ESBOÇO 719 CONSELHOS PRÁTICOS

ESBOÇO 719
TEMA: CONSELHOS PRÁTICOS
TEXTO: PROVÉBIOS 1:1-8; 4:13

                O nosso dia a dia acontecem uma série de coisas que são complexas e difíceis de entendê-las, umas acontecem e não temos como impedi-las, outras podem ser evitadas, por isso precisamos ter muita cautela para que as coisas em volta de nós dêem menos erradas. A prudência ou comedimento é necessário no cotidiano de um líder, pois a administração de um líder somente será proveitosa se ele agir inteligentemente. Salomão alerta a todos dizendo: “Pondera as veres dos teus pés e todos os teus caminhos sejam bem ordenados” (Pv 4:26). Alguns princípios não podem ser olvidados, pois eles são fundamentais para que você viva bem.

1. As nossas decisões (Pv 1:31)
Qualquer decisão que tomarmos, seja elas ruins ou boas terão resultados, por essa razão ponderem bem antes de tomá-las. Há decisões que causam estragos e para tentar desmanchar causa outro estrago ainda maior.

1.1. Todas as decisões isoladas que tomarmos isentará as outras pessoas da culpa, embora elas também sofram as conseqüências, pois muitas pessoas são prejudicadas por causa das decisões que tomamos.

1.2. Não culpe a Deus das conseqüências pelas decisões erradas tomadas por você, saiba, porém que todas as conseqüências recairão sobre seus ombros.

1.3. Não culpe as outras pessoas quando as suas decisões derem erradas, talvez você tenha a  maior parcela de culpa e não elas, no entanto há pessoas que induz as outras ao erro.

1.4. Se todas as suas decisões estiverem sendo acertadas, isso não é sinal que todas as outras continuarão dando certo, também não se frustre com a que der errado. Corrija com cuidado os erros, refaça o caminho e se for boa tente novamente.

2. Cuidado com o que ouve e com o que fala
Não acredite nas pessoas que denigram a imagem das outras pessoas, certifique-se primeiro de que fonte está vinda, talvez ela não seja uma fonte tão segura quanto você pensa. Há diferença entre a língua do ímpio e do justo (Pv 10:31,32).

2.1. Aqueles que dão ouvidos aos denigrem a imagem das pessoas serão a próxima vítima (Pv 13:2).

2.2. Corrigir os erros dos outros é muito fácil, difícil é corrigir os nossos, ou seja, tirar a trave dos nossos olhos. Os espelhos mostram os nossos defeitos e diz como estamos, pois eles são fiéis naquilo que refletem.

3. O líder prudente (Pv 29:12)
Necessariamente o líder precisa ser prudente ao ouvir, como também na sua maneira de julgar, seus julgamentos não podem ser precipitados ou recheados de emoções. As emoções deixam de lado o bom senso, de maneira que as dores das outras pessoas não doem como a da gente doe, ou seja, a nossa dor doe mais do que as dos outros. Qualquer medida que um líder toma sem refletir pode ser um desastre.

                Estes e outros provérbios devem ser levados em consideração para que tenhamos uma vida abençoada e próspera. Quem quer viver bem refreie a sua língua do mal e seus lábios de falarem enganosamente. “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus...” (Ef 5:15-21).

Pr Elis Clementino- Paulista –PE

AD Excelência 

ESBOÇO 718 SUPERANDO AS ADVARSIDADES

ESBOÇO 718
TEMA: SUPERANDO AS ADVERSIDADES
TEXTO: PROVÉRBIOS 24:10

                Salomão em seus provérbios enfatiza que devemos ser forte para poder vencer os estorvos da vida, pois a nossa vitória diante deles depende de como os encaramos. A coragem e a determinação unificadas determinam a nossa vitória (Pv 24:10), mas é importante saber como devemos nos comportar diante das adversidades e controlar as nossas aspirações levando em consideração que a paz e a felicidade não consistem nos bens e nas opulências.

1. As adversidades
Os infortúnios trazem dentro de si uma série de incômodos que em certos momentos nos deixam extremamente abatidos, principalmente quando nos faltam aquilo que é necessário para o nosso bem estar. É um puro engano pensar que a felicidade está com aqueles que possuem tudo, porém existem coisas muito mais preciosas, entretanto a vida é uma delas “não é a vossa vida mais do que as coisas”.

2. A ansiedade pelas coisas
Os discípulos estavam apreensivos pelas coisas, como alimentos, vestes e calçados (Mt 6:25-34), mas é importante ressaltar que: (As coisas não determinam o nosso valor, quem determina o valor das coisas somos nós. A sua importância não é determinado por aquilo que você tem, e sim pelo que você é). Devemos aprender a lidar com as adversidades, pois elas sempre irão existir diante de nós, se vai uma e chega outra, e assim vai. Paulo aprendeu a conviver em situações diversificadas boas e ruins, outros momentos extremos, momentos de fartura, outros padecia necessidade, no entanto ele não se deixou ser levado por nenhuma delas (Fp 4:12).

3. Duas coisas caras e desejáveis
Existem duas coisas que são caras demais, dinheiro nenhum as compram, são elas: PAZ e FELICIDADE, elas não existem em nós por causa das nossas possessões, mas pela nossa maneira suportar as provações e um viver digno, no entanto os bons relacionamentos também são imprescindíveis, e, sobretudo uma vida devocional com Deus. Precisamos entender duas coisas importantes “o SER precede o TER” a inversão desses valores conduz às pessoas a ambição pelas coisas materiais. Muitas vezes o Senhor foi indagado pelos discípulos para saberem a respeito do que eles receberiam ao segui-lo (Mt 19:27); outra vez discutiam pelo caminho para saber qual deles seriam o maior do grupo (Lc 9:46); a mãe dos filhos de Zebedeu pediu ao Senhor que permitisse que seus filhos  sentassem ao lado do Senhor no seu trono (Mt 20:20). A ambição desmedida pelo ter conduz o indivíduo à miséria, eles não tinham a mínima noção do que estavam reivindicando, a imaturidade os conduziram as tais ambições, mas ainda bem que o Senhor os compreendeu e ensinou-lhes que a vida não consistia apenas nessas coisas, e que o reino de Deus tinha prioridade “Buscai primeiro o reino de Deus e as demais coisas vos serão acrescentadas.”

4. A fidelidade a Deus
A nossa fidelidade a Deus não consistem nos bens materiais, podemos constatar isso quando lemos a história de Jó, Satanás declarou que a fidelidade de Jó a Deus consistia nos bens que ele possuía, e se assim fosse se constituía um suborno a Deus, pois os bens dessa vida não devem governar a nossa vida devocional com Deus. O amor a Ele independe daquilo que temos, porque o amor a Deus está acima de tudo “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.” Jó perdeu tudo, porém a sua fidelidade a Deus permaneceu porque ela não consistia nas suas riquezas, mas pelo que Deus é.

                Devemos buscar meios através dos caminhos naturais para conquistarmos os nossos espaços em todas as áreas da vida, mas cada indivíduo deve conhecer o seu potencial e até aonde pode chegar. Há uma expressão paulina que diz “não ambicioneis coisas elevadas, mas acomodai-vos as humildes.” (Rm 12:16) “Contudo tendo o cobertor para o frio estejas com isso contente” (I Tm 6:8). Não devemos entender que nos acomodemos ou cruzemos os nossos braços e não busquemos através da competência galgar posições na sociedade moderna, mas isso deve ser feito com humildade reconhecendo que existem pessoas mais competentes que nós. As dificuldades serão vencidas se lutarmos com CONSTÂNCIA, BRAVURA E CONSIGNAÇÃO, mas sempre com cuidado para não ser traído pelas emoções e desejos MÓRBIDOS.

Pr. Elis Clementino – Paulista –PE
AD Excelência

O OBREIRO E A FAMÍLIA

ESBOÇO 717
TEMA: O OBREIRO E A FAMÍLIA
TEXTO: “...Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” JOSUÉ 24:15.

            É importante ressaltar principalmente em momentos como este a importância da família na vida ministerial de um obreiro, seja em qualquer escala eclesial, pois vivemos numa sociedade de cobranças, no entanto a quem mais se dá, mais é cobrado. A nossa convivência familiar é observada e deve servir de modelo para os membros e congregados da igreja, ora! Se nós não cuidarmos da nossa casa como cuidaremos da casa do Senhor? Os belos exemplos deixados por nossos pais na fé devem ser repassados para as gerações atuais e futuras, pois eles também serão cobrados pela mesma sociedade, pois o obreiro que é exemplo para a sua família, certamente o seu modelo será imitado.

I. O Obreiro e a Esposa
1. O obreiro e a esposa formam uma SOCIEDADE.
2. Essa sociedade é fundamentada no AMOR.
3. Como fruto dessa associação surge à FAMÍLIA.
4. Para manter essa sociedade é necessário:
a) Compreensão
b) Boa comunicação ou bom relacionamento.
c) Necessariamente o obreiro deve dar atenção a sua mulher mais do que as outras.
d) O obreiro deve atender as necessidades nos momentos de intimidade com a esposa buscando sempre a perfeição, e não defraudar o outro.
e) O obreiro é um homem como qualquer outro sujeito aos desejos e falhas, mas que estes devem ser controlados.

II. O Obreiro e o Lar
1. O Lar do obreiro deve ser lugar de benção e satisfação.
2. O lar é a sede do desenvolvimento, onde se trata do futuro do grande patrimônio que é a família.
3. O obreiro deve sempre estar bem humorado, para isso é necessário saber administrar o seu estado de humor e as diferenças.
4. O obreiro deve cuidar da sua casa, se não cuida bem, como cuidará da casa de Deus.
5. O obreiro deve criar os seus filhos com disciplina, ela tem resultados positivos (Pv 29:15-17; Pv 23:13-14).

III. Futuro dos Filhos
Devemos estar cientes que, tanto os pais quanto os filhos têm o papel fundamental na estrutura familiar em todos os aspectos. É normal os pais lutarem pelo bem estar dos filhos e prepará-los para o amanhã, pois eles darão continuidade a família. Quanto ao futuro dos seus filhos, pense em duas coisas que eu considero essenciais e importantes, são elas:
a) Não prepare o futuro para os seus filhos. Nesse caso ele não vai saber está no futuro que você preparou.
b) Prepare os seus filhos para o futuro, sendo assim eles estarão preparados para enfrentar o seu futuro com segurança.
    
IV. A família e o seu Ministério
1) Saiba de uma coisa, se sua família é mais importante do que o seu ministério.
2) Não há obreiro que desenvolva bem, se sua família não vai bem.
3) Se a sua família não vai bem, o seu ministério será um forte candidato à falência.

V. Fortaleça o seu Ministério
1. Fortalecendo a sua família.
2. Dando prioridade a família.
3. Criando os filhos na admoestação do Senhor e com toda modéstia.

O obreiro deve cuidar da sua família, pois o valor dela excede a do Estado e da Igreja, portanto devemos ser vigilantes, quando a família perde a estrutura, perdem-se também os valores, e assim o ministério é afetado. Tenha muita cautela quando for resolver problemas da sua família, pois um problema mal resolvido pode podem causar consequências graves. Deus abençoe a sua família.

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE
AD Excelência



ESBOÇO 716 A ORAÇÃO

ESBOÇO 716
TEMA: ORAÇÃO
TEXTO: LUCAS 18:1

A oração é ressaltada na Bíblia Sagrada pelo próprio Jesus Cristo quando apresentou uma parábola sobre o dever de orar (Lc 18:1; 21:36). A sua necessidade é universal, em qualquer parte do mundo todos quantos tiverem Deus como o seu Senhor deve fazer as suas petições a ele (Sl 65:2; Is 56:7; Lc 11:2). Ao orarmos devemos saber o que significa orar, qual a postura na oração, como é recebida, a operação do Espírito Santo na oração, o poder da oração e as ordenanças bíblicas.

1. Significado
a.       A oração é o meio pelo qual falamos com Deus;
b.      Fazemos os nossos pedidos;
c.       Confessamos as nossas culpas;
d.      O glorificamos a Deus.

2. A postura na oração e a fé
a.       Com reverencia;
b.      Humildade;
c.       Coração sincero, a postura corporal é menos importante, podemos orar de joelhos, em pé, deitado depende da situação que nos encontramos no momento, a postura do coração é a mais relevante. Houve uma grande diferença entre o fariseu e o publicano quando oravam, enquanto um se exaltava o outro se humilhava (Lc 18:9-14).
d.      Fé, ela é capaz de transportar uma montanha (Mt 17:20).

3. Como são vistas e recebidas as nossas orações
      a.   São vistas por Deus com preciosidade (Ap 5:8);
      b.   São recebidas como sacrifícios de incenso diante de Deus (Ap 8:3).

4. O Espírito Santo e as orações
      a.   Ele conhece as nossas necessidades
      b.   Ele nos ajuda nas orações porque não sabemos como convém pedir
            (Rm 8:26,27);

5. O poder da oração
a.       A oração de um justo pode muito seus efeitos (Tg 5:16). As orações de muitos servos de Deus foram ouvidas e respondidas “destacar algumas durante a fala”.
b.      Ela cura os doentes (Tg 5:13);
6. Ordenanças
      a. Buscar o Senhor (I Cr 16:11);
      b. Buscar enquanto se pode achar (Is 56:);
      c. Orar em todo tempo (Ef 6:18; Fp 4:6; Cl 4:2);
      d. Vigiar em oração (Mt 26:41);
      e. Sem cessar (Ts 5:17; I Tm 2:8);
      f. Pedir (Mt 7:7).

                A necessidade de orar deve ser permanente, todos precisam orar e buscar a Deus, que é o principio de tudo e a ele devemos a vida, saúde, os livramentos e a salvação. As orações resultam em bênçãos e muitas vitórias. Jesus nos ensinou a orar “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus, o pão nosso de cada dia nos daí hoje, seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoai-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém (Mt 6:9-13).

Pr. Elis Clementino-Paulista –PE

AD Excelencia

PADRÃO DE VIDA CRISTÃ

ESBOÇO 715
TEMA: PADRÃO DE VIDA CRISTÃ
TEXTO: I PEDRO 1:13-25.

                Cada pessoa tem o estilo de vida que lhe é peculiar, mas que este deva ser de maneira que lhe cause honradez e o bom nome “O mais digno de ser honrado é o bom nome”, (Pv 22:1). Muitos cristãos não levam em consideração algumas características que são fundamentais para que eles vivam bem e tenham sucesso em todas as áreas da vida. Devemos entender que existem regras sociais ou igualitárias para todos, e elas devem ser observadas e obedecidas, principalmente as estabelecidas por Deus para que tenhamos uma vida devocional saudável. Esses princípios devem acompanhá-lo por toda vida, esse é o modelo exigido por Deus para que o cristão tenha uma vida de santidade e de plena comunhão com ele.

1. As características morais e espirituais.
Embora as características morais influam diretamente na vida espiritual queremos destacar nesse ponto.

1.1. Morais
1. Em tudo ser exemplo e andar dignamente (Ef 5:8. Cl 1:10; 2:6; 1 Tm 4:12: Tt 2:7; 1 Pe 5:3);
2. Servir de modelo para os outros (At 20:18; Fp 3:17; Fp 4:9; 2 Ts 3:7;. 2 Tm 3:10);
3. Linguagem sã e irrepreensível (Fp 2:15; Tt 2:8);
4. Não entrar em questões alheias (1 Tm 5:22);
5. Não serem orgulhosos e nem se gloriar e nem louvar-se a si mesmo (1 Co 1:31; 2 Co 3:5b; 2 Co 10:17,18; 1 Co 3:18);
6. Manter o autocontrole ou domínio próprio (1 Co 6:12b);
7. A ninguém julgar precipitadamente (Mt 7:1; 1 Co 4:5; Rm 2:1; Rm 14: 4,10,13);

1.2. Espirituais
1. Conservar o modelo das sãs palavras (2 Tm 1:13; 2 Tm 3:14; Tt 1:9; Hb 10:23);
2. Ter uma vida de completa santidade (Lc 1:75; 1 Ts 5:23).
3. Não se embaraçar com as coisas desta vida  (1 Co 9:25; 2 Tm 2:4);
4. Fugir das paixões da mocidade (1 Ts 5:22; 1 Tm 6:11; 2 Tm 2:22);
5. Que o amor seja conhecido de todos, amor exemplar (Fp 4:5).
6. Procurar ter uma boa consciência (At 23:1; At 24:16);
7. Deixar tudo e seguir esse exemplo (Ef 4:17-31).

2. Entendendo os problemas da vida para manter o modelo de vida cristã.
Quem observar cuidadosamente a palavra de Deus será próspero (Dt 28:1-8), mas devemos entender que as bênçãos advindas não nos isenta das aflições (Jo 16:33b), não é por ser abençoado e servo de Deus que os contratempos não aconteçam, porém, mesmo com todos as aflições ele é capaz de triunfar (Fl 4:13; Jo 5:15; 2 Co 12:9).

Podemos crescer em meio à crise, essa é uma maneira de Deus nos exaltar, pois é sofrendo que amadurecemos e adquirimos experiências (Rm 5:3; Tg 1:3,4,12), crescemos porque as adversidades nos forçaram a buscar saídas e descobrir caminhos. Paulo sabia que as perseguições, sofrimentos e prisões sofridas contribuíram para o bem do evangelho (Fl 1:12-26). Se o individuo não for abençoado da maneira que gostaria não significa que ele esteja debaixo de maldições, pois Deus criou todas as coisas cada qual para o seu próprio fim (Jó 1:21; 2:10; Pv 22:2).

A observação as leis estabelecidas pelos homens pode ser um bom princípio para a obediência aos mandamentos divinos. É importante ter boas características tanto nos sentidos morais quanto espirituais, pois o sucesso espiritual depende tanto de um quanto do outro, embora cada um cristão deva ter a consciência dos sofrimentos, sem, contudo declinar-se diante deles “Se te mostrares frouxo no dia da angústia a tua força será pequena”. Não devemos desanimar porque Deus tem o poder de nos fazer crescer na terra da aflição (Gn 41:52). Os nossos fracassos não devem ser atribuídos a Deus e sim a nós mesmo, ora, toda geração padece (Rm 8:18-23), mas quando correspondemos com a vontade de Deus, ele nos abençoará de forma que não há quem impeça (Rm 8:37).

Podemos desenvolver os nossos potenciais em todos os aspectos da vida sem, contudo perder a nossa postura moral e espiritual.

Pr Elis Clementino - Paulista-PE

AD Excelência

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