ESBOÇO 1529 *
TEMA: SERVINDO SEM MURMURAR, AMANDO SEM RECLAMAR.
TEXTO BASE: Filipenses
2:1–18.
Autor: Pr. Elis
Clementino
INTRODUÇÃO
Paulo exorta a igreja
de Filipos à unidade e humildade, apresentando Cristo como o modelo perfeito de
servo. A vida cristã deve refletir essa mesma mente, vivendo sem murmurações e
brilhando como luzes no mundo.
I. A EXORTAÇÃO
À UNIDADE E AO AMOR CRISTÃO (v.1–4)
1. O fundamento
da unidade (v.1)
“Portanto, se há
alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor...”
ü A
unidade nasce da comunhão com Cristo.
ü O
Espírito Santo é quem gera o mesmo sentimento entre os irmãos.
2. O propósito
da unidade (v.2)
“Completai o meu gozo,
para que sintais o mesmo...”
ü Paulo
deseja que a igreja seja de um só coração e mente.
ü A
alegria do apóstolo estava em ver os crentes caminhando em harmonia.
ü A
unidade é comparada ao orvalho de Hermom, que desce sobre os montes de Sião;
porque ali o Senhor ordena a benção e a vida para sempre (Salmo 133:3).
3. O perigo do
egoísmo e da vanglória (v.3)
“Nada façais por
contenda ou por vanglória...”
ü O
orgulho divide a igreja.
ü A
humildade é o antídoto contra o espírito de competição.
4. A prática da
humildade (v.4)
“Cada um considere os
outros superiores a si mesmo...”
ü O
verdadeiro amor busca o bem do próximo.
ü O
foco não está no “eu”, mas em servir.
II. O EXEMPLO
SUPREMO DE CRISTO (v.5–11)
1. A mente de
Cristo (v.5)
“Tende em vós o mesmo
sentimento que houve também em Cristo Jesus.”
ü O
padrão de conduta cristã é o próprio Cristo.
ü Ter
“a mente de Cristo” é viver em obediência e humildade.
2. Sua
humilhação voluntária (v.6–8)
ü v.6:
Cristo, sendo Deus, não usou Sua igualdade como vantagem.
ü v.7:
Esvaziou-se, tomando forma de servo — kenosis (gr.).
ü v.8:
Humilhou-se até a morte de cruz — obediência total.
ü A
grandeza de Cristo está em Sua renúncia.
3. Sua
exaltação gloriosa (v.9–11)
“Pelo que também Deus
o exaltou soberanamente...”
ü A
exaltação é consequência da obediência.
ü Todo
joelho se dobrará e toda língua confessará: Jesus Cristo é o Senhor!
III. A VIDA
CRISTÃ COMO EXPRESSÃO DE OBEDIÊNCIA (v.12–13)
1. A obediência
contínua (v.12)
“Desenvolvei a vossa
salvação com temor e tremor.”
ü A
salvação deve ser vivida com responsabilidade e reverência.
ü A
fé verdadeira produz frutos de obediência.
2. A ação de
Deus no crente (v.13)
“Porque Deus é o que
opera em vós tanto o querer como o efetuar...”
ü A
santificação é uma obra divina e humana cooperando.
ü Deus
nos capacita para fazer Sua vontade.
IV. O TESTEMUNHO DO CRENTE NO MUNDO
(v.14–18)
1. Sem
murmurações nem contendas (v.14)
“Fazei todas as coisas
sem murmurações...”
ü Murmurar
é sinal de descontentamento com Deus.
ü O
cristão deve servir com alegria e pureza de coração.
2. Luzes no
meio das trevas (v.15)
“Para que sejais
irrepreensíveis... filhos de Deus inculpáveis...”
ü O
mundo é corrompido; os filhos de Deus devem ser luz.
ü O
testemunho visível é parte essencial do evangelho.
3. Firmes na
Palavra da vida (v.16)
“Retendo a palavra da
vida...”
ü Permanecer
na Palavra é o segredo da vitória espiritual.
ü Paulo
vê seu ministério como uma corrida que não deve ser em vão.
4. Alegria no
sacrifício (v.17–18)
“Ainda que seja
oferecido... regozijo-me...”
ü Paulo
se vê como uma oferta a Deus pelo bem da igreja.
ü O
serviço cristão, mesmo sofrido, deve ser marcado pela alegria.
CONCLUSÃO:
Cristo é o modelo
supremo de humildade, obediência e serviço. A verdadeira maturidade cristã não
está em ser servido, mas em servir com alegria. Assim como Cristo foi exaltado
após humilhar-se, também os que O seguem serão honrados no tempo de Deus. “Se
com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados.” (Romanos 8:17).
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