terça-feira, 24 de julho de 2012

DÉBORA, MULHER QUE FEZ A DIFERENÇA


ESBOÇO 450
TEMA: DÉBORA, MULHER QUE FEZ A DIFERENÇA
“E Débora, mulher profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo” (Jz 4.4).

Introdução
Nas escrituras existem várias mulheres que se destacaram; Débora cujo nome significa “abelha” era uma delas, além de profeta era juíza e todo Israel subia até ela a juízo (Jz 4.4,5), era uma mulher extremamente comprometida com Deus. Discorreremos nesse assunto sobre essa grande profetisa.

Contexto Histórico
Durante muito tempo o povo de Israel vinha sendo humilhado por Jabim rei de Canaã, nada mais eram as consequencias das suas próprias desobediências, pois eles escolheram seguir seu próprio caminho, mas após 20 anos de sofrimento, os israelitas clamaram ao Senhor e foi ouvido o seu pedido de socorro. Deus enviou uma mulher excepcional “Débora”, uma mediadora e conselheira, para transmitir a Baraque a mensagem de vitória.

Débora uma mulher de visão
Uma mulher de visão espiritual e de grande significado para o povo de Deus, chamada para liderar, dispôs-se a planejar, dirigir e delegar, isso acontece quando uma mulher se entrega nas mãos de Deus para fazer a sua vontade, ela conseguia ver o que Baraque não estava vendo (a vitória do povo), quando uma mulher se torna instrumento de Deus ela faz a diferença em qualquer situação.

Débora uma mulher que faz a diferença
Deus precisa de muitas mulheres com as qualidades de Débora, mas não estamos longe dessa realidade. O Senhor deseja que vocês mulheres façam a diferença, quantas o Senhor quer usar e não encontra lugar, se acomodam, não buscam, não desenvolvem o talento que tem recebido como também os dons dados por Deus. Muitas se julgam incapazes e medrosas, mas Débora era uma mulher determinada nos seus propósitos, e não permitiu ser impedida pelos obstáculos.

Débora encoraja Baraque
Baraque entrou na galeria dos heróis da fé (Hb 11.32), Débora o mandou chamar e disse: “O Senhor Deus de Israel está lhe dando uma ordem” (Jz 4.6b) a respeito do seu enfrentamento contra Sísera “um dos comandantes do exército de Jabim, rei de Canaã, mas para ele era difícil enfrentar Sísera e os seus numerosos inimigos. Baraque necessitava apenas de uma orientação e uma palavra de encorajamento, entretanto, Débora foi o instrumento do Senhor para encorajá-lo. Muitas vezes nos momentos difíceis nós mulheres somos instrumentos de encorajamento, porque somos comprometidas com o Senhor.

Baraque confia em Débora
Ele pede a Débora que o acompanhe para a batalha, muitas vezes alguém confia em nós porque oramos e nos entregamos nas mãos de Deus, ele sabia que Débora estava segura na mensagem de Deus para ele, mas sozinho ele não queria ir, estava confiando mais em Débora do que no exercito, e a convida “Só irei se você for comigo, se você não for eu também não irei” (Jz 4.8).

Débora, mulher vitoriosa
Débora disse a Baraque, eu vou, mas a honra da vitória será minha, pois Deus entregará Sísera nas mãos de uma mulher (Jz 4.9). Deus honrou a sua palavra, o Senhor lhe deu vitória. Sísera foi morto e a vitória foi do povo de Deus.

Considerações finais
Deus quer nos dá vitória em todas as batalhas, nos usando como instrumentos seus, mas devemos acreditar que os nossos inimigos serão derrotados através do jejum e oração. Mulheres; sejamos um instrumento de vitória porque muitas pessoas necessitam de serem encorajadas por nós.

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede dos rubins.” Pv 31.10

“A casa e a fazenda são a herança dos pais; mas do SENHOR vem a mulher prudente.” Pv 19.14

Mírian Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A FAMÍLIA INSTITUÍÇÃO DIVINA

ESBOÇO 449
TEMA: A FAMÍLIA INSTITUIÇÃO DIVINA
“Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos! Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem. Tua esposa, no interior da tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa. Eis como será abençoado o homem que teme ao SENHOR! O SENHOR te abençoe desde Sião, para que vejas a prosperidade de Jerusalém durante os dias de tua vida, vejas os filhos de teus filhos, Paz sobre Israel!” (Salmo 128.1-6)

            Família - a primeira instituição divina. Ela é mais importante que a igreja e o estado. A família tem sido alvo do inimigo “diabo”; ele tenta destruir tudo aquilo que Deus estabeleceu pelo seu poder. Nenhuma outra instituição tem sido mais bombardeada. Quando uma família é degradada, a sociedade enfraquece, resultando numa série de consequências.

A unidade da família
Uma família unida consolida forças; assim, esse grande patrimônio se desenvolve tornando a sociedade mais justa. A família é um presente de Deus, mas isso só será visto por aqueles que compreendem o seu estimável valor.

As consequências de uma família fracassada
Alguns fatores contribuem para os desajustes conjugais. Um ponto crucial e uma gota d’água são faltos de um bom relacionamento; entretanto, o entendimento entre os cônjuges é fundamental para se ter uma família abalizada. Muitas vezes não damos muita importância a essa realidade e desprezamos esses valores, consequentemente paga-se alto preço. Os filhos são os que mais sofrem com os desajustes dos pais. Nas escrituras temos vários exemplos de famílias que tiveram problemas, e estes perduraram gerações (as famílias de Eli e Davi).

Atualmente presenciamos pais separados, filhos desamparados e sem afetos dos pais, sem o amor que lhes é devido. Nota-se a ausência de um ensinamento religioso principalmente no começo da vida; como também o amor ao próximo e á vida. A educação no lar é fundamental para que os filhos tenham uma vida de sucesso. Muitos pais não estão preocupados com isso. “Deus não une um homem e uma mulher para o fracasso, eles fracassam porque não se unem” ELIS (Mc 10.6-9). Muitos medem forças para ver quem é o perdedor; os perdedores sempre serão os mais fracos e indefesos: “os filhos”. Numa família todos os membros estão no mesmo barco. O velho Noé salvou toda sua família sem perder nenhum sequer dos seus filhos, filhas, noras e genros. Faça da mesma maneira nesse mundo cheio de águas da maldade, da falta de amor e repleto de violência; Noé sabia que nada compensava um fracasso.

A família e o plano espiritual
A família deve ser conduzida e ensinada dentro dos padrões da palavra de Deus, servindo de regra para os seus membros. Josué, o sucessor de Moisés reconhecia a necessidade de não somente ele, mas toda sua casa “família” servirem ao Senhor, cujo modelo paternal foi dado por Abraão à sua família, e seguido por Josué (Gn 18.19; Js 24.15). Cada pessoa que constitui uma família deve encaminhá-la de maneira exemplar, para ela não sofrer nenhum dano no plano material e nem espiritual. Os princípios cristãos devem ser mantidos e ensinados aos filhos, de maneira objurgatória do Senhor (Pv 22.6; Pv 29.17; Ef 6.4; 2 Tm 3.15). Os pais são responsáveis por esses princípios fundamentais, se eles forem ignorados a
família está fadada ao fracasso.

            Deus ama você e a família, ela pode ser um instrumento a serviço do Rei Jesus; uma família entregue nas mãos de Deus é capaz de revolucionar com seu exemplo o meio em que vive. Somente a compreensão e o respeito entre marido e mulher conseguem evitar tragédias familiares. Lutemos pelo bem estar das nossas famílias, porque nada compensa o fracasso.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Lembrado o passado...

Amados, ao ver essa foto lembro-me dos momentos inesquecíveis na obra do SENHOR, em 1980 foi aqduirida essa veraneio pelo saudo Pr Isaac Martins Rodrigues (immemorian), Presidente da Igreja, naquela época fui convidado por ele para montarmos um som sobre a vereneio, aceitei o desafio, projetei o som, montei os amplificadores, Pr Josué na carpintaria e Pr Sebastião Paulino na parte das ferragens e depois de pronta seria para realização de CRUZADAS em todo campo de Abreu e Lima -PE, Pr José Flor (Immemorian) na época liderava também a evangelização e juntamente comigo coordenavamos as cruzadas. Um dos pregadores da época era o Pastor José Zito (immorian), cujo trabalho estão registrados na memoria do Eterno Deus, chegamos a dormir nos bancos das igrejas porque não havia lugar nem alojamento e  nem hotel, mais os resultados eram surpreendentes em cada lugar onde realizavamos as cruzadas se entregavam para Cristo 100,200,300 pessoas. Outras pessoas foram sendo agregadas nesse movimento: Dc Henrique Cezar, entre outros. Dos fundadores desse projeto ainda vivem Pr Josué Balbino, Pr Sebastião Balbino e a minha pessoa Pr Elis Clementino para contarmos essa tão brilhante história. Sei que os galardões estão preparados para nós na glória eterna. Vale apena lembra...
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
1 Coríntios 15:58
 
"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. "1 Coríntios 15:58
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
1 Coríntios 15:58

Pr Elis Clementino

terça-feira, 10 de julho de 2012

A MAIOR OFERTA


ESBOÇO 448
TAMA: A MAIOR OFERTA
“Viu também uma viúva pobre lançar ali duas pequenas moedas” Lc 21.2

O ser humano sempre está voltado para as coisas apreciáveis, aquelas que causam impressão pelo seu volume ou tamanho, mediante isso o individuo tem um sentimento que somente as coisas volumosas surtem efeitos, entretanto elas podem não trazer efeito algum, mas impressiona pela forma como ela é apresentada. Isso é muito natural nos nossos dias, às vezes as pequenas e simples são mais importantes, enquanto as vultáveis nem sempre representa o que é real, e devido a isso as coisas consideráveis pequenas são desprezadas.

Não desprezeis as coisas pequenas
As coisas pequenas muitas vezes nos surpreendem, em certas ocasiões subestimamos porque ela não tem aquela aparência que chame atenção, podemos ver essa realidade em vitrines de algumas lojas, ficamos impressionamos pelo markting dos produtos, mas finalmente o conteúdo deixa a desejar. Não devemos avaliar e valorizar tudo pela aparência, cuidado! Porque as coisas simples nos surpreendem. “Os pequenos investimentos podem se tornarem em grandes empreendimentos”.

Um fato que nos chama atenção é a respeito da reconstrução do novo templo no lugar do que fora construído por Salomão. Na quinta visão do profeta Zacarias, o anjo lhe mostra o valor das coisas pequenas, só havia escombros do antigo templo, Zorobabel foi encorajado para reconstruí-lo. A nova construção do templo seria menor que o construído por Salomão, mas que ninguém deveria ficar desanimado, mas que era da vontade de Deus e ninguém deveria desprezar “Quem despreza o dia das coisas pequenas?” (Zc 4.10). Para o Senhor o importante não seria o tamanho do novo templo, o profeta Ageu lembra o passado triste da destruição do grande templo e mostrava que a glória da segunda casa seria maior que a da primeira, não devemos ficar impressionado com as coisas grandes e apreciáveis, como que somente elas fossem importantes. Atualmente muitos têm essa mesma visão.

Alguns discípulos de Jesus Cristo tinham a impressão que seria mais importante os lugares de destaque, ser o maioral entre eles e posição no céu, no entanto Jesus mostrou-lhes que nada daquilo seria tão importante (Mt 20.20-23). Na visão de Paulo não devemos ambicionar as coisas vultosas, mas atentar também para as humildes “Não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos as humildes” (Rm 12.16). A ambição pelas coisas leva o individuo a depreciar os pequenos começos.

Muitas pessoas talvez pudessem ficar impressionadas com a atitude daqueles ricos que depositavam as suas volumosas ofertas no gazofilácio fazendo questão que os olhares se voltassem para o barulho ou tinindo das pratinhas umas as outras chamando a atenção de todos, eles davam o que lhes sobravam, outros davam grandes quantias mostrando que eram os maiores ofertantes capazes de impressionar os seus líderes espirituais. Jesus nunca se impressionou com essas atitudes, “nem mesmo com a bela oração do fariseu” (Lc 18.9-14). Ele Julgou importante a oferta daquela pobre viúva não pela quantia que ela havia depositado, mas pelo que lhe havia restadonada”, ela deu tudo quanto tinha, e nesse desprendimento deu mais que todos. Porquanto ela teve uma atitude de voluntariedade, caridade, amor e comprometimento com Deus (Lc 21.1-4). Aquela viúva certamente entendia que Deus cuidaria do seu sustento, “muitas vezes damos pouco e ruim pensando que estamos dando muito e bom”, esperando receber muito mais do que damos, Deus não se engana com esse tipo de oferta. Quando abrimos o nosso coração para ofertar ao Senhor, lhe entregamos de coração, e aquilo que fazemos de coração não há reservas, mesmo que não tenha tanto para dar, o mínimo sendo de coração é tudo para Ele.

A falta de desprendimento, não permite que se dêem ao Senhor aquilo que ele merece, a nossa visão está mais focada em receber do que dá, os discípulos de Jesus demonstraram essa preocupação mais em receber do que dá, pensavam apenas no que haviam de receber (se te servimos aqui o que receberemos), comer, vestir e calçar, no entanto o Mestre deu-lhes uma grande lição, mostrando-lhes que não deviam estar preocupados com essas coisas. Os desprendimentos das coisas materiais nos levam a servir melhor a Deus (Mt 6.25-34). Jesus sabia que eles necessitavam de tudo aquilo, mas que eles não deviam achar que fosse o tudo.

O nosso dinheiro não é a garantia de sermos aprovados por Deus, o que fazemos para impressionar as pessoas e até pensando em impressionar a Deus estamos enganados, Ele está atento aos mínimos detalhes daquilo que fazemos. As nossas ações e atitudes são observadas e recompensadas da maneira dele e quando vir em nós humildade de coração. Jamais toque alarido para chamar a atenção das pessoas para aquilo que você oferta para a obra de Deus, isso não será importante para Deus.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma -PE

terça-feira, 3 de julho de 2012

DIZIMOS E OFERTAS

ESBOÇO 447
TEMA: DIZIMOS E OFERTAS
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança” Ml 3:10.

A doutrina dos dízimos e das ofertas é importante para todos que servem e adoram a Deus, reconhecendo que ele é dono de tudo, e todas as boas dádivas provêm Dele (Gn 14:19). Após Abraão ser abençoado por Melquisedeque deu-lhe   o dízimo de tudo (Gn 14:20b).

Significado
(a) No hebraico a palavra Asar significa (10) décima parte, com o sentido de dízimo aparece por sete vezes; Maaser (décima parte) palavra usada por 32 vezes nas escrituras. No novo testamento é citada por três formas; Dekátóo, apodekatoo, e dekate que significam a décima parte.
b) É a décima parte daquilo que recebemos como produto do nosso trabalho. 
c) A décima parte podiam ser o produto animal ou produtos agrícolas que eram oferecidos ao Senhor; essa prática certamente foi passada de pais para filhos. Mesmo antes da lei, já verificamos que o dízimo era praticado (Gn 4:3,4; Gn 14:20; Lv 27:30).

Na lei mosaica os israelitas tinham obrigações de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (Lv 27:30-32; Nr 18:21,26; Dt 14:22-29).

Finalidade
A décima parte passou a ser usada dentro do sistema de sacrifício, como parte do culto prestado a Deus, para o sustento dos sacerdotes levíticos; e, provavelmente esses fundos também eram usados para ajudar os pobres em suas necessidades.
a) Os dízimos também eram usados para cobrir as despesas do culto e a manutenção dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos dado por ele na terra prometida.
b) É a parte que restituímos (entregamos, devolvemos) ao Senhor, porque dele recebemos tudo que possuímos (Gn 28:22b).

Exigência divina
a) Traga todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento em minha casa Ml 3:10a
b) Fazei prova de mim Ml 3:10b

Roubará o homem a Deus?
O não cumprimento desse mandamento era considerado um furto ao próprio Deus. O profeta considera o não cumprimento de esse mandamento roubar a Deus, porque eles deixaram de lhe trazer os dízimos (a décima parte do que ganhavam) e as ofertas alçadas, mesmo sabendo que era exigido na lei de Moises e por essa razão Deus os alertava quanto às maldições sobre os que egocentricamente recusavam contribuir (Ml 3:8); Os israelitas foram agressivos ao Senhor (Ml 3:13). Eles diziam inútil é servir a Deus, pensavam que a adoração externa era suficiente para merecer a bênção de Deus, alegavam também que não valia a pena (Ml 3:14); Os fariseus pensavam a mesma coisa, que pelo fato de dizimarem seriam isentos das demais faltas (Mt 23:23).

As decorrências dessa desobediência
1. No livro do profeta Joel entende que a desobediência a Deus pode trazer terríveis conseqüências, isso significa uma alerta para nós crentes em todo o mundo (Jo 1:1-20).
2. As maldições trariam uma série de consequências para os israelitas, como: O devorador para destruir a lavoura e tudo quanto eles tinham, prejuízos como endividamento, impossibilidade de saldar seus débitos (Ag 1:6,7), porque as bênçãos de Deus dependeriam da sua fidelidade a Ele, como é a nossa também (Ml 3:10,11).

Deus, o autor das bênçãos.
1. Ele é quem abre as janelas do céu (Ml 3:10c).
2. Repreenderá o devorador para que não consuma o fruto da terra (Ml 3:11).
3. E todas as nações te chamarão bem-aventurada; porque serás uma terra deleitosa. (Ml 3:12). Essas promessas ao povo de Deus estendem-se a nós também.

Como crentes que somos, devemos ter muito cuidado para que não percamos as bênçãos de Deus em nossas vidas; as nossas ofertas e dízimos são para o mantimento na casa de Deus. No ano 520, o profeta Ageu no seu livro teve o propósito de repreender, exortar a Zorobabel e Josué o sumo sacerdote a mobilizarem o povo para a reedificação do templo e reordenar para que o povo priorizasse a obra. Em nossos dias devemos fazer o mesmo, nos mobilizar para que a obra seja feita com os nossos esforços e assim veremos as mãos de Deus nos abençoar.

“E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará;e o que semeia com fartura com abundancia ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria.” (II Cor. 9.6-7)

Pr Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil