ESBOÇO 1537
TEMA: O MESMO SENTIMENTO QUE HOUVE EM CRISTO JESUS
Texto Base: Filipenses 2:5 “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.”
Autor: Elis Clementino
INTRODUÇÃO
A sociedade atual incentiva a autopromoção, a competição e a busca incessante por status. Entretanto, o evangelho nos conduz na direção oposta. Paulo nos apresenta Cristo não apenas como Salvador, mas como modelo supremo de vida. Ter o mesmo sentimento de Cristo é permitir que Sua mente governe nossos valores, escolhas e atitudes. O cristianismo autêntico começa de dentro para fora.
I. UM MESMO
SENTIMENTO
A expressão “o mesmo sentimento”, em Filipenses 2:5, vai muito além de uma emoção passageira. No original grego, a palavra usada por Paulo é phroneō, que significa modo de pensar, mentalidade, disposição interior, atitude da mente. Portanto, ter o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus significa:
1. Ter a
mente moldada por Cristo
Não se trata apenas de sentir como Jesus, mas de pensar como Ele pensa. É adotar Seus valores, prioridades e princípios. Romanos 12:2 – “...transformai-vos pela renovação da vossa mente...”
2. Assumir
uma postura de humildade voluntária
O sentimento de Cristo é uma atitude interna que escolhe servir em vez de dominar, descer em vez de subir, ceder em vez de disputar. Mateus 11: 29 – “Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração...”
3. Viver em
total submissão à vontade do Pai
Jesus viveu com o coração alinhado ao propósito de Deus. Ter Seu sentimento é dizer, como Ele: Lucas 22: 42 – “Não se faça a minha vontade, mas a tua”.
4. Amar de forma sacrificial
O sentimento de Cristo é marcado por um amor que se entrega, perdoa e suporta, mesmo quando não há retorno. João 13:34 – “Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.”
5. Confiar plenamente na
exaltação de Deus
Cristo não buscou Sua própria glória; Ele confiou no Pai. Esse sentimento nos livra da ansiedade por reconhecimento. 1 Pedro 5:6 – “Humilhai-vos... para que Ele, a seu tempo, vos exalte.”
II. A MARCA DESSE SENTIMENTO
Esse sentimento é marcado pela renúncia, conforme escreveu Paulo aos Filipenses 2:6-7. Mesmo sendo
Deus, Cristo não se agarrou à Sua glória, mas abriu mão de privilégios e assumiu a forma de servo. Isso revela que a verdadeira grandeza está na renúncia voluntária.
Aplicação:
Ter o sentimento de Cristo é aprender a abrir mão do ego, do orgulho e da necessidade de reconhecimento, escolhendo servir em vez de ser servido.
III. UM SENTIMENTO SUBMISSO À
VONTADE DO PAI
Filipenses 2:8 - Jesus escolheu obedecer plenamente, mesmo quando essa obediência o conduziu à cruz. Sua submissão foi completa e incondicional.
Aplicação:
Quando temos o sentimento de Cristo, obedecemos a Deus não apenas quando é fácil, mas também quando exige fé, perseverança e entrega total.
IV. UM SENTIMENTO GOVERNADO
PELO AMOR
Romanos 5:8; João 15:13
O amor de Cristo não foi teórico, mas prático e sacrificial. Ele se entregou por quem não merecia, demonstrando um amor que vai além das circunstâncias.
Aplicação:
Ter o sentimento de Cristo é amar sem medidas, perdoar sem reservas e estender graça mesmo quando somos feridos.
IV. UM SENTIMENTO QUE CONFIA
NA JUSTIÇA DE DEUS
Filipenses 2:9-11 - Após a humilhação veio a exaltação. Deus honrou o Filho porque Ele confiou plenamente no plano do Pai.
Aplicação:
Quem vive com o sentimento de Cristo não busca autopromoção, pois sabe que Deus exalta aqueles que andam em fidelidade e humildade.
Adotar o sentimento de Cristo não é imitação externa, mas transformação
interior. É permitir que o Espírito Santo alinhe nossa mente com a mente de
Cristo, refletindo Seu caráter em casa, na igreja, no trabalho e na sociedade.
CONCLUSÃO
Filipenses 2:5 nos desafia a um padrão elevado de vida cristã. O sentimento de Cristo nos chama a viver de forma contracultural, revelando humildade, obediência e amor. Que o Senhor nos conduza a uma fé prática, visível e transformadora, para que Cristo seja visto em nós, todos os dias.
TEMA: O MESMO SENTIMENTO QUE HOUVE EM CRISTO JESUS
Texto Base: Filipenses 2:5 “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.”
Autor: Elis Clementino
A sociedade atual incentiva a autopromoção, a competição e a busca incessante por status. Entretanto, o evangelho nos conduz na direção oposta. Paulo nos apresenta Cristo não apenas como Salvador, mas como modelo supremo de vida. Ter o mesmo sentimento de Cristo é permitir que Sua mente governe nossos valores, escolhas e atitudes. O cristianismo autêntico começa de dentro para fora.
A expressão “o mesmo sentimento”, em Filipenses 2:5, vai muito além de uma emoção passageira. No original grego, a palavra usada por Paulo é phroneō, que significa modo de pensar, mentalidade, disposição interior, atitude da mente. Portanto, ter o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus significa:
Não se trata apenas de sentir como Jesus, mas de pensar como Ele pensa. É adotar Seus valores, prioridades e princípios. Romanos 12:2 – “...transformai-vos pela renovação da vossa mente...”
O sentimento de Cristo é uma atitude interna que escolhe servir em vez de dominar, descer em vez de subir, ceder em vez de disputar. Mateus 11: 29 – “Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração...”
Jesus viveu com o coração alinhado ao propósito de Deus. Ter Seu sentimento é dizer, como Ele: Lucas 22: 42 – “Não se faça a minha vontade, mas a tua”.
O sentimento de Cristo é marcado por um amor que se entrega, perdoa e suporta, mesmo quando não há retorno. João 13:34 – “Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.”
Cristo não buscou Sua própria glória; Ele confiou no Pai. Esse sentimento nos livra da ansiedade por reconhecimento. 1 Pedro 5:6 – “Humilhai-vos... para que Ele, a seu tempo, vos exalte.”
Esse sentimento é marcado pela renúncia, conforme escreveu Paulo aos Filipenses 2:6-7. Mesmo sendo
Deus, Cristo não se agarrou à Sua glória, mas abriu mão de privilégios e assumiu a forma de servo. Isso revela que a verdadeira grandeza está na renúncia voluntária.
Aplicação:
Ter o sentimento de Cristo é aprender a abrir mão do ego, do orgulho e da necessidade de reconhecimento, escolhendo servir em vez de ser servido.
Filipenses 2:8 - Jesus escolheu obedecer plenamente, mesmo quando essa obediência o conduziu à cruz. Sua submissão foi completa e incondicional.
Aplicação:
Quando temos o sentimento de Cristo, obedecemos a Deus não apenas quando é fácil, mas também quando exige fé, perseverança e entrega total.
Romanos 5:8; João 15:13
O amor de Cristo não foi teórico, mas prático e sacrificial. Ele se entregou por quem não merecia, demonstrando um amor que vai além das circunstâncias.
Aplicação:
Ter o sentimento de Cristo é amar sem medidas, perdoar sem reservas e estender graça mesmo quando somos feridos.
Filipenses 2:9-11 - Após a humilhação veio a exaltação. Deus honrou o Filho porque Ele confiou plenamente no plano do Pai.
Aplicação:
Quem vive com o sentimento de Cristo não busca autopromoção, pois sabe que Deus exalta aqueles que andam em fidelidade e humildade.
Filipenses 2:5 nos desafia a um padrão elevado de vida cristã. O sentimento de Cristo nos chama a viver de forma contracultural, revelando humildade, obediência e amor. Que o Senhor nos conduza a uma fé prática, visível e transformadora, para que Cristo seja visto em nós, todos os dias.
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