ESBOÇO 1607
TEMA: OS EFEITOS DO BEM
TEXTO BASE: Provérbios 25:21-22 “Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e, se tiver sede, dá-lhe água para beber. Porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça, e o Senhor te retribuirá.”
Por: Elis Clementino
INTRODUÇÃO
A Bíblia nos ensina que fazer o bem não é apenas uma questão de personalidade ou de educação; para o cristão, é uma expressão prática da vontade de Deus. A grande dificuldade está em fazer o bem justamente quando não somos tratados com bondade.
É bom refletir o que diz Provérbios
25:21-22, ele apresenta uma verdade contra a lógica humana: o mal
recebido não justifica o mal praticado. O texto não ensina a ignorar a
injustiça, mas a não permitir que a atitude do outro determine o nosso caráter.
As “brasas vivas” mencionadas no texto não significam vingança pessoal.
No contexto, apontam para o
impacto que uma atitude de bondade pode produzir sobre aquele que praticou o
mal, levando-o à vergonha, reflexão e, eventualmente, ao arrependimento. Paulo
retoma exatamente esse princípio em Romanos 12:20-21.
O mal que alguém nos faz revela o caráter dele; o bem que fazemos diante do mal revela o nosso – Elis C.
1. ESTAR PREPARADO PARA
FAZER O BEM
“Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão...” — Provérbios 25:21
O texto começa com uma situação difícil: o necessitado é alguém que se tornou nosso inimigo.
Isso demonstra que a prática
do bem não deve depender da simpatia que temos pela pessoa. O princípio cristão
é fazer o que é correto porque Deus é a referência do nosso comportamento,
e não o comportamento do outro.
TEMA: OS EFEITOS DO BEM
TEXTO BASE: Provérbios 25:21-22 “Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e, se tiver sede, dá-lhe água para beber. Porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça, e o Senhor te retribuirá.”
Por: Elis Clementino
A Bíblia nos ensina que fazer o bem não é apenas uma questão de personalidade ou de educação; para o cristão, é uma expressão prática da vontade de Deus. A grande dificuldade está em fazer o bem justamente quando não somos tratados com bondade.
O mal que alguém nos faz revela o caráter dele; o bem que fazemos diante do mal revela o nosso – Elis C.
“Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão...” — Provérbios 25:21
O texto começa com uma situação difícil: o necessitado é alguém que se tornou nosso inimigo.
Aplicação
ü Faça o bem sem estabelecer previamente quem “merece”.
ü Não permita que a ingratidão de alguém torne você uma pessoa amarga.
ü Nem sempre o bem será reconhecido.
ü Nem sempre o bem será imediatamente retribuído.
ü Faça o bem sem transformar a bondade em uma negociação.
ü Faça o bem sem estabelecer previamente quem “merece”.
ü Não permita que a ingratidão de alguém torne você uma pessoa amarga.
ü Nem sempre o bem será reconhecido.
ü Nem sempre o bem será imediatamente retribuído.
ü Faça o bem sem transformar a bondade em uma negociação.
Exemplo prático:
Você ajuda alguém e essa pessoa não agradece. A sua atitude não perde o valor diante de Deus porque não recebeu reconhecimento humano.
Jesus ensinou: “Amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga.” — Lucas 6:35
Você ajuda alguém e essa pessoa não agradece. A sua atitude não perde o valor diante de Deus porque não recebeu reconhecimento humano.
Jesus ensinou: “Amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga.” — Lucas 6:35
Faça o bem porque você pertence a
Cristo, não porque espera receber alguma coisa de volta. - Elis C.
2. NÃO PERMITA QUE O MAL
RECEBIDO PRODUZA MAL EM VOCÊ
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” — Romanos 12:21 Aqui está um dos grandes desafios da vida cristã: não reproduzir aquilo que recebemos. Quem é ofendido pode querer ofender. Quem é desprezado pode querer desprezar. Quem é prejudicado pode desejar vingança. Mas Paulo apresenta outra alternativa: vencer o mal com o bem. Isso não significa ser ingênuo, aceitar abusos ou deixar de estabelecer limites. Significa não permitir que a maldade do outro determine nossas atitudes.
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” — Romanos 12:21 Aqui está um dos grandes desafios da vida cristã: não reproduzir aquilo que recebemos. Quem é ofendido pode querer ofender. Quem é desprezado pode querer desprezar. Quem é prejudicado pode desejar vingança. Mas Paulo apresenta outra alternativa: vencer o mal com o bem. Isso não significa ser ingênuo, aceitar abusos ou deixar de estabelecer limites. Significa não permitir que a maldade do outro determine nossas atitudes.
Exemplo bíblico:
Eliseu - em 2 Reis 6:19-23, os sírios estavam procurando Eliseu para prendê-lo. Quando Deus entregou os inimigos nas mãos do profeta, o rei perguntou se deveria matá-los.
Eliseu respondeu: “Não os ferirás.”
Em vez de transformar aquela oportunidade em vingança, Eliseu orientou que lhes dessem pão e água e depois os mandassem de volta.
Eliseu - em 2 Reis 6:19-23, os sírios estavam procurando Eliseu para prendê-lo. Quando Deus entregou os inimigos nas mãos do profeta, o rei perguntou se deveria matá-los.
Eliseu respondeu: “Não os ferirás.”
Em vez de transformar aquela oportunidade em vingança, Eliseu orientou que lhes dessem pão e água e depois os mandassem de volta.
Aplicação:
ü Nem toda oportunidade de vingança deve ser aproveitada.
ü Ter poder para revidar não significa ter permissão para fazê-lo.
ü O cristão não precisa descer ao mesmo nível daquele que lhe fez mal.
Você não precisa devolver a mesma ferida que recebeu; não
permita que o mal do outro determine o seu caráter. Pague o mal com o bem e
mostre que o amor de Cristo é maior que a ofensa que você sofreu – Elis C.
3. O BEM PODE PRODUZIR
REFLEXÃO NO CORAÇÃO DE QUEM NOS FEZ MAL
“Porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça...” — Provérbios 25:22. Essa expressão precisa ser interpretada à luz do princípio geral das Escrituras. Paulo cita Provérbios em Romanos 12:20 e, imediatamente depois, conclui: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.”
Portanto, as “brasas” não devem ser entendidas como uma autorização para humilhar ou se vingar. A ideia é que a bondade inesperada pode provocar constrangimento moral, consciência e reflexão.
ü Nem toda oportunidade de vingança deve ser aproveitada.
ü Ter poder para revidar não significa ter permissão para fazê-lo.
ü O cristão não precisa descer ao mesmo nível daquele que lhe fez mal.
“Porque assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça...” — Provérbios 25:22. Essa expressão precisa ser interpretada à luz do princípio geral das Escrituras. Paulo cita Provérbios em Romanos 12:20 e, imediatamente depois, conclui: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.”
Portanto, as “brasas” não devem ser entendidas como uma autorização para humilhar ou se vingar. A ideia é que a bondade inesperada pode provocar constrangimento moral, consciência e reflexão.
Exemplo:
Alguém espera que você reaja com ódio, mas encontra em você respeito. Espera vingança, mas recebe uma atitude correta. Espera que você fale mal dele, mas você decide não retribuir. Isso pode levá-lo a pensar: “Por que essa pessoa está agindo assim comigo?”
Alguém espera que você reaja com ódio, mas encontra em você respeito. Espera vingança, mas recebe uma atitude correta. Espera que você fale mal dele, mas você decide não retribuir. Isso pode levá-lo a pensar: “Por que essa pessoa está agindo assim comigo?”
Aplicação prática:
Quando alguém lhe fizer mal:
1. Não responda imediatamente dominado pela emoção.
2. Ore antes de reagir.
3. Não transforme uma ofensa em uma guerra.
4. Se necessário, estabeleça limites, mas sem ódio.
5. Procure responder de maneira que honre a Cristo.
O objetivo não é fazer o inimigo sofrer; é não permitir que o
mal tenha a última palavra sobre o nosso coração e o nosso caráter. – Elis C.
4. O BEM FEITO EM SECRETO
TEM VALOR DIANTE DE DEUS
Jesus ensinou: “Quando, porém, deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua mão direita.” — Mateus 6:3. Jesus não está condenando a prática pública do bem; Ele está condenando a prática do bem como instrumento de autopromoção. Há uma diferença entre ser visto fazendo o bem e fazer o bem para ser visto.
Quando alguém lhe fizer mal:
1. Não responda imediatamente dominado pela emoção.
2. Ore antes de reagir.
3. Não transforme uma ofensa em uma guerra.
4. Se necessário, estabeleça limites, mas sem ódio.
5. Procure responder de maneira que honre a Cristo.
Jesus ensinou: “Quando, porém, deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua mão direita.” — Mateus 6:3. Jesus não está condenando a prática pública do bem; Ele está condenando a prática do bem como instrumento de autopromoção. Há uma diferença entre ser visto fazendo o bem e fazer o bem para ser visto.
Exemplo bíblico:
O bom samaritano ajudou um homem ferido que estava à beira do caminho (Lucas 10:30-37). Ele não perguntou qual era a sua classe social, sua posição ou sua religião antes de ajudá-lo. Ele simplesmente viu a necessidade e agiu.
O bom samaritano ajudou um homem ferido que estava à beira do caminho (Lucas 10:30-37). Ele não perguntou qual era a sua classe social, sua posição ou sua religião antes de ajudá-lo. Ele simplesmente viu a necessidade e agiu.
Aplicação prática:
ü Ajude quando puder.
ü Visite quem precisa.
ü Alimente quem tem fome.
ü Console quem está sofrendo.
ü Ajude sem transformar sua ajuda em propaganda.
ü Não use a necessidade do outro para promover a sua imagem.
Provérbios 19:17 ensina que quem se compadece do pobre empresta ao Senhor, e Ele retribui.
Quando ninguém vê o bem que você faz, Deus vê; e aquilo que os
homens não reconhecem, Deus não esquece. – Elis C.
5. DEUS É QUEM RECOMPENSA
QUEM FAZ O BEM
“E o Senhor te retribuirá.” — Provérbios 25:22. Essa é a conclusão do texto. O cristão não deve fazer o bem pensando apenas na recompensa humana, porque a verdadeira recompensa está nas mãos de Deus.
Jesus declarou: “Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo.” — Lucas 6:35. A recompensa divina não significa necessariamente receber dinheiro, reconhecimento ou benefícios imediatos. Deus pode recompensar de diversas maneiras, mas a principal motivação do cristão deve ser agradar ao Senhor.
ü Ajude quando puder.
ü Visite quem precisa.
ü Alimente quem tem fome.
ü Console quem está sofrendo.
ü Ajude sem transformar sua ajuda em propaganda.
ü Não use a necessidade do outro para promover a sua imagem.
Provérbios 19:17 ensina que quem se compadece do pobre empresta ao Senhor, e Ele retribui.
“E o Senhor te retribuirá.” — Provérbios 25:22. Essa é a conclusão do texto. O cristão não deve fazer o bem pensando apenas na recompensa humana, porque a verdadeira recompensa está nas mãos de Deus.
Jesus declarou: “Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo.” — Lucas 6:35. A recompensa divina não significa necessariamente receber dinheiro, reconhecimento ou benefícios imediatos. Deus pode recompensar de diversas maneiras, mas a principal motivação do cristão deve ser agradar ao Senhor.
Exemplo bíblico:
Jesus é o maior exemplo. Mesmo sendo injustamente perseguido, humilhado e crucificado, não respondeu com vingança. Na cruz, orou: “Pai, perdoa-lhes...” Lucas 23:34. Cristo não apenas ensinou a fazer o bem; Ele viveu aquilo que ensinou.
Jesus é o maior exemplo. Mesmo sendo injustamente perseguido, humilhado e crucificado, não respondeu com vingança. Na cruz, orou: “Pai, perdoa-lhes...” Lucas 23:34. Cristo não apenas ensinou a fazer o bem; Ele viveu aquilo que ensinou.
Aplicação:
Continue fazendo o bem:
ü mesmo quando não agradecerem;
ü mesmo quando não reconhecerem;
ü mesmo quando não retribuírem;
ü mesmo quando fizerem injustiça contra você.
Porque o valor do bem não depende da resposta de quem o recebe, mas da fidelidade de quem o pratica.
CONCLUSÃO
Os efeitos do bem nem sempre aparecem imediatamente, mas isso não significa que o bem foi inútil. Uma atitude de bondade pode alcançar uma pessoa, restaurar um relacionamento, despertar uma consciência e revelar o caráter de Cristo. Por isso, não permita que a ingratidão dos outros determine a qualidade das suas atitudes. Se alguém lhe fez mal, não permita que esse mal transforme você em alguém semelhante àquele que o feriu. Faça o bem, ame, ajude, perdoe quando possível e mantenha seu coração livre da vingança. Talvez a pessoa que recebeu o seu bem não reconheça hoje, mas Deus viu. E quando Deus é quem vê, o bem nunca é perdido.
Obs.: Sublinhei algumas frases
para facilitar a leitura no decorrer da fala.
Continue fazendo o bem:
ü mesmo quando não agradecerem;
ü mesmo quando não reconhecerem;
ü mesmo quando não retribuírem;
ü mesmo quando fizerem injustiça contra você.
Porque o valor do bem não depende da resposta de quem o recebe, mas da fidelidade de quem o pratica.
Os efeitos do bem nem sempre aparecem imediatamente, mas isso não significa que o bem foi inútil. Uma atitude de bondade pode alcançar uma pessoa, restaurar um relacionamento, despertar uma consciência e revelar o caráter de Cristo. Por isso, não permita que a ingratidão dos outros determine a qualidade das suas atitudes. Se alguém lhe fez mal, não permita que esse mal transforme você em alguém semelhante àquele que o feriu. Faça o bem, ame, ajude, perdoe quando possível e mantenha seu coração livre da vingança. Talvez a pessoa que recebeu o seu bem não reconheça hoje, mas Deus viu. E quando Deus é quem vê, o bem nunca é perdido.