sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

TEMA: Superando crises no relacionamento conjugal e familiar.

ESTUDO
TEMA: Superando crises no relacionamento conjugal e familiar.
As muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios afogá-lo. Ainda que alguém desse todos os bens da sua casa por este amor será todo desprezado” (Ct 8.7; Pv 6.35; Ef 5.28)

Introdução
No mundo vivemos diante de tantas diferenças, mas temos que aprender a conviver com elas em todos os aspectos, seja na vida profissional, amizades, na vida amorosa, entre outros. As lições que vivenciamos no cotidiano servem de aperfeiçoamento a fim de fazermos melhor. Os conflitos são os maiores aliados da separação entre amigos e relacionamentos amorosos, essas tensões apesar de deixar seqüelas elas também nos impelem para o prélio, para isso é necessário atenção nos momentos de antagonismo, explanarei com singeleza sobre alguns relacionamentos e crises conjugal.

I. Quatro pilares de sustentação do relacionamento
1.Amor é à base de todo bom relacionamento humano, “amor ao próximo”;
2.Humildade, sem ela é impossível você se relacionar bem;
3.Compreensão, se não soubermos lidar com as diferenças, jamais nos relacionaremos satisfatoriamente;
4.Valorização; devemos estimar as pessoas e considerá-las tão importantes quanto a nós mesmo.

II. Três tipos de relacionamentos
Poderia comentar outros tipos de relacionamentos, até mais significantes, entretanto me aproprio desses três, enfatizando a família.

1. Interpessoais
Devemos ter em comum o relacionamento entre pessoas, sem distinção de cor, raça, classe social, religiosa etc. Esse tipo de relacionamento é o mais natural e fácil de fazer, entretanto há outros mais próximos e afetivos.


2. Intrapessoal
Esse tipo de relacionamento se desenvolve dentro da própria pessoa, se questiona, responde, decide, entre outros. Quando o individuo não interage bem consigo mesmo, muito menos com os outros, a dificuldade já começa dentro dele (a) mesmo “vai bem contigo?” (2 Rs 4.26). Entretanto podemos também interrogar e responder a nós mesmos como fez o salmista (Sl 116.12,13).

3. Conjugal e familiar
Esse é um relacionamento importante, com ele o casal deve conviver afetuosamente todo tempo. O AMOR é causa principal da subsistência amorosa entre marido e mulher, ambos têm compromissos e deveres um para com o outro, a mulher é uma auxiliadora tirada do próprio homem (Gn 3.18), ela deve ser tratada com dignidade, reconhecendo-se o seu valor (I Pe 3.7), uma mulher amada é tida por mulher virtuosa, cujo valor excede o dos rubins e o coração do seu marido está nela confiado (Pv 31.10.11; Pv 12.4), uma esposa fiel, cuidadosa e amorosa, é presente de Deus (Pv 18.22), ela é como a videira frutífera aos lados da tua casa (Sl 128.3), é como um manancial e a gazela graciosa (Pv 5.18,19), ler ainda (Pv 31.10-31). O marido deve amar a esposa como o seu próprio corpo, Paulo compara o amor dos cônjuges como o de Cristo e a igreja (Ef 5.25-28). A submissão da mulher ao marido não deve ser entendido pelo lado pejorativo, essa é uma posição sob missão (Ef 5.22,24; I Pe 3.5,6), sem dúvidas envolve o amor; a submissão deve ser com amor, o mais é constrangimento. No relacionamento conjugal ninguém deve interferir entre os cônjuges, outras pessoas quando se envolvem pai, mãe, sogros ou outros de grau parentesco próximos, geram problemas e crises, diz às escrituras que o homem deixará pai e mãe e apegar-se-á a sua mulher (Gn 2.24; Mc 10.7). A palavra de Deus nos ensina que devemos coabitar com as nossas esposas com entendimento (I Pe 3:7). Elas não devem ser tratadas como nossas: Lavadeiras, cozinheiras, passadeiras, objeto de prazer sexual ou mesmo como simplesmente mãe dos nossos filhos, ela merece toda a nossa atenção.

Toda mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola derruba com as suas próprias mãos” (Pv 14.1)

Relacionamento entre pais e filhos deve ser dentro de um clima de consenso, há uma recomendação paulina que não devemos provocar ira dos nossos filhos (Ef 6.2; Cl 3.21; Gn 18.19; Pv 19.18). Cabe aos pais ensinarem aos seus filhos se relacionarem bem com os seus semelhantes, isso deve ser feito desde cedo no lar, ensinando-lhes o caminho que devem andar (Pv 22.6). Os filhos devem obedecer aos pais e tê-los em honra, pois esse é o primeiro mandamento com promessa (Ef 6.1-3; Ex 20.12; Dt 5.16).

III. Crises
Quando falamos em conflitos no casamento, sabemo-los que eles surgem na vida de muitos casais, portanto eles devem ser superados com bastantes diálogos, essa é a melhor maneira de conviver com a situação, marido e mulher devem evitar qualquer tipo de atitudes inconvenientes, e para termos vitória é necessário abrir mão de alguns privilégios inclusive reconhecer as faltas entre ambos, se perdoarem, essa é a melhor maneira de superar crises no casamento, as diferenças sempre irão existir, jamais os cônjuges devem medir forças, pois é importante salientar que nenhum conflito será resolvido dessa forma, mas com muita ponderação administrando as diferenças.

Considerações finais
Jamais devemos deixar de valorizar a nossa família, Satanás é o causador de destruição dos lares, ele sabe muito bem que a família é à base da sociedade; se ela for destruída toda sociedade mergulhará num caos, devemos pedir a Deus graça e paciência para não jogar fora tudo aquilo que você conseguiu durante a sua vida conjugal, orar, vigiar e ler a palavra de Deus é imprescindível para manter a unidade familiar. Antes de você tomar qualquer atitude sobre a sua vida conjugal, PENSE!

Se você é feliz no seu casamento, continue cultivando com adubo do amor, pois muitos gostariam de ser feliz como você, e não são. CLEMENTINO,Elis

“Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de tua vida fugas, os quais Deus te deu debaixo do sol; porque esta é a tua porção nesta vida”. (Ec 9.9)

Pr. Elis Clementino da Silva – Itapissuma – PE/Brasil

TEMA: VIVENDO NA DEPENDÊNCIA DE DEUS

ESBOÇO 374
TEMA: VIVENDO NA DEPENDÊNCIA DE DEUS
“Ainda que ele me mate, nele esperarei; contudo, os meus caminhos defenderei diante dele.” (Jó 13.15).

Viver na dependência de Deus é ter total confiança e esperar o tempo dele agir, na confiança que os pensamentos de Deus a nosso respeito é bom “Porque eu bem sei o pensamento que penso de vós, diz o Senhor; pensamento de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais” (Jr 29.11). A bíblia nos relata que para tudo tem um tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu (Ec 3.1). O tempo pertence a Deus e o cumprimento daquilo que ele fala, temos um grande exemplo de promessa a de Abraão e Sara sua mulher, ela recebeu a virtude de conceber fora da idade; porquanto fiel foi aquele que prometeu (Hb 11.11). Discorreremos sobre como conviver com os problemas sem deixar de esperar no Senhor, viver na dependência de Deus e conformar-se com a vontade dele.

Convivendo com os problemas
Necessariamente devemos aprender a conviver com os problemas que surgem durante o nosso cotidiano. A bíblia enfatiza o exemplo de Jó, e através dele aprendemos a viver na dependência de Deus, provações inesperadas (Jó 3.25), a sua maneira de se conduzir na dependência de Deus nos levam a compreender essa necessidade. Na ótica humana a deplorável situação de Jó seria o suficiente para blasfemar contra o Senhor, mas a sua fidelidade a Ele o levara a receber mais do que havia perdido, é assim que o Senhor faz com quem vive na sua dependência, pois tudo Ele pode (Ef 3:20). Todos nós independentemente de ser religioso ou não sofremos, no entanto todos necessitam de ajuda, que nem sempre as pessoas que nos rodeiam podem fazer.

Vivendo na Dependência de Deus
Raramente as pessoas querem submeter-se a viver na dependência de alguém, muito menos de Deus, porque viver na dependência de Deus requer: Renuncia; submissão e obediência, além de entender a sua soberana vontade. Quando se faz o querer de Deus, como fez Abraão, prefere-se deixar tudo para trás e obedecer a voz de Deus (Gn 12.1-4; Hb 11.8). A melhor maneira de viver na dependência de Deus é entregar-se totalmente em suas mãos e deixar que ele se encarregue de abençoar e realizar todos os projetos independentemente das nossas limitações (Dt 28:12).

Conformar-se com a vontade de Deus
Nem sempre queremos aceitar o querer de Deus porque muitas vezes contrariam os nossos (2 Co 12.9,10), entretanto o desejo de todo ser humano é ficar livre definitivamente de todos os problemas, mas isso é impossível acontecer, não que seja impraticável a Deus, mas porque Ele opera em nós tanto o querer quanto o efetuar (Fp 2.13-15). Levar a cruz como Jesus falou aos discípulos (Lc 9.23), não é uma cruz literalmente, mas toda carga de sofrimentos e de renuncia que enfrentamos na vida cristã, por isso é necessário buscar forças para suportar.

Quando confiamos plenamente em Deus, nos eximimos de certas responsabilidades, pois vivemos na sua dependência, exceto as coisas que é posta para nós fazermos ou que alude somente a nós. “Devemos não apenas viver na dependência de Deus, mas conforma-se com a sua soberana vontade “...para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2b).

Porque eu bem sei o pensamento que penso de vós, diz o Senhor; pensamento de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais” (Jr 29.11).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma/PE

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

TEMA: VIVENDO NA DEPENDÊNCIA DE DEUS

ESBOÇO 374
TEMA: VIVENDO NA DEPENDÊNCIA DE DEUS
“Ainda que ele me mate, nele esperarei; contudo, os meus caminhos defenderei diante dele.” (Jó 13.15).

Viver na dependência de Deus é ter total confiança e esperar o tempo dele agir conforme expressa o profeta Jeremias “Porque eu bem sei o pensamento que penso de vós, diz o Senhor; pensamento de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais” (Jr 29.11). A bíblia nos relata que tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu (Ec 3.1). O tempo pertence a Deus e o cumprimento daquilo que ele fala “Pela fé, Temos um grande exemplo na vida de Abraão e Sara. Sara recebeu a virtude de conceber e deu à luz já fora da idade; porquanto teve por fiel aquele que lhe tinha prometido” (Hb 11.11). Discorreremos sobre como conviver com os problemas, vivendo na dependência de Deus e conformar-se com a vontade dele.

Convivendo com os problemas
Necessariamente devemos aprender a conviver com os problemas que surgem durante o nosso cotidiano. A bíblia enfatiza o exemplo de Jó, jamais ele esperava ser provado daquela maneira como ele próprio disse: “Porque o que eu temia me veio, e o que receava me aconteceu” (Jó 3.25). Na ótica humana a deplorável situação de Jó seria o suficiente para blasfemar contra Deus, mas a sua fidelidade a Ele o levara a receber mais do que havia perdido, é assim que o Senhor faz com quem vive na sua dependência (Ef 3:20). Todos nós independentemente de ser religioso ou não sofremos, no entanto todos necessitam de ajuda, que nem sempre as pessoas que nos rodeiam podem fazer.

Vivendo na Dependência de Deus
Raramente as pessoas querem submeter-se a viver na dependência de alguém, muito menos de Deus, porque viver na dependência de Deus requer: Renuncia submissão e obediência, além de procurar compreender a sua soberana vontade. Quando se faz o querer de Deus, como fez Abrão que preferiu deixar tudo para trás e obedecer a uma voz que ele entendeu ser de Deus (Gn 12.1-4). A melhor maneira de viver na dependência de Deus é entregar-se totalmente em suas mãos e deixar que ele se encarregue de abençoar e realizar todos os projetos independentemente das nossas limitações (Dt 28:12).

Conformar-se com a vontade de Deus
Nem sempre a vontade permissiva de Deus é a nossa (2 Co 12.9,10), entretanto o desejo de todo ser humano é ficar livre definitivamente de todos os problemas, mas isso é impossível acontecer, não que seja impraticável a Deus, mas porque ele opera em nós tanto o querer quanto o efetuar (Fp 2.13-15). Levar a cruz como Jesus falou aos discípulos (Lc 9.23) não significa ser uma cruz literalmente, mas toda carga de sofrimentos e de renuncia que enfrentamos na vida cristã. Não devemos se conformar ao modelo mundano (Rm 12.2).

Quando confiamos plenamente em Deus, nos eximimos de certas responsabilidades, pois vivemos na sua dependência, exceto as coisas que é posta para nós fazermos e alude somente a nós. Devemos não apenas viver na dependência de Deus, mas conforma-se com a sua soberana vontade, pois Ele sempre deseja o melhor para nós.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma/PE

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

TEMA: CUIDANDO DO BOM HUMOR

ESBOÇO 373
TEMA: CUIDANDO DO BOM HUMOR
O coração alegre aformoseia o rosto Pv 15.13

O bom humor é o cartão postal do ser humano, mas o antônimo desse termo causa aborrecimentos e entristece o coração. No entanto há muitas maneiras de melhorar ou piorar a disposição de espírito do individuo, levar tudo muito à sério talvez resultem em problemas e crie situações indesejáveis, entretanto sorrir e brincar faz bem a saúde (Pv 15.13). Outros às vezes têm semblantes tristes resultante de algum problema pessoal, ou por serem “especiais”, algum sentimento de frustração, pouco se comunicam, e até se entregam ao desprezo, a ponto de não cuidar de si própria. Nesse mote destacaremos cinco coisas importantes: Não se entregar ao desprezo, não aceitar as impossibilidades, ter confiança em Deus, aprender com a lição de vida das outras pessoas e ter coragem de lutar pelos seus ideais com afinco e determinação.

1. Não se entregue ao desprezo
Existem pessoas que não tem prazer em sua própria vida, isso talvez motivado por desgosto, decepção, perda de algo precioso, ser especiais, autoestima em baixa, entre outros, contudo necessitamos saber que somos tão preciosos e importantes quanto às outras pessoas, o sentimento de inferioridade nos leva a desacreditar em nós mesmos, veja a Auto-depreciação de Mefibozete, o aleijado de Lode-bar “… Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?” (II Samuel 9:8). Muitas vezes achamos que somos incapazes de alcançar pontos estratégicos na vida, porém, devemos nos valorizar e manter o nosso bom humor por que; - “O coração alegre serve de bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos” (Pv 17.22), assim entendemos que “estar sempre triste é morrer aos poucos”

2. Não veja tudo pelo lado das impossibilidades
Satanás tem posto no coração de muitas pessoas as impossibilidades, no entanto a confiança paulina foi mais aguerrida - “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.13). Se as coisas não são tão favoráveis atualmente para você, isso não significa que sempre será assim, seja forte e reaja contra esse ressentimento, pois não vem de Deus.

3. Tenha Confiança em Deus
Devemos ter confiança no Senhor para alcançar as promessas de Deus reservadas para nós “Confia no Senhor as tuas obras e teus pensamentos serão estabelecidos” (Pv 16.3). Não devemos entrar pelos caminhos do pessimismo e positivismo, mas sermos otimistas e acreditar no SENHOR. “Entrega o teu caminho ao Senhor confia nele e ele tudo fará” (Sl 37.5). Nada pior do que uma pessoa que desacredite no seu potencial, quando isso acontece torna-se difícil até de ajudá-la.

4. Aprendendo lições de vida
Temos hoje algumas lições de vida interessantes, algumas pessoas “especiais” estão ganhando espaço na sociedade de hoje, porque aquela tristeza e sentimento de inferioridade que havia neles foram trabalhados e eles reagiram com coragem e determinação até alcançar um desejo que ele (a) próprio achava impossível. Sem propósito meu querido (a) não se chega a lugar algum.

5. Tenha coragem para lutar pelos seus ideais
Devemos ser forte e corajoso, usando a nossa fé no Senhor, enfrentando os desafios que surgem em nossa frente. Quando meditamos em hebreus 11, que costumamos chamar de a galeria dos heróis da fé sinto-me extremamente fortalecido. “Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram os exércitos estranhos em fuga”. (Hb 11.33,34).

Deus criou o homem com um grande potencial de superação, o problema é que ele não sabe empregar ou explorar esse potencial, é claro que sozinhos nada podemos, mas existem milhares de pessoas em nossa volta e se interagirmos bem, certamente elas nos ajudarão, sobretudo, a ajuda de Deus. Mantenha-se sempre de bom humor.

Todos os dias do aflito são maus, mas o de coração alegre tem um banquete contínuo”. Pv 15.15.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

TEMA: SUCESSOS E FRACASSOS

ESBOÇO 372
TEMA: SUCESSOS E FRACASSOS
“Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração até se corromper; (II Cr 26.16ª).


O reconhecimento da participação de Deus em nossas conquistas é imprescindível, pois nunca devemos superestimar a nossa importância mediante as grandes conquistas que experimentamos. O ser humano está sujeito a sucessos e fracassos, tanto um como outro, dependem dos projetos que arquitetamos na vida, embora nem sempre os fracassos aconteçam por alguma falha que cometemos na execução, existem inúmeros fatores que contribuem inclusive os acidentais. Discorreremos nesse mote sobre o sucesso e fracasso do Rei Uzias.

Contexto histórico
A história de Uzias é contada em (2 Rs 15.1-7) e em (2 Cr 26.1-23). Rei de Judá, conhecido também pelo nome de Azarias, (2 Rs 15.1-13), tinha apenas 16 anos quando assumiu o poder, (Familiares: Pai – Amazias; mãe – Jecolias; filho – Jotão). Considerado um engenheiro de notável saber, possuiu grandes fazendas e reinou por 52 anos. O seu egoísmo o levou ao final trágico morrendo leproso (2 Cr 26.21,22).

1. Rei Uzias “Yahweh” é minha força
a) Sucesso
-Buscou a Deus sendo submissa a orientação do sacerdote Zacarias (2 Cr 26.5);
-Agradou a Deus durante seus primeiros anos como rei;
-Obteve sucesso em derrotar os inimigos do seu pai, começando com os edomitas (2 Rs 14.22; 2 Cr 26.1);
-Derrotou com êxito os filisteus e os árabes (2 Rs 15.3; 2 Cr 26.4,5);
-Fortificou e fortaleceu Judá significativamente (2 Cr 26.9,15);
-Seu nome ganha notoriedade;
-Deus o fez prosperar (2 Cr 26.5).

b) Fracasso
-Seu orgulho o corrompeu (2 Cr 26.16);
-
Não compreendeu que tudo quanto ele realizara provinha da ajuda de Deus (2 Cr 26.5,7);
-Se achou tão auto-suficiente que dispensou os sacerdotes (- Eu faço tudo, eu mesmo queimo o meu incenso no templo do Senhor – o que era restrito aos sacerdotes);
-Foi lançado fora, rejeitado por Deus e pelos sacerdotes;
- Morreu leproso, um final trágico.

2. Sucesso nem sempre implica sucesso
Há sucesso que é meio caminho para o fracasso, principalmente quando o individuo não tem noção do que é estar no topo do sucesso. Uzias não pensou nisso se achou auto-suficiente para todas as finalidades, inclusive exercer o sacerdócio, lembre-se que o fracasso está nas entrelinhas do sucesso, os maiores estragos são causados pela queda das grandes árvores. Estar no topo do sucesso significa passagem por ele.

“Nunca estamos tão próximos do fracasso do que durante os nossos maiores sucessos”.

Quando atribuímos o nosso sucesso a Deus, as coisas procedem de forma especial, mas nem sempre tratamos assim, principalmente quando a jactância predomina o coração, o homem torna-se tendencioso ao orgulho. Porém é importante salientarmos que o nosso sucesso em todos os sentidos da vida, depende de DEUS e de nós, pois a situação de Uzias poderia ser bem confortável se ele não enchesse o seu coração de orgulho. Deus engrandece o homem, mas se ele não souber ficar no centro da vontade de Deus, Ele o abaterá (I Sm 2.7,8; Lc 1.52).

Considerações Finais
Queridos (a), vale ressaltar que o fracasso sempre estará presente nas entrelinhas do sucesso, mas quando conferimos toda glória a Deus, e entendemos que tudo é dele, somos abençoados.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma/Brasil