ESBOÇO 1578
TEMA: A ENCARNAÇÃO DE CRISTO E SUA CENTRALIDADE NA FÉ E NA ADORAÇÃO
TEXTO: HEBREUS 2:12 “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.”
Por: Elis Clementino
INTRODUÇÃO
Jesus Cristo foi anunciado pelos profetas e confirmado nas Escrituras como aquele que se identifica plenamente com os homens, chamando-os de “irmãos” e participando da natureza humana. Em Hebreus 2:12, Ele declara: “Anunciarei o teu nome a meus irmãos; no meio da congregação te louvarei”, revelando sua solidariedade com o povo de Deus e sua presença viva na adoração da Igreja.
A. A NATUREZA HUMANA DE
CRISTO
Jesus é apresentado como aquele que se identifica com seus irmãos (Salmo 22:22; Hebreus 2:12-14), assumindo verdadeira humanidade.
· Ele chama os homens de irmãos, pois participou da mesma carne e sangue.
· Somente como homem Ele poderia enfrentar e vencer a morte e o diabo (Hebreus 2:14).
· Sua vitória na cruz foi vivida na realidade da natureza humana, com sofrimento e dor, ainda que sem pecado.
TEMA: A ENCARNAÇÃO DE CRISTO E SUA CENTRALIDADE NA FÉ E NA ADORAÇÃO
TEXTO: HEBREUS 2:12 “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.”
Por: Elis Clementino
Jesus Cristo foi anunciado pelos profetas e confirmado nas Escrituras como aquele que se identifica plenamente com os homens, chamando-os de “irmãos” e participando da natureza humana. Em Hebreus 2:12, Ele declara: “Anunciarei o teu nome a meus irmãos; no meio da congregação te louvarei”, revelando sua solidariedade com o povo de Deus e sua presença viva na adoração da Igreja.
Jesus é apresentado como aquele que se identifica com seus irmãos (Salmo 22:22; Hebreus 2:12-14), assumindo verdadeira humanidade.
· Ele chama os homens de irmãos, pois participou da mesma carne e sangue.
· Somente como homem Ele poderia enfrentar e vencer a morte e o diabo (Hebreus 2:14).
· Sua vitória na cruz foi vivida na realidade da natureza humana, com sofrimento e dor, ainda que sem pecado.
Cristo é plenamente Deus, mas
também plenamente homem, e como homem venceu aquilo que nenhum outro poderia
vencer.
B. A HUMILHAÇÃO DE JESUS,
MESMO SENDO DEUS
Sendo Deus, Cristo voluntariamente assumiu a condição humana e se humilhou para cumprir o plano da redenção (Filipenses 2:5-8; Hebreus 12:2-3).
· Não considerou sua igualdade com Deus como algo a ser retido.
· Esvaziou-se, tomando forma de servo.
· Tornou-se semelhante aos homens e obedeceu até a morte, e morte de cruz.
Sendo Deus, Cristo voluntariamente assumiu a condição humana e se humilhou para cumprir o plano da redenção (Filipenses 2:5-8; Hebreus 12:2-3).
· Não considerou sua igualdade com Deus como algo a ser retido.
· Esvaziou-se, tomando forma de servo.
· Tornou-se semelhante aos homens e obedeceu até a morte, e morte de cruz.
Portanto, a encarnação é o maior
ato de humildade e amor de Cristo pela humanidade.
C. A IDENTIFICAÇÃO DOS
CRENTES COM CRISTO
Cristo não apenas se identifica conosco, mas também nos chama a nos identificarmos com Ele (Hebreus 2:13; Salmo 22:23).
· Ele declara: “Eis-me aqui com os filhos que Deus me deu”.
· Os que temem ao Senhor são chamados a louvá-lo.
· O cristão é chamado a refletir a imagem de Cristo, que é a expressão perfeita do Pai.
Cristo não apenas se identifica conosco, mas também nos chama a nos identificarmos com Ele (Hebreus 2:13; Salmo 22:23).
· Ele declara: “Eis-me aqui com os filhos que Deus me deu”.
· Os que temem ao Senhor são chamados a louvá-lo.
· O cristão é chamado a refletir a imagem de Cristo, que é a expressão perfeita do Pai.
Entretanto, a vida cristã
consiste em viver em comunhão e semelhança com Cristo.
D. O VERDADEIRO LOUVOR A CRISTO
Cristo é louvado no meio da congregação, mas o verdadeiro louvor vai além da música: é uma expressão espiritual profunda.
· Muitos cantam, mas nem todos adoram de fato.
· A adoração não é entretenimento, mas entrega do coração a Deus.
· O culto deve ser espiritual, bíblico e centrado em Cristo.
Problemas atuais na adoração:
· O púlpito muitas vezes se torna palco de exibição.
· Ministros se afastam da centralidade da adoração bíblica.
· A igreja corre o risco de se tornar apenas espectadora.
Princípio bíblico:
· Cristo permanece como o Sumo Sacerdote eterno (Gênesis 14:18; Hebreus 7:17).
· Ele nunca abandonou o altar e permanece mediador perfeito.
Cristo é louvado no meio da congregação, mas o verdadeiro louvor vai além da música: é uma expressão espiritual profunda.
· Muitos cantam, mas nem todos adoram de fato.
· A adoração não é entretenimento, mas entrega do coração a Deus.
· O culto deve ser espiritual, bíblico e centrado em Cristo.
Problemas atuais na adoração:
· O púlpito muitas vezes se torna palco de exibição.
· Ministros se afastam da centralidade da adoração bíblica.
· A igreja corre o risco de se tornar apenas espectadora.
Princípio bíblico:
· Cristo permanece como o Sumo Sacerdote eterno (Gênesis 14:18; Hebreus 7:17).
· Ele nunca abandonou o altar e permanece mediador perfeito.
A verdadeira adoração envolve a alma, o Espírito e a
centralidade de Cristo.
E. A VIDA DE LOUVOR
CONTÍNUO
O louvor a Deus deve ser uma prática constante na vida do crente (Salmo 104:33; 2 Pedro 1:4).
· O louvor é expressão de gratidão contínua.
· Os salvos participam da natureza divina em Cristo.
· A adoração verdadeira envolve o coração sincero diante de Deus (Salmo 86:12).
Princípio bíblico da adoração:
· Salmos, hinos e cânticos espirituais devem edificar a igreja (Efésios 5:19; Colossenses 3:16).
· Tudo deve ser feito com ordem e para a glória de Deus (1 Coríntios 14:26).
O louvor a Deus deve ser uma prática constante na vida do crente (Salmo 104:33; 2 Pedro 1:4).
· O louvor é expressão de gratidão contínua.
· Os salvos participam da natureza divina em Cristo.
· A adoração verdadeira envolve o coração sincero diante de Deus (Salmo 86:12).
Princípio bíblico da adoração:
· Salmos, hinos e cânticos espirituais devem edificar a igreja (Efésios 5:19; Colossenses 3:16).
· Tudo deve ser feito com ordem e para a glória de Deus (1 Coríntios 14:26).
Assim, a vida cristã deve
ser marcada por adoração constante e sincera.
CONCLUSÃO
Portanto, a natureza humana de Cristo revela o amor de Deus manifestado na encarnação. Jesus se fez homem, viveu entre nós, venceu a morte e agora é adorado no meio da congregação.
A igreja, portanto, é chamada a:
· Reconhecer Cristo como verdadeiro homem e verdadeiro Deus;
· Viver em comunhão com Ele;
· E adorá-lo com sinceridade e reverência.
Portanto, a natureza humana de Cristo revela o amor de Deus manifestado na encarnação. Jesus se fez homem, viveu entre nós, venceu a morte e agora é adorado no meio da congregação.
A igreja, portanto, é chamada a:
· Reconhecer Cristo como verdadeiro homem e verdadeiro Deus;
· Viver em comunhão com Ele;
· E adorá-lo com sinceridade e reverência.
“O louvor a Cristo deve ser a
expressão viva da alma redimida.”
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