segunda-feira, 30 de setembro de 2019

ESBOÇO 947 AS OPORTUNIDADES.


ESBOÇO 947
TEMA: AS OPORTUNIDADES.
TEXTO: ECLESIASTES 3:1; EÉSISOS 5:16

Dentro do fator tempo estão às oportunidades, tanto um quanto o outro passam, há tempo e modo para todo propósito debaixo do céu (Ec 3:1), mesmo sendo na esfera do universo ou aqui no mundo em que vivemos. No que concerne ao homem tanto as coisas do cotidiano quanto as relacionadas à eternidade tem o seu tempo e modo, pois as oportunidades são facultadas a todos os homens durante a sua existência, tanto para realizar, quanto receber.

I. O homem e as oportunidades
Desde o princípio, o homem tem as grandes oportunidades para construir e fazer as suas escolhas, certas ou erradas, mas todos hão de fazê-las. Adão foi-lhe facultada à oportunidade de escolher e decidir em ambos os aspectos na vida, social e espiritual.

Algumas ações consideráveis:
1. Faça as suas escolhas, ninguém pode escolher por você.
2. Fazer investimento (Mt 25:26,27);
3. Prestar serviços, tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento. (Ec 9:10; Mt 23:11);
4. Escolher o seu destino espiritual (Dt 30:15; Jr 21:8; Mt 3:13-14);
5. Decidir seguir a Cristo (Jo 6:68,69);
6. Arrepender-se (Jr 8:20);
7. Ser seu discípulo (Lc 9:23-26);
8. Preparar-se espiritualmente (Mt 25:10).

II. A responsabilidade é pessoal
O homem é responsável pelas perdas de oportunidades sejam quais forem os fins, a responsabilidade é exclusivamente dele, além disso, ele não deve transferir a terceiros, ou seja, não culpe ninguém quando suas escolhas forem erradas e nem o seus fracassos. “É que na vida é mais fácil culpar alguém por uma frustração do que buscar uma solução.” Thayná Pençonha; “É fácil culpar alguém por uma decepção, difícil é reconhecer que a escolha foi sua.” Vilany Campos

III. Serviço cristão
Se escolhermos serviço cristão, saiba, porém, que esse serviço deve ser exercido de maneira espontânea (Mt 9:37; Jo 4:35; At 16:9) empregando parte do seu tempo na obra de Deus aproveitando o máximo que poder (Ec 9:10), contudo esse tempo deve ser empregado com sabedoria para que não prejudique ou comprometa a manutenção da sua família (At 18:3; 2 Ts 3:7-8; Pv 31:27). Há pessoas que servem a Deus sem se preocuparem com o seu futuro e nem o da sua família (I Tm 5:8). Viver do evangelho só se tiver uma chamada específica que possa ter seu sustento, pois todos devem saber que o tempo não espera por ninguém, o tempo de fazer passa, essa é uma realidade a todos debaixo do céu.

A nossa vida devocional com Deus leva em conta o tempo que aplicado, o cristão não deve esquecer dessa parte que é de extrema importância para a sua vida espiritual. O tempo que empregamos na obra de Deus deve ser com entendimento para que não prejudique o seu emprego, o que mantém a sua família. Eu conheço pessoas que largaram o emprego para aplicar o seu tempo na obra da evangelização, no entanto ele sacrificou a família, não foi isso que Paulo recomendou, ele mesmo deu exemplo de uma vida de trabalho muitas vezes duro, precisamos entender essa realidade, embora seja difícil de convencer alguém nesse ponto de vista (At 20:34). Trabalhando podemos ajudar outras pessoas e a obra de Deus, levemos em consideração isso.

Pr. Elis Clementino

ESBOÇO 947 OS MAIORES MANDAMENTOS.


ESBOÇO 946
TEMA: OS MAIORES MANDAMENTOS.
TEXTO: MARCOS 12:28-33

Os dois mandamentos citados por Jesus são paráfrases dos escritos antigos para torná-los mais inteligível, ou seja, acessível. Muitos estudiosos e doutores da lei daquela época procuravam cumprir a risca toda a lei mosaica, portanto de alguma maneira eles procuravam encontrar falhas nas pessoas para condená-las e julgá-las conforme a lei, essa estratégia eles usaram para encontrar em Jesus algumas contradições nos seus discursos. No texto que destacamos quando um perito da lei fez a ele perguntas interessantes.

Qual o maior mandamento?
Um dos mestres da lei, vendo Jesus ser interrogado e dando respostas precisas aproximou-se e lhe fez essa pergunta: “De todos os mandamentos, qual é o mais importante?” De maneira coletiva chamando a atenção de todos Jesus respondeu dizendo: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes (Mc 12:30,31)

Amar o próximo
O amor ao próximo é a maior prova de quem ama a Deus, na lei de Moisés incluía o amor ao próximo, à ordem divina era cuidar do próximo, mesmo que fossem; pobres, estrangeiros e viúvas (Lv 19:9-10; 23:22), contra esse mandamento não há lei. Amar ao próximo é extensivo a todos, tanto aos amigos quanto inimigos, todos estão incluídos na lei do amor (Ex 23:4,5; Pv 25:21). Jesus ensinou que devemos amar os nossos inimigos (Mt 5:44), se os nossos inimigos caírem não devemos nos gloriar (Pv 24:17), pois fazer o bem sem olhar a quem é mais que um princípio cristão. A aplicação da lei do amor é uma necessidade universal, o amor é à base de todo bem, quando pomos em prática estamos provando que amamos a Deus (I Jo 3:17; 4:3,20). Certo conhecedor da lei perguntou a Jesus: o que devo fazer para entrar na vida eterna? Jesus perguntou-lhe: você conhece os mandamentos, ele respondeu conheço, Jesus pergunta: e como você a lê? E tentando se justificar perguntou a Jesus, quem é o próximo? (Lc 10:26-36).

Parábola do amor
Com muita sabedoria Jesus apresentou uma parábola para mostrar-lhe quem seria o próximo dizendo: Descia de Jerusalém para Jericó um pobre Judeu que caiu nas mãos dos salteadores, e este ficou quase morto, mas no momento passando pelo mesmo caminho um sacerdote viu o pobre homem e nada fez, logo após passou também um levita e fez o mesmo, embora tivessem sidos constituídos por Deus para cuidar do templo, das pessoas e dos louvores a Deus. Após passarem eles, também se aproximou um viajante, e este era samaritano, ele também poderia fazer o mesmo, até porque pela rivalidade religiosa ele poderia recusar e ir embora, por isso Jesus usou a figura desse samaritano, mas fez exatamente os que o sacerdote e o Levita não fizeram, ele cuidou do homem passando azeite nas suas feridas e colocando-o em sua cavalgadura o levou para ser cuidado em uma estalagem pagando uma primeira quantia e de volta se necessário pagaria o restante, esse homem priorizou a vida dando prova do amor ao próximo.

O amor ao próximo é enfatizado em todas as escrituras. O apóstolo Paulo foi muito mais adiante com o que escreveu na sua carta à igreja de Coríntios (I Co 13:1-7). É importante que o amor ao próximo seja posto em prática por todas as pessoas sem depender de religiosidade, mais precisamente os cristãos que ultimamente tem dado péssimo exemplo nesse ponto de vista, isso o que acontece, o que vimos é o esfriamento do amor (Mt 24:12). Uma das maiores frases de Jesus Cristo foi: “Ame o próximo, como a ti mesmo”. Se você não se ama, jamais amará alguém.

Saiba que o amor ao próximo não conhece fronteiras ideológicas e religiosas, faça como fez o samaritano.

Pr. Elis Clementino