ESBOÇO 1542 *
ASSUNTO: OS EXTREMOS E O TEMPO
TEXTOS BASE: Eclesiastes 7:16–18; 3:1–17
INTRODUÇÃO
A Palavra de Deus nos orienta em todas as áreas da vida, especialmente naquelas que dizem respeito ao nosso comportamento, escolhas e espiritualidade. Entre esses temas estão os extremos e o tempo.
Viver nos extremos — sejam eles morais, espirituais ou emocionais — traz consequências destrutivas. Da mesma forma, ignorar o valor do tempo compromete nosso crescimento e nossa missão. À luz de Eclesiastes, aprenderemos como o temor do Senhor nos livra dos excessos e nos ensina a administrar bem o tempo que Deus nos concedeu.
1. OS EXTREMOS
Salomão nos apresenta um princípio de equilíbrio fundamentado no temor do Senhor:
“Bom é que retenhas isto e também daquilo não retires a mão; porque quem teme a Deus escapa de tudo isso”
(Eclesiastes 7:18)
O texto não incentiva a mediocridade, mas alerta contra os exageros que nascem do orgulho, da autossuficiência e da falta de discernimento.
a) “Não sejas demasiadamente justo, nem
demasiadamente sábio” (Eclesiastes
7:16)
Salomão
não condena a justiça nem a sabedoria, pois ambas procedem de Deus. O alerta é
contra a justiça
própria e a sabedoria arrogante,
que colocam o ser humano no centro e não Deus.
O sábio aos seus próprios olhos:
ü Não aprende (Provérbios 26:16)
ü Não ouve conselhos
ü Torna-se espiritualmente orgulhoso
A verdadeira sabedoria reconhece limites e depende de
Deus.
b) “Não sejas demasiadamente ímpio” (Eclesiastes7: 17)
O ímpio, nas Escrituras, é aquele que vive sem temor
de Deus, desprezando Sua vontade. Aqui, Salomão alerta contra uma vida
dissoluta, marcada pela rebeldia consciente.
c) “Nem
sejas tolo”
A tolice (ou loucura, em algumas traduções) nasce da
insensatez. O tolo despreza a sabedoria, ignora advertências e repete erros. A
Bíblia mostra que a tolice é fonte de muitos males e sofrimento desnecessário.
O
temor do Senhor é o equilíbrio que nos livra tanto do orgulho espiritual quanto
da vida ímpia e insensata.
2. AS IMPLICAÇÕES DOS EXTREMOS
Salomão apresenta as consequências por meio de perguntas diretas, mostrando que nossas escolhas produzem resultados.
a) “Por que te destruirias a ti
mesmo?” (Eclesiastes 7:16)
Todo excesso é destrutivo. O ser humano, muitas vezes,
não é destruído por inimigos externos, mas por decisões equivocadas e falta de
domínio próprio.
b) “Por que morrerias fora do teu
tempo?” (Eclesiastes 7:17)
Embora o tempo esteja nas mãos de Deus, atitudes imprudentes podem
abreviar uma vida útil, frutífera e cheia de propósito. Discernimento e temor
do Senhor preservam a vida.
3. O TEMPO
O tempo pertence a Deus, mas a administração do tempo nos foi confiada. Salomão afirma:
“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1). O apóstolo Paulo reforça essa verdade ao exortar a Igreja a remir o tempo (Efésios 5:15–16), ou seja, aproveitar bem as oportunidades que Deus concede.
Salomão descreve os tempos da vida:
a) Tempo de nascer e de morrer
b) De plantar e de arrancar o que se plantou
c) De matar e de curar
d) De derrubar e de edificar — o propósito final de Deus é a edificação (Jeremias 31:28)
e) De chorar e de rir (Salmos 30:5; 126:2)
f) De prantear e de dançar (Êxodo 15:20–21; Salmos 126:1–3)
g) De espalhar pedras e de ajuntar pedras
h) De abraçar e de afastar-se
i) De buscar e de perder
j) De guardar e de lançar fora
k) De rasgar e de coser
l) De falar e de ficar calado
m) Tempo de amar e tempo de odiar
n) Tempo de guerra e tempo de paz
Cada estação exige discernimento, maturidade e submissão à vontade de Deus.
CONCLUSÃO
Os extremos comprometem a vida espiritual, emocional e até física. A sabedoria bíblica nos chama ao equilíbrio, que nasce do temor do Senhor. O tempo governa todas as coisas criadas, mas Deus nos entregou uma porção dele para ser administrada com responsabilidade. Tempo desperdiçado não pode ser recuperado.
Deus julgará todas as
coisas no tempo certo:
“Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo propósito e para toda obra” (Eclesiastes 3:17). Que vivamos longe dos extremos, cheios de sabedoria, sensatez e reverência, aproveitando bem o tempo que o Senhor colocou em nossas mãos.
ASSUNTO: OS EXTREMOS E O TEMPO
TEXTOS BASE: Eclesiastes 7:16–18; 3:1–17
A Palavra de Deus nos orienta em todas as áreas da vida, especialmente naquelas que dizem respeito ao nosso comportamento, escolhas e espiritualidade. Entre esses temas estão os extremos e o tempo.
Viver nos extremos — sejam eles morais, espirituais ou emocionais — traz consequências destrutivas. Da mesma forma, ignorar o valor do tempo compromete nosso crescimento e nossa missão. À luz de Eclesiastes, aprenderemos como o temor do Senhor nos livra dos excessos e nos ensina a administrar bem o tempo que Deus nos concedeu.
Salomão nos apresenta um princípio de equilíbrio fundamentado no temor do Senhor:
“Bom é que retenhas isto e também daquilo não retires a mão; porque quem teme a Deus escapa de tudo isso”
(Eclesiastes 7:18)
O texto não incentiva a mediocridade, mas alerta contra os exageros que nascem do orgulho, da autossuficiência e da falta de discernimento.
ü Não aprende (Provérbios 26:16)
Salomão apresenta as consequências por meio de perguntas diretas, mostrando que nossas escolhas produzem resultados.
O tempo pertence a Deus, mas a administração do tempo nos foi confiada. Salomão afirma:
“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1). O apóstolo Paulo reforça essa verdade ao exortar a Igreja a remir o tempo (Efésios 5:15–16), ou seja, aproveitar bem as oportunidades que Deus concede.
a) Tempo de nascer e de morrer
b) De plantar e de arrancar o que se plantou
c) De matar e de curar
d) De derrubar e de edificar — o propósito final de Deus é a edificação (Jeremias 31:28)
e) De chorar e de rir (Salmos 30:5; 126:2)
f) De prantear e de dançar (Êxodo 15:20–21; Salmos 126:1–3)
g) De espalhar pedras e de ajuntar pedras
h) De abraçar e de afastar-se
i) De buscar e de perder
j) De guardar e de lançar fora
k) De rasgar e de coser
l) De falar e de ficar calado
m) Tempo de amar e tempo de odiar
n) Tempo de guerra e tempo de paz
Cada estação exige discernimento, maturidade e submissão à vontade de Deus.
Os extremos comprometem a vida espiritual, emocional e até física. A sabedoria bíblica nos chama ao equilíbrio, que nasce do temor do Senhor. O tempo governa todas as coisas criadas, mas Deus nos entregou uma porção dele para ser administrada com responsabilidade. Tempo desperdiçado não pode ser recuperado.
“Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo propósito e para toda obra” (Eclesiastes 3:17). Que vivamos longe dos extremos, cheios de sabedoria, sensatez e reverência, aproveitando bem o tempo que o Senhor colocou em nossas mãos.
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