sexta-feira, 29 de novembro de 2019

ESBOÇO 959 RESGATANDO VALORES


ESBOÇO 959
TEMA: RESGATANDO VALORES
TEXTO: “Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligencia até a achar?” LUCAS 15:8-10

Traçando um paralelo sobre essa parábola de Jesus desejo falar sobre valores perdidos. Vivemos no mundo onde se perde muitos valores, uns perdem e não busca recuperá-los, outros por menores que sejam esses valores se esforçam e buscam até resgatá-los, também há valores que jamais serão recuperados, porém há outros valores que somente Deus pode fazê-lo voltar para as nossas mãos, essas coisas acontecem com o ser humano, onde perdas e ganhos fazem parte das nossas vidas. Os grandes empreendedores sabem o que é perder e recuperar as perdas, porém muitos empreendedores continuam a lutar para substituir aquilo que perdeu, pois é assim em todo mundo. Henry Ford faliu cinco vezes antes de ter a maior indústria automobilística do mundo, e todas as vezes que faliu conseguiu se erguer novamente. Sobre esse assunto desejo falar das perdas de valores, a busca, os valores perdidos que somente Deus pode trazer de volta, e os valores morais e espirituais.

A desmotivação
A desmotivação é um dos piores estados que uma pessoa pode se encontrar, ela não nos permite a procurar e resgatar algumas preciosidades e valores que perdemos, embora haja alguns que realmente não conseguimos, mas certamente sentiremos o alívio da dor da perda quando conquistamos algo melhor e maior. A desmotivação lhe para no tempo. Não existe maquiagem para disfarçar os olhos fundos, tristes e faces caídas de um desmotivado. Se você perdeu alguma coisa valiosa e está desmotivado, se anime que vêm coisas melhores para você.

Valores morais e espirituais
A dracma perdida, para a mulher era um tesouro aquela pequena moeda, mas representava valores, ela empregou todos os seus esforços para encontrá-la, acendeu lampada, varreu a casa, se não persistir e não empregar esforço jamais trará de volta, o valor das coisas quem dá é o próprio dono, ao encontrar ela realizou um banquete convidando seus vizinhos. Tanto concernente à salvação quanto aos valores resultam em festa (Lc 15:8-10).

O filho pródigo
O filho pródigo abandonou tdos os valores familiares e tomou a decisão de ir embora e os pais podiam, pois era uma decisão do próprio jovem, ele abandonou a casa, pois era ele quem estava determinando o seu destino e mais ninguém, ou morrer na miséria ou voltar para os braços do pai. A ilusão faz com que o indivíduo não valorize os valores fundamentais da vida, mas os sofrimentos o fizeram parar para refletir sobre os valores que havia perdidos, tanto os morais quanto os espirituais, tudo resultou nos desejos das bolatas que os porcos comiam, mas caindo em si, disse ele: pequei contra o céu, contra a minha família, mas agora levantar-me-ei e irei ter com meu pai, e lhe direi: pequei, já não sou digno de ser chamado teu filho....(Lc 15:11-32).

Deus restaurando valores
Há valores que sozinhos não podemos resgatá-los, mas certamente surgirá alguém para nos ajudar a trazê-lo de volta, MEFIBOSETE, havia perdido tudo, nada mais lhe restava a não o desolação e abatimento, jamais ele esperava trazer de volta e com honra (2 Sm 9:11), comer na mesa do rei era impossível por ele esta em estado deplorável, era um cão morto como disse ele, mas Deus fez Davi lembrar do pacto com seu pai “Ainda há alguém que restou da casa de Saul?” respondeu Ziba, sim Mefibosete, vá buscá-lo que eu quero que ele esteja a mesa comendo pão comigo, mas ele é aleijado, na hora de alguém te honrar há pessoas que procuram logo ver teus defeitos (2 Sm 9:1-11).

Cada um deve se esforçar para buscar aquilo que está ao seu alcance, aquilo que não podermos, Deus fará. Não desperdicem valores, muito menos os espirituais, se houve alguma perda o que se deve fazer é reavê-los.

Pr Elis Clementino


quinta-feira, 28 de novembro de 2019

ESBOÇO 958 A FALSIFICAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS


ESBOÇO 958
TEMA: A FALSIFICAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS
TEXTO: “Porque nós não somos falsificadores da palavra de Deus, como tantos outros; mas é com sinceridade, é da parte de Deus e na presença do próprio Deus que, em Cristo, falamos.” 2 CORÍNTIOS 2:17; 4:2).

Vivemos em um mundo onda há falsificações em toda parte e em todos os sentidos, principalmente aonde não devia chegar, no meio religioso cristão. No mundo parece que tudo gira em torno da falsificação. O que é verdadeiro parece que está em desuso, de maneira imediata distinguir o falso do verdadeiro, mas parece não ser uma tarefa fácil, devido à perfeição como falsificam as coisas.

A falsificação na vida devocional
Ninguém engana a Deus, a falsificação devocional acontece quando o indivíduo não tem um coração sincero e contrito com Deus, a sua vida não se molda aos princípios divinos, assim muitos alteram a palavra de Deus para que sejam atendidas as suas conveniências. As adulterações servem para facilitar e adequar a melhor maneira para pratica-la, assim é possível que o indivíduo sirva a Deus somente de lábios, mas com o coração distante e alienado ao seu bel prazer (Jr 5:2), muitos louvam ao Senhor de lábios.

Eis que assim declara o Eterno: Visto que este povo se chega junto a mim apenas com palavras sem atitudes, e me honra somente com mover dos lábios, enquanto seu coração está muito distante da minha pessoa. E a adoração que me prestam é constituída tão somente de regras e doutrinas criadas por homens,” (Is 29:13);

 Hipócritas! Bem profetizou Isaias sobre vós, denunciando: Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; pois ensinam doutrinas que não passam de regras criadas por homens” (Mt 15:7-9).

Na atualidade esse tipo de falsificação está cada vez mais frequente nas igrejas cristãs em todo mundo, principalmente nas pentecostais, isso acontece com a finalidade de alcançar o maior número de membros, ou adébitos. A maior preocupação do Apóstolo Paulo naquela época era que os irmãos não fossem enganados, pois muitos falsificadores estavam dentro da própria igreja, e isso seria uma séria ameça a fé cristã.

Muitas igrejas tem substituído os ensinamentos bíblicos por mensagens superficiais, elas são ministradas como se houvesse barganhas onde Deus te dá tudo e nada dás para ele, são mensagens que apenas massageiam o ego das pessoas, por isso muitos cristãos não tem mais estabilidade espiritual, pois eles buscam as pregações que mais lhe agradem, e se não houver sentirão comichão nos ouvidos para não ouvir a doutrina da palavra de Deus.

“Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com longanimidade e doutrina. Porque virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências...” (2 Tm 4:1-5).

“E também houve entre o povo falsos profetas, como vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias e perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição” (2 Pe 2:1).

Há quase dois mil anos, os Apóstolos Paulo e Pedro predisseram o que estamos vendo atualmente, as doutrinas humanas são defendidas de todas as maneiras em detrimento da verdade da sã doutrina, observamos que as filosofias humanas, as fábulas estão infestando as igrejas, bem como o formalismo, e assim há uma decadência espiritual e consequentemente o esfriamento. As consequências são as piores possíveis culminando com a apostasia “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (I Tm 4:1), estamos vivendo os dias preditos por Paulo. Os líderes das igrejas têm o dever de cuidar da manutenção da doutrina, mas é preciso que ele seja um exemplo em tudo para os fiéis, e não apascentar a si mesmo.

Quando os líderes das igrejas cristãs não as conduzem dentro dos princípios cristãos seus membros estão fadados ao fracasso espiritual, não me refiro à quantidade dos seus membros, mas a qualidade do que é ensinado a eles. Deve ser evitado qualquer tipo de falsificação doutrinária nos púlpitos das igrejas pentecostais, pois a sua responsabilidade em conduzir o rebanho é grande, já que no mundo há falsificação para tudo; “Portanto, tais homens são falsos apóstolos, obreiros desonestos, fingindo-se apóstolos de Cristo...” (2 Co 11:13-15); “Porque nós não somos, como muitos falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade como de Deus na presença de Deus” (2 Co 2:17). Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina

Pr. Elis Clementino

domingo, 24 de novembro de 2019

ESBOÇO 957 CORROMPENDO-SE POR PÃO



ESBOÇO 957
TEMA: CORROMPENDO-SE POR PÃO
TEXTO: “...porque até por um bocado de pão um homem prevaricará” Provérbios 28:21.

A espécie humana está sujeito a constantes mudanças, pois isso se tornou característico do próprio ser após a queda no Éden, pois foi o pecado que levou o ser humano a realizar essas mudanças, cuja causa foi o desejo de viver por aquilo que lhe é mais conveniente, ou seja, abraçar aquilo que lhes causem satisfação e prazer, não importando como, e nem as consequências que por ventura venham sofrer.

A criação humana
Quando Deus criou o homem estabeleceu limites para ele, como existe para todas as coisas debaixo do sol, mas o homem não considerou esses limites, e violando-os pecou contra o Senhor. Quando Adão pecou o seu pecado passou a toda raça humana, de sorte que todos se tornaram pecadores (Rm 5:12-21), com a corrupção do gênero humano todos ficaram vulneráveis com possibilidade de se corromperem, até o dia em que ele resolver abandonar o pecado. O estado do homem interior era essa “Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte”. (Rm 7:5).

A profanação
O ato de profanar é praticado por aqueles que desprezaram a Deus, esses são capazes mentir, roubar e matar para tirar proveito do povo. No livro de Ezequiel capítulo 13 o Senhor apresenta uma grave denuncia contra os falsos profetas que mentiam em nome do Senhor, eles contrariavam a palavra de Deus naquilo que o profeta Ezequiel falava. Os falsos profetas dizia que o povo não seria punido, o cativeiro não viria e que tudo seria normal, mas isso não era verdade, esse é o problema nos dias de hoje muitas pessoas andam mentindo em nome de Deus em troca de alguma coisa, vejam o que diz o profeta Ezequiel; “Vós me profanastes entre o meu povo, por punhados de cevada e por pedaços de pão, para matardes as almas que não haviam de morrer e para guardardes vivas as almas que não haviam de viver, mentindo, assim, ao meu povo que escuta a mentira” (Ez 13:19). Eles se corrompiam até por comida, não é o que acontece hoje. “Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre: e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos símplices” (Rm 16:18).

A prevaricação
É muitas vezes aplicado ao funcionário público quando deixa de praticar o seu ofício visando buscar algo do seu próprio interesse, o pior é que isso se torna normal, até para muitos cristãos não é mais pecado. Não devemos seguir essas pessoas que distorcem o bem em mal e o mal em bem Ai dos que usam o mal como sinônimo de bem e chamam o bem de mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, fel!” (Is 5:20). Muitos cristãos têm enveredado por esse caminho valorizando o que é mal e desprezando o bem. “Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda falarás, tomando parte com o maior número para torcer o direito” (Ex 23:2). “As suas mãos fazem diligentemente o mal; o príncipe inquire, e o juiz se apressa à recompensa, e o grande fala da corrupção da sua alma, e assim todos eles são perturbadores” (Mq 7:3). A sua bebida se foi; eles corrompem-se cada vez mais; certamente amaram a vergonha os seus príncipes” (Os 4:18). “Há duas injustiças que o SENHOR abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em plena liberdade como justo” (Pv 17:15).

Queridos, tehamos muito cuidado principalmente nos dias turbulentos como estamos vivendo, a sua fé pode está sendo provada na prática nos dias tão turbulentos, demonstrar fé nos púlpitos é muito fácil, mas na prática parece não ser tão fácil assim como se pensa, estamos vivendo dias trabalhosos (2 Tm 3:1-5).  Os enganadores estão por toda parte “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas: sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita” (2 Pe 2:3). Amados, devemos ter muito cuidado para não sermos levados pelas ondas das mentiras em troca de pão. Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco” (Fp 4:8,9).

Pr Elis Clementino


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

ESBOÇO 956 AS VERDADES E O SEU TEMPO


ESBOÇO 956
TEMA: AS VERDADES E O SEU TEMPO
TEXTO: ECLESIASTES 3:1-4

Para todo propósito debaixo do céu há um tempo determinado, a sabedoria é o fator predominante para entender um pouco o modo e a ocasião de cada propósito. Dentro desse contexto está o tempo de falar e o de ficar calado. A nossa maneira de viver e de se relacionar com as outras pessoas requer sabedoria, as nossas palavras precisam ser comedidas, todos nós tropeçamos, embora seja difícil haver pessoas que não tropecem, vejam o que diz o Apóstolo Tiago “Todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavras, esse é homem perfeito, e capaz de refrear todo corpo” (Tg 3:2).

O poder das palavras
Devemos ter cuidado porque há poder em nossas palavras, depende de como as usamos, se forem para o mal ela produzirá efeitos negativos nas pessoas, se forem boas certamente elas produzirão bons resultados para as pessoas. As palavras de maldições e abençoadoras partem do coração e são proferidas pela fala, pois é do coração que saem as coisas boas e más, depende do que estiver armazenado no coração “Não é o que entra pela boca que contamina o homem, mas o que sai da boca, porque procede do coração” (Mt 15:18-18). As nossas palavras tem poder de incendiar um bosque, mas também tem o poder de apagar incêndio. Ao compete controlar tanto as ações quanto as palavras.

As palavras matam
Muitas pessoas se deprimem ao ouvir palavras que lhes machucam, há muitas pessoas doentes, outras revoltadas por ouvirem palavras arrogantes dirigidas a elas, e dependendo podem até matar. As nossas palavras devem ser usadas para construir algo bom em alguém e não para abater o espírito das pessoas. Muitas pessoas já morreram literalmente por causa de uma palavra que lhe abateu o espírito.

As palavras curam feridas
As nossas palavras podem sarar feridas “As palavras agradáveis são como um favo de mel, doces para a alma e trazem a cura para os ossos” (Pv 16:24). Muitas vezes reanimamos as pessoas abatidas por ouvirem palavras que lhes machucaram, é mais fácil você conquistar uma cidade forte do que um irmão ofendido “O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como ferrolhos de um palácio” (Pv 18:19). As contendas de palavras tem prejudicado o desenvolvimento espiritual da igreja do Senhor, devemos usas as nossas palavras para dar vida. Nada melhor do que uma palavra boa na hora certa O Senhor DEUS me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado. Ele desperta-me todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que ouça, como aqueles que aprendem (Is 50:4). “O meu coração ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. A minha língua é a pena de um destro escritor” (Is 45:1). Uma palavra boa na hora certa é como a água fria que nos refresca. “Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também fazeis” (I Ts 5:11). “A vossa maneira de falar seja sempre agradável e bem temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.” (Cl 4:6).

Sinceridade nas palavras
A sinceridade é uma arma que pode afastar algumas pessoas de você, mas se você não usar a sinceridade nas suas palavras as pessoas falsas certamente se aproximarão de você. A sinceridade não tem preço, sobretudo nas palavras que dimanam de um coração sincero. Levemos em consideração que nem todas as palavras verdadeiras devem ser proferidas a qualquer momento, porém deve-se levar em consideração o tempo e o modo para serem proferidas. Os cristãos deve ser honestos consigo e com as outras pessoas em todos os aspectos “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4:8).

O preço das palavras sinceras
As palavras podem ter um preço, principalmente quando são mal interpretadas, porque nem todas as pessoas estão preparadas para ouvir as verdades que elas precisam ouvir. Muitas vezes as pessoas estão acostumadas ouvir tantas mentiras que elas se sentem ofendidas quando escutam as verdades. As pessoas verdadeiras sofrem muito e às vezes se abatem no seu espírito sentindo-se desencorajadas por serem mal compreendidas. Chega o momento que as verdades tem que serem ditas, custe o que custar.

As nossas palavras tem poder, ao usá-las necessitamos de sabedoria para que seus efeitos sejam benéficos nas pessoas, pois elas tanto podem matar quanto da à vida. O uso indevido das nossas palavras pode incendiar um bosque (Tg 3:4-6), atualmente vivenciamos isso, as pessoas falam e a repercussão é imediata. “Eu declarei: Vigiarei os meus atos e não pecarei em minhas palavras; atarei uma mordaça em minha boca enquanto os ímpios estiverem próximo a mim” (Sl 39:1-2). As nossas palavras deve ser comedidas e sinceras, mesmo que se pague o preço por elas.

Pr. Elis Clementino

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

ESBOÇO 955 O PREÇO DA RENUNCIA.


ESBOÇO 955
TEMA: O PREÇO DA RENUNCIA.
TEXTO: Em seguida dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, esse a salvará. Pois, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se, ou prejudicar-se a si mesmo? Porque, quem se envergonhar de mim e das minhas palavras, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos. LUCAS 9:23-26

Aquele que decide seguir a Cristo lhe é imposto uma condição, levar a cruz, não se trata aqui de uma cruz de literalmente, ou seja, de madeira, e sim o preço da renuncia do mundo pecaminoso, ou abandono do pecado. A cruz pesada deve ser conduzida até o instante final da vida terrena, se quiser alcançar a salvação. Abandoná-la é renunciar o próprio Cristo.

A conduta cristã
É exigido dos cristãos que andem dignamente conforme o evangelho, assim como Cristo andou (I Jo 2:6), vivendo desse modo comprova que existe renuncia, ela tem o preço, ou seja, negar-se a si mesmo, isso resulta em mudanças muitas vezes dolorosas, como rejeição, desprezo, ser odiado, mas necessárias para uma nova vida com Deus através de Cristo, por isso o mundo nos odeia (Jo 15:8).

A cruz
Ela é símbolo de sofrimento, Jesus disse aos discípulos “no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo” (Jo 16:33). Esse tipo de sofrimentos estende-se a todos os cristãos no mundo é o jugo que eles têm que carregar até o final. Aqueles que querem viver piedosamente sofrerão perseguições (2 Tm 3:12). Os cristãos em todo mundo são vitimas de perseguições, desde a época dos imperadores, depois as perseguições papais, elas jamais cessaram, acalmou um pouco, mas há muitas perseguições veladas, mas agora em pleno século XXI estamos vendo elas ressurgirem de maneira aberta, principalmente nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, principalmente onde predomina o socialismo ou comunismo.

Perseguição, prenúncio da volta de Cristo.
A Bíblia, tanto no AT. Como o NT. Há mensagens que proclamam esse acontecimento, e de maneira mais direta sobre o assunto encontra-se em (Mt 24), a humanidade inteira será envolvida nesse evento, os que estiverem preparados terão acesso a eternidade com Deus, a parábola das dez virgens expressa realidade desse acontecimento (Mt 25:1-13). A perseguição faz parte da conjuntura do cristianismo desde o começo, no presente acontecem às mesmas coisas, muitos cristãos são mortos por manterem-se fiéis a Cristo. O cristão sofre pela sua conduta cristã, esse é o preço pago pela renuncia aos prazeres mundanos, no entanto isso faz parte da vida devocional com Deus, essa é a cruz que temos que carregar até o final. As perseguições tendem aumentar com a corrupção no mundo inteiro é um sinal da aproximação da volta do Senhor. Os cristãos em todo mundo aguardam o retorno de Cristo, há uma expectativa muito grande, pois os sinais indicam notadamente, e o que se vê é a imoralidade, a corrupção, e aqueles que não aderirem certamente sofrerá (Jo 15:19-21;2 Tm 3:12,13).

Aquele que não renunciar tudo que tem não estará apto para entrar no reino de Deus, a renuncia é o desapego às coisas dessa vida, a prioridade é a busca o reino de Deus (Mt 6:33). Todo cristão precisa ter muito cuidado para não corroborar com os procedimentos ímpios. Um dos atropelos na vida cristã e associar-se aos ímpios e a seus conselhos (Sl 1:1,2). Há muitos cristãos no mundo que não estão sabendo diferenciar o mau do bem, muitas vezes está seguindo o caminho mal pensando que é o bem, o discernimento é essencial para proteção da sua própria fé. O engano no mundo está aumentando e assim vai até se concretizar os planos do anticristo, infelizmente muitos cristãos estão entrando na onda do engano, vale salientar pra muitos que ainda não despertaram que o anticristo é contra o cristianismo, devemos abrir os olhos o quanto antes, pois amanhã pode ser tarde demais. A manifestação da preparação do anticristo já começou através do engano conquistando o mundo, portanto oremos e vigiemos, pois o tempo está próximo.

Pr. Elis Clementino

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

ESBOÇO 954 * TEMA: A LEI DO RETORNO.

ESBOÇO 954 *
TEMA: A LEI DO RETORNO.
TEXTOS: MATEUS 7:2; MARCOS 4:24-25; LUCAS 6:37,38; JUÍZES 1:7.
Autor: Pr. Elis Clementino.
 
Introdução:
Antes é bom ler os textos acima, depois, necessariamente, atentar bem para o que eles falam, pois já ouvi pregadores direcioná-las somente para as ofertas e as doações que se fazem nos cultos. No entanto, eles nos levam a refletir muito mais além, como o amor ao próximo, os julgamentos que fazemos sobre as outras pessoas e a recompensa dos nossos atos. De maneira ligeira, discorrerei sobre a lei da semeadura
 
A insensibilidade do espírito humano não leva em consideração o que Jesus falou, pois, as suas palavras foram abrangentes, alcançando a todos, tanto cristãos como não cristãos, sem distinção, ou seja, é para todos.
 
1. A lei da semeadura:
Aquilo que o homem semear, isso também ceifará (Gálatas 6:7); todos hão de colher o que plantaram (Provérbios 14:14), sem acepção de pessoas. Nos textos, Jesus adverte a todos sobre o sentimento vingativo que muitas vezes afloram dos nossos corações. Esse é um ensino que enfatiza o amor ao próximo (Lucas 6:27, 31). Em seguida, ele fala sobre a importância desse amor ao próximo (cf. Lucas 6:32-36). Depois, ele nos alerta a respeito do julgamento insensato: “Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão.” Daí. E ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a medida com que medirdes também vos medirão de novo” (Lucas 6:37,38).
 
2. A medida cheia:
A capacidade de uma vasilha é medida pela quantidade que ela suporta. Há produtos que as vasilhas de medir precisam sacudir. Aqui no Brasil, lembro muito da “cuia”, que era usada nos comércios para medir cereais, como farinha, feijão, arroz etc. Elas seriam bem medidas quando o vendedor sacudia, prensava de maneira que o produto derramava sobras às bordas das vasilhas. Assim, a medida estaria completa, de maneira que transbordava sobre o seu próprio colo. Assim, a medida com que medirdes recairá sobre vós. Quando se usa a generosidade, também receberá generosamente quem julga, pois, da mesma maneira, o julgamento dos nossos próprios atos nos leva a ser submetidos à mesma medida.
 
3. Adoni-Bezeque.
Colhemos aquilo que plantamos, não tem como escapar da lei do retorno, em quaisquer que sejam as finalidades. Semear é opcional, mas colher é obrigatório, ou seja, você planta se quiser, mas fique certo da colheita. Se fizeres o mal, receberás o mal que fizeste, mas, se fizeres o bem, receberás o bem que fizeste. Adoni-Bezeque prendeu setenta reis, cortou-lhes os polegares das mãos e dos pés e os fez comer das migalhas que caíam debaixo da sua mesa, uma atitude humilhante para com aqueles reis. O fator tempo se encarrega de preparar o retorno daquilo que fazemos. Adoni-Bezeque pagou na mesma moeda: “Então disse Adoni-Bezeque: Setenta reis, com os dedos polegares das mãos e dos pés cortados, apanhavam as migalhas debaixo da minha mesa; assim como eu fiz, assim Deus me pagou.” E levaram-no a Jerusalém, e morreu ali” (Juízes 1:7). Ele reconheceu a justiça divina sobre ele; hoje não será diferente.
 
Conclusão:
Amados, são necessários refletirmos todos os nossos atos em relação ao próximo. Não se regozije quando teu irmão cair. “Se teu inimigo cai, não te alegres com isso, e não exulte teu coração se ele tropeçar, para que Yahweh, o SENHOR, não veja isso, fique aborrecido contigo e retire sobre ele o seu castigo” (Provérbios 24:17, 18). Se a desgraça do meu inimigo me fez sorrir ou me alegrou intimamente, ou ainda se as provações pelas quais passou me geram prazer... (Jó 31:29-30); “Contudo, assim que tropecei, eles se alegraram e contra mim se ajuntaram-se às ocultas para me atacar e grandemente sem cessar” (Salmo 35:15); “Quem zomba dos pobres revela desprezo pelo criador deles; quem se alegra com a desgraça dos outros não ficará muito tempo sem castigo” (Provérbios 17:5). É isso aí, a dura lei do retorno. Deus nos guarde de fazermos juízo sobre os outros, principalmente os que se dizem cristãos. O que nos parece é que esse sentimento está desaparecendo.  O desrespeito está prevalecendo; parece que não estamos usando a palavra de Deus como regra de fé. Deus nos guarde, saiba que tudo o que você fizer, seja agravou ou não, receberá a justa recompensa.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019


ESBOÇO 953
TEMA: O CAMELO E O FUNDO DA AGULHA.
TEXTO: “E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha de que entrar um rico no reino de Deus” MATEUS 19:24

Entre as parábolas existentes nas escrituras sagradas, aludo uma muito simples e com uma admirável, a parábola ressalta a necessidade de o homem largar algo que possa deixá-lo fora do reino de Deus. Jesus sabia muito bem o que queria alcançar com essa parábola, pois a sua missão era agregar as pessoas ao reino dos céus.

O jovem rico
Aproximou-se de Jesus um moço rico interessado em saber a respeito da vida eterna, e como faria para alcançá-la, nesse momento Jesus usou uma figura de linguagem para expressar as verdades que os discípulos também precisavam ouvir. Não devemos interpretar na fala de Jesus que os ricos não entrarão no reino de Deus, mas por se tornarem muito ricos amariam mais as prioridades e as riquezas do que o reino dos céus, por essa razão Jesus ilustra como algo impossível de acontecer. As riquezas podem ser grande impedimento para a entrada na vida eterna (Mc 10:17-31; Lc 18:18-30). 

O camelo no fundo da agulha
Essa foi uma expressão figurada que seus discípulos ainda não haviam ouvido, ela parecia ter um toque de humor “um camelo passar no fundo de uma agulha”, mas como entender sobre o que Jesus falou? Algumas pessoas em suas pregações até aludem ser realmente uma agulha de costurar o que não se adéqua bem a realidade da fala de Jesus. Há outra possibilidade ao se referir a uma pequena porta chamada de agulha ao lado da porta principal de Jerusalém, por ela o camelo somente passaria se ajoelhando e o empurrado, por ser o camelo um animal de grande porte daquela região, embora sobre essa porta não se tenha alguns pormenores sobre. Se Jesus se referiu a essa porta estava dizendo que o rico teria dificuldade em deixar de lado todas as suas riquezas e se dobrar humilhadamente perante Deus, maneira que o conduziria entrada no reino dos céus, no entanto essa interpretação pode ter certa harmonia com o que ele falava. Assim não importa muito, mas o que ele se refere é deixar o fardo do pecado.

Existem muitas outras coisas que são verdadeiros impedimentos para a entrada no reino dos céus, por isso faz-se necessário à renúncia delas como: (1) Entrar pela porta estreita (Mt 7:13; Lc 13:24); (2) Não amar mais as riquezas (Mt 19:21); (3) Renunciar tudo (Lc 14:33; (4) Negar-se a si mesmo (Lc 9:23); (5) Deixar o fardo de pecados (Mt 11:228-30); (6) Amar mais a Deus (Mt 10:30; Mt 19:29; Lc 14:26). Os nossos pecados constitui-se um grande fardo que deve ser deixado para entrar na porta estreita, precisamos abandonar tudo aquilo que nos impede de entrar no reino dos céus. Há muitas coisas que precisamos deixar, por exemplo, alguns costumes e atitudes que desagradem a Deus e ao próximo, o amor às riquezas materiais e o dinheiro por onde começam os males (I Tm 6:10.

Pr. Elis Clementino

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

ESBOÇO 952 PERDOAR, UMA TAREFA DIFÍCIL.


ESBOÇO 952
TEMA: PERDOAR, UMA TAREFA DIFÍCIL.
TEXTO: “O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte, e tais contendas são como os ferrolhos dum castelo.” PROVÉRBIOS 18:19

Na vida existem coisas que são difíceis de fazer, mas não impossíveis, pois cada pessoa tem a sua capacidade emocional diferente, de maneira que uns tem a capacidade de suportar e encarar algo mesmo que venha mexer com seus sentimentos, sem, contudo alterar a sua conduta, mas existem outras pessoas que são sensíveis e capazes de se abalarem facilmente por razões às vezes muito simples. O que discorrerei nesse assunto algo que menos as pessoas gostam de fazer, pedir perdão, perdoar e desculpar quando ofendem e são ofendidos.

O perdão
Muitas vezes Jesus foi questionado sobre o perdão (Mt 18:21-22), o perdão significa indultar ou anistiar alguém que ofende ou é ofendido por outra pessoa. Ouvimos falar em perdoar, mas praticar não é tão fácil como se pensa, o perdão está acondicionado ao amor, por isso é impossível perdoar sem praticá-lo, aquele que pouco ama, pouco perdoa (Lc 7:47). Não devemos deixa o sol se por sobre a nossa ira. Irai-vos, mas não pequeis (Ef 4:14,26). Devemos levar em consideração o perdão divino para com as nossas ofensas, assim devemos retribuir conforme o perdão que recebemos de Deus, para entender melhor é necessário ler o texto de (MT 18:23-32).

Um irmão ofendido
A tarefa mais difícil é reconquistar alguém que ofendemos, seja por palavras ou por ações, para isso é preciso muita paciência para reconquistar, entre os provérbios diz que um irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte (Pv 18:19). Necessariamente é preciso buscar a sabedoria divina para reconquistar a quem ofendemos, mas se o ofendido não quiser perdoar o que fazer? Essa é uma pergunta que de vez enquanto ouvimos de alguém, nesse caso o que ofendeu deve procurar alguma maneira de se dirigir ao ofendido e se reconciliar, e se ele não quiser? O irmão será penalizado por isso? Creio que não, porém a responsabilidade ficará com o indivíduo que não se dispõe a perdoar. A lição de Jesus ao ser interrogado sobre quantas vezes (Lc 17:3,4). A prática do perdão facilita a aceitação das nossas ofertas perante o altar (Mt 5:23; 18:15-71; %:25). “Perdoe, mesmo que o indivíduo não mereça, mas para que você tenha paz.”

O perdão resulta:
A aceitação da oferta que é levada ao altar depende da nossa convivência com os irmãos (Sl 133). Perdoar resulta em sensação de alívio e de um dever cumprido. O perdão é uma via de mão dupla, ambas as pessoas serão beneficiadas, ou seja, tanto o que perdoa quanto o que recebe o perdão será aliviado. O perdão nos leva de volta a comunhão com Deus, isso resulta em muitos benefícios, promovendo saúde, paz e felicidade.

Irmãos, perdoar é uma necessidade universal, a humildade é o condutor que nos leva a perdoar. Devemos entender que no mundo pecaminoso em que vivemos é impossível viver sem aborrecer e ser aborrecido, ofender e ser ofendido, no entanto devemos perdoar quantas vezes seja necessário. O orgulho, o ódio, a prepotência, a insensibilidade são as únicas coisas que leva o homem a não perdoar. Não deixe que o sentimento de ódio, rancor, ira prevaleça em seu coração, a oração é o melhor caminho para esvaziar os nossos corações do ódio e da ira.

Pr Elis Clementino