sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

ESBOÇO 889 MENTINDO PARA TIRAR PROVEITO


ESBOÇO 889
TEMA: MENTINDO PARA TIRAR PROVEITO
TEXTO: 2 REIS 5;20,21

Eliseu era um profeta do Senhor que realizou grandes milagres durante a sua vida, entre eles o milagre de Naamã e a recusa de Eliseu aos presentes oferecidos por Naamã, portanto aquele que serve a Deus fielmente não tira proveito do que Deus faz.

1. O milagre de Naamã
Ele era um general do exercito Sírio (2 Rs 5:1), e era leproso, mas uma das suas escravas (2 Rs 5:2), e fez saber a sua senhora sobre o homem de Deus o profeta Eliseu. A atitude daquela criada era de uma serva de Deus e conhecia bem a trajetória do homem de Deus e os milagres que ele realizava em Israel, talvez um pouco tímida que não era para menos dá uma sugestão por querer ver o bem do seu senhor, não deixa dúvida que a sua atitude foi de coragem, pois não era comum uma escrava dar sugestão aos seus senhores, além disso, não ela perdeu a oportunidade de apresentar as obras de Deus. A menina sinalizou que valia apena ele conhecer o profeta e certamente ele seria curado da sua lepra.

A atitude de Naamã
Ao saber sobre aquele profeta, homem de Deus sentiu o desejo de conhecê-lo, mas ele enviou uma carta ao rei de Israel (2 Rs 5:5-7), o rei de Israel não gostou daquela carta. Sucedeu que, ouvindo Eliseu o rei de Israel comentar sobre a carta e muito revoltado disse ao rei: Deixa-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel Veio, pois, Naamã com seus cavalos, e com o seu carro, e parou à porta da casa de Eliseu (2 Rs 5:8,9). Eliseu ao tomar conhecimento lhe manda um recado pelo mensageiro dizendo: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será curada e ficarás purificado (2 Rs 5:10).

Indignação de Naamã
As obras de Deus não acontecem da nossa maneira, ele tem várias formas de efetuar a sua vontade sobre uma pessoa, quando meditamos nos milagres realizados pelos profetas não havia regra para que acontecesse sempre da mesma maneira, cada um Deus usa da maneira que ele queira. A obediência era e é um principio fundamental para Deus realizar milagres, Naamã se indignou (2 Rs 5:11,12), nada escolhemos por Deus, ele é quem escolhe por nós, para que quer receber não importa, ao nosso ver Jesus pior cuspindo no chão fez lodo e passou nos olhos do cego (Jo 9:9) e ele foi se lavar e voltou vendo.

Aconselhamento
Os melhores companheiros são aqueles que nos aconselham quando algo está errado, muitos líderes erram e seus liderados o aplaudem, e assim continuam errados nos seus caminhos, mas os soldados que acompanharam Naamã foram corajosos em aconselha-lo, nunca deixe seu líder caminhar errado se você está próximo dele, se a assim fizeres salvarás tanto a ti como a ele (2 Rs 5:13). É bom lembrar que isso deve ser feito com muita modéstia, e com espírito de submissão como fizeram os soldados de Naamã.  

Não há milagre sem submissão
Naamã desceu, “ele teve que descer ao rio” e mergulhou sete vezes, e conforme a palavra do homem de Deus aconteceu o milagre e a sua carne se tornou como a de uma criança (2 Rs 5:14). Vamos pensar um pouco no resultado e a atitude de Naamã (1) Reconheceu que Eliseu era um homem de Deus; (2) Que não havia Deus senão em Israel; (3) O seu erro oferecer presentes. A pior loucura é querer obter vantagem mediante aquilo que Deus faz (2 Rs 5:15-18), Eliseu recusou recebê-los, e disse-lhe: Vai em paz.

A ambição e a mentira de Geazi
O servo de Eliseu, não correspondeu com o que aprendeu com o seu mestre, os servos precisam ser fieis aos seus senhores, e a verdade deve prevalecer em quaisquer circunstancias. Em algumas oportunidades Geazi foi precipitado, teve momento que viu demais, ex: o marido da sunamita era velho (2 Rs 4:12-16); com a morte do menino Geazi correu na frente chegou primeiro tentou ressuscitar o menino mas nada adiantou (2 Rs 4:31); a cegueira espiritual parece está sempre presente na vida de (2 Rs 6:9,10). É preciso ter muito cuidado com alguns tipos de servos, principalmente precipitado igual à Geazi, embora ele tivesse também as boas qualidades. Após Naamã sair da presença de Eliseu, Geazi correu atrás para tirar proveito da cura de Naamã e receber os presentes recusados por Eliseu (2 Rs 5:19-24). Nada há encoberto que não seja revelado (Sl 33:13,14; 139; Mc 4:22; Lc 8:17), a atitude de Geazi lhe custou caro, a lepra de Naamã passou para ele (2 Rs 5:25-27).
Tenhamos muito cuidado, não devemos mentir para tirar proveito, atualmente se vê muitas pessoas enganadas por aquelas que se dizem líderes e profetas se aproveitando das pessoas simples e às vezes pessoas novas convertidas. Alguns pregadores usam os púlpitos das igrejas mentindo contando experiencias mentirosas para emocionar as pessoas, isso é tirar proveito próprio, os mentirosos não tem parte no reino de Deus, e às vezes ganham carros, roupas, viagens enquanto aqueles que fazem a obra com seriedade sofrem, mas a única certeza que os sinceros tem é que de Deus vem a recompensa.
Pr. Elis Clementino

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

ESBOÇO 888 QUAL O EVANGELHO QUE EU QUERO?


ESBOÇO 888
TEMA: QUAL O EVANGELHO QUE EU QUERO?
TEXTO: “Da mesma forma, qualquer de vocês que não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo.” (nvi) Lc 14:33

Os prezeres da vida satisfazem o ego humano, mas eles conduzem os homens a desprezarem as coisas muito mais relevantes, as quais podem governar bem toda a sua vida e conduzí-los ao reino celestial. Muitos desprezam o evangelho porque ele tras consigo a renúncia dos prazeres por algo que está preparado para desfrutarem na eternidade (Is 64:4; I Co 2:9).

I. Evangelho
1. Evangelho, as boas novas, e também o conjunto de encinamentos de Jesus Cristo, ele abrange toda humanidade e de todas as classes de pessoas. Essas boas novas trás para o homem todas as condições necessárias para que ele alcance a vida eterna, o desprezo ou a renúncia pelos prazeres da carne essa é uma das condições impostas pelo evangelho de Jesus para se alcançar a vida eterna. As consdições impostas por Cristo é que todos que foram alcançados pelo evangelho o anunciem, ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura (Mc 16:15), todo aquele que foram alcançados pelo evangelho propague (Lc 4:43; At 20:24; Fp 1:18).

2. Evangelho trouxe algo que os homens desconheciam
O evengelho trouxe mudanças, algo novo para a humanidade, das quais o arrependimento, o perdão, a regeneração e a justificação somente acontecem através dele. O convite de Jesus Cristo é para todos sem acepção de pessoas “quem quiser vir após mim negue-se a si mesmo” (Lc 9:23,24), renunciar tudo aquilo que lhe dar prazer fora de Cristo.

3. Evangelho, graça revelada.
O primeiro foi removido e estabelecido o segundo, “a lei e a graça” (Hb 10:9), a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. A boa nova trazida pelo evangelho transformou a vida de muitos homens fazendo-lhes novas criaturas através da graça “favor imerecido” (2 Co 5:17; Ef 2:7,8). O evangelho é a garantia de uma nova aliança de Deus com os homens, ele não é um meio de vida, mas uma vida completa através de Cristo, esse é o evangelho pleno.

4. O evangelho não é para a glória humana, mas para a salvação, esse é o verdadeiro propósito dele. O evengelho não deve ser manipulado para promover pessoas ou mexer com os sentimentos das pessoas ou meassagear o ego delas com o intuito de tirar proveito ou se promover como muitos fazem nos púlpitos das igrejas.

5. O evangelho não é para promover a prosperidade financeira humana. Muitos cristãos estão perdendo o foco daquilo que mostra o evangelho, a salvação do homem perdido e a reconciliação do homem com Deus. O foco maior de muitas pessoas é pelos bens materiais e etc. Mensagens dessa natureza estão sendo dissiminada dentro das igrejas, e muitos cristãos por falta de conhecimento vão aderindo. Talvez os discípulos esperassem de Jesus uma palavra que satisfizesse o ego deles quando perguntaram a respeito do que eles haveriam de comer e vestir, no entanto Jesus não alimentou a esperança e o interesse deles pelas coisas (Mt 6: 25-34). O evangelho está muito acima das coisas daqui, fama, dinheiro, bens e tantas outras coisas que jamais sobrepujará o valor do evangelho, buscar primeiro o reino de Deus é prerrogativa de quem vive o evangelho (Mt 6:33). Muitas pessoas desejam um evangelho que seja conveniente e atenda as suas necessidades materiais, porque os desejos humanos estão centrados no seu bel prazer quando na realidade o evangelho não é para esse fim, esse é um grande equívoco.

6. O evangelho é simples, a maior novidade que ele trás em si é o poder de Deus para salvação de quem nele crer (Rm 1:16). O evangelho é oferecido a todos os homens afim de que sejam alcançados por ele, no entanto aqueles que pregam o evangelho precisam ter muito cuidado para não pregar outra coisa pensando que está pregando evangelho. Atualmente muitos pregam qualquer coisa menos o evangelho, pois muitas pregações têm deixado às pessoas vazias de Deus e cheias de esperança das coisas daqui, de maneira que muitas delas não querem mais ouvir as mensagens que conduz a salvação, renúncia e santidade. O evangelho é pregado por muitos como moeda de troca, toma lá da cá, com dinheiro Deus faz tudo, essa é outra coisa menos evangelho, quanto a isso o apóstolo Paulo recomenda que seja anátima qualquer outro tipo de evagelho (Gl 1:8).

Amados, firmemos a nossa fé nas verdades do evangelho de Jesus Cristo, pois as condições que foram impostas por ele é que no mundo teremos aflições (Jo 16:33). O evangelho é renúncia, porta estreita (Lc 13:24-34), novo nacimento, regeneração e vida de santidade, porém aqueles que querem um evangelho fácil buscam o que mais lhe é conveniente para satisfazerem seus desejos carnais. Não adiante fazer atalhos ou encurtar caminho, pense nisso, Deus te abençoe.

Pr. Elis Clementino

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

ESBOÇO 887 A SÍNDROME DA GRANDEZA


ESBOÇO 887
TEMA: A SÍNDROME DA GRANDEZA
TEXTO: “Doze meses depois, quando o rei estava andando no terraço do seu palácio real em Babilônia, disse: Acaso não é esta a grande Babilônia que eu construí como capital do meu reino, com o meu enorme poder e para a glória da minha majestade?” Daniel 4:29,30

                O senso humano é quem controla as aspirações ou sentimentos, quando ele não faz a ponderação, ou seja, um justo ajuizamento das suas idéias, a partir dali ele dará início a uma série de erros. O orgulho começa quando o indivíduo supervaloriza a sua própria obra e deprecia a dos outros, quando o homem se ufana do que faz e toma toda glória para si eu considero uma síndrome da grandeza. Ninguém faz sozinhas pequenas ou grandes obras, em quaisquer que sejam envolvem muitas pessoas, no entanto somente os humildes compreenderão isso.

1. Significado:
O que é a síndrome?
a) Conjunto de sinais e sintomas observáveis em processos patológicos diferentes e sem causas especificas; b) Conjunto de sinais ou de características que, em associação com uma condição critica, são passíveis de despertar insegurança e medo.

2. Características da síndrome da grandeza
2.1. O orgulho, o indivíduo se sente acima de tudo e de todos.
2.2. A autossuficiência, ninguém mais é capaz a não ser ele, além de depreciar as obras das outras pessoas.
2.3. O egoísmo,
Os egoístas não dividem nada com ninguém, o lema é: tudo meu, nada teu, além de serem exclusivistas;
2.4. Sem capacidade de interagir, o egóista não interage com ninguém, para que não se tornem iguais a elas.
2.5. Não vê e nem escuta, a síndrome da grandeza conduz o indivíduo a cegueira e a surdez, e quando é orientada aceita apenas aquilo que lhe é mais conveniente (2 Cr 10:8-15).

Deus exaltou Nabocodonozor
Primeiro Deus exalta o homem, mas quando o ele não reconhece o que Deus fez certamente Deus o abaterá (Pv 16:18,19); “Assim diz o Eterno Todo Poderoso, o Deus de Israel: Eu fiz a terra, os seres humanos e todos os animais que nela estão por intermédio do meu magnífico poder e através do meu braço estendido, e dou-a a quem Eu entender que devo dar. Sendo assim, agora, pois, Eu mesmo entrego todas as nações nas mãos do meu serviçal Nabucodonosor, rei da Babilônia; dou-lhe até mesmo os animais selvagens, para que o sirvam.” (Jr 27:5-6; 28:14).

O home que está em honra e não tem entendimento é como os animais que perecem (Sl 49:12,20). Nabucodonosor agiu loucamente ao ver a sua majestosa construção “a Babilônia” contraiu toda glória para si, e a mais a alguém; (1) Se gloriou das próprias obras; (2) Fez todas as coisas com seu enorme poder; (3) Construiu para a glória da sua própria majestade (Dn 4:29,30). Aqueles que têm a síndrome do poder agem de maneira isolada não atribuindo a participação das outras pessoas, nem mesmo a Deus que lhes concedeu a oportunidade para realizar a obra.

3. As consequências
3.1. Caiu num grande abismo;
3.2. Perdeu a consciência;
3.3. Foi afastado do convívio social;
3.4. A queda (Pv 16:18).
3.5. Conviveu com os animais;

                Amados irmãos, a síndrome da grandeza tem afetado muitas líderes em pleno exercício da liderança, principalmente quando é reconhecido e chega ao topo da fama, ou em qualquer posição por mais simples que seja na sociedade ou na igreja. Amados nenhuma obra pequena ou grande não pense que é exclusivamente sua como fazem muitos e nem atribua a honra que tenha para realiza pela sua capacidade, pois saiba que ela vem de Deus (2 Co 3:5,6). O orgulho nos faz pensar que somos melhores que os outros em tudo o que fazemos. Os orgulhosos não se submetem as suas lideranças e muito menos a Deus, não mostre que você tem mais capacidade que os outros, mas há um Deus que é juiz e pesa em sua balança fiel (Jó 31:6.7); “Pese-me em balança justa, e saberá Deus a minha sinceridade, Se os meus passos se desviaram do caminho, e se o meu coração segue os meus olhos, e se às minhas mãos se apegou qualquer coisa,” (Jó 31:6,7). Deus conhece os corações, ele abate os exaltados e exalta os humildes (I Sm 2:7,8; 1 Pe 5:5). O orgulhoso somente despertará do seu engano quando humilhado até o chão. A nossa glória está em Deus e não em nós (Jr 9:24). Tudo o que você fizer na obra de Deus, conte com às outras pessoas. Nada façais por contenda ou por vã glória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmos. (Fp 2:3).

Pr. Elis Clementino – AD Excelência


quarta-feira, 28 de novembro de 2018


ESBOÇO 886
TEMA: OS DOIS MAIORES MANDAMENTOS
TEXTO: MARCOS 12:30,31

Os dois mandamentos citados por Jesus são paráfrases dos escritos antigos para torná-los mais inteligível, ou seja, compreensível. Muitos estudiosos e doutores da lei daquela época procuravam cumprir a risca toda a lei mosaica, portanto de alguma maneira eles procuravam apanhar Jesus em alguma contradição na interpretação da lei. No texto que destacamos esses doutores lhes perguntaram qual seria os maiores mandamentos, o referido texto está escrito nos evangelhos de Mateus e Marcos.

Qual o maior mandamento?
Um dos mestres da lei ouvindo Jesus sendo interrogado e dando respostas precisas aproximou-se e lhe fez essa pergunta: “De todos os mandamentos, qual é o mais importante?” De maneira coletiva chamando a atenção de todos respondeu apresentando a eles o segundo mandamento (Mc 12:30,31) dizendo: “não existe mandamento maior do que estes.”

Amar o próximo
Na lei de Moisés estava incluída os cuidados de alimentar os pobres e os estrangeiros, era uma ordem de Jeová (Lv 19:9,10; 23:22), foi nessa ocasião que Noemi foi beneficiada (Rt 2:1-3), contra esse mandamento não há lei.

Aos inimigos
A bíblia recomenda atender a necessidade até dos nossos inimigos (Ex 23:4,5; Pv 25:21; Pv 12:20). Jesus ensinou que devemos amar os nossos inimigos (Mt 5:44; Lc 10:33-36), se os nossos inimigos caírem não devemos nos gloriar (Pv 24:17), pois fazer o bem sem olhar a quem é um principio importante.

Quem é o próximo?
A aplicação da lei do amor é uma necessidade universal, o amor é à base de todo bem, quando pomos em prática estamos provando que amamos a Deus (I Jo 3:17; 4:3,20). Certo conhecedor da lei perguntou a Jesus o que devia fazer para entrar na vida eterna, Jesus perguntou-lhe: você conhece os mandamentos, ele respondeu conheço e como você a lê? Mas quem é o próximo? Perguntou ele um seguidor da lei.

Parábola
Com muita sabedoria Jesus apresentou uma parábola para mostrar-lhe quem seria o próximo dizendo: Decia de Jerusalém para Jericó um pobre Judeu que caiu nas mãos dos salteadores, e este ficou quase morto, mas no momento passando pelo mesmo caminho um sacerdote que viu o pobre homem e nada fez, ora, um sacerdote tinha o dever não somente de cuidar dos sacrifícios e pecados do povo teria também a obrigação de cuidar das pessoas, o sacerdote representava a religião que envolve a preservação da vida. Após este passou também um levita, este foi instituído por Deus capa cuidar do templo, das pessoas e dos louvores a Deus, ele também ignorou a situação daquele homem, mas após ele passou também um viajante e este era samaritano, que também poderia fazer o mesmo, até porque podia se tratar de um judeu e recusar fazer algo por causa da rivalidade entre Judeus e Samaritanos, mas ele fez exatamente o contrário, ele cuidou do homem passando azeite nas suas feridas e colocando-o em sua cavalgadura o levou para ser cuidado em uma estalagem pagando uma primeira quantia e de volta se necessário pagaria o restante, esse homem priorizou a vida dando prova do amor ao próximo.

                A lição foi entendida pelo perito da lei, o amor ao próximo é enfatizado em todas as escrituras. O apóstolo Paulo foi muito mais adiante (I Co 13:1-7). Foi importante a atitude do samaritano, ela seja posto em prática, principalmente os cristãos que se digladiam e afastam cada vez mais a possibilidade de agir como aquele samaritano, isso tem sido um entrave e escândalo para a igreja da atualidade, não precisamos ir muito longe para observarmos a maneira como agem certos religiosos e líderes cristãos nas redes sociais, pregam pouco e pede muito, isso é uma vergonha, esses são verdadeiras pedras de tropeço para a igreja. Muitos pastores líderes não tem nenhuma preocupação com as pessoas, são verdadeiros exploradores, trabalham na obra para encher seus tesouros e luxarem, muitas vezes tirando proveito daqueles que não tem e dão as suas ofertas e dízimos para que eles gozem desses valores fora do país levando uma vida de luxo, enquanto outros obreiros passam fome e com certeza serão abandonados com as suas famílias a própria sorte no futuro. São poucos os líderes que cuidam dos seus obreiros e reconhece o trabalho deles, esses são verdadeiramente chamados por Deus e comprova o amor pelas pessoas investindo na obra, eles servem de modelo para as gerações futuras para que sejam desprovidas da ganancia pelo ter, há uma grande diferença entre o ter e o ser, essa diferença deve ser levada em consideração. Deus nos guarde, não devemos seguir o exemplo dos mercenários que abandona as suas ovelhas e vão viver o exterior o seu bel prazer com altas aposentadorias à custa dos humildes que sacrificam a vida das suas famílias para sustentá-los, a lei do amor é para todos, fazer o bem também, aquele que pode fazer e não faz peca.

Pr. Elis Clementino


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

ESBOÇO 885 OS PERIGOS DA INSENSATEZ.


ESBOÇO 885
TEMA: OS PERIGOS DA INSENSATEZ.
Assim como a mosca morta faz exalar mau cheiro e inutilizar o ungüento do perfumador, assim é para o famoso em sabedoria e em honra um pouco estultícia.” Eclesiastes 10.1

Uma mosca, inseto que aos nossos olhos é insignificante para estragar o perfume de um perfumista, entretanto ela tem a capacidade de deteriorá-lo, não somente o perfume como também contagiar os alimentos.  A lição é: um pouco de insensatez pode destruir os bons feitos de muitos sábios. “O fulano é tão inteligente, mas um pouco da sua insensatez desmereceu a sua inteligência”. Muitas vezes os nossos planos são magníficos, mas um pouco da nossa insensatez pode estragar todos eles. (I Co 5.6). Comentarei neste assunto sobre a insensatez, a prudência e as pequenas falhas que podem estragar grandes projetos.

I. Definição
Insensatez - esse substantivo feminino caracteriza a insensatez ou atitude de quem é insensato; falta de juízo, tolice, loucura; resultante da falta de bom senso, de ponderação; imprudência loucura.

II. A insensatez
1. O insensato pela sua loucura constrói a sua casa sobre a areia, e com a sua própria insanidade a derruba (Mt 7.26). A insensatez tem conduzido muitas pessoas à desgraça, “Todo prudente age com conhecimento, mas o tolo espraia a sua loucura.” (Pv 13.16; 12.23; 15.2).

2. Ela está cada vez mais habitual na vida de muitas pessoas, principalmente naquelas que menos esperamos. Isso é visível em todos os seguimentos da sociedade, inclusive no mundo cristão. A insensatez tem gerado escândalos que prejudicam o crescimento do reino de Deus na terra.

3. A mosca morta significa as nossas pequenas atitudes, sejam elas, em expressões, ações ou atitudes irrefletidas. O insensato expõe tudo o que há dentro dele, isso constitui-se um perigo principalmente no mundo atual.

(O rei Ezequias após ser curado milagrosamente, recebeu uma embaixada do Rei de Babilônia (Merodaque - Baladã) trazendo consigo presente para ele, o problema não era receber a visita, mas ter a insensatez de mostrar tudo o que havia em sua casa, inclusive os seus tesouros, isso não pareceu bem aos olhos do Senhor, por isso foi repreendido pelo profeta Isaías declarando-lhe as consequências (2 Rs 20.12-18).)

“Basta um pouco de insensatez para desmerecer toda inteligência.” (CLEMENTINO)

III. A prudência é resultante da sensatez
A prudência é a virtude que nos faz prever os perigos, Jesus mostrou aos discípulos o valor e a necessidade dela (Mt 10.16). Os prudentes não edificam a casa sobre a areia, mas, sobre a rocha, seus sinônimos são: Cautela, atenção e prevenção, que são resultados de uma mente sensata. (Mt 7.24,25). A mente sensata e sábia deve ser constante, isso significa ponderarmos bem todas as nossas atitudes somente assim poderemos ter uma vida com menos problemas e saudável (Pv 4.12); “todo prudente age com conhecimento.” Pv 13.16a). Na Bíblia tem muitos exemplos extraordinários de pessoas prudentes; Ester, após uma sentença do Rei para destruir todos os judeus, sabendo ela, interveio em oração e jejum, e de forma sábia e perspicaz até que a ponta do cetro do rei fosse apontando para ela (Et 3. 9; 5.1-5; 8.3-11), a prudência de Ester fez com que Hamã fosse atropelado pela sua própria arrogância, a sua imprudência geriu a própria desgraça (Et 8.7).

O insensato cai na sua própria armadilha (Sl 57.6).

O prudente vê o mal e se esconde, mas o simples prossegue e sofre a pena.” (Pv 22.3)

“...vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios.” (Ef 5.15).
Necessitamos ser cautelosos, por falta de cautela muitos têm abortados seus projetos, o mais, pessoas consideravelmente inteligentes. Os nossos cuidados devem ser permanentes, pois uma pequena bobagem pode ser tão danosa quanto uma mosca morta no unguento do perfumista, “Um pouco da sua insensatez faz desmerecer toda a inteligência que se tem” (Ec 10.1). “A loucura é a causa de muitas desgraças”. Guardemos as recomendações de Salomão (Pv 9.6; 21.20); Jesus diante dos escribas e fariseus (Mt 23.17,19); Paulo considera os gálatas insensatos (Gl 3.1,3); (Ef 5.17) Devemos abandonar toda insensatez e seguir caminhos que nos levem ao bom senso; (Tt 3.3). "A sensatez deve presidir todos os atos da vida do homem." (Carlos Bernardo González Pecotche)
Pr. Elis Clementino

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

ESBOÇO 884 HOMEM, UM SER LIMITADO


ESBOÇO 884
TEMA: HOMEM, UM SER LIMITADO
TEXTO: Jó 30:26; Sl 90:10

As nossas limitações nos impossibilitam de irmos até aonde queremos e de alcançar tudo aquilo que desejamos. Essas limitações foram estabelecidas por Deus como um controle para que o homem não faça o que queira, e reconheça a soberania divina sobre ele, no entanto, ele não limitou o homem de tal modo que ele não pudesse desenvolver grande parte do seu potencial, mas que ele entenda que as decorrências serão dentro da soberana vontade de Deus. Consultar a Deus, pois a resposta pertence à dele (Pv 16:1,2; Tg 4:15; Hb 6:3)

I. Como saber se o que faço é da vontade de Deus?
1. Conhecendo as escrituras sagradas, nela encontramos a luz que alumia os nossos caminhos (Sl 119:105).
2. Nela encontramos o que se pode fazer ou não.
3. Ela indica que Deus tem um propósito para cada pessoa;
4. Ela faz o homem reconhecer que o querer de Divino prevaleça durante toda a nossa vida aqui;
5. A palavra de Deus mostra que os planos dos nossos corações serão confirmados ou não pelo Senhor. (Pv 16:1-3;19:21).

II. Quais as limitações humanas impostas por Deus biblicamente?
1.       Caminho cercado (Jó 3:23);
2.       Pés no tronco (Jó 13:27; 19:8);
3.       Tempo limitado (Sl 90:10; Ec 8:8);
4.       Vida limitada (Jó 14:1,7; 38:4; Sl 139:5; Sl 105:15,16; Lm 3:7; Ec 12:1-7; Tg 4:14);
5.       Impossibilitado de mudar um fio de cabelo
(Mt 5:36);
6.                  Trabalho árduo, viver do suor do rosto (Gn 3:19; Sl 128:2).
7.       Limitado pelo fator tempo, por isso tem que correr contra ele (Ec 3:1-8);
8.       Conhecimento ou saber limitado (Jó 38:4,8-11; 39:1,2);
9.       Poder limitado (Jó 38:41);
10.               Limitado pós morte, nada podendo levar consigo (Sl 49:17).

III. O que devo fazer diante das minhas limitações?
Desenvolver
1. Não se acomodar.
2. Buscar conhecimento;
3. Ampliá-los
4. Especializar-se profissionalmente na área que escolher.

Devocional
5. Busque em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça (Mt 6:33).
6. Não desperdice tempo (Ec 9:10).
7. Façam investimento no reino dos céus, e nada perderá (Mt 6:19-21);
8. Nada faça para a sua glória (Fp 2:3,4);

IV. Aumentos de dias
1. Obedecendo a Deus I Rs 3:14; Sl 91:16; Pv 3:2; 9:11; Pv 10:27);
2. Ao honrar seus pais (Ex 20:12);
3. Quando cuida do seu corpo, o templo de Deus (I Co 3:16,17; 6:19,20);
4. Um bom estilo de vida pode aumentar

Quando reconhecemos as nossas limitações estamos tendo a oportunidade de desafiar a nós mesmos e avançar em direção ao que desejamos na vida. Devemos saber que tudo é possível, principalmente quando entendemos que para Deus nada é impossível (Jó 42:2; Mt 19:26; Lc 1:37). A humildade diante de Deus e das pessoas nos fazem entender que necessitamos de ajuda das outras, assim também compreender que a nossa vida e projetos dependem de Deus “Ouçam agora, vocês que dizem: "Hoje ou amanhã iremos para esta ou aquela cidade, passaremos um ano ali, faremos negócios e ganharemos dinheiro". Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa. Ao invés disso, deveriam dizer: "Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo" (Tg 4:13-15).

Pr Elis Clementino

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

ESBOÇO 883 OS CONSELHOS E SUAS FONTES


ESBOÇO 883
TEMA: OS CONSELHOS E SUAS FONTES
 TEXTO: Belo conselho você ofereceu a quem não é sábio, e que grande sabedoria você revelou! 
Jó 26:3; Pv 13:10.

Todo indivíduo necessita de aconselhar e ser aconselhado para diversos fins na vida, seja pessoal ou espiritual. O aconselhamento serve para ajudar as pessoas a serem aperfeiçoadas em quaisquer finalidades, mas faz-se necessário saber a sua procedência. Conselhos significam; parecer, opinião, sugestão e recomendação sobre qualquer coisa que se pede razão. Cada conselho deve ser analisado antes de ser posto em prática, ele deve vir na hora certa, de forma que produza resultados satisfatórios (Pv 10:17).

I. Fontes
Não é de qualquer fonte de aconselhamento que deve ser recebido (Pv 15:22), e, sim, de pessoas experientes e maduras, ou seja, pessoas idôneas que tenha a capacidade para aconselhar (Ex 18:19-23; 1 Rs 12: 6,7; Pv 11:14), pois dependendo da fonte os resultados podem ser ou não satisfatórios, mediante esse conceito as pessoas devem está sempre atenta.

II. Os Sábios
As pessoas sábias ouvem com atenção os conselhos porque julgam serem importantes, elas reconhecem o seu valor e a sua contribuição. Os sábios ouvem os conselhos cuidadosamente (Pv 12.15; 21.11; 14.15,16).

III. Conselhos que não devem ser ouvidos
Devemos estar distantes dos conselhos dos ímpios e daqueles que nada somam em nossas vidas, “Porque os caminhos dos ímpios é como a escuridão; não conhecem aquilo em que tropeçam.” (Jó 21:16b; Pv 12:5; Sl 1:1). As pessoas imaturas e menos experientes, necessitam ter cuidado. Roboão deixou os conselhos dados pelos idosos, para pedir aos seus amigos jovens que conviveram com ele na infância, estes o aconselharam de forma incorreta (1 Rs 12:8-11). Faça uma avaliação dos dois resultados entre os conselhos dos anciões e dos jovens amigos de Roboão, ele não deu ouvido aos conselhos dos mais velhos que estavam inteirados do clamor do povo por justiça pedindo-lhes que aliviassem as cargas e impostos praticados pelo seu pai. Os anciões apenas lhe pediam que alivia-se o sofrimento do povo, mesmo assim Roboão preferiu consultar os mais novos que eles orientaram ser mais duro para com o povo, e lhe disseram dize ao povo que o teu dedo medinho era mais grosso do que o do meu pai (I Rs 12: 3-14). A seu ver esses conselho seria o mais apropriado naquele momento, porém o resultado não foi agradável resultando na divisão do seu reino.

“A vida espiritual tem dessas coisas, é preciso conversar com Deus antes de tomar uma decisão, porque uma escolha mal feita acaba comprometendo muitas vidas. no tabuleiro de Deus, as peças não estão soltas, isoladas, ao oposto, há uma sintonia, uma harmonia tremenda entre todas as peças, já que somos pétalas de uma mesma rosa, somos um inteiro dividido e unido em suas partes: a igreja de Jesus.”

Aqueles conselhos que recebemos de algumas pessoas que são fontes confiáveis são bem-vindos. Os tolos são aqueles que não conhecem quanto vale um bom conselho, alguns até dizem: se eles fossem bons não se dava, vendia. O cristão deve buscar conselhos e segui-los desde que estes não comprometam a sua vida devocional e contrarie a vontade de Deus. Amados, tenhamos cuidado com certos conselhos que nada acrescentem para o nosso bem, especialmente o dos ímpios “Bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Sl 1.1).

Pr. Elis Clementino – AD Excelência

terça-feira, 23 de outubro de 2018

ESBOÇO 882 FECHOU-SE A PORTA


ESBOÇO 882
TEMA: FECHOU-SE A PORTA
Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo.” (Mt 25.1)

A parábola das dez virgens desperta-nos para uma realidade espirítual que enfatiza a preparação dos cristãos para a vinda do Senhor. Essa parábola faz uma analogia de um casamento, cujas acompanhates eram dez virgens, sendo cinco néscias desprovidas de azeite e cinco prudentes carregando consigo o azeite em suas lamparinas, todas elas aguardavam o noivo. Essa parábola destaca a prontidão dos que seguem a Jesus. Explanaremos sobre o cortejo nupcial, as virgens néscias e as prudentes, o desespero da imprudêntes, e a perda de oportunidade.

Cortejo nupcial
Nessa época os casamentos em Israel incluíam uma procissão do noivo até a casa da família da noiva, entretanto essas dez virgens saíram ao encontro do esposo que estava vindo da casa da noiva para unir-se ao cortejo, quando o noivo voltava à casa dos seus pais para o banquete nupcial, que poderiam durar semanas.  Isso acontecia à noite em vilas e aldeias onde não havia luz nas ruas, de maneira que as lamparinas iluminavam o caminho, e assim todos deviam carregar as suas vasilhas com azeite (Mt 25.1). Nesse percurso o noivo tarda e todas tosquenejaram, mas a meia noite ouviu-se um grito: Eis aí o noivo! Sai ao encontro! (Mt 25.5,6).

As virgens nescias e prudentes
1. Nescias
As virgens loucas estavam totalmente desprovidas, sem azeite nas suas lamparinas, logo, se o fogo apagasse, não dava para acender outra vez.

2. Prudentes
As virgens prudentes levavam azeite suficiente em suas vasilhas, e não podiam dividir o azeite, isso não era questão de egoísmo, mas se dividissem o azeite a luz poderia não ser suficiente para clarear o caminho.

3. O desespero
Os descuidados geralmente passam por momentos de desespero, observem a desesperação daquelas cinco virgens em busca de azeite, geralmente quem não tem pedi a quem tem. A busca por algo na última hora pode se tornar uma manobra sem sucesso, isso aconteceu com as cinco jovens desprovidas de azeite (Mt 25.8). Não devemos nos dá por seguro quanto às reservas espirituais, pois as reservas também se acabam.

4. A perda de oportunidade
Muitas vezes deixamos para a última hora decisões importantes, por isso perdemos grandes oportunidades.  O noivo tarda, mas até que fim ele volta, e no momento delas acompanhar o cortejo nupcial as néscias perderam aquela oportunidade (Mt 25.9-12). Somos responsáveis por boa parte de perdas e ganhos em nossas vidas, entretanto devemos ter muito cuidado, porque nem sempre as oportunidades reaparecem nas mesmas proporções, assim será a oportunidade para entrar no reino de Deus é única. Cada um facilite a sua vida para que naquele momento não encontre a porta fechada.

Nos dias de hoje qual a lição aprendida: a) O despreparo para encontrar o noivo; b) O desespero pela falta de azeite; c) A perda da última oportunidade. Muitos crentes atualmente estão despreparados espiritualmente, sem azeite e sem brilho, isso significa não estarem preparados para a volta do noivo. Podemos ter a aparente impressão que o noivo está tardando, no entanto disse Pedro em sua carta: - “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a tenha por tardia. Ele é longânimo para convosco, não querendo que alguém se perca, senão que todos venham arrepender-se.” (II Pe 3.9). Quando Jesus vir buscar a sua igreja os crentes deverão estar preparados para não perderem a oportunidade. Ora, a mensagem central dessa parábola é fechou-se a porta, isso significa que não estando preparados perderão definitivamente a oportunidade de acompanhar o noivo (Mt 25.11,12), por isso o SENHOR nos adverte “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt 25.13; 24.42; 13.33-37; I Co 16.13; I Ts 5.6; I Pe 5.8; Ap 16.15).

Pr. Elis Clementino – AD Excelência

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

ESBOÇO 881 RENÚNCIA


ESBOÇO 881
TEMA: RENÚNCIA
TEXTO: MATEUS 16:5; LUCAS 9:23

                A tarefa mais difícil para o homem é ter que renunciar algo que esteja apegado, talvez esse apego não seja por coisa tão relevante. A inclinação por algo que ele julga ser tão relevante, e mesmo que não seja pode significar um atraso no desenvolvimento do indivíduo, da mesma maneira ele pode olvidar as coisas admiráveis. Todo homem necessita ter domínio próprio, isso facilita ele renunciar aquilo que não convém, jamais devemos nos apegar as coisas que nada nos acrescente, portanto precisamos identificar bem aquilo que deve se apegar ou não. Nesse assunto discorreremos sobre a definição, a renúncia e o seu alcance no sentido espiritual.

1. Definição
Renúncia - abdicar, recusar e abandonar é sinônimo que indica a renuncia de algo. Todo ser humano tem a possibilidade de aceitar ou recusar algo bom ou ruim, mas é importante saber que dependendo do resultado da escolha ele pode ter sucesso ou sofrer as decorrências. A renúncia de qualquer coisa deve ser de maneira espontânea e do próprio indivíduo, quando não levamos a sério essa renúncia estaremos vulneráveis a repetir as nossas atitudes anteriores, dessa maneira a renúncia pode ser temporária, ou seja, o indivíduo volta a praticar tudo novamente. Renunciar é libertar-se de algo que nos prende, ou algo que o homem esteja sendo impulsionado a fazer, esse controle deve ser continuo o que chamamos de domínio próprio.

2. Renuncia no ministério de Cristo
Desde o inicio do seu ministério Jesus enfatizou a renúncia como meta principal para ter acesso ao reino de Deus, Jesus ensinou que os discípulos deveriam abdicar as coisas que estivessem apegadas para segui-lo. A renúncia deve se dá em vários aspectos (1) Apego ao pecado – A renuncia dele é imprescindível para salvação; (2) As coisas materiais dessa vida, esse apego pode deixar o indivíduo fora do reino de Deus (Mt 19:16-22; Mt 19:23,24); (3) A renuncia do eu – É o tipo de renuncia mais difícil, pois ela é a credencial para quem quer seguir a Jesus “Quem quiser vir após mim negue-se a si mesmo e siga-me...” (Mt 16:23), em relação o nosso eu precisamos deixar muitas coisas como a altivez de espírito, ou seja, o orgulho, a soberba, a arrogância. É necessária que a renúncia seja espontânea e exclusivamente pela iniciativa nossa, pois não adianta a influência exterior, ou seja, alguém nos obrigue a renunciar, caso isso aconteça nada adianta.

3. A prova do amor a Deus envolve renúncia
O desapego e a renúncia as coisas terrenas e as pessoas mais do que a Deus, Jesus disse aos discípulos: Quem não deixar pai, mãe e irmão (Lc 14:26,33), no entanto deixar aqui não significa literalmente abandonar a família e ir embora de casa, mas que ninguém deva amar a alguém mais do que a Deus. “Amar a Deus sobre todas as coisas”.

                Se quisermos servir a Deus teremos que abdicar de coisas que comprometam a nossa vida pessoal e devocional, pois há possibilidade para isso, porém não deve ser de maneira forçada, mas renunciar de maneira espontânea deixando para trás os prazeres desta vida. A nossa conduta comprometedora deve ser abandonada, e o nosso eu. O Apostolo Paulo renunciou tudo (Gl 2:20; Fl 1:21; 3:7). O abandono das coisas e a fidelidade a Deus facilitam a entrada no reino dos céus, não nos embaracemos com as coisas dessa vida, a fim de agradar a Deus.

Pr. Elis Clementino - AD Excelência


sexta-feira, 12 de outubro de 2018

ESBOÇO 880 AS TEMPESTADES DA VIDA


ESBOÇO 880
TEMA: AS TEMPESTADES DA VIDA
TEXTO: Marcos 4:35-41; Is 21:1
               
                É muito natural ouvirmos falar de vendavais e tempestades, esses eventos geralmente promovem estragos e as consequências são terríveis. As tempestades têm características bem diferentes desde uma simples chuvas com ventanias moderadas, estas não causam estragos como acontecem com os fortes vendavais e tempestades. Nesse assunto eu quero rapidamente e sem muitos pormenores discorrer sobre esses fenômenos e o que eles podem causar, mas também quero destacar outros tipos de vendavais como os espirituais que podem trazer consequências devastadoras piores e que os eventos naturais.

I. Fenômenos
1. Tempestades
Tempestade geralmente vem acompanhada com rajadas de ventos fortes e dependendo da proporção ela pode causar graves estragos nas regiões afetadas, principalmente nas cidades costeiras em mar aberto, com o mar agitado e com ondas altas e ventos com mais de 100km/h, e quanto mais velocidade, mais estragos pode causar. Ouvimos histórias do passado e recentes com destelhamento do que esses acontecimentos têm causado, onde casas e prédios são invadidos pelas águas do mar com ondas gigantescas, arrastando barcos, carros, casas deixando muitas pessoas desabrigadas, outras cidades costeiras são praticamente varridas do mapa como no ultimo acontecimento no Haiti, em fim toda tempestade é devastadora e com alto custo para essas cidades sejam recuperadas. Há muitos tipos de tempestades, mas todas elas deixam rastros de destruição pequenos ou grandes.

2. Furacão
Existe também o furacão ou ciclone, ele se apresenta com características um pouco diferente de uma tempestade de chuvas e ventos, mas uma espécie de redemoinho parecido com uma tromba de elefante afunilado que vem com ar quente e poeira dependendo da velocidade vai varrendo e jogando para a atmosfera tudo o que encontra pela frente, a situação se torna insopitável. Existem países que são vulneráveis a esses fenômenos devido às localizações geográficas. Tanto as tempestades quanto o furação está acima das nossas forças (Mc 4:35-41). O profeta Isaias predisse a destruição da Babilônia usando fenômenos meteorológicos, porém na mensagem ele não se referia literalmente esses fenômenos, mas que um exército poderoso passaria sobre Babilônia como um tufão destruindo tudo pela frente (Is 21:1).

3. Maremoto
Existem também no mar as acomodações das chamadas placas tectônicas, quando elas se movimentam causam o fenômeno chamado maremoto jogando para terra água e lama, com essa reação inundam cidades inteiras como aconteceu no Japão há alguns anos atrás, os navios, barcos foram lançados em terra, árvores foram arrastadas, carros, casas, prédios e milhares de pessoas foram soterradas na lama.

II. Idéias sobre essas calamidades
Antigamente tempestades sobre alguns lugares eram sinais de reprovação divina sobre aquele povo, mas nem sempre foram, ou seja, apenas algumas calamidades. Todos nós estamos em situações vulneráveis às variações climáticas e outros fatores que contribuem para esses eventos, mas com o passar dos anos os acontecimentos estão ficando cada vez mais frequentes porque o próprio homem tem contribuído para essas ocorrências, todavia deixemos de lado os eventos naturais e meditemos nos acontecimentos que envolvem a nossa vida espiritual.

III. Circunstancias parecidas
Existem circunstancias na vida que nos parece serem tempestades, eles são piores porque atinge a alma e o espírito, invadindo a sua vida capaz de se instalar uma crise existencial. Essas situações nos causam sensações desagradáveis como: Angústia, esvaziamento de Deus e de si e pavor, finalmente falta tudo, essa situação lhe envolve como uma pele e você têm que lutar sozinho. Nessa ocasião parece que o barco começa a encher de água e os ventos soprarem ainda mais fortes, seus gritos de socorro ninguém os escuta.

IV. O grito de socorro
Os discípulos não queriam incomodar o mestre que cansado dormia sobre uma almofada na popa do barco, em um sono tranquilo parecia que nada estava acontecendo com o barco, mas de repente ele escuta os gritos MESTRE DESPERTA! Não vês que estamos perecendo? Jesus tranquilamente se levanta, olha para os ventos e a bravura do mar e a primeira coisa que ele faz é acalmar os ventos, ACALMA-TE VENTOS! Pois eles são as causas da revolta e a braveza do mar, em seguida ele dá as ordens ao mar dizendo: AQUIETA-TE MAR! A natureza ouve a sua voz e houve grande bonança.

Não importa que tipo de tempestade, vendaval, redemoinho ou tufão você esteja passando em sua vida, não importa se na área sentimental, problemas finaceiros, doenças ou mesmo espiritual, quando você pode ter tudo, mas nada preenche, nesse momento não deveis perder a esperança, e procure se abrigar na oração e na adoração ao Senhor, com essa atitiude ela passará como chuva de verão. Não esqueça que o Senhor está no controle do barco da vida, ele não vira e não vai naufragar, pois do Senhor sairá à ordem e acalmará a tempestade como fez com os discípulos em alto mar, ao vê-lo acalmar a tempestade gritarão em alta voz dizendo: QUE HOMEM É ESSE QUE ATÉ OS VENTOS E O MAR LHES OBEDECEM! A brisa suave do Senhor te dá descanso (I Rs 19:9-13).

“O poder infinito de Deus não está na tempestade, mas na brisa.” Rabindranath Tagore

Pr. Elis Clementino


terça-feira, 9 de outubro de 2018

ESBOÇO 879 VEREDAS E SEMENTES


ESBOÇO 879
TEMA: VEREDAS E SEMENTES
TEXTO: “Fazei veredas direitas para os vossos pés...” Hb 12:13

                Coisas que todo indivíduo tem que fazer; escolher seus próprios caminhos, semear as suas próprias sementes e provar dos seus próprios frutos. As veredas que ele abrir e as sementes que plantarem certamente terão seus resultados ou bons ou ruins (Pv 14:14), ou seja, o indivíduo pisará com seus próprios pés nos caminhos que ele próprio construiu e provará dos frutos das sementes que semeou, por isso é preciso ter muito cuidado com os caminhos que escolhe e que semente hão de plantar, pois a lei da semeadura está ai e serve pra todos.

Caminhos – estrada, vias, direção ligação de um lugar para outros.
Veredas – caminho estreito, atalho e sena.
Sementes – A imo ou essência que contém vida

Caminhos e Sementes
Cada indivíduo tem o livre arbítrio para fazer as suas escolhas, quer sejam caminhos, assim como as sementes que deseja semear, mas cada um tenha a certeza das decorrências dessas escolhas. Os caminhos que ele escolher pode até serem vistos como bons aos seus olhos (Pv 14:12; 16:2,25), por isso é preciso ter muito cuidado porque ele pode não ser bom como ele possa pense. As sementes que o indivíduo semeia também resultarão em frutos, bons ou maus (Mt 7:17,18), porém ele deve ter a certeza provarão dos seus deles (Pv 14:14). (O indivíduo colhe hoje o que ele plantou ontem), “Semear é opcional, colher é obrigatório.” Ou seja, se semear ou não com certeza colherá “tudo o que o homem semear, isso ele ceifará” (Gl 6:7). Na parábola dos talentos o homem que ganhou um talento não semeou e o seu resultado foi triste (Mt 25:26,27)

No plano espiritual
Entre as escolhas da vida há dois caminhos a serem escolhidos, ambos terão resultados, no entanto somente um pode ser escolhido são eles: O caminho da vida ou o da morte, a benção ou maldição (Dt 30:19). A sabedoria conduz o indivíduo a fazer as melhores escolhas (Pv 15:24). Ninguém pode escolher por ele, a escolha é individual, cada um busque o melhor para si, mas deve ter ciência que uma escolha errada pode comprometer até a sua entrada na eternidade. Mesmo sabendo dessas decorrências há aqueles deixam as veredas direitas para andarem nos caminhos de trevas (Pv 2:11-19), Salomão apresenta nesse texto o valor da sabedoria e que todos precisam atentar para ela. Qualquer caminho que cause dúvida precisa ser analisado, porque o desprezo a sabedoria pode resultar em um desastre tanto na sua vida pessoal quanto na espiritual (Pv 7:25-27). É preciso entender que com a sabedoria, e, sobretudo a orientação divina o indivíduo pode fazer boas escolhas. Existem códigos de linguagem que nos apontam os caminhos que deve ser seguido, dos quais identificamos se estamos no caminho certo ou errado, alguns pode ser apresentada como placas de sinalizações, entre outros, são alertas que nos forçam a tomar uma decisão favorável ao próprio indivíduo.

                Dependendo da escolha que for feita ele será beneficiado ou não, se boas ou ruins, por isso as nossas escolhas devem ser bem consciêntes, sabendo que elas implicarão nos resultados. O indivíduo deve saber por que está escolhendo, esse ou aquele caminho e que tipo de semente está semeando. A vida é feita de escolhas e de resultados, pois aquilo que ele está colhendo hoje é resultado do que plantou no passado, se ruim, ou se bom, não sei, quem estiver colhendo é quem sabe. No sentido imaterial não será diferente o que escolher certamente implicará na vida devocional e no futuro final (Dt 30:15,19; Ec 15:9-21; Jr 21:8).

Pr. Elis Clementino

sábado, 29 de setembro de 2018

ESBOÇO 878 AS PALAVRAS INCENDEIAM UM BOSQUE


ESBOÇO 878
TEMA: AS PALAVRAS INCENDEIAM UM BOSQUE
TEXTO: TIAGO 3:1-12

A nossa maneira de falar podem gerar problemas às vezes irreversíveis, a ponderação no falar é importante nos relacionamentos entre as pessoas, pois a maneira de falar pode gerar tanto controvérsias quanto promover a paz. As nossas palavras têm tanto poder destruidor quanto de edificar, As nossas palavras são capazes de incendiar um bosque, mas também seremos julgados por elas. A Bíblia Sagrada recomenta controlar as nossas palavras.

O poder das palavras
As nossas palavras têm poder “a morte e a vida estão no poder da língua” (Pv 18:21), mas depende de como fazemos uso dela, com ela podemos bendizer a Deus e amaldiçoar as pessoas (Tg 3: ). A maneira como nos expressamos pode matar as pessoas ou dar a vida, pois pressuponho que elas atinjam tanto a vida física quanto a espiritual, por isso pesa sobre cada indivíduo a responsabilidade de pensar e de que modo falar. As precipitações no falar podem comprometer pessoas até ao final da vida (Ec 5:2-3) “uma palavra dita jamais revertida” pode até ser desculpadas, mas não esquecidas. Existem pessoas que são extremamente sentimentais emocionalmente, às vezes com as minimas coisas elas se abatem e não se sabe o que poderá acontecer posteriormente com elas porque as consequências dependerão desse estado emocional.

As palavras incendeiam
Não se podem calcular os detrimentos e que proporção eles podem chegar quando pronunciamos palavras irrefletidas, por menor que seja a expressão verbal causará efeitos duradouros e às vezes devastadores. Muitas pessoas já foram vítimas de palavras acusadoras, caluniadoras e etc. As pessoas que sofreram esses tipos de coisas tiveram perdas irreparáveis deixando sequelas que podem ser carregadas para o resto da vida. Atualmente estamos vivenciando isso as pessoas estão se agredindo com palavras pelas redes sociais, isso incendeia o mundo.

Julgados pelas próprias palavras
Naturalmente aqui somos julgados pelas nossas palavras e por elas recebemos a recompensa ou não, mas fiquemos certos que receberemos também o julgamento divino “toda palavra frívola que proferir será julgado.” As palavras que proferimos não serão apagadas, se elas forem más sofreremos as consequências, mas se forem boas receberemos delas o louvor (Pv 12:14;18:20).

Controlando a língua
Não existe homem perfeito, mas se alguém conseguir controlar a língua, esse varão é considerado perfeito. Domar a língua é uma das tarefas mais difíceis, para controlar há outra tarefa mais difícil ainda o autocontrole, a negação de si mesmo. A bíblia nos ensina como controlar a língua (Sl 19:14; Pv 11:13; 26:20; 2 Ts 2:16,17; Tg 3:1-12).

Sejamos sensatos e cautelosos na nossa maneira de se expressar de forma verbal porque não sabemos qual o entendimento que as pessoas terão delas, cada indivíduo tem a sua própria interpretação. As nossas palavras podem encendias um bosque, porque elas têm poder e seus efeitos podem causar estragos e são duradouros, os nossos ouvidos provam as palavras assim como o paladar prova a comida (Jó 34:3). Estejamos certos que as nossas palavras são julgadas, elas podem ser aprovadas ou reprovadas. Ana na sua oração em louvor a Deus pela sua vitória ela disse: Não multipliqueis palavras altivezas, pois o Senhor pesa as nossas obras (I Sm 2:3). Jesus disse que toda palavra frívola que pronunciarmos havemos de prestar conta diante de Deus (Mt 12:36,37). Uma palavra dura suscita ira, mas a palavra branda desvia o furor (Pv 15:1-4), portanto devemos ter muito cuidado, não no que ouvimos, mas no que falamos, seja cedo no ouvir e tardio no falar (Tg 1:19). Irmãos ponderem bem o que fala, pois as suas palavra tanto pode destruir quanto edificar.

Pr. Elis Clementino

terça-feira, 11 de setembro de 2018

ESBOÇO 877 MODELO DE VIDA CRISTÃO


ESBOÇO 877
TEMA: MODELO DE VIDA CRISTÃO
TEXTO: I PEDRO 1:13-25.

                Cada pessoa tem o estilo de vida que lhe é peculiar, mas que este deva ser de maneira que lhe cause honradez e bom nome “O mais digno de ser honrado é o bom nome”, (Pv 22:1). Muitos cristãos não levam em consideração algumas características importantes que devam acompanhar-lhes, e por isso se torna difícil de viverem bem, por essa razão devemos entender que existem regras igualitárias para todos, elas devem ser lembradas e obedecidas. Na Bíblia existem preceitos que foram estabelecidos por Deus para que toda criatura tenha com o criador uma vida devocional saudável, esse princípio deve acompanhá-la por toda vida, pois esse é o modelo exigido por Deus para todos, principalmente os cristãos da atualidade, para terem uma vida de santidade todos os dias (Lc 1:75).

1. As características morais e espirituais.
As características morais influem diretamente na conduta espiritual.

1.1. Morais
1. Em tudo ser exemplo e andar dignamente (Ef 5:8. Cl 1:10; 2:6; 1 Tm 4:12: Tt 2:7; 1 Pe 5:3);
2. Servir de modelo para os outros (At 20:18; Fp 3:17; Fp 4:9; 2 Ts 3:7;. 2 Tm 3:10);
3. Linguagem sã e irrepreensível (Fp 2:15; Tt 2:8);
4. Não entrar em questões alheias (1 Tm 5:22);
5. Não serem orgulhosos e nem se gloriar e nem louvar-se a si mesmo (1 Co 1:31; 2 Co 3:5b; 2 Co 10:17,18; 1 Co 3:18);
6. Manter o domínio próprio (1 Co 6:12b);
7. A ninguém julgar precipitadamente (Mt 7:1; 1 Co 4:5; Rm 2:1; Rm 14: 4,10,13);

1.2. Espirituais
1. Conservar o modelo das sãs palavras (2 Tm 1:13; 2 Tm 3:14; Tt 1:9; Hb 10:23);
2. Ter uma vida de completa santidade (Lc 1:75; 1 Ts 5:23).
3. Não se embaraçar com as coisas desta vida (1 Co 9:25; 2 Tm 2:4);
4. Fugir das paixões da mocidade (1 Ts 5:22; 1 Tm 6:11; 2 Tm 2:22);
5. Que o vosso amor seja conhecido de todos, amor exemplar (Fp 4:5).
6. Procurar ter uma boa consciência (At 23:1; At 24:16);
7. Deixar tudo e seguir esse exemplo (Ef 4:17-31).

2. Entendendo os problemas da vida para manter o modelo de vida cristã.
Quem observar cuidadosamente a palavra de Deus será próspero (Dt 28:1-8), mas devemos entender que as bênçãos advindas não nos isenta das aflições (Jo 16:33b), não é por ser abençoado e servo de Deus que os contratempos não aconteçam, porém, mesmo com todos as aflições aquele que é obediente a Deus e nele confia a possibilidade de triunfar será muito maior (Fl 4:13; Jo 5:15; 2 Co 12:9).

Podemos crescer em meio à crise, essa é uma maneira de Deus exaltar alguém que esteja dentro dos seus propósitos, pois é sofrendo que amadurecemos e adquirimos experiências (Rm 5:3; Tg 1:3,4,12). Crescemos porque as adversidades nos forçam a buscar saídas e descobrir novos caminhos. Paulo sabia que as perseguições, sofrimentos e prisões sofridas contribuíram para o bem do evangelho (Fl 1:12-26). Se o individuo não for abençoado da maneira que gostaria de ser não significa que ele esteja debaixo de maldições, pois Deus criou todas as coisas cada qual para o seu próprio fim (Jó 1:21; 2:10; Pv 22:2).

A obediência aos mandamentos divinos é um bom princípio para obedecer às leis estabelecidas pelos homens como regras para viver bem. É importante apresentar boas características tanto na vida moral quanto espiritual, pois o sucesso espiritual depende muito das nossas qualidades, mas para isso existem os obstáculos que se impõem contra as nossas vontades de melhorar os nossos caminhos, porém o cristão deve ter a consciência que os obstáculos não influencie negativamente sobre a nossa vida moral e espiritual. Os nossos fracassos não devem ser atribuídos a Deus e sim a nós mesmo, ora, toda geração padece (Rm 8:18-23), mas quando correspondemos com a vontade de Deus, ele nos abençoará e nos fortalecerá nos tornando vencedores (Rm 8:37). O nosso modelo de vida cristã deve ser constante e em quaisquer que sejam as circunstâncias, principalmente nós líderes religiosos cristãos, o nosso modelo deve servir de exemplo para os fiéis “Sê exemplo dos fieis”.

Pr Elis Clementino - AD Excelência

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

ESBOÇO 876 O AMOR EM AÇÃO


ESBOÇO 876
TEMA: O AMOR EM AÇÃO
TEXTO: “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” (GÁLATAS 5:14; LUCAS 10:29-37)

            Em uma parábola Jesus apresenta quem verdadeiramente quem é o próximo e expõe a importância da prática do amor. Na narrativa aparecem quatro personagens, sendo que dois deles com maiores responsabilidades, um sacerdote e um levita, o terceiro é um samaritano, o quarto um desconhecido, isso significa que não importa quem. Os sacerdotes e levitas tinham tudo a ver porque eles eram defensores da sociedade e proteger a vida e levá-las a Deus, o samaritano também era religioso, mas não tinha a responsabilidade que pesava sobre os ombros dos sacerdotes e levitas. O âmago dessa parábola é o amor ao próximo

1. O sujeito do episódio
Descia um homem para Jerusalém e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o desposaram e o espacaram deixando-o quase morto. A bíblia não relata quem era aquele homem e o seu nome.

2. O Sacerdote
Os Sacerdotes tinham atribuições importantes no cuidado do altar, dos sacrifícios e do povo perante Deus, havia uma relação entre sacerdotes e levitas, eles representavam a religião os sacerdotes e a prática da religião. O exercício do amor ao próximo abrange a todas as pessoas sem importar que classes sociais pertencessem, pois aos sacerdotes incluíam o dever de socorrer até os animais (Dt 22:4; Hb 5:1), mas ele passou e olhou, mas não com sentimento de compaixão e dor pelo próximo.

3. O Levita
As atribuições dos levitas eram cuidar dos sacerdotes, das orações, da limpeza, dos suprimentos, da música e das ofertas, o levita representava as boas obras, tanto o sacerdote quanto os levitas não podiam estar alheios a situação daquele homem, principalmente naquele estado, também eles não podiam ser apáticos nos olhares para com os necessitados, eles não deviam olhar somente com os olhos, mas também com o coração (Mt 13:15; Ef 1: 17,18).

4. O bom samaritano
Ele é a quarta figura principal desta parábola, ele representa o amor e a misericórdia. Em que consistiu a bondade do Samaritano?
(1) Não serviu a si mesmo;
(2) Olhou não somente com os olhos, mas com o coração;
(3) Chegou perto;
(4) Agiu imediatamente com ato de caridade e solidariedade;
(5) Valorizou mais a vida, mas do que o dinheiro ou as coisas;
 (6) Utilizou o seu azeite nas feridas daquele pobre homem, e o pôs em sua cavalgadura.
(7) Ele desceu ao mesmo nível do necessitado, somente conheceremos as necessidades dos outros quando descemos ao mesmo nível, ou seja, sentindo-se igual a ele.

            Esse texto evidencia também a misericórdia de Deus através de Jesus Cristo e seu amor para conosco quando estávamos caídos e enfermos espiritualmente (Ef 2:1). O maior ato de solidariedade é estender a mão ao próximo na ocasião em que mais ele necessite. Há muitas pessoas nas mesmas condições daquele homem caído à beira da estrada, e pessoas como os sacerdotes e levitas que passaram a passos largos e não demonstraram compaixão por elas. O samaritano é a expressão da bondade do amor e da misericórdia ao próximo, por isso Jesus o qualificou de bom. O homem caído meio morto não é identificado, isso indica que não devemos olhar a quem, o que mais importa e o exercício do amor, a atitude do samaritano nos deu a ideia do quanto à vida é valiosa, ele, porém, pôs o pobre homem na sua cavalgadura e levou-o para estalagem pagou uma quantia para cuidarem daquele homem, notem que ele valorizou a vida mais do que as coisas, ele também reconhecia que o seu dinheiro diante da vida nada valia. Como você tem olhado para o próximo? Saiba! O ato de solidariedade não tem preço.

Pr. Elis Clementino