segunda-feira, 29 de agosto de 2011

DESPREZANDO AS AFRONTAS

ESBOÇO 401
TEMA: DESPREZANDO AS AFRONTAS
Davi despreza as afrontas de Simei” (2 Sm 16.5-11).

Introdução

Nada há que tanto enxovalhe do que as afrontas, infelizmente todo ser humano já se deparou com elas durante a sua vida. As afrontas podem nos levar a cometer alguns infortúnios, desde que o indivíduo não consiga controlar seus impulsos. Davi se deparou com algumas situações constrangedoras. Discorremos sobre as afrontas, como Davi as administrou e o arrependimento de Simei.

Contexto histórico

Simei, filho de Gera, da tribo de Benjamim, da casa de Saul (fanático apoiador do antigo rei Saul). Quando Davi fugia de Absalão, este homem rogou-lhe uma praga, ele estava tão furioso e tão encorajado para ver a derrota de Davi, que tomou sobre si a tarefa de amaldiçoá-lo, enquanto acompanhava o cortejo. E, conforme o amaldiçoava, lançava-lhe pedras, dificilmente uma maneira de injuriar um inimigo. A atitude de Simei contra Davi era bastante comum entre os membros da tribo de Benjamim, onde continuava a lealdade a Saul (2 Sm 20.1).

I. As afrontas

1. Davi foi extremamente afrontado:
a) Pelos Próprios irmãos I Sm 17.28,29);
b) Por Saul (I Sm 17.32);
c) Por Golias (I Sm 17.42,43);
d) Pela sua própria mulher que o desprezou quando trazia a arca do Senhor para Jerusalém (2 Sm 6.16,20);
e) Por Absalão, filho revoltado (2 Sm 15.10);
f) Por Simei, com maldições e pedradas (2 Sm 16.5-11).

II. Como lidar com as afrontas?

1. Domínio próprio ou autocontrole (Gl 5.22,23).
a) Equilíbrio emocional (2 Sm 16.11)
b) Ser um gestor das circunstâncias.

Somos mais responsáveis pela maneira como respondemos às circunstâncias, do que pelo que acontece

“Davi estava mais preocupado com Absai do que com as afrontas de Simei”

Absai estava desejoso de vingança, e com a espada poderia cometer uma tragédia matando Simei”

Se com perdão abraçares os que vos afrontam, com perdão serás abraçados”

O homem será grande quando ele aprender suportar as afrontas

Existem muitos Absai ao nosso redor, tenhamos cuidado com os seus incentivos, Absai não perdoa.

Na prisão de Jesus, a atitude de Absai estava no coração de Pedro, decepou a orelha de Malco. Não deixe ninguém tomar atitudes por você.

O arrependimento de Simei
Mediante esse contexto vale ressaltar que quando Davi voltou a ocupar o trono, Simei expressou seu arrependimento (2 Sm 19.18-20), Davi não revidou as afrontas, mesmo sendo tão constrangedoras (2 Sm 21-23). Ora! Isso acontece em nossos dias, aqueles que nos odeiam, nos atiram pedras, eles podem amanhã fazer parte da nossa amizade, se Davi tivesse consentido a morte dele, não teria o conquistado mais tarde.

Considerações finais

Muitas vezes não levamos em consideração a permissão de Deus em relação ao que acontece em nossas vidas, Davi entendia como uma permissão de Deus para tal atitude de Simei, ele dizia: “Ora, deixai-o amaldiçoar, pois, se o SENHOR lhe disse: Amaldiçoa a Davi, quem, pois diria: Porque assim fizeste? (2 Sm 16.10,11). A compreensão de Davi com relação a vontade de Deus o ajudou a administrar o seu sentimento emocional. Deus permite que alguém nos aflija, permitindo que “Simei” nos afronte. Contudo devemos manter o nosso equilíbrio. Se o teu inimigo te afrontar não revides, nem atire pedras sobre pedras, Jesus nos ensinou amar os nossos inimigos e orar pelos que nos persegue (Mt 5.44). Se Davi tivesse matado Simei, ele não teria a oportunidade de se arrepender e ficar do seu lado mais tarde. Seja inteligente o suficiente, e conquiste os seus inimigos.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

Mensagem ministrada na E.B.O em Jaboatão dos Guararapes - PE

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O JOVEM CRISTÃO

ESBOÇO 400
TEMA: O JOVEM CRISTÃO
Não deixe que ninguém o despreze por você ser jovem. Mas, para os que creem, seja um exemplo na maneira de falar, na maneira de agir, no amor, na fé e na pureza”. (I Tm 4.12)

Introdução
Na contemporaneidade há muitas turbulências envolvendo crianças, adolescentes e jovens em todas as áreas da vida, por razão disso os nossos jovens necessitam de orientações concisas e apropriadas, com o objetivo de encaminhá-los a fazer diferença em direção a um futuro promissor, seja na vida social ou espiritual. Glosaremos sobre o desenvolvimento social, moralidade, futuro e espiritualidade.

1. Desenvolvimento igualitário

a) Desenvolva socialmente procurando o bem estar das outras pessoas;
b) Amplie o seu grau de intelectualidade;
c) Tenha projetos, propósitos ou metas, para o que você quer alcançar na vida.

2. Em relação à moralidade

a) Seja um jovem equilibrado e de bom senso;
b) Controle os seus impulsos, ou seja, mantenha o autocontrole;
c) Seja humilde, afável e respeitador;
d) Seja obediente aos superiores;
e) Não ande com pessoas que não seja exemplo para você;
f) Não tenha amizade com pessoas que nada lhe acrescente;
g) Conheça a si mesmo, bem como as suas limitações, considere sua área de limite;
h) Saiba que a força moral é superior a física;
i) Tome como exemplo a vida de Jovens na bíblia como: JOSÉ e DANIEL

3. Em relação ao futuro

a) Não deixe Deus responsável por todo seu sucesso e futuro;
b) Não responsabilize Deus pelos seus fracassos;
c) Saiba que você é responsável tanto pelo seu sucesso quanto fracasso, não culpe ninguém se as coisas não andam bem para o seu lado;
d) Não deixe que os seus pais prepararem o seu futuro, lute você mesmo por ele;
e) Comece a plantar as boas sementes agora para colher amanhã;
f) Faça tudo com ordem e decência.

4. Em relação à espiritualidade

a) Saiba que há um Deus que rege todas as coisas;
b) Tenha o desejo de ouvir a sua palavra;
c) Tenha estreita comunhão com Deus;
d) Sinta a doce presença de Deus, nos momentos de adoração;
e) Viva em plena harmonia com as pessoas da sua comunidade cristã;
f) Seja dedicado nas tarefas que lhes são confiadas na igreja;
g) Mantenha-se puro, dando lugar ao Espírito Santo, orando e jejuando;
h) Saiba que Deus tem propósitos e projetos para você;
i) Acredite que Deus está investindo em você, mas permita que os projetos dele sejam cumpridos.

Considerações finais

Cada pessoa jovem deve reconhecer e desenvolver socialmente os seus valores, com uma vida moralmente bem ordenada, ele (a) deve pensar no seu futuro, e começar a plantar boas sementes agora para colher amanhã. Também é preciso entender que deve desenvolver o seu potencial espiritual, tendo em mente um Deus que pede contas de todas as coisas, fazer a sua vontade para viver bem em todos os seus caminhos (Ec 12.9). Não deixe de agradecer-lhe por tudo que recebe.

Treinamento:
Leia com atenção e ponha os versículos bíblicos correspondentes.

Pr. Elis Clementino/Itapissuma/PE/Brasil

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A PROVA DA FÉ

ESBOÇO 399
TEMA: A PROVA DA FÉ
para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e gloria na revelação de Jesus Cristo” (I Pedro 1.7).

Introdução

È muito natural provar as coisas para saber se é real ou não, esse teste estende-se também a vida espiritual, os ourives provam o ouro com fogo; o crisol serve para provar a prata, e a capacidade dos indivíduos também são testadas, assim como Deus prova a fé do crente.

1. Como somos provados

a) Nas tentações (Mt 4. 3,4);
b) Nas doenças (Mc 5.22,23);
c) Nos desempregos;
d) Nas impossibilidades.

2. Provados na fé

Noé, a sua maior prova foi construir uma arca quando não havia chuva (Gn 6.14);
Abraão, sair da sua terra sem saber para onde ia (Hb 11.8);
José, rumo a governador do Egito (Gn 37.19,20);
Moisés, enfrentando a fera do Egito (Ex 5.12);
Josué, para conquistar Jericó (Js 6.3);
Gideão, com seus trezentos (Jz 7.6,7);
Elias, mediante as perseguições de Acabe (I Rs 19.12);
Jó, mediante a dura prova de fé (Jó 2.7,8).

2.1. No novo testamento

Os discípulos, mediante os desafios da chamada, foram provados, igualmente os enfermos.
A mulher Cananéia (Mt 15.25,26);
A mulher do fluxo de sangue (Mc 5.25,26);
O centurião (Mt 8.5-13);
Os amigos do paralítico (Mt 9.2);
O cego Bartimeu (Lc 18.39).

3. Deus prova os corações

Esse tipo de prova não significa que Deus não saiba o que há dentro do coração do homem (Jr 17.10), nem tão pouco é para saber se o crente é ou não, no entanto o homem revela o que está dentro do coração mediante as provações que sofre (Dt 8.2; Mt 19.16-22). O testemunho vivo da nossa fé é visto por meio das provações, principalmente nos momentos difíceis (Gn 22.9-12).

2.3. A prova da nossa fé

O assunto sobre o sofrimento do crente predomina em toda carta de Paulo (I Pe 2.19-23; 3.14-17; 4.1-4,12-19; 5.10). Frente aos sofrimentos estejamos firmes, sabendo que eles contribuem para bem, conforme Paulo escreveu aos romanos (Rm 8.28). Não devemos nos entristecer pelas provações que passamos, porque elas resultarão em louvor, honra e glória na vinda do Senhor Jesus Cristo, pois a nossa constância nas provações é levada em consideração, cujo valor alcança a eternidade (I Pe 1.6).

Considerações finais
Deus pode provar a nossa fé de diversas maneiras, porém devemos estar preparados para tais provações, pois estas sempre têm suas finalidades. A fé do cristão deve ser inabalável, porque se constitui força motivadora sobre o que professamos.

Pr. Elis Clementino, Itapissuma - PE/Brasil

terça-feira, 9 de agosto de 2011

CONSIDERANDO AS CIRCUNSTÂNCIAS

ESBOÇO 398
TEMA: CONSIDERANDO AS CIRCUNSTÂNCIAS
“Não digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois nunca com sabedoria isto perguntarias” (Ec 7.10).

Introdução
O procedimento cristão exige que todos se disponha a servir a Deus e trilhem pelos caminhos e padrões estabelecidos por Ele em qualquer circunstância, mesmo sem entender as coisas que Deus faz (Ec 11.5; Is 55.8.9). Discorreremos nesse texto sobre a maneira do cristão enfrentar as diferentes situações do cotidiano.

Conduta Cristã
Como cristãos, devemos cumprir a nossa cidadania de maneira coerente com os padrões éticos, porque somos extremamente observados. O apóstolo Pedro advertiu os crentes a se lembrarem da sua condição de nômades e estrangeiros no mundo, para que eles vivessem incólumes diante de um mundo pecaminoso (I Pe 2.11), além de sermos cidadãos da terra, somos também cidadãos dos céus, entretanto a nossa pátria não é daqui “Mas a nossa pátria está nos céus de onde esperamos o salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp 3.20).

O nosso procedimento cristão deve ser controlado de tal forma que o nosso testemunho exterior honre a Deus, mostrando aos contradizentes do evangelho a eficácia dele (I Pe 2.12). “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso pai que está no céu” (Mt 5.16; Fp 2.15; I Pe 2.15; 3.1). Esse dimanar cristão deve ser em todas as circunstâncias da vida, pois administrar bem os seus sentimentos é imprescindível, inclusive Salomão considera e destaca duas coisas importantes na vida; o dia da prosperidade e o dia da adversidade:

1. Sobre a adversidade Salomão pede para que seja levada em consideração (Ec 7.14); Mas, seja prudente em vivê-los, não desprezando o presente (Ec 7.10). Os israelitas não agiram dessa forma, passaram quatrocentos e trinta anos no exílio e logo após a libertação, com poucos dias de viagem estavam se lembrando das carnes, dos pepinos e das cebolas do Egito (Ex 16.3; Nr 11.5), as murmurações prejudicam a vida espiritual, além de fazê-los lembrar só dos momentos passados, eles não pensaram no jugo da escravidão do Egito, e sim na comida; eles diziam que a comida era de graça, mas como era de graça se pagavam com a escravidão e até com a vida dos seus próprios filhos (Ex 1.16, 22). Em contrapartida temos alguns exemplos que podem servir de espelho para os nossos dias; Jó, Habacuque e Paulo, estes estavam preparados para enfrentarem qualquer turbulência sem, contudo deixarem afetar a sua fé em Deus. Jó reconhecia os benefícios do Senhor sobre ele “receberemos o bem de Deus, e não receberemos o mal? (Jó 2.10); Habacuque compreendia que mesmo diante da iminente situação que estava por vir, ele declara a sua firmeza no Senhor (Hc 3.16-18). O apóstolo Paulo por intermédio de seus sofrimentos deixou-nos vários exemplos, que, apesar dos séculos já transcorridos, continua a ecoar de maneira eloquente e irrefutável.” (Rm 8.35-39; I Co 4.9; Fp 4.12,13).

2. A respeito do dia da prosperidade Salomão diz: goze o bem (Ec 7.14); O planejamento no dia da prosperidade pode lhe garantir sustento para a adversidade (Gn 41.33-37). O cristão com a vida financeira descontrolada pode trazer-lhe problemas, e estes podem refletir na sua espiritualidade. Já os problemas externos causados por um desequilíbrio social pode não trazer prejuízos para a nossa fé, desde que tenhamos controle e firmeza espiritual, sobretudo a confiança em Deus.

“Porém, se o homem viver muitos anos, e em todos eles se alegrar, também se deve lembrar dos dias das trevas, porque hão de ser muitos.” “A pessoa que tem sabedoria não pensa apenas no momento, ela tem uma visão de longo alcance, olha em direção a eternidade. Conduza as suas decisões de acordo com a perspectiva de Deus; considere o impacto que cada decisão terá nos próximos cinco, dez anos e até na eternidade! Apesar de a vida ser curta, tenha em mente o propósito de viver com Deus para sempre”(Ec 11.7,8).

Considerações finais
A nossa vida deve está coerente com a palavra de Deus, pois ela enfatiza que devemos enfrentar todos os obstáculos com firmeza e determinação, não estando inquietos por coisa alguma (Fp 4.6). Deus permanece o mesmo proporcionando força e graça nos momentos mais difíceis da vida, por isso não devemos focar a nossa visão no passado, principalmente quando viveram bons momentos, mas está preparado para enfrentar o presente e o futuro, seja qual for a situação.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma-PE/Brasil

terça-feira, 2 de agosto de 2011

IGNORÂNCIA X CONHECIMENTO

ESBOÇO 397
TEMA: IGNORÂNCIA X CONHECIMENTO
Bem-aventurado o homem que encontra sabedoria, e o homem que adquire conhecimento, pois ela é mais proveitosa do que a prata, e dá mais lucro do que o ouro” (Pv 3.13,14).

Introdução
A ignorância está presente na vida das pessoas inteligentes, “Somos eternos aprendizes” porque ninguém sabe de tudo e são ignorantes naquilo que não sabem. Sócrates o grande filosofo grego, mesmo com a sua densa sabedoria disse: - “Só sei que nada sei” Salomão via a informação sem limites. Os indivíduos são atropelados pela falta de conhecimento. As barbáries não são cometidas somente por pessoas ingênuas, laicas e ignorantes, mas por pessoas consideradas sábias e arguciosas. No mundo existem muitas pessoas ignorantes, embora esse termo não seja levado nesse esboço pelo lado pejorativo como: estúpido e arrogante, mas pela falta de conhecimento das coisas “A ciência diminui a possibilidade de sermos atropelados pela ignorância.” (ELIS CLEMENTINO).

A Ignorância pode ser intelectual e espiritual, sendo que essa última é muito mais danosa, porque se refere à falta de conhecimento de Deus (Is 1.3; 5.13; 59.8; Os 4.6a). “Quanto mais conhecimento menos ignorante é,” (ELIS CLEMENTINO) “O temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência” (Jó 28.28; Sl 111. 10; Pv 1.7). Esses ensinamentos são essenciais em todo tempo e para todos os sentidos da vida.

1. Conhecimento
O conhecimento secular é essencial e vasto, mas, infelizmente o individuo utiliza apenas uma pequeníssima parcela dessa vastidão, é como um disco rígido de 8 GB ocupado apenas dez por cento da sua área, cujo restante está livre. Digo com isso que temos uma grande capacidade de armazenamento a serem exploradas no nosso cérebro, e as partes que não são exploradas é aonde atua a ignorância, “O que eu não conheço, simplesmente ignoro” (ELIS CLEMENTINO).

O ser humano é limitado no seu conhecimento sobre: (a) Os mistérios da vida (Ec 11.5; Sl 139.6; Jr 1.5); (b) Brevidade (Jó 8.9; Sl 73.22); (c) Futuro e males (Ec 8.7; 9.12); (d) Natureza (Ec 11.5a; Mt 8. 27; Jo 3.8). Da mesma maneira ocorre em relação ao espiritual (a) Deus (Is 1.3; Jr 8.7; 9.3,6; I Co 15.34b); (b) Sua justiça (Jr 5.4; Rm 10.3); (c) Palavra de Deus (Jo 5.39; At 8.30,31); (d) O caminho da paz (Is 59.8) e Sobre Cristo (Jo 1.10,26; 4.10; 14.9).”

Necessariamente devemos buscar a conhecer a Deus (Os 6.3), como também crescer, Pedro incentivou os crentes a crescerem, observem que o verbo está no imperativo presente, significando continuar crescendo na graça e no conhecimento de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo (2 Pe 3.18), isso só ocorrerá mediante esforços e obediência (Jo 7.16,17), que resultará em liberdade da alma e de todo engano (Jo 8.31,32,36), bem como a condução a vida eterna (Jo 17.3; Fp 3.10; Cl 1.10).

Com o conhecimento que temos de Deus e da sua palavra passamos a ter a plena confiança, porque conhecemos, e isso nos leva acreditar em algumas verdades que nos alimentam: (a) O nosso redentor vive (Jó 19.25; Is 50.7; 2 Tm 1.12); (b) Os propósitos de Deus se cumprem em nós (Is 64.4; 54.17); (c) Saber que todas as coisas convergem para o bem (Rm 8.28); (d) Ter esperança sobre o final da sua carreira espiritual (2 Co 5.1; 1 Jo 3.2; 2 Tm 4.7,8);

Considerações finais
O conhecimento enobrece o homem em todos os sentidos da vida, buscá-lo é imprescindível para termos um desenvolvimento pleno, bem como uma fé fundamentada em Deus. “O conhecimento sobrepuja a ignorância”.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil