terça-feira, 25 de junho de 2013

SENTIMENTO DE IGUALDADE MÓRBIDO


ESBOÇO 498
TEMA: SENTIMENTO DE IGUALDADE MÓRBIDO
“E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados norte. Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao altíssimo” (Is 14.13,14) 

Cada pessoa é chamada para desempenhar um propósito. Quem é soldado será honrado como soldado, quem é rei será como rei, quem é sacerdote será reconhecido como sacerdote. Porém, um soldado não poderá ser honrado como rei, e muito menos como um sacerdote, cada um receberá a honra de sua posição. O ciúme e a inveja e fazem com que esses valores não sejam reconhecidos por muitas pessoas. Assim se constitui uma indisciplina. O desejo de igualdade foi a causa da queda de Lúcifer. Esse anseio tem levado muitas pessoas à desventura. O indivíduo que tem esse sentimento geralmente complica a própria vida e a dos outros. A pessoa é capaz de fazer qualquer coisa para alcançar o mesmo sucesso que as demais.

Lúcifer e o sentimento de igualdade
O sentimento de igualdade leva à cupidez, ou seja, à ambição, à cobiça e aos questionamentos para ser igual à àqueles que estão na liderança, esse tipo de gente nunca se satisfaz ou se contenta com o que tem. Satanás era rodeado de privilégios, mas isso só não lhe bastava, queria mais, “subirei acima das estrelas e serei semelhante ao altíssimo” (Is 14.12-14). “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor”. (Ez 28.17). O orgulho leva o indivíduo a ter um sentimento de igualdade. Com esse sentimento Lúcifer não somente agravou a si, mas a terça parte dos anjos e a humanidade inteira (Ap 12.3-4)

O sentimento de igualdade conduz ao desrespeito
Devemos levar em consideração que não existe igualdade sem respeito, quando isso acontece é porque não reconhecemos os nossos limites. Mirian e Arão queriam ter as mesmas primazias de Moisés (Nr 12.2-8); Os filhos de Coré se rebelaram contra Moisés e Arão; o sentimento de Coré era ter a mesma liderança que tinham os dois irmãos (Nr 16.3-5); O rei Saul teve esse sentimento de igualdade, quis ser sacerdote, por não esperar que Samuel oferecesse o sacrifício (I Sm 13.8-10); Abisalão queria usurpar o trono do próprio pai (2 Sm 15.1-11); O rei Uzias havendo-se já fortificado exaltou-se o seu coração e quis ser sacerdote, entrou no santuário e quis oferecer incenso (II Cr 26.16-20); Simão, “o mágico”, queria comprar o poder do Espírito Santo que havia em Pedro (At 8.18-20); Os filhos de Ceva queriam ter a mesma autoridade de Paulo para expulsar demônios (At 19.13-15). As pessoas que são chamadas por Deus, para exercer uma função ministerial, não galgam essa posição através de dinheiro, mas por misericórdia e soberana vontade de Deus (Rm 9.14-17) da mesma maneira, os dons ministeriais (Ef 4.11).

O sentimento de igualdade é um engano
O sentimento de igualdade mórbido é perigoso porque leva o sujeito ao engano. Não me refiro aqui ao sentimento de igualdade do que falam Pedro e Paulo sobre os membros da igreja de Cristo, o que estes pregam é um sentimento de amor ao próximo, fraternidade e união (I Pe 3.8,9), e não de interesses pessoais como aconteceu na igreja de Corinto, cada um puxava a autoridade daqueles que eles queriam como seu líder (I Co 1.10-13). O sentimento de igualdade leva o homem a ter uma autoridade artificial, por isso Paulo disse: fui eu crucificado por vós? Ou fostes vós batizados em nome de Paulo? (I Co 1.13).

As consequências
Quando a pessoa entra pelo caminho do sentimento de igualdade, ela acha que todos são iguais a si, ou seja, não reconhecendo aqueles que estão em posição de autoridade sobre o outro; entretanto, as consequências virão, como citamos anteriormente. Os filhos de Coré tiveram as suas consequências (Nr 16.31-33); Mirian ficou leprosa (Nr 12.9-10); O rei Saul, perdeu o reinado (I Sm 13.13,14); Absalão recebeu a recompensa pelo que fez com seu pai (2 Sm 18.9); O rei Uzias, morreu leproso (2 Cr 26.21); Os filhos de Ceva “os exorcistas” levaram uma surra (At 19.16); Simão “o mágico” custou-lhe uma repreensão de Pedro (At 8.20-22)

Pessoas que não tiveram sentimento de igualdade
Existem algumas personagens nas Escrituras que não foram levados por esse sentimento, mas reconhecem as suas funções. Moisés não teve sentimento de igualdade quando informaram a ele que Eldade e Medade profetizam no arraial (Nr 11.25-29); Davi, sabendo que fora escolhido para ser rei, esperou o seu tempo reconhecendo a autoridade de Saul que reinava. Deus tinha dado duas vezes a vida de Saul nas mãos de Davi, mas ele se achou indigno de matar Saul, seu rei, ainda chamando-o de senhor (I Sm 24.4-6; 26.8-11); Jesus não teve o sentimento de ser igual a Deus, embora sendo Deus, mas tomando forma de servo se humilhou (Fp 2.5-8).

            O sentimento de igualdade mórbido “doentio” é desaprovado por Deus, porque desrespeita as autoridades e leva o indivíduo a criar caminhos e gerar consequências para si próprio. O exemplo de Lúcifer deixa claro isso: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (I Pe 5.5b). Devemos entender e respeitar a posição e a autoridade daqueles que são constituídos por Deus, mas tomar como exemplo aquelas pessoas que não tiveram sentimento de igualdade doentio. Reconhecer que o soldado é honrado como soldado, um rei será honrado como rei, um sacerdote terá a honra de um sacerdote, mas cada um fique na vocação em que foi chamado.

Pr. Elis Clementino - Itapissuma-PE

sexta-feira, 21 de junho de 2013

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

A UNIÃO CRISTÃ



ESBOÇO 497
TEMA: A UNIÃO CRISTÃ
“Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” Sl 133.1

            União é um mandamento divino, ponto de partida o crescimento do povo de Deus e para o desenvolvimento saudável de uma sociedade. O salmo 133 é parte da poesia hebraica, cuja mensagem incentivava o povo a manter a união diante da expansão e crescimento de Israel e para nós, os cristãos, é uma advertência divina em que todos são convocados a viverem em união. Esse também foi o desejo de Jesus na sua oração sacerdotal (Jo 17.11).

União, um mandamento divino.
Ao lermos as instruções divinas sobre o tabernáculo, vemos o que o Senhor disse a Moises: “Farás também cinquenta colchetes de ouro, e ajuntarás com estes colchetes as cortinas uma com a outra, e será um tabernáculo” (Ex 26.6). Pois o tabernáculo somente funcionaria quando todas as cortinas estivessem unidas umas às outras (Ex 26.3). Juntar as cortinas com os colchetes significa unir.

União um desejo de Cristo
De uma maneira muito simples, Jesus revelou em sua oração o seu principal desejo: a unidade entre os discípulos, estendendo-se a nós também (Jo 17.23). Essa oração foi confirmada por Paulo na sua carta aos efésios (Ef 4.4-6), porque ele tinha ciência de que a unidade fortalecia a igreja. Melhor entendemos quando lemos em At 4.32. Isso significa que no meio do povo de Deus as coisas só funcionam bem se estiverem em um mesmo espírito, ou seja, se houver unidade (I Co 6.17).

A união da Igreja
È impossível se constituir povo de Deus sem união. A igreja é o corpo de Cristo (I Co 12.12); sem essa unidade torna-se impossível realizar a obra de Deus (Lc 11.17). O segredo do crescimento da igreja primitiva era a unidade (At 2.44-47), mas para isso a igreja precisava estar em um só pensamento (I Co 1.10), e procurar manter esse elo (I Co 1.12,13). Não deve haver divisão de pensamento, pois isso atrapalha a obra de Deus (2 Co 10.5; Fp 4.8; Hb 7.24,25). Para o apóstolo Paulo, o seu prazer ou gozo somente seria completo se a igreja estivesse unida (Fp 2.2; Rm 15.5). Cada crente em particular é um membro do corpo de Cristo, e este não pode estar em desarmonia (I Co 12.20); e nesse corpo todos são importantes, até mesmo os mais fracos (I Co 12.13). Na unidade quando um é honrado, todos são também, se um padece, todos padecem também (I Co 12.26).

Resultado da união
O salmo ilustra algo que era muito preciso para os sacerdotes, “a unção com o óleo” (Sl 133.2). Para ele a união era como unção derramada sobre a cabeça dos sacerdotes, que descia sobre a barba e a orla das suas vestes. O sacerdote ainda hoje é a figura da união. A união traz bênção e vida, e orvalho; e rega e dá a existência (Sl 133.3; 63.1) e congrega o povo (Ed 3.1,3,4). Finalmente, a união na igreja resulta em força (I Co 12.8; 12.17ª; Ec 4.12), força essa promovida pelo Espírito do Senhor (I Cr 12.18). O resultado é crescimento, esse é o propósito de Deus (Ef 4.15; 4.13).

            Que a unidade seja o desejo intenso dos nossos corações no meio do povo de Deus. Esse é o desejo dele para com o seu povo. A união deve estar presente em nós não somente de lábios; o salmo 133 enfatiza a unidade do povo de Deus em todos os momentos, porque assim o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre (Sl 133.3).

Pr Elis Clementino – Itapissuma - Pe

sexta-feira, 14 de junho de 2013

ESBOÇO PARA CASAIS




ESBOÇO
TEMA: PARA CASAIS
Por isso, deixará o homem a seu pai e a sua mãe e unir-se-á a sua mulher”. “Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem”. (Mc 10.7,9).

O casamento foi a primeira e mais antiga instituição humana, Deus o instituiu com a finalidade de promover o bem estar do homem e da mulher, e através dessa união povoar a terra. O casamento é a união durável entre duas pessoas de sexos diferentes; os cônjuges devem se habilitar com legitimação religiosa e civil.  Entendemos que após a nossa edificação espiritual, o casamento é a mais importante de todas as edificações, e isso já se constitui o motivo para que cuidemos dele. Mas para isso são necessários alguns requisitos importantes, são eles: relacionamento, conhecimento dos problemas, desempenho na relação sexual e compreensão das necessidades do outro.

Relacionamento
Quando ponderamos sobre relacionamento compreendemos que há um vasto campo há ser explorado, mas é importante saber que há dois tipos de relacionamentos consideráveis, são eles: o intrapessoal e o interpessoal. Eu digo que quando as pessoas não vão bem consigo mesmas, jamais poderão ir bem com as outras. Sabemos que existem inúmeros fatores que contribuem para o mau relacionamento entre marido e mulher. Esses têm sido objeto de estudo com a finalidade de melhorar a vida a dois.

“Olhe para a pessoa que está do seu lado e diga: você é a pessoa mais importante da minha vida”.

Essas palavras devem ser sempre ditas ao seu cônjuge, porque o bom relacionamento é importante para uma vida conjugal saudável e próspera, ou seja, não há felicidade entre os cônjuges quando não há um bom relacionamento. Cada pessoa sente a necessidade de ser ouvida, isso é comum entre elas. Quando alguém, especialmente o nosso cônjuge, não nos escuta com os ouvidos e nem com o coração, sentimo-nos mal-amados e, involuntariamente nos distanciamos dele. Os seguintes pontos, quando não observados na comunicação, indicam que a vida conjugal não vai bem e está em crise: (1) Os cônjuges não devem negar-se a dialogar sobre as dificuldades do casamento; (2) Eles devem ser atenciosos e não responder até que a outra pessoa tenha acabado de falar (Pv 18:13; Tg 1:19); (3) Seja tardio para falar, pense antes. Não seja apressado. Fale de tal forma que a outra pessoa compreenda e aceite o que você está dizendo (Pv 15:23,28; 21:23; 29:20; Tg 1:19); (4) Fale sempre a verdade, mas faça-o em amor; (5) Não exagere (Ef 4:15; Col 3:9); (6) Jamais use o silêncio para frustrar o companheiro (a), mas explique o motivo pelo qual você não quer falar naquele momento, e não demonstrando falta de interesse em ouvir o outro; (7) Não se envolva em brigas, é possível você discordar sem elas (Pv 17:14; 20:3; Rm 13:13; Ef 4:31); (8) Não responda com raiva, use a resposta branda e bondosa (Pv 14:29; 15:1; 25:15; 29:11; Ef 4:26,31); (9) Saiba que a comunicação no casamento não é tudo, mas, com certeza, com uma boa comunicação evitaremos muitos problemas; (10) Tenham cuidado! A falta de uma boa comunicação pode comprometer o seu casamento e, consequentemente, a sua família.

A palavra de Deus no ensina que devemos coabitar com as nossas esposas com entendimento (I Pe 3,7). Jamais trate a sua esposa e mãe dos seus filhos, como: lavadeiras, cozinheiras, passadeiras, objetos de prazer sexual, pois o nosso tratamento reflete na formação dos filhos. (se queremos o melhor para eles devemos ser exemplo. Os filhos devem ser criados de forma consciente, visando o bem estar deles; o ensino é fundamental, tanto na educação em casa quanto a cristã, por isso os pais não devem discutir na presença dos filhos e nem provocar ira neles). Não culpe ou critique a pessoa que você ama, ao invés disso, restaure... Anime.... Edifique (Rm 14:13; Gl 6:1; I Ts 5:11)

Os problemas
Já falamos que há diversos problemas que contribuem para um mau relacionamento entre os casais; muitos deles são consequências da correria do cotidiano. Hoje há um mal que atinge uma boa parte da humanidade: o chamamos de estresse, “o mau do século”, cujos sintomas depressivos e transtornos do humor afetam diretamente o relacionamento das pessoas. Uma pessoa extremamente estressada e mal humorada não ouve e nem fala bem, ela torna-se uma pessoa insuportável. Conviver com pessoas assim pode ser extremamente sofrível, principalmente para os filhos menores que se aterrorizam diante das explosões. Fora das crises a pessoa recobra o seu controle, mas freqüentemente tenta justificar suas ações por que qualquer coisa lhe “tira do sério”. São aquelas pessoas que se dizem calmas, mas “não mexam com elas”. Além do mau-humor, as pessoas depressivas magoam-se com mais facilidade, tendo em vista a sua autoestima rebaixada e insegura, e com a tendência ao ciúme e sensação de não serem amadas; entretanto, algumas pessoas com depressão atípica “anormal” costumam estar constantemente de mal com a vida. Satisfazê-las será sempre um problema sério. Cuidado com a tolerância zero.

Atualmente com o desenvolvimento tecnológico, muitas pessoas não sabem ainda conviver com esse avanço. Dessa modernidade vamos destacar “as redes sociais”. Muitos casais estão deixando de lado os momentos íntimos entre eles para estarem no computador nas madrugadas; isso tem gerado muitas crises no casamento. Muitos pastores estão ouvindo essa reclamação de ambas as partes, e às vezes, os casos estão tão evoluídos que se torna impossível reverter o quadro. Essas coisas tiram de um e do outro o direito (I Co 7.5), a não ser por consentimento mútuo. Isso é perigoso e pode levar à infidelidade conjugal, dependendo de como você está se relacionando nas redes sociais. Fidelidade sexual – Implica no cumprimento básico de que o cônjuge deve suprir as necessidades sexuais do seu parceiro ou parceira. Necessidades não supridas têm sido uma das principais causas de infidelidade.

A vida conjugal pura e ética é aquela que está dentro dos padrões estabelecidos por Deus (Hb 13.4), e a prática sexual deve ser realizada no tempo certo, na hora certa e com a pessoa certa. Na intimidade do seu casamento, e na privacidade do seu quarto, o homem e a mulher aprendem, gradualmente, o significado do casamento tornando-se os dois numa só carne. E nesse processo de aprendizado você vai aperfeiçoando seu relacionamento, e se descobrem como ajudar no prazer sexual um do outro. O prazer sexual não é antiético, antiético é o marido ficar devendo à mulher o prazer no ato da relação sexual; mas ser ético é ficar preocupado mais com a satisfação da mulher do que com a sua própria durante o ato. O marido deve ficar ciente de que a sua esposa considera o ato sexual como parte de um relacionamento total com ela, o marido não pode só pensar em si. Há muitos casais que se sentem proprietários um do outro, por isso eles não se sentem na posição de conquistadores. O que você tem feito ao longo da sua vida conjugal para conquistar sua mulher ou seu marido? Será que a sua forma de conquistar tem sido correta?

O desempenho no relacionamento sexual
O desempenho de uma relação sexual depende muito do preparo psicológico e do estado emocional. Preparar-se é imprescindível, porque você irá satisfazer a pessoa mais importante da sua vida, tanto emocional como fisicamente. O prelúdio é importante, ele é o responsável pelo sucesso do ato. Não podemos esquecer que o maior bem a ser compartilhado é o amor e nada deve pôr em risco o desempenho desse ato.

10 coisas que podem comprometer o ato sexual
(1) Uma palavra desagradável de um dos cônjuges; (2) A recordação de algo do passado de um dos cônjuges, estas e outras são motivos de bloqueio durante o ato; (3) Qualquer ação grosseira nessa hora; (4) O Silencio no ato da relação sexual; (5) A não correspondência de caricias e de palavra; (6) O choro de uma criança que requer cuidado; (7) Uma chamada telefônica de alguém; (8) Uma pessoa batendo na sua porta; (9) Um cão latindo próximo a janela do seu quarto; (10) Um ambiente desfavorável.

Compreender as dificuldades um do outro
Além das dificuldades já mencionadas, ainda existem outras que devem ser compartilhadas, os problemas físicos como: Falta de apetite sexual, pode ser uma (disfunção hormonal, próstata); Falta de lubrificação – (dificuldade na excitação, reposição hormonal); Dificuldade no relaxamento sexual – presença do orgasmo; Recomenda-se depois do ato sexual haja comentário, beijos, caricias, para que o seu parceiro ou parceira sinta-se valorizado. O casamento silenciosamente amargurado e hostil, sem sexo, pode ter dois caminhos: Continuar sem gosto, sem sal, sem sexo, sem aparência da realidade, sem afeto natural, ou, separação amigável.

O casamento foi instituído por Deus e é uma sociedade entre duas pessoas onde o primeiro bem a ser compartilhado é o amor, e, portanto, deve-se evitar qualquer tipo de coisa que venha comprometê-la. Devemos realizar todos os esforços para manter um bom relacionamento, além de buscar ter um bom desempenho conjugal compreendendo as dificuldades entre si. Vale a pena reunir todos os esforços para manter o seu casamento, porque não há nada que compense a destruição dele. Aconselho aos casais terem muito diálogo antes de tomar qualquer atitude precipitada, sobretudo buscar a direção de Deus e a graça para vencer, sem deixar de pensar no melhor para a sua família.


“O MAIOR BEM A SER COMPARTILHADO É O AMOR”

“ORAR PELOS CASAIS”

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE