sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

ESBOÇO 1468 * ASSUNTO: SEMEADO E COLHENDO.

 

ESBOÇO 1468 *
ASSUNTO: SEMEADO E COLHENDO.
TEXTO: PROVÉBIOS 14:14
 
Introdução:
Neste esboço, abordei uma verdade espiritual que atravessa as páginas das Escrituras e reflete diretamente em nossas vidas: a lei da semeadura e da colheita. Este princípio infalível ensina que tudo o que faz, seja bom ou mau, gera consequências inevitáveis. Assim como no campo, onde a qualidade da semente determina o tipo de fruto, nossas ações, pensamentos e escolhas são sementes que plantamos ao longo da vida e suas colheremos seus frutos. Por meio deste estudo, veremos como a Bíblia nos alerta sobre os frutos de nossas atitudes, os resultados inevitáveis ​​das sementes que plantamos e a importância de cultivarmos frutos de justiça e estabilidade. Meu objetivo é que esta reflexão nos leve a semear com sabedoria, para ter uma boa colheita que glorifique a Deus.
 
I. Frutos do coração.
Aquele que se desvia no coração e semeia o que é mau aos olhos do Senhor, os frutos dos seus caminhos, dos seus pecados, se satisfará das suas próprias ações (Pv 14:14; Jr 17:10). Muitos sofrimentos na vida do ser humano são causados pelo pecado, esse era o pensamento equivocado de Elifaz, um dos amigos de Jó, quando foi ter com ele, culpando-o de tudo o que estava ocorrendo com ele (Jó 4:8). Ele também disse que do pó não nasceria aquela aflição, ou seja, que havia razão para aquela aflição (Jó 5:6).
 
Ainda hoje, muitas pessoas religiosas têm em mente que os sofrimentos que um indivíduo está sofrendo são motivados pelo seu pecado e falta de fé em Deus. Não podemos afirmar isso de maneira leviana e sem responsabilidade, embora sabemos que o pecado universalmente trouxe dores e aflições para toda humanidade, pois todos pecaram e de modo geral os sofrimentos advêm dele (Lm 3:39; Rm 3:23-26), porém, individualmente não podemos afirmar que certos sofrimentos são causados pela desobediência ou pecado. Os discípulos fizeram uma pergunta interessante sobre um homem cego de nascença e Jesus deu-lhes a resposta de que precisavam (Jo 9:2-3).
 
II. Os resultados das sementes que plantamos.
Necessariamente precisamos saber o que plantamos no passado e o que estamos plantando hoje para colher amanhã. “Semear é opcional, mas colher é obrigatório”. Se semearmos, colhemos, se não semearmos também colhemos, é a infalível lei da semeadura. “Tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7). Esse tipo de colheita está relacionado aos nossos atos, o que fazemos se errado ou certo colheremos, todos são avisados de que Deus restituirá a cada um segundo as suas obras até no seu julgamento (Jó 34:11; Jr 17:10; Rm 2:6). A justiça divina não falha.
 
III. Exemplificando.
As nossas atitudes podem resultar em um retorno imediato, ou seja, alguém pode fazer algo mau para com alguém ou a Deus e não ser cobrado do modo que gostaríamos que lhe fosse cobrado, a justiça imediata, em outros casos a cobrança vem logo após. Adoni-Bezeque foi um rei cananeu que subjugou setenta reis dos que estavam ao seu redor, cortando-lhes os polegares das mãos e dos pés, humilhando-os até comerem das migalhas que caiam da sua mesa, porém, não sabia ele que seria julgado da mesma maneira. Os exércitos de Judá e Simeão cortaram-lhes também os dedos das mãos e dos seus pés, assim como ele tratou seus inimigos, assim fizeram com ele (Js 1:5-7).
 
IV. Semeando fruto de justiça.
Jesus nos ensinou que devemos praticar as obras de justiça para que todos vejam e glorifiquem ao Pai (Mt 5:16; 6:1). Temos a obrigação de produzir e semear fruto de justiça que provém do fruto do Espírito (Gl 5:22-23).

Conclusão:
A lei da semeadura e colheita é um princípio espiritual que não pode ser ignorado. Tudo o que fazemos, intencionalmente ou não, gera frutos que mais cedo ou mais tarde colheremos. Deus é justo em todas as Suas ações e julgará a cada um conforme as obras. Portanto, devemos refletir seriamente sobre as sensações que estamos plantando hoje. Se plantarmos maldade, egoísmo ou pecado, certamente colheremos frutos amargos. Mas, se semearmos paciência, justiça e obediência, colheremos bons frutos. Que sejamos motivados a viver como semeadores do bem, sem desistir de fazer o que é correto, mesmo em meio às dificuldades. Pois, no tempo certo, se não desanimarmos, colheremos os frutos maravilhosos que Deus reservou para aqueles que são fiéis (Gálatas 6:9). Que cada um de nós escolha semear com sabedoria, para que a nossa colheita glorifique ao Senhor.

Pr. Elis Clementino.

ESBOÇO 1467 * ASSUNTO: O PODER DE JESUS.

 

ESBOÇO 1467 *
ASSUNTO: O PODER DE JESUS.
TEXTO: “Toda a autoridade me foi dada nos céus e na terra...” MATEUS 28:18.
 
Introdução:
O poder de Jesus é um tema recorrente na Bíblia, seus milagres demonstraram o seu poder sobre todas as coisas, tanto nos céus quanto na terra. Muitos milagres, foram vistos por todos que lhes acompanhavam, eles também foram realizados pelos discípulos e posteriormente pelos apóstolos e atualmente por muitos cristãos. Discorrerei sobre os seus atributos, o seu poder sobre a natureza, sobre os demônios, sobre as doenças e a morte.
 
I.                 CONTEXTO.
Após a ressureição de Jesus, ele foi para a Galileia como havia dito o anjo, lá ele encontrou seus discípulos que o adoraram, outros duvidaram, porém Jesus disse-lhes: “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É me dado todo o poder no céu e na terra.”
 
II.                ATRIBUTOS DE JESUS.
Ao falar nesse assunto, precisamos apenas citar sobre os atributos de Cristo, Divindade, Amor, santidade, humildade misericórdia e compaixão Justiça Sabedoria, poder, obediência e perdão. Esses atributos são centrais para a fé cristã e refletem a natureza divina e humana de Jesus. Esses atributos marcaram o seu ministério.
 
III.              AS DUAS NATUREZAS DE JESUS.
·        Humana, essa natureza o fez sentir as necessidades dos homens.
·        Divina, essa natureza era vista pelos homens através das revelações sobrenaturais.
 
IV.              O PODER DE JESUS SOBRE A NATUREZA.
Durante o seu ministério, Jesus revelou o seu poder de diversas maneiras e em muitas ocasiões, como:
·        Jesus na criação do mundo, por essa razão ele exerce o poder sobre todas as coisas (Cl 1:16-17).
·        A tempestade no mar (Lc 8:23-27).
·        Mediante a pesca maravilhosa (Lc 4:38-39).
·        Jesus anda sobre o mar (Mt 14:23-2; Jo 6:17-21).
·        Jesus fez a figueira secar para dar uma lição de fé aos discípulos (Mt 21:18-21).
·        A multiplicação dos pães (Lc 9:10-17; Jo 6:5-14).
·        Transformou água em vinho (Jo 2:1-12).
 
V.               O PODER DE JESUS SOBRE OS DEMÔNIOS.
·        O endemoniado de Gadára (Mc 5: 1-20; Lc 8:26-30).
·        Um homem possesso de demônios (Lc 4:31-36).
·        Jesus repreendeu o diabo (Mt 4:10).
·        Atualmente, os espíritos maus estão atuando de todas as formas para combater a palavra de Deus (2 Co 11:14,15; I Tm 4:1-2).
 
VI.              O PODER DE JESUS SOBRE AS DOENÇAS.
·        A mulher do fluxo de sangue (Lc 8:40-56).
·        A mulher de Tiro e Sidon (Mt 15:21-28).
·        O cego de nascença (Jo 9:1-10,21).
·        A cura da filha de Jairo (Mt 5:28-29).
·        O paralitico de Betesda (Jo 5:1-18).
·        E muitos enfermos (Mt 7:21; 4:23).
 
VII.            O PODER DE CRISTO SOBRE A MORTE.
·        O filho da viúva de Naim (Lc 7:11-17).
·        A filha de Jairo (Jo 8:40-56).
·        Lazaro de Betânia, o amigo de Jesus (Jo 11:1-29).
 
Conclusão:
Jesus falou aos discípulos que eles fariam obras maiores (Jo 14:12). Na verdade, se nós nos dispusermos a nos entregar totalmente ao Senhor, faremos obras maiores, mesmo assim ele, pela sua misericórdia, tem feito milagres através dos seus obreiros, como fizera com os apóstolos (At 14:8-10; 16:16-18). Amados, precisamos viver milagres como antes, no século XX, vivíamos uma vida de milagres, eu sou testemunha, por que hoje está escasso? Jesus mudou, não! Ele é o mesmo (Hb 13:8), porém, nós mudamos e precisamos reaver esses valores para que muitos milagres sejam feitos através das nossas mãos.
 
Pr. Elis Clementino.