ESBOÇO 1401 *
TEMA: NUNCA PENSE SER O QUE VOCÊ NÃO É!
TEXTOS BASE: “Pois, se alguém pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo.” (Gálatas 6:3). “Não se enganem. Se algum de vocês pensa que é sábio segundo os padrões desta era, torne-se ‘louco’ para que se torne sábio.” (I Coríntios 3:18).
TEMA: NUNCA PENSE SER O QUE VOCÊ NÃO É!
TEXTOS BASE: “Pois, se alguém pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo.” (Gálatas 6:3). “Não se enganem. Se algum de vocês pensa que é sábio segundo os padrões desta era, torne-se ‘louco’ para que se torne sábio.” (I Coríntios 3:18).
Autor: Elis Clementino
INTRODUÇÃO
Para compreendermos com mais profundidade a mensagem sobre o engano, é necessário analisar cuidadosamente o que o apóstolo Paulo ensina em suas cartas. Esse tema traz esclarecimento sobre a vaidade espiritual e a vaidade secular, quando o indivíduo passa a ser enganado pelo seu próprio “eu”, acreditando ser aquilo que, na realidade, não é. Esse problema não é recente; ele acompanha a humanidade desde os tempos antigos.
INTRODUÇÃO
Para compreendermos com mais profundidade a mensagem sobre o engano, é necessário analisar cuidadosamente o que o apóstolo Paulo ensina em suas cartas. Esse tema traz esclarecimento sobre a vaidade espiritual e a vaidade secular, quando o indivíduo passa a ser enganado pelo seu próprio “eu”, acreditando ser aquilo que, na realidade, não é. Esse problema não é recente; ele acompanha a humanidade desde os tempos antigos.
A imitação, o falso e o
verdadeiro estão presentes em todas as épocas e em todas as esferas sociais. Os
“covers” estão por toda parte. O que Paulo escreveu aos cristãos de Corinto enfatiza a necessidade de
reconhecer a verdadeira sabedoria e a humildade, evitando uma autoimagem
inflada e a busca por uma sabedoria meramente terrena. Desejo discorrer sobre o
engano pessoal e, principalmente, sobre as consequências de viver de aparências.
A. A VAIDADE HUMANA
O apóstolo Paulo faz uma clara distinção entre a vaidade espiritual e a vaidade secular. A vaidade espiritual se manifesta por meio da autojustificação, do legalismo e da falsa piedade, como acontecia com os fariseus. Jesus os descreveu como sepulcros caiados: belos por fora, cheios de discursos eloquentes, defensores rigorosos da lei, mas podres por dentro, cheios de hipocrisia (Mateus 23:27-28). Essa vaidade consiste na valorização exagerada da aparência, das qualidades físicas, intelectuais ou espirituais, sempre fundamentada no desejo de reconhecimento humano. Trata-se de alguém que aparenta ser o que não é.
A. A VAIDADE HUMANA
O apóstolo Paulo faz uma clara distinção entre a vaidade espiritual e a vaidade secular. A vaidade espiritual se manifesta por meio da autojustificação, do legalismo e da falsa piedade, como acontecia com os fariseus. Jesus os descreveu como sepulcros caiados: belos por fora, cheios de discursos eloquentes, defensores rigorosos da lei, mas podres por dentro, cheios de hipocrisia (Mateus 23:27-28). Essa vaidade consiste na valorização exagerada da aparência, das qualidades físicas, intelectuais ou espirituais, sempre fundamentada no desejo de reconhecimento humano. Trata-se de alguém que aparenta ser o que não é.
Consequências da vaidade humana:
ü Autoengano espiritual
ü Endurecimento do coração
ü Hipocrisia religiosa
ü Perda da sensibilidade espiritual
ü Comprometimento do destino eterno
O engano religioso é o mais perigoso, pois leva a pessoa a acreditar que está bem com Deus quando, na verdade, está distante d’Ele.
B. AS APARÊNCIAS ENGANAM
Negar a realidade é uma das estratégias mais comuns do engano, em todas as áreas da vida. Lembro-me de uma senhora que, ao ir à cidade fazer compras, encontrou um indivíduo que dizia ter achado uma aliança. Ela brilhava mais do que a que a senhora usava. Ao experimentar a suposta aliança encontrada, o indivíduo trocou a verdadeira por uma falsa. O brilho da falsa a enganou. Ao chegar em casa, a aliança começou a escurecer, revelando-se falsa. Além do prejuízo material, ela teve de enfrentar outro problema: explicar ao esposo o ocorrido, pois ele recentemente havia trocado a aliança dela por uma nova.
Essa experiência nos ensina que nem
tudo que reluz é ouro. Muitas coisas se parecem com as verdadeiras, mas são
falsas. O mesmo ocorre no âmbito espiritual.
ü Autoengano espiritual
ü Endurecimento do coração
ü Hipocrisia religiosa
ü Perda da sensibilidade espiritual
ü Comprometimento do destino eterno
O engano religioso é o mais perigoso, pois leva a pessoa a acreditar que está bem com Deus quando, na verdade, está distante d’Ele.
B. AS APARÊNCIAS ENGANAM
Negar a realidade é uma das estratégias mais comuns do engano, em todas as áreas da vida. Lembro-me de uma senhora que, ao ir à cidade fazer compras, encontrou um indivíduo que dizia ter achado uma aliança. Ela brilhava mais do que a que a senhora usava. Ao experimentar a suposta aliança encontrada, o indivíduo trocou a verdadeira por uma falsa. O brilho da falsa a enganou. Ao chegar em casa, a aliança começou a escurecer, revelando-se falsa. Além do prejuízo material, ela teve de enfrentar outro problema: explicar ao esposo o ocorrido, pois ele recentemente havia trocado a aliança dela por uma nova.
Consequências
de viver de aparências:
ü Vergonha quando a verdade vem à tona
ü Perda de credibilidade
ü Danos emocionais e relacionais
ü Frustração e arrependimento tardio
ü Ruína da confiança
C. CUIDADO COM O ENGANO
O apóstolo Paulo combatia o engano em todos os aspectos, especialmente na vida cristã. Ele exortava os crentes a se despojarem do orgulho e da vaidade. Seu temor era que os cristãos perdessem a simplicidade que há em Cristo (2 Coríntios 11:3-5).
Paulo se preocupava com os falsos ensinos que tentavam substituir a
verdade do evangelho. Hoje, esses falsos ensinos se multiplicaram e estão por
toda parte. Contudo, Deus ainda levanta homens e mulheres comprometidos com Sua
Palavra para combater a falsidade. No âmbito espiritual, o discernimento
espiritual é essencial para distinguir entre o falso e o verdadeiro.
ü Vergonha quando a verdade vem à tona
ü Perda de credibilidade
ü Danos emocionais e relacionais
ü Frustração e arrependimento tardio
ü Ruína da confiança
C. CUIDADO COM O ENGANO
O apóstolo Paulo combatia o engano em todos os aspectos, especialmente na vida cristã. Ele exortava os crentes a se despojarem do orgulho e da vaidade. Seu temor era que os cristãos perdessem a simplicidade que há em Cristo (2 Coríntios 11:3-5).
Consequências do engano espiritual não
confrontado:
ü Desvio da verdade
ü Enfraquecimento da fé
ü Confusão doutrinária
ü Escravidão espiritual
ü Queda moral e espiritual
CONCLUSÃO
A verdadeira face entre o falso e o verdadeiro não permanece oculta por muito tempo. Nem mesmo o caráter do homem pode ser disfarçado para sempre. Por melhor que seja a maquiagem, ela cedo ou tarde cairá. Quem pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo (Gálatas 6:3). Por isso, devemos estar atentos à advertência de Paulo: “Se alguém se considera sábio segundo os padrões deste mundo, torne-se louco para ser verdadeiramente sábio.” (I Coríntios 3:18; Provérbios 3:7-12; Isaías 5:21). Sobre sabedoria, é famosa a frase atribuída a Sócrates: “Só sei que nada sei”, uma expressão de humildade e reconhecimento das próprias limitações. Amados, não vivam de aparências e não imitem os outros. Há uma onda de imitações em todos os lugares, inclusive onde não deveria haver: na igreja. Não queira ser um “cover”. Seja você mesmo. Assim, será reconhecido não por uma máscara, mas pelas qualidades que Deus realmente lhe concedeu. Cuidado com o engano!
ü Desvio da verdade
ü Enfraquecimento da fé
ü Confusão doutrinária
ü Escravidão espiritual
ü Queda moral e espiritual
CONCLUSÃO
A verdadeira face entre o falso e o verdadeiro não permanece oculta por muito tempo. Nem mesmo o caráter do homem pode ser disfarçado para sempre. Por melhor que seja a maquiagem, ela cedo ou tarde cairá. Quem pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo (Gálatas 6:3). Por isso, devemos estar atentos à advertência de Paulo: “Se alguém se considera sábio segundo os padrões deste mundo, torne-se louco para ser verdadeiramente sábio.” (I Coríntios 3:18; Provérbios 3:7-12; Isaías 5:21). Sobre sabedoria, é famosa a frase atribuída a Sócrates: “Só sei que nada sei”, uma expressão de humildade e reconhecimento das próprias limitações. Amados, não vivam de aparências e não imitem os outros. Há uma onda de imitações em todos os lugares, inclusive onde não deveria haver: na igreja. Não queira ser um “cover”. Seja você mesmo. Assim, será reconhecido não por uma máscara, mas pelas qualidades que Deus realmente lhe concedeu. Cuidado com o engano!
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