tão frágil quanto ele, por isso quando olhares para o argueiro do olho do teu irmão tira primeiro a trave do teu.

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE

AD Excelência 

SUPERANDO CRISES NO RELACIONAMENTO CONJUGAL E FAMILIAR

ESBOÇO 692
TEMA: SUPERANDO CRISES NO RELACIONAMENTO CONJUGAL E FAMILIAR.
As muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios afogá-lo. Ainda que alguém desse todos os bens da sua casa por este amor será todo desprezado” (Ct 8.7; Pv 6.35; Ef 5.28)

No mundo vivemos diante de tantas diferenças, mas temos que aprender a conviver com elas em todos os aspectos, seja na vida profissional, amizades, na vida amorosa, entre outros. As lições que vivenciamos no cotidiano servem de aperfeiçoamento a fim de fazermos melhor. Os conflitos são os maiores aliados da separação entre amigos e relacionamentos amorosos, essas tensões apesar de deixar sequelas elas também nos impelem para o prélio, para isso é necessário atenção nos momentos de antagonismo, explanarei com singeleza sobre alguns relacionamentos e crises conjugais.

I. Quatro pilares de sustentação do relacionamento
1. Amor é à base de todo bom relacionamento humano, “amor ao próximo”;
2. Humildade, sem ela é impossível você se relacionar bem;
3. Compreensão, se não soubermos lidar com as diferenças, jamais nos relacionaremos satisfatoriamente;
4. Valorização; devemos estimar as pessoas e considerá-las tão importantes quanto a nós mesmo.

II. Três tipos de relacionamentos
Poderia comentar outros tipos de relacionamentos, até mais significantes, entretanto me aproprio desses três, enfatizando a família.

1. Interpessoais
Devemos ter em comum o relacionamento entre pessoas, sem distinção de cor, raça, classe social, religiosa etc. Esse tipo de relacionamento é o mais natural e fácil de fazer, entretanto há outros mais próximos e afetivos.

2. Intrapessoal
Esse tipo de relacionamento se desenvolve dentro da própria pessoa, se questiona, responde, decide, entre outros. Quando o indivíduo não interage bem consigo mesmo, muito menos com os outros, a dificuldade já começa dentro de si (a) mesmo “vai bem contigo?” (2 Rs 4.26). Entretanto podemos também interrogar e responder a nós mesmos como fez o salmista (Sl 116.12,13).

3. Conjugal e familiar
Esse é um relacionamento importante, com ele o casal deve conviver afetuosamente todo tempo. O AMOR é causa principal da subsistência amorosa entre marido e mulher, ambos têm compromissos e deveres um para com o outro, a mulher é uma auxiliadora tirada do próprio homem (Gn 3.18), ela deve ser tratada com dignidade, reconhecendo-se o seu valor (I Pe 3.7), uma mulher amada é tida por mulher virtuosa, cujo valor excede o dos rubins e o coração do seu marido está nela confiado (Pv 31:10,11; Pv 12.4), uma esposa fiel, cuidadosa e amorosa, é presente de Deus (Pv 18:22), ela é como a videira frutífera aos lados da tua casa (Sl 128:3), é como um manancial e a gazela graciosa (Pv 5:18,19; 31:10,31). O marido deve amar a esposa como o seu próprio corpo, Paulo compara o amor dos cônjuges como o de Cristo e a igreja (Ef 5.25-28). A submissão da mulher ao marido não deve ser entendido pelo lado pejorativo, essa é uma posição sob missão (Ef 5.22,24; I Pe 3.5,6), sem dúvidas envolve o amor; a submissão deve ser com amor, o mais é constrangimento. No relacionamento conjugal ninguém deve interferir entre os cônjuges, outras pessoas quando se envolvem pai, mãe, sogros ou outros de grau parentesco próximos, geram problemas e crises, diz às escrituras que o homem deixará pai e mãe e apegar-se-á a sua mulher (Gn 2.24; Mc 10.7). A palavra de Deus nos ensina que devemos coabitar com as nossas esposas com entendimento (I Pe 3:7). Elas não devem ser tratadas como nossas: Lavadeiras, cozinheiras, passadeiras, objeto de prazer sexual ou mesmo como simplesmente mãe dos nossos filhos, ela merece todo nosso amor e atenção.

Toda mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola derruba com as suas próprias mãos” (Pv 14.1)

Relacionamento entre pais e filhos deve ser dentro de um clima de consenso, há uma recomendação paulina que não devemos provocar ira dos nossos filhos (Ef 6.2; Cl 3.21; Gn 18.19; Pv 19.18). Cabe aos pais ensinarem aos seus filhos se relacionarem bem com os seus semelhantes, isso deve ser feito desde cedo no lar, ensinando-lhes o caminho que devem andar (Pv 22.6). Os filhos devem obedecer aos pais e tê-los em honra, pois esse é o primeiro mandamento com promessa (Ef 6.1-3; Ex 20.12; Dt 5.16).

III. Crises
Quando falamos em conflitos no casamento, sabemo-los que eles surgem na vida de muitos casais, portanto eles devem ser superados com bastantes diálogos, essa é a melhor maneira de conviver com a situação, marido e mulher devem evitar qualquer tipo de atitudes inconvenientes, e para termos vitória é necessário abrir mão de alguns privilégios inclusive reconhecer as faltas entre ambos, se perdoarem, essa é a melhor maneira de superar crises no casamento, as diferenças sempre irão existir, jamais os cônjuges devem medir forças, pois é importante salientar que nenhum conflito será resolvido dessa forma, mas com muita ponderação administrando as diferenças.


            Jamais devemos deixar de valorizar a nossa família, Satanás é o causador de destruição dos lares, ele sabe muito bem que a família é à base da sociedade; se ela for destruída toda sociedade mergulhará num caos, devemos pedir a Deus graça e paciência para não jogar fora tudo aquilo que você conseguiu durante a sua vida conjugal, orar, vigiar e ler a palavra de Deus é imprescindível para manter a unidade familiar. Antes de você tomar qualquer atitude sobre a sua vida conjugal, PENSE!

Se você é feliz no seu casamento, continue cultivando com adubo do amor, pois muitos gostariam de ser feliz como você, e não são. CLEMENTINO

“Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de tua vida fugas, os quais Deus te deu debaixo do sol; porque esta é a tua porção nesta vida”. (Ec 9.9)


Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

UM GIGANTE DENTRO DE VOCÊ.

ESBOÇO 691
TEMA: UM GIGANTE DENTRO DE VOCÊ
TEXTO: E Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele: teu servo irá, e pelejará contra esse filisteu.” (I Sm 17.32).

Todo indivíduo tem duas coisas indispensáveis dentro de si, o medo e a coragem, elas somente serão conhecidas em determinadas situações quando o sujeito está em condições de ameaças, são reações do próprio organismo, elas funcionam como um tipo de defesa, mas isso é natural. É uma prova que ele está reagindo nos momentos que lhes causem insatisfação, o medo e a coragem geralmente reagem em momentos extremos demonstrando que chegou ao seu limite, indica também que a partir dali ele deve tomar decisões imediatas, embora o medo não seja freqüente, somente quando ele se transforma em fobia, mas apenas em situações que venham atingir a sua sensibilidade. Quando o medo se transforma em fobia o indivíduo precisa de tratamento.

Geralmente a pessoa com medo ou atitude de coragem nos surpreendam, muitas vezes com atitudes repentinas deixando as pessoas perplexas. Ninguém esperava que o rapazinho “Davi” surpreendesse com aquela atitude de coragem e ousadia, pois o poderoso exército dos filisteus que desafiava os israelitas, talvez aquela ação de bravura de Davi tenha deixado seus próprios irmãos e muitos guerreiros valentes do exército de Israel irritados. Ao verem aquele franzino rapaz lançar-lhe em rosto a covardia deles, diante de um gigante que os intimidava de dia e de noite, durante quarenta dias, inclusive o próprio rei Saul estava constrangido sem saber o que fazer diante daquela situação humilhante. Davi foi ridicularizado e desacreditado até pelos seus irmãos

Os valentes de Saul jamais imaginavam que a coragem daquele rapaz fosse tão além, a sua bravura excedia a do gigante que os atormentava. O maior gigante estava dentro do coração de Davi e não o daquele gigante medindo três metros de altura, equipado de espada, escudo, lança e fecha. O garoto estava desprovido de armas capazes de destruir aquele arquiinimigo de Israel, restando-lhe apenas três coisas; a coragem, uma funda e cinco pedrinhas encontradas no ribeiro. Para Davi as cinco pedrinhas eram suficientes para matar até cinco homens grandes. Muitas vezes ficamos intimidados com os gigantes que abrolham em nossa frente para desafiar-nos e humilharmos até ao chão.

Um gigante e uma pedra acompanhavam o rapaz em direção ao Golias, um gigante maior do que aquele filisteu estava no coração de Davi “a sua confiança em Deus” e certamente lhe dizia: - Vai rapaz, vai rapaz! Usa a arma que tens na tua mão, direciona a pedra que está na tua funda para o gigante, eu me encarrego de levá-la ao lugar certo. Em contrapartida o gigante gritava com toda fúria, pois para ele era uma humilhação um menino desafiá-lo; ele gritava, eu te dou a tua carne as feras do campo! O rapaz não se intimidou e gritou: - tu vens a mim com espadas e varapaus, mas eu vou a ti em nome do SENHOR, era à força de Deus “O Grande Gigante” que falava no íntimo do coração de Davi.

Qual o gigante que está diante de você? Saiba, porém, você tem um gigante “Deus” dentro de você, capaz de lhe fazer vencedor. Quando confiamos no SENHOR a nada tememos “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo” (Sl 23.4). “O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei...?” “ainda que um exército me cercasse, o meu coração não temeria; ainda que uma guerra se levantasse contra mim, nele confiaria.” (Sl 27.1,3). Devemos entender que as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus, para destruição de fortalezas (2 Co 10.4). Busquemos no revestir das armaduras de Deus (Ef 6.1-18) e lutar, porque a força de Deus está em você, você tem a pedra que mata o gigante.


Pr. Elis Clementino – Paulista –PE

SEMENTEIRA E COLHEITA

ESBOÇO 690
TEMA: SEMENTEIRA E COLHEITA
TEXTO: LUCAS 8:11

            Inicio o assunto falando sobre sementes, ela é a essência por onde começa a germinação de planta, é o óvulo maduro e já fecundado das plantas, ela é formada por: Tegumento o que chamamos de casca, embrião e endosperma que o envolve. A semente plantada no solo germina, cresce e pode produzir frutos e finalmente a colheita, embora existam sementes que em determinados solos nada germine. Não existe colheita sem sementes plantadas, mesmo assim se plantarmos ou não colheremos. “Plantar a semente é opcional, quanto à colher é obrigatório”, você colhe aquilo que planta, e se nada plantar também colherá as consequências. Jesus expôs uma parábola sobre a semeadura e a colheita, leis que nunca mudam. (Lc 8:11).

Semeando
Nem tudo o que semeamos temos a certeza que dará dar frutos bons ou maus, pois dependendo do tipo de solo e da semente pode germinar ou não. Geralmente as incertezas estão presentes, porque não depende somente de quem planta, pois há alguns fatores que podem contribuir para que ela germine ou não (Lc 8:5). O agricultor sabe que pode semear e nada colher por causa desses fatores (Lc:8:6,7). Existem também o solo ruim e clima muitas vezes desfavorável, com estiagem longa as plantas ficam vulneráveis as pragas. Por isso o agricultor necessita de paciência como disse Tiago (Tg 5:7). O ensino do Mestre sobre semear foi muito mais além do raciocínio dos discípulos.

Lição
Jesus não estava querendo dar-lhes uma lição sobre a agricultora, mas a semear o que era mais importante não somente para eles, mas para todo mundo. A semente que ele se referia era a palavra de Deus, embora os discípulos não estivessem entendendo o seu significado por isso eles perguntaram: Que parábola é esta? Ora há particularidades que nem sempre esclarecemos para as pessoas por mais amigas que sejam. Há particularidade de Deus para cada um, nem todos podiam entendê-las “A vós outros é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam, e, ouvindo não entendam.” (Lc 8:10). A mensagem era somente para os discípulos e a todos que também seguissem o mestre.

            A Palavra de Deus é a semente que precisa ser semeada por nós também. Os discípulos precisavam entender que a palavra deveria ser semeada que caíssem em boa terra ou não, o campo é o mundo. Nós temos as mãos cheias de sementes e celeiros cheios para semear em quaisquer circunstâncias, enquanto semeamos sofremos, no entanto muitas vezes somos surpreendidos com bons resultados. Os que semeiam com lagrimas a sua semente gemendo, andando e chorando, voltarão, sem dúvida com alegria trazendo consigo os seus molhos (Sl 126:5).

A semente que cai em boa terra produz, a colheita pode não vir imediatamente como diz a expressão lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás (Ec 11:1), fazer o bem também é semear. Amados não se têm uma definição exata sobre essa palavra, mas vale apena refletir na questão trabalhada por Salomão sobre as incertezas em alguns aspectos da vida (Ec 11:1-8). As incertezas estão sempre presentes, mas não devemos permitir que ela nos faça apelar para o excesso de cautela, porque as incertezas podem nos fazer parar. O que observa o vento não semeará, e o que atenta para as nuvens não segará (Ec 11:4).


Pr. Elis Clementino-Paulista-PE

A MORTE DE JESUS CRISTO

ESBOÇO 689
TEMA: A MORTE DE JESUS CRISTO
TEXTO: FILIPENSES 2:8

            A morte de Cristo é o tema central de toda Escritura Sagrada (I Co 15:3), o plano de salvação para a humanidade gira em torno dela. Todo cristão deve ter conhecimento do desenvolvimento desse ato poderoso e divino para a salvação da humanidade.

A morte de Cristo
Ela realizou-se conforme os propósitos de Deus, ou seja, aquilo que ele planejou aconteceu desde a primeira promessa (Gn 3:15; Ex 12:3; Ap 13:8). Esse ato abrangeu a toda humanidade sem acepção de pessoas tudo foi consumado por Cristo no alto da crucificação.

A morte de Cristo foi:
a) Foi uma morte desonrosa (Is 53-37; Hb 12:2)
b)      Uma morte com requinte de crueldade e de sofrimentos amargos (Lc 22:15,44; Hb 2:9);
c)      A sua morte foi um ato sacrifical (Hb 9:14-26; Ef 5:2);
d)      Foi uma morte expiatória, Jesus foi o cordeiro do sacrifício (I Pe 2:24; Is 53:5; I Jo 1:29);
e)      Entregou-se a morte voluntariamente para morrer pelos nossos pecados (Jo 10:18; 18:4-11);
f)       A sua morte foi suficiente e permanente (Hb 1:3; 9:25).

A finalidade
a) Reconciliar o mundo com Deus (Cl 1:20);
b) Ela foi necessária para a salvação dos homens (Mt 16:21);
c) Ela é a propiciação dos nossos pecados (I Jo 2:2);
d) Cumprir todo plano divino para a salvação dos homens, plano esse incompreensível pelo homem natural (I Co 1:23).

Os efeitos
a) Satisfaz a Deus (Fp 2:8-11; Ef 5:2);
b) Glorifica a Deus (Jo 12:23,32);
c) Cumpriu a lei (Ef 2:15; Cl 2:14; Rm 6:14);
d) Venceu a Satanás eternamente (Cl 2:15; Ap 12:10; Hb 2:14);
e) Por ela fomos justificados (Rm 5:9; 8:3; Hb 2:17; 10:19).
           
            A morte de Cristo é a base da nossa salvação, ela é a porta que Deus abriu para a nossa entrada no reino celestial nos conduzindo a casa do Pai. Todo cristão deve ter conhecimento sobre a morte de Cristo, bem como a sua finalidade, e entendê-la que foi através dela que o amor divino foi provado (Jo 3:16), isso prova as misericórdias de Deus a nosso favor.


Pr. Elis Clementino-Paulista-PE





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