quarta-feira, 31 de março de 2010

ESBOÇO 327 TEMA: ADOÇÃO.

ESBOÇO 327

TEMA: ADOÇÃO.

Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome(Jo 1.12;Rm 8.15; Gl 3.26).


Adoção, adotar, são palavras bastante comum e discutida em nosso cotidiano. No sentido espiritual a adoção também existe, é um método usado por Deus para que o ser humano se torne filho de Deus, sendo assim passamos a fazer parte da família de Deus em Cristo, sem dúvida um beneficio muito abrangente. No AT e NT lemos casos de adoção por algumas famílias, observaremos neste contexto a definição de adoção, costumes e os deveres dos filhos para com o pai.


Adoção

Adoção é o ato divino que integra as criaturas a família de Deus em Cristo Jesus (Mt 12.46-50). Alguns textos bíblicos fazem referencia diretamente a adoção, (Rm 8.15,23; 9.4; Gl 4.5; Ef 1.5). Era uma atitude legal entre os romanos, e as crianças adotadas tomavam o nome do seu pai e seria o herdeiro da família, os direitos lhes eram assegurados como se ele fosse um pai biológico.


No sentido espiritual o ser humano é recebido por adoção se tornando filho de Deus, o homem tem o poder de se tornar filho de Deus e isso só acontece quando crer em Jesus Cristo (Jo 1.12). Assim sendo somos recebidos com grande privilégio, o de pertencer à família de Deus (I Jo 3.1,2).


Naturalmente após o ato da adoção, a pessoa passa a desfrutar dos direitos e responsabilidades desse relacionamento familiar “E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo;” (Rm 8.17). Ao ser adotada uma criança ou através da adoção espiritual lhes são assegurados privilégios, embora em aspectos diferentes.


É um relacionamento tão privilegiado de maneira que os adotados filhos de Deus sentem a confirmação espiritual. “O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.16). Uma das tarefas do Espírito Santo é gerar nos filhos de Deus essa convicção (Gl 4.6).


Costumes

Muitas culturas têm praticas similares para se adotar alguém, esse costume tem sido seguido por todas as nações permanecendo até hoje. Há alguns exemplos nas escrituras sobre o assunto, dos quais podemos destacar: Moises foi adotado pela filha de Faraó no Egito (Ex 2.1-8; At 7.20,21); Ester que foi adotada por Mordecai seu parente (Et 2.7) embora as leis hebraicas não tratem da adoção, talvez devido à lei do livirato, este mostrava uma maneira de a família ter um herdeiro que ficaria com a propriedade. A poligamia também era um meio de resolver o problema da falta de filhos.


Aconselhamos aos casais que desejarem adotar uma criança, ter sempre o cuidado de procurar meios legais para consolidar esta adoção.


Filhos comprometidos com o pai

Necessariamente os filhos legítimos e adotados têm compromissos através dos laços familiares, da mesma maneira estendendo-se aos crentes que espiritualmente por meio da adoção se tornam filhos de Deus, sem dúvida esses filhos passarão a fazer parte da natureza do pai “pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da sua natureza” (2 Pe 1.4).


Não podemos dizer que somos filhos de Deus, sem ter uma vida exemplar de acordo com a vontade dEle (I Jo 2.4-6). Não basta apenas dizer que somos filhos, mas andar como filhos da luz (I Jo 2.6) “Irmãos sedes meus imitadores e observai os que andam segundo o exemplo de Cristo.” (Fp 3.17)


A correção do pai

Assim como um pai biológico corrigir os seus filhos, da mesma forma Deus corrige os que o adota como filhos, pois ele corrige a qualquer que toma por filho (Hb12.6,7; Pv 3.11,12: Ap 3.19). Deus nos trata como seus filhos, e se alguém não quer receber a sua correção são tratados não como filhos, mas bastardos (Hb12.8).


A adoção de filhos de Deus é um dos maiores benefícios que o ser humano pode usufruir sem nenhum mérito, de posse dele devemos ter uma vida de obediência e submissão a Ele.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE


quarta-feira, 24 de março de 2010

SALVAÇÃO

ESBOÇO 326

TEMA: SALVAÇÃO

“como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram.” (Hb 2.3)


A doutrina da salvação é a principal doutrina do cristianismo, sendo ela o único meio para o homem escapar da condenação eterna (Hb 2.3). Ela deve ser desejada e recebida por todos quantos desejarem herdar a vida eterna, o meio principal do individuo ser salvo é Jesus Cristo, pois, Ele é o único caminho (Jo 14.6). A salvação foi manifestada por meio do infinito amor e graça de Deus revelada em seu filho (Jo 3.16). Em um breve relato falaremos sobre a definição, como adquiri-la e como mantê-la.


Definição

O termo grego “soteria”, e suas formas cognatas, têm a idéia de cura, recuperação, redenção, remédio, bem-estar e resgate. Quando a palavra hebraica é traduzida para o português “salvação” indica segurança. A palavra salvação vem do latim “salvare” que significa “salvar”, e de “salus, que significa “saúde ou ajuda”. A ideia de “salvar” quando usada para indicar a salvação espiritual, fala do livramento do pecado, da degradação moral e das penas através do julgamento divino.


A salvação é um processo que resulta no desenvolvimento continuo da alma, para que se obtenha toda a plenitude de Deus (Ef 3:19), experimentando a transformação segundo a natureza e a imagem do seu filho (Rm 8:29) que avança de uma condição a outra de glória, interminavelmente (2 Cor 3:18).


A teologia tem dado nomes aos vários estágios do processo da salvação: Expiação, Arrependimento, Conversão, Regeneração, Santificação, Justificação e Glorificação. (Sobre este assunto, comentaremos em outra oportunidade.)


Como adquiri-la?

Em primeiro lugar devemos crer na existência de um Deus criador de todas as coisas e que sempre teve o cuidado de prover o melhor para o ser humano, e para se adquirir a salvação é necessário crer em Jesus Cristo. “Em nenhum outro nome é dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4.12b). Com essa finalidade ele veio ao mundo (Mc 3:4; Lc 4:18; Lc 9:56; Mt 20:28). Crer na sua palavra é indispensável (Rm 10.8) e ao ouvir deve-se fazer a confissão (Rm 10.9,10), isso deve ser feito com profundo arrependimento dos pecados, pois é por meio dele que alcançamos o perdão (Mc 1.15; At 2:38; Rm 8:29,30; Jo 3:15). O seu evangelho é o único meio para se obter a salvação (Rm 1.16). “Como escaparemos nós se não atentarmos para a tão grande salvação” (Hb 2:3).


Como mantê-la?

Jesus na sua missão de salvar estabelece compromissos e responsabilidades morais a serem cumpridas (Mc 8:35; Lc 7:50; 8:12; 13:24; Mt 10:22). Para mantê-la precisamos de um coração contrito e a receptividade de uma criança, além de renunciar tudo aquilo que venha comprometê-la. Na segunda carta do apóstolo Pedro ele fez uma declaração muito significativa, mostra-nos que chegamos a participar da divindade e da natureza divina, escapando da corrupção que há no mundo, para que as ricas promessas de Deus se cumpram em nós (2 Pe 1:4). Esta é uma associação do natural com o sobrenatural.


Para mantê-la é necessário viver em constante abnegação (Mc 8.34,35) vivendo conforme o evangelho tendo uma conduta digna e inculpável (Fp 2.15). Só com a perseverança no evangelho é que alcançaremos a vida eterna.


Amados, necessitamos estar confiantes, sabendo que a nossa salvação vem unicamente de Deus através da graça e misericórdia em Jesus Cristo, por isso devemos compreender e praticar as principais doutrinas da salvação, sobretudo as obrigações que nos foram impostas, incluindo a renuncia. “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Mt 16.24; Lc 14.26).


Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE

quarta-feira, 17 de março de 2010

LEVANDO A SUA PRÓPRIA CRUZ

ESBOÇO 325

TEMA: LEVANDO A SUA PRÓPRIA CRUZ.

E Jesus chamando a multidão com os seus discípulos, disse-lhes se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz e sega-me.” (Mc 8.34)


INTRODUÇÃO

Jesus Cristo se apropriou de um símbolo muito usado na época “CRUZ”, e atraiu para si multidões a fim de mostrar-lhes que não importa quão grande seja os obstáculos, mas o importante é segui-lo, embora não se tratasse literalmente de uma cruz de madeira, ferro ou quaisquer outros materiais. Esse tipo de cruz a qual Jesus se refere é algo muito mais pesado, pois a luta é constante e o sofrimento é continuo. Neste comentário veremos o significado, a decisão do crente em carregar a cruz, seis classes de sofrimentos, e o cireneu que lhe ajudará carregá-la.


Significado

- Um instrumento de tortura, usado para execução de pessoas (criminosas e escravos) (Lc 23:33;).

- Símbolo de sofrimento e morte (1 Pe 2:21;4:13; At 10:39).

- Sinal de vergonha, onde Cristo sofreu a mais terrível dor (Hb 12:2).

- Zombaria; Na cruz que Jesus foi zombado pelos seus algozes (Mt 27:39).

- Rejeição (1 Pe 2:4).


Decidindo carregar a cruz.

O cristão deve decidir carregar a sua cruz voluntariamente, pois esse é o preço do discipulado. Negar-se a si mesmo faz parte do esforço para conduzi-la até o fim, isso também significa dizer não, a qualquer coisa que venha comprometer a sua caminhada cristã.


Seis classes de sofrimentos

O cristão deve estar ciente que enfrentará por toda a sua vida seis classes de sofrimentos. “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições: mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33b). No entanto tenha cuidado com a seguinte expressão: PARE DE SOFRER.


1. Negar-se a si mesmo: Por amor a Cristo e abrindo mão de tudo como: casa, família, bens materiais, e tantas outras coisas que são vultosas, estes não devem ser mais amados e estimados (Lc 14:26,27).


2. Lutar contra o pecado, pois é uma das metas principais para quem quer seguir a Cristo (I Pe 4:1,2; Rm 6.2) crucificando as suas concupiscências (1 Pe 2:11,21-14; Gl 2:20; 6:14; Rm 6:8,13; Tt 2:12).


3. Lutar contra Satanás e os poderes das trevas: Permanecer firme e sem olhar para trás (2 Cor 10:4,5; 6:7; Ef 6:12; 1 Tim 6:12), enfrentando todo tipo de hostilidade do adversário e das hostes infernais (2 Cor 6:3-7; 11:23-29; 1 Pe 5:8-10). Nessa luta jamais devemos ser perdedor.


4. Perseguição: Por resistir aos falsos mestres que distorcem o verdadeiro sentido do evangelho (Mt 23:1-36; Gl 1:9; Fp 1:15-17).


5. Opróbrio: Ódio e todo escárnio do mundo (Hb 11:25,26; Jo 15:18-25), rejeitando todo tipo de imoralidade (1 Cor 12.1-27).


6. A cruz: Carregá-la até o último instante da vida (Mt 16.24).


O cireneu

Talvez este termo seja estranho, pois se tratava de um cireneu chamado Simão, (natural de Cirene Cidade da Líbia) que provavelmente vindo do campo e estava em Jerusalém no período da páscoa, este fora constrangido a carregar a cruz de Cristo (Lc 23:26). Deus não constrange ninguém carregar a cruz (Mc 8.34), mas a todos quanto quiserem carregar, Deus dará a capacidade e o consolo para chegarmos até o fim.


Nada façais para tornar a sua cruz mais pesada, ao mesmo tempo, não se pendure nas dos outros.


CONCLUSÃO

Devemos pedir a Deus que sempre nos capacite de acordo com o peso da nossa cruz. Precisamos saber que elas não são iguais, cada pessoa tem a sua e de tipos diferentes, mas tanto uma como a outra o Senhor nos ajudará, Ele é o nosso cireneu. A renuncia pessoal é imprescindível, por isso carreguemos a nossa cruz até o último instante da vida (Mt 16:24).


Pr. Elis Clementino Itapissuma - PE

quarta-feira, 10 de março de 2010

TEMA: AS MÁS COMPANHIAS

ESBOÇO 324

TEMA: AS MÁS COMPANHIAS

“Filho meu, se os pecadores, com blandícias, te quiserem tentar, não consintas. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas. Porque os pés deles correm para o mal e se apressam em derramar sangue” (Pv 1.10;15,16).


INTRODUÇÃO

As más companhias têm causado sérios transtornos para o indivíduo tanto para a vida moral quanto a espiritual. As influências más são consideradas biblicamente como o fermento velho ou peçonha mortal. Há muitas pessoas que até a presente data nunca conseguiram se livrar dos detrimentos originados pelas más companhias. Atualmente as preocupações dos pais com relação aos filhos são exatamente esta. Discorreremos neste resumido comentário sobre as preocupações, resultados das más associações, advertências e referências gerais de boas companhias.


As preocupações

Estamos vivendo numa época em que o ser humano está cada vez mais vulnerável as influências negativas de certas amizades, principalmente os nossos filhos, crianças, adolescentes e jovens, o mais grave ainda é que tem aumentado o número de pessoas idosas envolvidas em situações difíceis por causa das más companhias. As seduções são cada vez mais tentadoras envolvendo crianças, adolescentes e jovens, no uso de bebidas alcoólicas, uma droga considerada lícita, que sem dúvidas servirão de porta de entrada para outros tipos de drogas mais nocivas. Não faz muito tempo que as crianças podiam brincar na rua com os amiguinhos sem inspirar muitos cuidados aos pais, as amizades eram mais tranqüilas, no entanto hoje tudo mudou. Atualmente se faz debates e mais debates tentando descobrir como evitar os nossos filhos contraírem más companhias, mas já surgiu um oponente muito mais poderoso e este não está simplesmente nas ruas, mas dentro de casa, às vezes dentro do quarto do seu filho ou lugar mais sagrado da casa “INTERNET”, no entanto sabemos que toda ferramenta tem os seus malefícios e benefícios, a faca que prepara o bife para saborearmos é a mesma que fere o dedo da mão, ou seja, tanto pode ser benéfica como maléfica, os cuidados devem ser constantes principalmente em relação aos filhos, e ao que eles estão compartilhando. CUIDADO!


As más associações podem levar o individuo a corrupção moral e espiritual

A corrupção Moral ocorre quando o individuo contrai más companhias. O salmo primeiro apresenta a distinção entre os justos e os ímpios. Numa visão cristã os crentes verdadeiros podem ser conhecidos pelas coisas que praticam; pelos lugares que freqüentam e pelas pessoas que convivem. Ninguém pode provar as bênçãos de Deus sem evitar as coisas prejudiciais e destrutivas (Sl 1.1). Salomão ressalta; - “Anda com os sábios e serás sábios, más o companheiro dos tolos será afligido” (Pv 13.20; 16.29).


Corrupção Espiritual acontece quando as pessoas separadas do pecado e compromissadas com Deus se misturam com os ímpios, ou seja, com aqueles que não temem e nem conhecem a Deus. Entretanto todo aquele que tem compromisso com o Senhor necessariamente não deverá caminhar com esses tais, para que não seja corrompido tanto na conduta moral quanto a espiritual (I Cor 15.33,34; I Co 5.6), entendemos que não necessita muita coisa para o homem se corromper, basta apenas uma pequena influência má, pois é como um pouco de fermento. “Um pouco de fermento leveda toda massa” (Gl 5.9).


Exemplos de más associações

Já sabemos que as más companhias se constituem uma grande ameaça para o individuo, principalmente a quem serve a Deus, no entanto citaremos poucos exemplos que certamente nos alertará. Sansão amou a Dalila e teve um fim trágico (Jz 16.4); Salomão amou as mulheres estranhas e na sua velhice teve o seu coração pervertido para servir a deuses estranhos (I Rs 11.1-4); Jeosafá fez aliança com Acabe não se saiu bem, e o Senhor o reprovou por causa daquela união (2 Cr 19.2).

Os estreitos relacionamentos entre justo e ímpio nunca deram certo. Deus dá mandamento a Moisés para não fazer concerto com o povo da terra que iria possuir (Ex 34.12).


Advertências bíblicas

Não seguir a multidão, existe pessoas que seguem a maioria para cometerem maldades (Ex 23:2; Ex 23:33). Deus recomenda que não façamos aliança ou associações com pessoas más (Ex 34:12; 23.32; 2 Cor 6:14) e nem trilhar os seus caminhos atraentes, pois são como armadilhas para o justo (Sl 1:1; Pv 1:15; Pv 4:14; Pv 22:25; Pv 23:6). Além do mais não devemos ter inveja da prosperidade deles, isso pode destruir a esperança daquele que confia em Deus. Cuidado! (Pv 24:1; Sl 37.1). Asafe ficou perturbado e quase seus pés escorregavam enquanto olhava a prosperidade dos ímpios (Sl 73.2,3,16). Todavia foi na oração que entendeu o fim deles (Sl 73.17).


As boas companhias

As boas companhias edificam e constrói, temos registros nas escrituras de grupos de jovens que se agregaram diante de situações difíceis como os que foram levados cativos por Nabucodonosor para Babilônia, ele se tomaram decisões conjuntas importantes e se edificavam nas orações, comunhão e compartilhavam espiritualmente para não perderem a sua comunhão com Deus (Dn 1.1-17). Não podemos viver sozinhos, boas amizades são imprescindíveis, porque elas nos ajudam. “Porque, se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois caindo, não haverá outro que o levante” (Ec 4.10-12; Isa 41.6).


CONCLUSÃO

Nada melhor que as boas amizades, porque elas nos edificam, e os maus companheiros infelizmente têm uma maneira muito perspicaz em envolver as pessoas em situações difíceis até dentro da própria igreja, principalmente aqueles que não querem obedecer à palavra o apóstolo Paulo recomenda-nos o que fazer (2 Ts 3.14,15; I Co 5.9,11). Seja amigo e companheiro desde que essa amizade seja saudável (Sl 119:63). Não se esqueça de selecionar bem os seus amigos.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE