ESBOÇO 1594*
TEMA: AS ÚLTIMAS COISAS
TEXTO: I Tessalonicenses 4: 16,17.
Por: Elis Clementino
INTRODUÇÃO:
Vivemos em dias marcados por incertezas, mudanças e grandes expectativas. Entretanto, para a Igreja de Cristo, há uma bendita esperança que sustenta nossa fé e enche nosso coração de consolo: a volta do Senhor Jesus. A Palavra de Deus nos revela que o plano divino caminha para o seu desfecho glorioso — o cumprimento das últimas coisas, também conhecidas como escatologia.
O apóstolo Paulo, escrevendo aos crentes de
Tessalônica, apresenta uma das mais belas e esperançosas promessas da Bíblia:
“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com
a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois
nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens,
a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.” (1
Tessalonicenses 4:16–17).
Essas palavras apontam para um futuro
glorioso e certo — o arrebatamento da Igreja e os eventos
que o sucederão. Portanto, precisamos estar alertas, firmes na fé e preparados,
pois a qualquer momento este acontecimento poderá se cumprir diante dos nossos
olhos.
O arrebatamento da Igreja é aguardado com
expectativa por todos os salvos em Cristo ao redor do mundo. Esse grande
acontecimento foi predito pelos profetas e confirmado pelo próprio Senhor Jesus
Cristo. No entanto, antes que ele ocorra, a Bíblia nos revela que certos sinais o
precederão.
Jesus advertiu sobre o surgimento de falsos cristos e
falsos profetas, bem como o engano religioso
que se espalharia nos últimos dias (Mateus 24:4-5, 10-11, 24; Lucas 18:8; 2
Tessalonicenses 2:3; 1 Timóteo 4:1; 2 Timóteo 3:1,13; 4:3-4; 2 Pedro 3:3-4).
Esses sinais também incluem o aumento da tolerância ao pecado
e da transigência
dentro da própria igreja, fenômenos cada vez mais visíveis
na história da humanidade e especialmente evidentes em nossos dias.
O Senhor ainda destacou outros sinais: a frieza espiritual
e a falta
de fé (Mateus 24:12, 37-39; Lucas 18:8), além da
intensificação de guerras, fome e terremotos,
que prenunciam o princípio das dores (Mateus 24:6-8; Marcos 13:7-8; Lucas
21:9). Também haverá a deterioração dos laços familiares e a
perda do amor natural entre as pessoas (Mateus 10:21; 24:12;
Marcos 13:12; 2 Timóteo 3:1-3). A perversão moral (Isaías 5:20).
Esses acontecimentos, claramente observáveis em nossa geração, confirmam que a volta de Cristo está muito próxima. Por isso, a Igreja deve permanecer vigilante, fiel e firme na fé, aguardando com esperança o cumprimento das promessas divinas.
TEMA: AS ÚLTIMAS COISAS
TEXTO: I Tessalonicenses 4: 16,17.
Por: Elis Clementino
Vivemos em dias marcados por incertezas, mudanças e grandes expectativas. Entretanto, para a Igreja de Cristo, há uma bendita esperança que sustenta nossa fé e enche nosso coração de consolo: a volta do Senhor Jesus. A Palavra de Deus nos revela que o plano divino caminha para o seu desfecho glorioso — o cumprimento das últimas coisas, também conhecidas como escatologia.
Esses acontecimentos, claramente observáveis em nossa geração, confirmam que a volta de Cristo está muito próxima. Por isso, a Igreja deve permanecer vigilante, fiel e firme na fé, aguardando com esperança o cumprimento das promessas divinas.
A
Palavra de Deus também nos revela que haverá um tempo de intensa perseguição
contra o povo de Deus, motivada pela fidelidade à pregação
do evangelho de Jesus Cristo (Mateus 10:22-23; 24:9-10; Marcos 13:13; João
15:19-20; 16:33; Atos 14:22; Romanos 5:3). O próprio Senhor nos advertiu que
esses dias seriam terríveis e de grande aflição, mas
também afirmou que “aquele que perseverar até o fim será salvo”
(Mateus 24:13).
Outro
sinal importante é a propagação mundial do evangelho. Jesus
declarou que todas as nações ouviriam a mensagem do Reino,
para que ninguém tenha desculpa naquele grande Dia (Mateus 24:14). E vemos como
isso está se cumprindo diante dos nossos olhos: a ciência, a tecnologia e a
globalização têm colaborado para que a Palavra de Deus alcance os confins da
terra.
Além
disso, a Bíblia anuncia que, nos últimos dias, o Espírito Santo será
derramado poderosamente sobre o povo de Deus, renovando a
fé e despertando os crentes para viverem em santidade e vigilância (Mateus
24:42,44; Marcos 13:33-37; Lucas 12:35; 21:19,34-36; Romanos 13:11; Filipenses
4:5; 1 Tessalonicenses 1:10; 4:16-18; 5:6-11; 2 Timóteo 4:8; Tito 2:13).
Portanto, todos nós estamos de sobreaviso. Resta-nos permanecer preparados, cheios do Espírito e atentos à voz do Senhor, pois o arrebatamento será o último momento da Igreja na Terra — o glorioso encontro com o nosso Salvador.
Portanto, todos nós estamos de sobreaviso. Resta-nos permanecer preparados, cheios do Espírito e atentos à voz do Senhor, pois o arrebatamento será o último momento da Igreja na Terra — o glorioso encontro com o nosso Salvador.
I. O ARREBATAMENTO.
1. Significado e natureza do arrebatamento.
A palavra “arrebatamento”
vem do latim raptus,
que significa “ser levado rapidamente” ou “arrancado com força”. No grego, o
termo usado em 1 Tessalonicenses 4:17 é harpazō,
traduzido como “arrebatados”. Esse evento refere-se ao momento em que a Igreja do Senhor
será retirada da Terra de forma súbita e gloriosa,
para encontrar Jesus Cristo nos ares. Trata-se do cumprimento da bendita
esperança da Igreja, aguardada com fé e vigilância pelos salvos.
1. Significado e natureza do arrebatamento.
2. As fases da
segunda vinda de Cristo
A segunda vinda do Senhor se cumprirá em duas fases distintas:
ü Primeira fase: o arrebatamento da Igreja, quando Cristo virá para os seus, de modo invisível ao mundo.
ü
Segunda fase: a manifestação
gloriosa, quando Cristo voltará com os seus,
ao final da Grande Tribulação, para julgar as nações e instaurar o seu Reino
milenar.
A segunda vinda do Senhor se cumprirá em duas fases distintas:
ü Primeira fase: o arrebatamento da Igreja, quando Cristo virá para os seus, de modo invisível ao mundo.
3. A forma e o
propósito do arrebatamento.
O arrebatamento ocorrerá de maneira
inesperada, pois ninguém sabe o dia nem a hora (Mateus
24:36; 25:5–7). Será uma surpresa para o mundo, mas uma recompensa para
os crentes fiéis (Lucas 21:36; 1
Tessalonicenses 4:15–17; Apocalipse 3:10–11). Nesse glorioso instante, Cristo livrará a
sua Igreja da grande tribulação que virá sobre toda a
Terra, cumprindo a sua promessa de preservar os que guardaram a fé e
perseveraram até o fim.
II. OS EVENTOS DO ARREBATAMENTO
1. A ressurreição dos mortos em Cristo - Instantes antes do arrebatamento, quando Cristo descer do céu para buscar a sua Igreja, ocorrerá a ressurreição dos que “morreram em Cristo” (1 Tessalonicenses 4:16). Essa ressurreição é diferente daquela descrita em Apocalipse 20:4, que acontecerá após a Grande Tribulação, quando Cristo voltará à Terra para julgar os ímpios e prender Satanás (Apocalipse 19:11; 20:3). A ressurreição de Apocalipse 20:4 refere-se aos mártires da Grande Tribulação, conforme também indica Apocalipse 20:6.
2.
A transformação dos crentes vivos
No mesmo instante da ressurreição, os crentes que estiverem vivos serão transformados. Seus corpos corruptíveis se revestirão de incorruptibilidade e imortalidade (Romanos 8:23; 1 Coríntios 15:51–54). Essa transformação ocorrerá em um abrir e fechar de olhos, um tempo tão rápido quanto um piscar, estimado em apenas sete milésimos de segundo.
3. O encontro com o Senhor nos ares
Logo após a transformação, os crentes ressuscitados e os transformados serão arrebatados juntos para encontrar o Senhor nos ares (1 Tessalonicenses 4:17). Nesse glorioso encontro, todos estarão unidos a Cristo e levados à casa do Pai, no céu (João 14:2–3). Ali também nos reencontraremos com os nossos entes queridos que morreram em Cristo (1 Tessalonicenses 4:13–18).
4. Livres de toda dor
e sofrimento
Com a vinda do Senhor, os salvos estarão livres de toda dor e sofrimento (2 Coríntios 5:2,4; Filipenses 3:21), das opressões do diabo (Apocalipse 3:10–11) e do domínio do pecado e da morte (1 Coríntios 15:51–52).
No arrebatamento, a Igreja será livrada da ira futura (1 Tessalonicenses 1:10) e da Grande Tribulação que se abaterá sobre o mundo.
5. A vigilância e a
esperança
A Palavra de Deus nos adverte a vigiar constantemente, aguardando a bem-aventurada esperança, a manifestação gloriosa de Cristo (Mateus 24:36,42,44; 25:1–13; Tito 2:13). Devemos permanecer atentos e preparados, pois o Filho de Deus pode vir a qualquer momento.
6. A expectativa
apostólica
O apóstolo Paulo usa o pronome “nós” em 1 Tessalonicenses 4:17, mostrando que esperava a volta do Senhor ainda em seus dias. Essa mesma esperança deve motivar a Igreja atual, pois “a nossa salvação está agora mais perto do que quando aceitamos a fé” (Romanos 13:11). A certeza da volta de Cristo fortalece nossa fé e renova nossa perseverança.
7. O perigo da
infidelidade
Aqueles que permanecem no pecado e na desobediência, mesmo estando na igreja, serão deixados para trás no arrebatamento. Farão parte da igreja apóstata (Apocalipse 17:1–2). Por isso, cada crente deve purificar-se e santificar-se, pois “sem santificação ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).
8. O tribunal de
Cristo
Após o arrebatamento, todos os salvos comparecerão diante do tribunal de Cristo, para receberem o galardão pelas obras realizadas enquanto estavam na Terra. Esse tribunal ocorrerá nas regiões celestiais, visto que a Igreja já terá sido arrebatada aos céus (2 Coríntios 5:10). Ali não haverá condenação, mas avaliação e recompensa segundo a fidelidade e o serviço prestado ao Senhor.
III – O TRIBUNAL DE CRISTO
1. O momento do tribunal
Após o arrebatamento da Igreja, os crentes ressuscitados e transformados se encontrarão com Cristo nos céus. Nesse momento, todos comparecerão diante do Tribunal de Cristo, para prestar contas de suas obras (2 Coríntios 5:10; Romanos 14:12; 1 Coríntios 3:12–15; 2 Timóteo 4:8).
“Porque
todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba
segundo o que tiver feito por meio do corpo, bem ou mal.” (Eclesiastes 12:14;
Mateus 12:36–37; Marcos 4:22; Efésios 6:8; Colossenses 3:23–25)
Esse julgamento ocorrerá antes das Bodas do Cordeiro, a grande celebração entre Cristo e sua Igreja, simbolizando a união eterna do Noivo com a Noiva (Apocalipse 19:7–9).
1. A ressurreição dos mortos em Cristo - Instantes antes do arrebatamento, quando Cristo descer do céu para buscar a sua Igreja, ocorrerá a ressurreição dos que “morreram em Cristo” (1 Tessalonicenses 4:16). Essa ressurreição é diferente daquela descrita em Apocalipse 20:4, que acontecerá após a Grande Tribulação, quando Cristo voltará à Terra para julgar os ímpios e prender Satanás (Apocalipse 19:11; 20:3). A ressurreição de Apocalipse 20:4 refere-se aos mártires da Grande Tribulação, conforme também indica Apocalipse 20:6.
No mesmo instante da ressurreição, os crentes que estiverem vivos serão transformados. Seus corpos corruptíveis se revestirão de incorruptibilidade e imortalidade (Romanos 8:23; 1 Coríntios 15:51–54). Essa transformação ocorrerá em um abrir e fechar de olhos, um tempo tão rápido quanto um piscar, estimado em apenas sete milésimos de segundo.
Logo após a transformação, os crentes ressuscitados e os transformados serão arrebatados juntos para encontrar o Senhor nos ares (1 Tessalonicenses 4:17). Nesse glorioso encontro, todos estarão unidos a Cristo e levados à casa do Pai, no céu (João 14:2–3). Ali também nos reencontraremos com os nossos entes queridos que morreram em Cristo (1 Tessalonicenses 4:13–18).
Com a vinda do Senhor, os salvos estarão livres de toda dor e sofrimento (2 Coríntios 5:2,4; Filipenses 3:21), das opressões do diabo (Apocalipse 3:10–11) e do domínio do pecado e da morte (1 Coríntios 15:51–52).
No arrebatamento, a Igreja será livrada da ira futura (1 Tessalonicenses 1:10) e da Grande Tribulação que se abaterá sobre o mundo.
A Palavra de Deus nos adverte a vigiar constantemente, aguardando a bem-aventurada esperança, a manifestação gloriosa de Cristo (Mateus 24:36,42,44; 25:1–13; Tito 2:13). Devemos permanecer atentos e preparados, pois o Filho de Deus pode vir a qualquer momento.
O apóstolo Paulo usa o pronome “nós” em 1 Tessalonicenses 4:17, mostrando que esperava a volta do Senhor ainda em seus dias. Essa mesma esperança deve motivar a Igreja atual, pois “a nossa salvação está agora mais perto do que quando aceitamos a fé” (Romanos 13:11). A certeza da volta de Cristo fortalece nossa fé e renova nossa perseverança.
Aqueles que permanecem no pecado e na desobediência, mesmo estando na igreja, serão deixados para trás no arrebatamento. Farão parte da igreja apóstata (Apocalipse 17:1–2). Por isso, cada crente deve purificar-se e santificar-se, pois “sem santificação ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).
Após o arrebatamento, todos os salvos comparecerão diante do tribunal de Cristo, para receberem o galardão pelas obras realizadas enquanto estavam na Terra. Esse tribunal ocorrerá nas regiões celestiais, visto que a Igreja já terá sido arrebatada aos céus (2 Coríntios 5:10). Ali não haverá condenação, mas avaliação e recompensa segundo a fidelidade e o serviço prestado ao Senhor.
1. O momento do tribunal
Após o arrebatamento da Igreja, os crentes ressuscitados e transformados se encontrarão com Cristo nos céus. Nesse momento, todos comparecerão diante do Tribunal de Cristo, para prestar contas de suas obras (2 Coríntios 5:10; Romanos 14:12; 1 Coríntios 3:12–15; 2 Timóteo 4:8).
Esse julgamento ocorrerá antes das Bodas do Cordeiro, a grande celebração entre Cristo e sua Igreja, simbolizando a união eterna do Noivo com a Noiva (Apocalipse 19:7–9).
2. O juiz desse tribunal
O Juiz será o próprio Senhor Jesus Cristo, conforme declarou o apóstolo João:
“O Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo.” (João 5:22). Paulo também afirmou que receberia “a coroa da justiça” das mãos do Justo Juiz (2 Timóteo 4:8). Portanto, o Tribunal de Cristo será conduzido pelo próprio Senhor, aquele que conhece os corações e julga com perfeita justiça.
3. A natureza desse
julgamento
O Tribunal de Cristo não é para condenação, mas para recompensa. Não decidirá quem será salvo ou perdido, pois somente os salvos comparecerão diante dele. Trata-se de um julgamento das obras, onde cada crente será recompensado ou sofrerá perda de galardão, de acordo com sua fidelidade no serviço ao Senhor (Romanos 14:10,12; 1 Coríntios 3:12–14).
As recompensas eternas são descritas na
Bíblia como galardões e coroas, concedidas aos
fiéis:
ü Coroa da justiça (2 Timóteo 4:8)
ü
Coroa
da vida (Apocalipse 2:10–11)
ü
Coroa
da glória (1 Pedro 5:4)
ü
Coroa
incorruptível (1 Coríntios 9:25–27)
ü
Coroa
de alegria (1 Tessalonicenses 2:19–20)
A
Palavra de Deus mostra que esse julgamento deve ser encarado com seriedade,
pois nele haverá ganho ou perda de recompensas (Mateus
5:12; 25:14–23; Lucas 19:12–19; Gálatas 6:8–10; Hebreus 6:10; Apocalipse
2:7,11,17,26–28; 3:4–5,12,21).
O Juiz será o próprio Senhor Jesus Cristo, conforme declarou o apóstolo João:
“O Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo.” (João 5:22). Paulo também afirmou que receberia “a coroa da justiça” das mãos do Justo Juiz (2 Timóteo 4:8). Portanto, o Tribunal de Cristo será conduzido pelo próprio Senhor, aquele que conhece os corações e julga com perfeita justiça.
O Tribunal de Cristo não é para condenação, mas para recompensa. Não decidirá quem será salvo ou perdido, pois somente os salvos comparecerão diante dele. Trata-se de um julgamento das obras, onde cada crente será recompensado ou sofrerá perda de galardão, de acordo com sua fidelidade no serviço ao Senhor (Romanos 14:10,12; 1 Coríntios 3:12–14).
ü Coroa da justiça (2 Timóteo 4:8)
4.
A certeza da prestação de contas
É importante compreender que todos os crentes comparecerão sem exceção diante desse tribunal (Romanos 14:10–12).
Cada um prestará contas individualmente a Deus, e as intenções do coração serão reveladas. Por isso, devemos servir ao Senhor com zelo, fidelidade e temor, sabendo que “nada está encoberto que não venha a ser revelado” (Marcos 4:22).
IV. O QUE SERÃO JULGADOS NO TRIBUNAL DE
CRISTO?
1. Nossos atos secretos (Romanos 2:16);
2. Caráter (Romanos 2:22, 11);
3. Nossas palavras (Mateus 12:36, 37);
4. Nossas obras (Efésios 6: 8; Tiago 2:14, 26);
5. Falta de Amor (Colossenses 3:23; I João 3:16,18);
6. Nosso trabalho no ministério (I Coríntios 3:11,13).
Devemos ter cuidado com o que fizermos (Colossenses
3:24, 25), para não perder o nosso galardão. Vejam também que Deus não faz
acepção de pessoas, ele julga com justiça e com retidão (Colossenses 4:1), até
os líderes também serão julgados.
V. Como serão vistas às nossas obras?
1. Ouro — representa as obras feitas em Deus.
2. Prata — representa as obras feitas em Cristo.
3. Pedras preciosas — representam as obras feitas no Espírito Santo.
4. Madeiras — representam as obras do homem natural.
5. Feno — representa as tradições dos homens.
6. Palha — Representa os preceitos humanos. Nesse Julgamento ficaremos sabendo que categoria de material edificamos a nossa vida espiritual, empregando bons materiais e quem realmente pôs em prática a palavra de Deus. (1 Coríntios 3:12-13).
É importante compreender que todos os crentes comparecerão sem exceção diante desse tribunal (Romanos 14:10–12).
Cada um prestará contas individualmente a Deus, e as intenções do coração serão reveladas. Por isso, devemos servir ao Senhor com zelo, fidelidade e temor, sabendo que “nada está encoberto que não venha a ser revelado” (Marcos 4:22).
1. Nossos atos secretos (Romanos 2:16);
2. Caráter (Romanos 2:22, 11);
3. Nossas palavras (Mateus 12:36, 37);
4. Nossas obras (Efésios 6: 8; Tiago 2:14, 26);
5. Falta de Amor (Colossenses 3:23; I João 3:16,18);
6. Nosso trabalho no ministério (I Coríntios 3:11,13).
1. Ouro — representa as obras feitas em Deus.
2. Prata — representa as obras feitas em Cristo.
3. Pedras preciosas — representam as obras feitas no Espírito Santo.
4. Madeiras — representam as obras do homem natural.
5. Feno — representa as tradições dos homens.
6. Palha — Representa os preceitos humanos. Nesse Julgamento ficaremos sabendo que categoria de material edificamos a nossa vida espiritual, empregando bons materiais e quem realmente pôs em prática a palavra de Deus. (1 Coríntios 3:12-13).
VI. QUAIS AS RECOMPENSAS QUE NOS SERÃO ENTREGUES?
1. vitória (I Coríntios 9:25).
2. de gozo (I Tessalonicenses 2:19; Filipenses 4:1).
3. da Justiça (2 Timóteo 4:7,8).
4. da vida (Apocalipse 2:10; Tiago 1:2).
5. de glória (I Pedro 5:2,4).
VII – AS BODAS DO CORDEIRO
Após o julgamento das obras no Tribunal de Cristo, a Igreja será conduzida para um dos momentos mais gloriosos da eternidade: as Bodas do Cordeiro. Essa celebração representa a união definitiva entre Cristo e sua Igreja, sendo Ele o Noivo, e a Igreja, a Noiva fiel.
As Bodas do Cordeiro simbolizam a festa de casamento celestial, na qual a Noiva é recebida com júbilo e honra nos céus. Esse é o desejo expresso por Jesus em sua oração sacerdotal:
“Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória...” (João 17:24). O apóstolo João descreve esse glorioso evento em Apocalipse 19:7:
“Regozijemo-nos e alegremo-nos, e demos-lhe glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.”
A Igreja é chamada de “esposa” porque, na cultura oriental, o noivado tinha o mesmo peso e compromisso de um casamento. Assim, Cristo, o Noivo, volta para buscar sua amada, que foi lavada e preparada pelo Espírito Santo.
“Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.” (Apocalipse 19:9)
Enquanto nos céus ocorre a celebração das bodas, na Terra os que ficaram enfrentarão a Grande Tribulação. Enquanto a Igreja está em festa com o seu Senhor, o mundo estará submetido ao domínio de Satanás, da Besta e do Anticristo — o tempo mais sombrio da história humana.
Assim, as Bodas do Cordeiro marcam o culminar da redenção da Igreja, e a promessa de que estaremos eternamente unidos ao nosso Salvador.
2. de gozo (I Tessalonicenses 2:19; Filipenses 4:1).
4. da vida (Apocalipse 2:10; Tiago 1:2).
Após o julgamento das obras no Tribunal de Cristo, a Igreja será conduzida para um dos momentos mais gloriosos da eternidade: as Bodas do Cordeiro. Essa celebração representa a união definitiva entre Cristo e sua Igreja, sendo Ele o Noivo, e a Igreja, a Noiva fiel.
As Bodas do Cordeiro simbolizam a festa de casamento celestial, na qual a Noiva é recebida com júbilo e honra nos céus. Esse é o desejo expresso por Jesus em sua oração sacerdotal:
“Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória...” (João 17:24). O apóstolo João descreve esse glorioso evento em Apocalipse 19:7:
“Regozijemo-nos e alegremo-nos, e demos-lhe glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.”
A Igreja é chamada de “esposa” porque, na cultura oriental, o noivado tinha o mesmo peso e compromisso de um casamento. Assim, Cristo, o Noivo, volta para buscar sua amada, que foi lavada e preparada pelo Espírito Santo.
“Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.” (Apocalipse 19:9)
Enquanto nos céus ocorre a celebração das bodas, na Terra os que ficaram enfrentarão a Grande Tribulação. Enquanto a Igreja está em festa com o seu Senhor, o mundo estará submetido ao domínio de Satanás, da Besta e do Anticristo — o tempo mais sombrio da história humana.
Assim, as Bodas do Cordeiro marcam o culminar da redenção da Igreja, e a promessa de que estaremos eternamente unidos ao nosso Salvador.
VIII – A GRANDE
TRIBULAÇÃO
1. O que é a Grande Tribulação
A Grande Tribulação será um período de sete anos, durante o qual o Anticristo, a Besta e o Falso Profeta governarão o mundo como um trio satânico (Apocalipse 16:13-14). Durante três anos e meio, conforme a visão de Daniel, a Besta fará alianças com governos e enganará a humanidade, inclusive Israel, prometendo paz e prosperidade econômica (Daniel 7; 9:27; 11:39). Nesse período, ocorrerão grandes milagres falsos, e duas testemunhas pregarão o evangelho com poder, realizando sinais sobrenaturais e, posteriormente, sendo mortas e ressuscitadas (Apocalipse 11:3-12; 14:6-7).
2. A segunda fase da
Tribulação
Após três anos e meio, a Besta se tornará um ditador absoluto, identificado com o número 666, e exigirá adoração no lugar de Deus (Apocalipse 13:17-18; 2 Tessalonicenses 2:4).
ü Uma imagem do Anticristo será colocada no templo de Deus, e muitos serão enganados (Daniel 9:27; Mateus 24:15; Marcos 13:14; Apocalipse 13:14-15).
ü
O
mundo verá sinais cósmicos e perturbações no sol, na
lua e nas estrelas (Isaías 13:9; Mateus 24:29; Marcos 13:24-25; Lucas 21:25;
Apocalipse 6:12-14; 8:10-12; 9:2).
ü
A
atividade demoníaca e o engano religioso se intensificarão (Apocalipse 9:21;
Mateus 24:24; 2 Tessalonicenses 2:9-11).
O
Anticristo se levantará contra tudo que é chamado Deus (2
Tessalonicenses 2:4), querendo se assentar como Deus no templo.
Israel e os fiéis sofrerão terrivelmente, conforme as profecias (Jeremias
30:5-7; Apocalipse 11:2; 12:12-17; Daniel 12:1; Mateus 24:21; Marcos 13:15-19).
O 666 será um código que será usado para controlar a população mundial no
sistema do anticristo. Atualmente estamos observando que o sistema de controle
avança.
1. O que é a Grande Tribulação
A Grande Tribulação será um período de sete anos, durante o qual o Anticristo, a Besta e o Falso Profeta governarão o mundo como um trio satânico (Apocalipse 16:13-14). Durante três anos e meio, conforme a visão de Daniel, a Besta fará alianças com governos e enganará a humanidade, inclusive Israel, prometendo paz e prosperidade econômica (Daniel 7; 9:27; 11:39). Nesse período, ocorrerão grandes milagres falsos, e duas testemunhas pregarão o evangelho com poder, realizando sinais sobrenaturais e, posteriormente, sendo mortas e ressuscitadas (Apocalipse 11:3-12; 14:6-7).
Após três anos e meio, a Besta se tornará um ditador absoluto, identificado com o número 666, e exigirá adoração no lugar de Deus (Apocalipse 13:17-18; 2 Tessalonicenses 2:4).
ü Uma imagem do Anticristo será colocada no templo de Deus, e muitos serão enganados (Daniel 9:27; Mateus 24:15; Marcos 13:14; Apocalipse 13:14-15).
3. A resistência de
Israel e a batalha final
No final da Tribulação, Israel romperá a aliança com a Besta, e se iniciará a batalha do Armagedom (Apocalipse 16:16).
ü As nações se unirão contra Israel, e parecerá que a derrota é inevitável.
ü
Será
o momento mais dramático da história mundial, e Israel clamará a Deus por
socorro.
Então, aparecerá Jesus Cristo, o
Filho do Homem, vindo nas nuvens com poder e grande
glória (Mateus 24:30-31; Apocalipse 19:11-21). Ele estará
montado em um cavalo branco, com olhos como chamas de fogo, vestes
salpicadas de sangue e da boca sairá uma espada afiada. Sua coxa mostrará o
título: “Rei
dos Reis e Senhor dos Senhores”.
4. O julgamento do
Anticristo e seus aliados
ü A Besta e o Falso Profeta serão lançados vivos no lago de fogo (Apocalipse 19:20).
ü
Os
exércitos do mal serão derrotados pela espada que sai da boca de Cristo
(Apocalipse 19:21).
ü
Satanás
será preso no abismo por mil anos, até o final do
reinado milenar (Apocalipse 20:1-3).
5. O Reino Milenar
O Reino Milenar será o reinado de Cristo na Terra por mil anos.
ü Participarão os salvos da Igreja, possivelmente os santos do Antigo Testamento e os mártires da Grande Tribulação.
ü
Os
demais mortos injustos não reviverão até o fim dos mil anos —
essa é a primeira ressurreição (Apocalipse 20:5).
ü
Os
ímpios não terão parte nesse Reino (Apocalipse 20:5).
Resumo
estruturado:
ü 7 anos de tribulação: 3,5 anos de engano e alianças da Besta, 3,5 anos de tirania e perseguição.
ü Dois grupos de
testemunhas e profetas proclamando a Palavra de Deus.
ü Sinais cósmicos,
engano religioso e aumento da maldade.
ü Armagedom: confronto
final com Israel e intervenção de Cristo.
ü Julgamento do
Anticristo, Falso Profeta e Satanás.
ü Estabelecimento do
Reino Milenar com os salvos.
IX – O MILÊNIO
1. O que é o Milênio
O Milênio é um período de mil anos durante o qual o reino de Cristo será estabelecido na Terra.
Este evento foi profetizado pelos profetas do Antigo Testamento e representa a concretização da justiça, paz e prosperidade no reino de Deus.
2. Características do
Milênio
ü Será um reinado de justiça e paz, cumprindo as profecias sobre o reino de Cristo (Isaías 32:1,15).
ü
Haverá
um grande
derramamento do Espírito Santo, trazendo bênçãos
espirituais e morais sobre o povo de Deus (Isaías 65:19-25).
A longevidade será extraordinária:
o Os jovens viverão cerca de 100 anos com saúde plena.
o
Os
ímpios, mesmo vivendo, serão amaldiçoados e separados do bem.
·
Não haverá opressão ou perturbação diabólica, pois Satanás estará
preso
durante esse período (Apocalipse 20:1-3).
3.
Quem participará do Milênio
ü Estarão presentes os santos ressuscitados do Antigo Testamento e todos os salvos da Igreja que retornaram à Terra.
ü
Aqueles
que reinarem
com Cristo exercerão autoridade sobre as nações,
vivendo uma vida plena e saudável, sob a justiça e soberania do Rei Jesus.
4. O propósito do
Milênio
O Milênio servirá como:
ü Cumprimento das profecias de paz e justiça na Terra.
ü
Demonstração
do governo
perfeito de Cristo sobre os povos.
ü
Preparação
para a eternidade, após o milênio, quando ocorrerá o julgamento final
e a Nova
Criação.
X
– A ÚLTIMA REVOLTA DE SATANÁS
1. Libertação de Satanás
Ao final do Milênio, Satanás será solto da prisão onde esteve confinado durante os mil anos (Apocalipse 20:7-8). Apesar de todo o poder limitado, ele ainda tentará enganar as pessoas, principalmente os inconversos que viveram no Reino Milenar e não seguiram a Cristo.
2. A rebelião final
Satanás reunirá as nações em uma última tentativa de se opor a Deus, preparando uma nova batalha contra o povo de Deus.
No livro do Apocalipse, essas nações são identificadas como Gogue e Magogue (Apocalipse 20:8).
ü Estes nomes simbolizam os inimigos de Israel.
ü
Podem
representar duas categorias de povos:
o
Os
vindos do Norte, considerados mais fortes.
o
Outros
povos em geral, que se unirão para a revolta.
3.
O fracasso da última tentativa
Embora Satanás acredite que possa derrotar a Deus, esta será sua última revolta, e ela falhará completamente.
ü Deus intervirá de forma definitiva.
ü
Ninguém
jamais conseguiu lutar contra Deus e vencer.
ü
A
derrota será total, e Satanás nunca mais se rebelará contra o Criador.
Resumo:
A última revolta de Satanás mostra que, mesmo após o milênio de paz e justiça, o mal ainda tentará se levantar.
No entanto, a soberania divina é absoluta, e o mal será finalmente derrotado, preparando o caminho para o julgamento final e a Nova Criação.
XI – O JULGAMENTO
FINAL
1. Deus como juiz supremo
Ao longo da Bíblia, Deus é apresentado como o Juiz justo, pronunciando juízos sobre Israel e sobre as nações.
No fim dos tempos, Ele continuará sendo o justo Juiz, mas o julgamento será realizado através de seu Filho, pois: “O Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo, para que todos honrem o Filho, assim como honram o Pai.”
(João 5:22-23; 2 Timóteo 4:8).
2. A ressurreição dos
mortos
Todos os ímpios mortos serão ressuscitados para enfrentar o julgamento:
ü Isaías 26:19-21; Daniel 12:2; João 5:28-29; Apocalipse 20:12-15.
O julgamento ocorrerá diante do Trono Branco, um
símbolo da santidade,
majestade e glória de Deus (Apocalipse 20:11).
3.
Quem comparecerá
Comparecerão diante do trono:
ü Todos os mortos, “grandes e pequenos”, independentemente de sua posição ou riqueza na terra (Apocalipse 20:12).
ü
Também
os mártires da Grande Tribulação, ressuscitados
conforme Apocalipse 20:4-6.
4. A base do
julgamento
O julgamento será das obras, registradas nos livros de Deus:
ü Boas obras feitas com fé e obediência.
ü
Pecados e rejeição a Cristo, incluindo
adultério, idolatria, feitiçaria, mentira e outras transgressões.
Todos serão julgados conforme seus atos e escolhas, e a
decisão refletirá a santidade e justiça de Deus (Apocalipse 20:12-13).
5. O destino dos
ímpios
Aqueles que não estiverem inscritos no Livro da Vida serão lançados:
ü Inicialmente no Hades ou lugar de tormento temporário.
ü
Depois,
no Lago de Fogo,
juntamente com todos os inimigos de Deus (Apocalipse 20:15; 21:8).
Este julgamento marca o fim definitivo do pecado, da morte e
do mal, preparando a criação para a Nova Jerusalém e a eternidade com Deus.
XII – O ESTADO FINAL
DOS ÍMPIOS
1. A natureza do castigo
A Bíblia descreve o destino dos ímpios como terrível e eterno, algo que vai além da nossa compreensão humana.
ü Será um lugar de trevas exteriores, onde há choro e ranger de dentes, como consequência de seus pecados (Mateus 22:13; 25:30; Romanos 2:8-9; Judas 13).
ü
Uma
fornalha de fogo
inextinguível, de natureza perpétua, causando perda e destruição eterna
(Marcos 9:43; Judas 7; 2 Tessalonicenses 1:9; Apocalipse 20:10).
Jesus referiu-se a esse lugar como Geena ou lago de fogo, que na
cidade de Jerusalém queimava lixo
e corpos de condenados, simbolizando o julgamento definitivo de
Deus.
2. Origem do termo
Geena
ü Gehenna é um nome aramaico do Vale de Hinom, uma ravina estreita a sudoeste de Jerusalém.
ü
Durante
o reino de Judá, os
judeus que apostataram da fé ofereciam seus filhos em sacrifícios ao deus
amonita Moloque, queimando-os no fogo (2 Reis 23:10; Jeremias
7:31).
ü
Por
causa disso, Geena
tornou-se símbolo do tormento eterno para os ímpios.
3. Tradução e
significado
ü A palavra Geena é frequentemente traduzida como inferno ou lago de fogo (Mateus 5:22).
ü
Representa
a justiça de Deus
aplicada aos que rejeitaram a salvação em Cristo, um lugar de
tormento eterno e separação definitiva de Deus.
XIII – A MORTE: O
ÚLTIMO INIMIGO VENCIDO
1. Vitória final sobre a morte
Após o Juízo Final, a Morte e o Hades serão lançados no Lago de Fogo, seu destino final e definitivo (Apocalipse 20:14).
ü Isso marca a vitória completa de Cristo sobre a morte, o último inimigo.
ü
A
seguir, surgirá o Novo
Céu e a Nova Terra, onde não haverá mais morte, dor ou
sofrimento.
ü
Será
o lugar da linda cidade
de Deus e de seus filhos, em plena comunhão com Ele (Apocalipse
21:4).
2. Hades
ü Hades é o mundo dos mortos, onde atualmente os injustos aguardam o Juízo Final.
ü
Frequentemente
é considerado como inferno
temporário, um lugar de tormento para os ímpios (Lucas
16:23-24).
ü
Na
tradição grega, Hades era também o nome de um deus macabro e do mundo dos
mortos.
3. She’ol
She’ol é a palavra hebraica que designa o lugar onde estão os mortos ímpios, posteriormente traduzida como Hades.
Representa o mundo invisível dos mortos, onde há
tormento e agonia para os injustos (Lucas 16:23-24).
4. Compartimentos
segundo Jesus
ü Jesus explicou que havia dois compartimentos:
o
O
Seio de Abraão
ou Paraíso,
destinado aos santos.
o
O
inferno,
destinado aos ímpios.
ü
Estes
compartimentos eram separados
por um grande abismo, impossível de ser ultrapassado (Lucas
16:19-31).
5.
Observações finais
ü Hades e She’ol representam o mundo invisível dos mortos, onde os ímpios e justos aguardam o Juízo Final.
ü
Após
a derrota final, a morte e o Hades serão
destruídos, inaugurando a eternidade sem morte nem sofrimento.
Inferno, segundo a
perspectiva cristã, é o lugar ou estado pessoal em que se
encontram aqueles que morreram em pecado. Representa uma expressão
simbólica da reprovação divina, caracterizada pela separação
definitiva de Deus e pela privação de Sua
comunhão.
XIV. PURGATÓRIO
1. Conceito
No catolicismo romano, o purgatório é ensinado como um estado ou lugar posterior à morte, onde a maioria das almas passa por purificação antes de entrar no Céu.
ü Exceto alguns santos e mártires especiais, todos os fiéis precisariam dessa preparação.
ü
Funciona
como um sistema de
purificação espiritual, destinado a remover imperfeições e
pecados veniais.
2. Origem histórica
ü A ideia do purgatório foi introduzida por Santo Agostinho no século IV.
ü
A
palavra “purgatório” só começou a ser usada no século XII.
ü
A
doutrina foi formalizada
no Concílio de Trento, no século XVI.
3. Aspectos práticos
e críticos
A doutrina se tornou financeiramente lucrativa para a Igreja Católica Romana, que incentivava pagamentos de missas para acelerar a libertação das almas do purgatório.
Isso gerou favoritismo para os ricos, que podiam custear esses serviços.
4. O Limbo
ü Alguns católicos também conceberam a ideia do Limbo, um estado especial:
o
Para
crianças não batizadas,
impedidas de entrar no Céu.
o
Para
santos do Antigo
Testamento, que sofreram castigos temporários antes de Cristo.
ü
Acreditava-se
que Jesus desceu a esse
Limbo para santificar os justos e levá-los ao Céu.
Hoje, a ideia do Limbo para crianças não
batizadas é rejeitada.
ü As crianças, após a morte, receberão a oferta divina da vida eterna, podendo aceitá-la ou rejeitá-la, conforme a misericórdia e justiça de Deus.
XV
– OS NOVOS CÉUS E A NOVA TERRA
1. Destinatários
Os Novos Céus e a Nova Terra não são reservados apenas aos 144.000 mencionados em Apocalipse, como afirmam algumas seitas, mas a todos os que serviram a Jesus neste mundo (João 14:2; 17:24). “Na casa de meu Pai há muitas moradas.”
ü Os 144.000 descritos em Apocalipse 7:4 são servos de Deus provenientes das 12 tribos de Israel.
ü Alguns alegam que
esses 144.000 representam o “pequeno rebanho” de Lucas 12:32, mas a Bíblia não
sugere a existência de dois
rebanhos separados, um na terra e outro no céu.
2. A multidão
incontável
João viu no céu uma multidão que ninguém podia contar, proveniente de todas as nações (Apocalipse 7:9, 14).
ü Provavelmente, muitos desses vieram da Grande Tribulação (Apocalipse 19:1-2).
ü
Eles
se juntarão a todos os
salvos, louvarão e adorarão ao Senhor, celebrando o juízo de Deus sobre o mundo e sobre
aqueles que causaram sofrimento ao Seu povo.
3. Significado
Os Novos Céus e a Nova Terra representam a plenitude da presença de Deus, onde não haverá mais sofrimento, morte ou maldade.
Todos os salvos desfrutarão da comunhão eterna com Cristo, participando da vitória final sobre o pecado e o mal.
4. A destruição da
terra atual e a criação dos Novos Céus e da Nova Terra
Alguns textos bíblicos nos afirmam que Deus destruirá a terra atual:
ü Salmo 102:25-26
ü
Isaías
34:4; 51:6
ü
Ageu
2:6
ü
Hebreus
12:26-29
ü
2
Pedro 3:7,10,12
ü
Para
isso, Ele criará os Novos
Céus e a Nova Terra (Isaías 65:17; 66:22; Romanos 8:19-21).
ü
Esse
será o lar definitivo
dos remidos, onde não haverá mais sofrimento nem pecado.
ü
Por
isso, as aflições do
tempo presente são passageiras e insignificantes diante
da glória e das bênçãos preparadas por Deus para os Seus filhos (Romanos 8:18).
XVI – O ESTADO FINAL
DOS JUSTOS
1. A cidade prometida
Abraão esperava uma cidade prometida, sendo forasteiro nesta terra, cuja fundação e artífice é Deus (Hebreus 11:9-10; Gálatas 4:26; Hebreus 11:16).
ü Essa cidade é o lar eterno dos remidos, a habitação definitiva de Deus com Seu povo.
2. A Nova Jerusalém
ü João viu, em visão, a Nova Jerusalém descendo do céu para a nova terra (Apocalipse 21:3,22; 22:3).
ü
É
a morada e o trono de
Deus, onde o povo de Deus habitará eternamente.
ü
A
cidade não possui templo,
pois seu templo é o
próprio Senhor e o Cordeiro (Apocalipse 21:22).
3. A presença e
glória de Deus
ü A glória de Deus e de Cristo encherá a cidade, tornando-a uma atmosfera contínua de louvor e adoração.
ü
Todos
os que habitarem ali experimentarão alegria
incomparável na presença do Senhor (Apocalipse 7:17).
4.
Paz e alegria eternas
ü Deus enxugará todas as lágrimas, eliminando sofrimento, tristeza e dor.
ü
No
céu, haverá apenas paz,
alegria e plenitude no Espírito Santo de Deus, a recompensa
eterna dos justos.
Bibliografia:
Estanley; Enciclopédia
Bíblia de Estudo Pentecostal
No final da Tribulação, Israel romperá a aliança com a Besta, e se iniciará a batalha do Armagedom (Apocalipse 16:16).
ü As nações se unirão contra Israel, e parecerá que a derrota é inevitável.
ü A Besta e o Falso Profeta serão lançados vivos no lago de fogo (Apocalipse 19:20).
O Reino Milenar será o reinado de Cristo na Terra por mil anos.
ü Participarão os salvos da Igreja, possivelmente os santos do Antigo Testamento e os mártires da Grande Tribulação.
ü 7 anos de tribulação: 3,5 anos de engano e alianças da Besta, 3,5 anos de tirania e perseguição.
1. O que é o Milênio
O Milênio é um período de mil anos durante o qual o reino de Cristo será estabelecido na Terra.
Este evento foi profetizado pelos profetas do Antigo Testamento e representa a concretização da justiça, paz e prosperidade no reino de Deus.
ü Será um reinado de justiça e paz, cumprindo as profecias sobre o reino de Cristo (Isaías 32:1,15).
o Os jovens viverão cerca de 100 anos com saúde plena.
ü Estarão presentes os santos ressuscitados do Antigo Testamento e todos os salvos da Igreja que retornaram à Terra.
O Milênio servirá como:
ü Cumprimento das profecias de paz e justiça na Terra.
1. Libertação de Satanás
Ao final do Milênio, Satanás será solto da prisão onde esteve confinado durante os mil anos (Apocalipse 20:7-8). Apesar de todo o poder limitado, ele ainda tentará enganar as pessoas, principalmente os inconversos que viveram no Reino Milenar e não seguiram a Cristo.
Satanás reunirá as nações em uma última tentativa de se opor a Deus, preparando uma nova batalha contra o povo de Deus.
No livro do Apocalipse, essas nações são identificadas como Gogue e Magogue (Apocalipse 20:8).
ü Estes nomes simbolizam os inimigos de Israel.
Embora Satanás acredite que possa derrotar a Deus, esta será sua última revolta, e ela falhará completamente.
ü Deus intervirá de forma definitiva.
A última revolta de Satanás mostra que, mesmo após o milênio de paz e justiça, o mal ainda tentará se levantar.
No entanto, a soberania divina é absoluta, e o mal será finalmente derrotado, preparando o caminho para o julgamento final e a Nova Criação.
1. Deus como juiz supremo
Ao longo da Bíblia, Deus é apresentado como o Juiz justo, pronunciando juízos sobre Israel e sobre as nações.
No fim dos tempos, Ele continuará sendo o justo Juiz, mas o julgamento será realizado através de seu Filho, pois: “O Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo, para que todos honrem o Filho, assim como honram o Pai.”
(João 5:22-23; 2 Timóteo 4:8).
Todos os ímpios mortos serão ressuscitados para enfrentar o julgamento:
ü Isaías 26:19-21; Daniel 12:2; João 5:28-29; Apocalipse 20:12-15.
Comparecerão diante do trono:
ü Todos os mortos, “grandes e pequenos”, independentemente de sua posição ou riqueza na terra (Apocalipse 20:12).
O julgamento será das obras, registradas nos livros de Deus:
ü Boas obras feitas com fé e obediência.
Aqueles que não estiverem inscritos no Livro da Vida serão lançados:
ü Inicialmente no Hades ou lugar de tormento temporário.
1. A natureza do castigo
A Bíblia descreve o destino dos ímpios como terrível e eterno, algo que vai além da nossa compreensão humana.
ü Será um lugar de trevas exteriores, onde há choro e ranger de dentes, como consequência de seus pecados (Mateus 22:13; 25:30; Romanos 2:8-9; Judas 13).
ü Gehenna é um nome aramaico do Vale de Hinom, uma ravina estreita a sudoeste de Jerusalém.
ü A palavra Geena é frequentemente traduzida como inferno ou lago de fogo (Mateus 5:22).
1. Vitória final sobre a morte
Após o Juízo Final, a Morte e o Hades serão lançados no Lago de Fogo, seu destino final e definitivo (Apocalipse 20:14).
ü Isso marca a vitória completa de Cristo sobre a morte, o último inimigo.
ü Hades é o mundo dos mortos, onde atualmente os injustos aguardam o Juízo Final.
She’ol é a palavra hebraica que designa o lugar onde estão os mortos ímpios, posteriormente traduzida como Hades.
ü Jesus explicou que havia dois compartimentos:
ü Hades e She’ol representam o mundo invisível dos mortos, onde os ímpios e justos aguardam o Juízo Final.
1. Conceito
No catolicismo romano, o purgatório é ensinado como um estado ou lugar posterior à morte, onde a maioria das almas passa por purificação antes de entrar no Céu.
ü Exceto alguns santos e mártires especiais, todos os fiéis precisariam dessa preparação.
ü A ideia do purgatório foi introduzida por Santo Agostinho no século IV.
A doutrina se tornou financeiramente lucrativa para a Igreja Católica Romana, que incentivava pagamentos de missas para acelerar a libertação das almas do purgatório.
Isso gerou favoritismo para os ricos, que podiam custear esses serviços.
ü Alguns católicos também conceberam a ideia do Limbo, um estado especial:
ü As crianças, após a morte, receberão a oferta divina da vida eterna, podendo aceitá-la ou rejeitá-la, conforme a misericórdia e justiça de Deus.
1. Destinatários
Os Novos Céus e a Nova Terra não são reservados apenas aos 144.000 mencionados em Apocalipse, como afirmam algumas seitas, mas a todos os que serviram a Jesus neste mundo (João 14:2; 17:24). “Na casa de meu Pai há muitas moradas.”
ü Os 144.000 descritos em Apocalipse 7:4 são servos de Deus provenientes das 12 tribos de Israel.
João viu no céu uma multidão que ninguém podia contar, proveniente de todas as nações (Apocalipse 7:9, 14).
ü Provavelmente, muitos desses vieram da Grande Tribulação (Apocalipse 19:1-2).
Os Novos Céus e a Nova Terra representam a plenitude da presença de Deus, onde não haverá mais sofrimento, morte ou maldade.
Todos os salvos desfrutarão da comunhão eterna com Cristo, participando da vitória final sobre o pecado e o mal.
Alguns textos bíblicos nos afirmam que Deus destruirá a terra atual:
ü Salmo 102:25-26
1. A cidade prometida
Abraão esperava uma cidade prometida, sendo forasteiro nesta terra, cuja fundação e artífice é Deus (Hebreus 11:9-10; Gálatas 4:26; Hebreus 11:16).
ü Essa cidade é o lar eterno dos remidos, a habitação definitiva de Deus com Seu povo.
ü João viu, em visão, a Nova Jerusalém descendo do céu para a nova terra (Apocalipse 21:3,22; 22:3).
ü A glória de Deus e de Cristo encherá a cidade, tornando-a uma atmosfera contínua de louvor e adoração.
ü Deus enxugará todas as lágrimas, eliminando sofrimento, tristeza e dor.
Estanley; Enciclopédia
Bíblia de Estudo Pentecostal