ESBOÇO 1481 * ASSUNTO: NÃO SE APEGUE AO SEU PASSADO.

 

ESBOÇO 1481 *
ASSUNTO: NÃO SE APEGUE AO SEU PASSADO.
TEXTO: FILIPENSES 3:13.
 
INTRODUÇÃO:
O passado faz parte da nossa história, mas ele não deve definir o nosso presente nem impedir o nosso futuro. Muitas vezes, ficamos presos a lembranças que nos entristecem ou nos fazem reviver dores que já deveriam ter sido superadas. Mesmo as boas recordações podem, por vezes, trazer consigo sombras do que foi difícil. O apóstolo Paulo nos ensina, em Filipenses 3:13, que devemos olhar para frente e prosseguir, sem deixar que o passado nos prenda. Neste estudo, refletiremos sobre a importância de administrar bem nossas emoções, de não permitir que o passado governe o presente e de nos desapegarmos de velhos costumes que possam atrapalhar nossa caminhada com Deus. Afinal, quem está em Cristo é uma nova criatura, e as coisas antigas já passaram (2 Coríntios 5:17).
 
II. TRES COISAS QUE TEMOS QUE SABER ADMINISTRAR.
Essas três coisas estão presentes na vida de muitas pessoas, independentemente de classe social ou religiosa, elas podem causar problemas e afetar o desenvolvimento delas em todos os aspectos da vida, como a DEA.
a.      Depressão, é um transtorno mental caracterizado por sentimentos de tristezas, desanimo, perda de interesse ou prazer em atividades que antes apreciava.
b.      Estresse, ele está ligado ao presente, motivado pela correria e pelas fadigas do dia a dia, ele também é muito prejudicial, ele pode lhe atropelar o seu sistema emocional e se desgastar.
c.      Ansiedade, é excesso do passado, ele pode ser um entrave no seu caminho. Assim sendo, você corre o perigo de empancar no meio do caminho e não chegar a lugar algum.
 
II. O SEU PASSADO NÃO DEVE GOVERNAR O SEU PRESENTE.
O apego demais ao passado lhe faz parar no tempo. Existem muitas pessoas que nada fazem, a não ser chorar as dores do passado, isso é muito angustiante para elas, pois é, o passado se torna um pesadelo ou um fardo que a cada dia se torna mais pesado quando as pessoas não o largam, essas pessoas trazem os acontecimentos ruins do passado para o seu presente; por isso, é recomendável que elas se livrem do passado e vivam o presente com boas perspectivas do futuro, pois o passado não pode governar o seu presente. Um dos sinais de que essas pessoas, em pleno presente, estão vivendo o passado é que elas, a quem encontram pelo caminho, expõem as mágoas e os contratempos do passado. O excesso do passado lhe deprime, passando a culpar as pessoas, chorando o luto do passado. Cuidado para não ser refém do seu passado, siga em frente, porque você não sabe o que lhe reserva o amanhã (Mateus 6:34).
 
III. O APEGO AOS VELHOS COSTUMES.
O apego aos velhos e maus costumes pode deixar o indivíduo fora do reino de Deus. Jesus proferiu uma palavra: “Jesus respondeu: ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:62). Paulo disse aos cristãos de Coríntios: “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criatura. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!” (2 Coríntios 5:17). Não deixe os maus e velhos costumes desvirtuarem a sua visão do futuro, principalmente em relação à eternidade.
 
CONCLUSÃO:
O passado deve ser encarado como uma lição, não como uma prisão. Se ficarmos presos a ele, corremos o risco de impedir nosso crescimento e desenvolvimento espiritual. A Palavra de Deus nos ensina a avançar, deixando para trás o que já passou e nos concentrando no futuro que Ele tem preparado para nós (Filipenses 3:13). Não devemos permitir que mágoas, velhos costumes ou lembranças dolorosas governem nossa vida. Em Cristo, somos novas criaturas (2 Coríntios 5:17), chamados para viver o presente com fé e esperança, sem carregar fardos desnecessários. Portanto, siga em frente, confiante no que Deus ainda fará em sua vida. Lembre-se: quem põe a mão no arado e olha para trás não está apto para o Reino de Deus (Lucas 9:62). Que possamos caminhar com os olhos fixos no propósito divino, sem sermos reféns do que ficou para trás, mas usando o passado apenas como aprendizado para um futuro melhor.
 
Pr. Elis Clementino.

 

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