ESBOÇO 1534 *
TEMA: ANDANDO NA LUZ DA GRAÇA.
TEXTOS BASE: 1 João 1:5-9; 2:1-2
Autor: Pr. Elis Clementino
INTRODUÇÃO:
A Primeira Epístola de João foi escrita
para reforçar a verdade sobre Cristo e corrigir heresias que ameaçavam a fé
cristã. João mostra que não há comunhão com Deus fora da luz e que o pecado só
é vencido quando se anda em sinceridade diante d’Ele. O apóstolo apresenta um
contraste poderoso: luz e trevas, verdade e engano, confissão e negação, Cristo
e o pecado. A mensagem central é clara: andar na luz é viver em comunhão com
Deus, purificado continuamente pelo sangue de Jesus Cristo.
I. DEUS É LUZ — E NELE NÃO HÁ TREVAS (1 João 1:5)
ü
“Deus é luz” expressa Sua natureza santa, pura e
verdadeira.
ü
Ele é a fonte de toda verdade e justiça — nada impuro
subsiste diante d’Ele.
ü
A comunhão com Deus exige transparência e verdade
no coração.
Não há neutralidade espiritual, ou vivemos na luz, ou estamos nas trevas. Viver na luz é permitir que Deus revele e trate o que está escondido. Lucas 8:17 - “Porque não há nada oculto que não venha a ser manifesto; nem escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz.” Mateus 10:26 - “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.” Eclesiastes 12:14; Hebreus 4:13; Marcos 4:22; Efésios 5:13; Salmo 90:8; Daniel 2:22).
II. ANDAR NA LUZ É VIVER EM COMUNHÃO (1 João 1:6-7)
ü A comunhão com
Deus e com os irmãos é a prova da vida espiritual autêntica.
ü “O sangue de
Jesus Cristo nos purifica de todo pecado” — a luz não apenas revela, mas também
limpa.
ü O perdão não é
licença para pecar, mas força para permanecer limpo.
Quem anda na luz não encobre o pecado, mas o confessa diante de Deus e é restaurado pela graça.
A verdadeira comunhão com o Pai e com os irmãos nasce da confiança, do arrependimento sincero e da pureza de coração. Porque o perdão é promessa para quem confessa e abandona o pecado. “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28:13).
III. CONFESSAR É CAMINHAR EM RESTAURAÇÃO (1 João 1:8-9)
ü João denuncia o
autoengano espiritual: “Se dissermos que não temos pecado...”
ü A confissão
sincera abre espaço para a graça e o perdão de Deus. “Confessei-te o meu
pecado, e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: Confessarei ao Senhor as
minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” (Salmo 32:5).
ü O verbo “purificar” indica ação contínua — o sangue de Jesus nunca perde seu poder.
Deus não quer desculpas, quer confissão. A restauração começa quando o crente para de justificar o erro e se humilha diante da cruz. Devemos agir como Davi na sua confissão perante Deus (Salmo 51:1-7).
IV. JESUS É O NOSSO ADVOGADO E PROPICIADOR (1 João 2:1-2)
ü João reconhece:
podemos falhar, mas temos um Advogado junto ao Pai.
ü Cristo
intercede, não para nos inocentar no erro, mas para nos restaurar na graça.
ü Ele é a
propiciação, isto é, o sacrifício que satisfaz a justiça divina.
O cristão não vive sem falhas, mas não permanece nelas — porque tem um Advogado fiel e um sangue que fala mais alto do que o pecado. Jesus nos inocentará e nenhuma condenação há para os que estão nele “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Romanos 8:1).
Quem está unido a Cristo é liberto
da culpa do pecado, não por suas próprias obras, mas pela
justiça de Jesus aplicada à sua vida. Porque Cristo se fez pecado por nós
“Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que nele
fôssemos feitos justiça de Deus.” 2 coríntios 5: 21 - Cristo carregou nossa culpa para que pudéssemos ser
justificados.
CONCLUSÃO:
Andar na luz é viver de forma transparente, dependendo da graça de Cristo a cada dia. A verdadeira santidade não é ausência de falhas, mas presença constante da luz que revela e do sangue que purifica. Jesus é o caminho de comunhão com o Pai, e Seu sangue é o selo dessa aliança. “Quem anda na luz não teme ser revelado, porque já foi redimido pelo sangue.”
TEMA: ANDANDO NA LUZ DA GRAÇA.
TEXTOS BASE: 1 João 1:5-9; 2:1-2
Autor: Pr. Elis Clementino
Não há neutralidade espiritual, ou vivemos na luz, ou estamos nas trevas. Viver na luz é permitir que Deus revele e trate o que está escondido. Lucas 8:17 - “Porque não há nada oculto que não venha a ser manifesto; nem escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz.” Mateus 10:26 - “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.” Eclesiastes 12:14; Hebreus 4:13; Marcos 4:22; Efésios 5:13; Salmo 90:8; Daniel 2:22).
Quem anda na luz não encobre o pecado, mas o confessa diante de Deus e é restaurado pela graça.
A verdadeira comunhão com o Pai e com os irmãos nasce da confiança, do arrependimento sincero e da pureza de coração. Porque o perdão é promessa para quem confessa e abandona o pecado. “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28:13).
ü O verbo “purificar” indica ação contínua — o sangue de Jesus nunca perde seu poder.
Deus não quer desculpas, quer confissão. A restauração começa quando o crente para de justificar o erro e se humilha diante da cruz. Devemos agir como Davi na sua confissão perante Deus (Salmo 51:1-7).
O cristão não vive sem falhas, mas não permanece nelas — porque tem um Advogado fiel e um sangue que fala mais alto do que o pecado. Jesus nos inocentará e nenhuma condenação há para os que estão nele “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Romanos 8:1).
Andar na luz é viver de forma transparente, dependendo da graça de Cristo a cada dia. A verdadeira santidade não é ausência de falhas, mas presença constante da luz que revela e do sangue que purifica. Jesus é o caminho de comunhão com o Pai, e Seu sangue é o selo dessa aliança. “Quem anda na luz não teme ser revelado, porque já foi redimido pelo sangue.”
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