ESBOÇO 1208
TEMA: COISAS QUE PRECISAS
SABER.
TEXTO:
MATEUS 6:19-34
Jesus
expôs uma série de ensinamentos, eles foram importantes não somente para os
discípulos, mas também a nós. As parábolas proferidas pelo mestre sempre
estavam relacionadas ao espiritual com os seguintes temas, o tesouro do céu, o
olho puro, os dois senhores, a ansiosa solicitude pela vida. Rapidamente é o
que veremos a seguir.
I.
TESOURO NO CÉU.
Ter
crédito no reino do céu vale mais do que os tesouro da terra, onde a traça e a
ferrugem consomem, além disso os ladrões não minam e nem roubam. Nesta vida todo
homem tem a oportunidade de investir naquilo que lhe interessa e lhe dê
resultados, isso muitos tem como prioridade, mas Jesus apresenta-lhe qual a
prioridade maior (Lc 12:31). Os tesouros dos céus são investimentos que se faz
para a eternidade, no entanto, o nosso coração se inclina para onde está o
maior tesouro, ou seja, aonde estiver o vosso tesouro, ai está também o vosso
coração. Se focarmos os nossos corações nos tesouros desta vida, nada terás lá
em cima, podemos ter tudo aqui, mas nada lá (Mt 6:19-21).
II. OS
OLHOS PUROS.
A
candeia do corpo são os olhos, se os nossos olhos forem bons, todo corpo terá
luz, eles são as preciosidades do corpo. Se os olhos forem maus todo corpo será
mal, assim o homem estará em trevas, pois os olhos são as portas por onde
entram do pecado, pois um dito popular “o que os olhos não veem o coração não
sente”. Jesus adverte a todos nós que brilhemos como a luz, assim não podemos
nos esconder (Mt 6: 22,23; Lc 11:33), luz é vida, alegria e prosperidade.
III.
NÃO SERVIR A DOIS SENHORES.
A
nossa devoção não deve ser dividida, é impossível servir a dois senhores ao
mesmo tempo, quando isso acontece haveremos de amar a um e aborrecer ao outro,
servir a Deus e a Mamom (Mt 6:24,25). Não podemos servir a Deus e o dinheiro, o
amor a ele é a raiz de todos os males, ele representa a ganância e a avareza (I
Tm 6:10).
IV.
NÃO ESTAR ANSIOSOS PELAS COISAS.
Jesus
percebeu que os discípulos andavam ansiosos pelas coisas e os advertiu sobre
essa ansiedade, ele mostrou que as coisas materiais são menos importantes, amar
as coisas é muito prejudicial tanto para o indivíduo quanto para as outras
pessoas que lhes cercam, pois quando elevamos as coisas de maneira excessivas olvidamos
a vida, ou seja depreciamo-la. Quando valorizamos as coisas aviltamos as
pessoas e às usamos como coisas, no entanto levemos em consideração que o ser é
mais importante do que o ter, o ter é consequência do ser, ou seja, você só tem
porque existe. Os discípulos pareciam não ter noção dessa realidade, porém
Jesus mostrou-lhes que sobre eles estavam os cuidados divinos, enquanto eles
questionavam o ter, o mestre mostrou-lhes quem cuidava deles, das suas famílias
e vida, pois os cuidados divinos faziam-lhes alcançar suprimentos e
longevidade, e que eles se preocupassem com o mais precioso, a busca do reino
de Deus e a sua justiça em primeiro lugar, assim as demais coisas lhes seriam
acrescentadas (Mt 6:25-34).
Amados, essas quatro coisas devem ser meditadas diariamente e
aplicá-las no nosso cotidiano, devemos lançar aos pés do Senhor todas as nossas
ansiedades (I Pe 5:7). A nossa maior riqueza e investimento deve ser no reino
de Deus (Cl 3:1-10). Devemos nos contentar com o que temos, embora lutemos honestamente
para alcançarmos algo melhor para as nossas famílias, mas sempre dentro da
vontade de Deus, sem, contudo, se desesperar. O Apóstolo Paulo padeceu
necessidades, mas aprendeu a contentar-se com o que tinha (Fp 4:12), “por isso,
tendo o que comer e com que nos vestir, estejamos satisfeitos. Os que querem
ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados
e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e destruição, pois o
dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro,
desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos” (I Tm 6:8-10).
Pr. Elis Clementino -
prelisclementino@hotmail.com
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