terça-feira, 14 de agosto de 2018

ESBOÇO 874 LIÇÃO DE FIDELIDADE


ESBOÇO 874
TEMA: LIÇÃO DE FIDELIDADE
TEXTO: JEREMIAS 35:6-10

                Deus tem métodos para nos ensinar à altura daquilo que precisamos aprender. O Senhor precisaria ensinar ao seu povo as coisas que o povo não estava levando a sério princípios que eram fundamentais para ser identificado como o seu povo. Deus falava com o povo e ele não dava a mínima importância, ou seja, recusava a escutá-lo, portanto o Senhor resolveu fazer uma analogia entre dois grupos de povos, os recabitas e o seu povo Israel. Deus mostra ao profeta à necessidade de corrigir Israel aplicando sobre eles o modelo de vida dos recabitas e como eles eram obediêntes as ordens estabelecidas pelos seus pais (Jr 35:6-10).

A mensagem profética
Jeremias foi escolhido por Deus para transmitir as mensagens divinas ao povo de Deus, as suas mensagens enfatizam o arrependimento e a conversão a Deus, isso era um bom princípio para que as bênçãos divinas viessem sobre o seu povo Israel e o seu juízo se desviasse dele. O povo de Deus não estava dando importância à voz do Senhor e nem guardava os seus mandamentos, naquele momento Deus deu uma missão a Jeremias ir à casa dos recabitas e ver como ele procediam diante dos princípios deixados por seus pais (Jr 35:2), Deus iria mostrar a obediência dos recabitas e a desobediência de Israel.

Fidelidade aos princípios deixados por seus pais
Um povo nômade estaria servido de lição para o povo de Deus por guardarem os princípios deixados por seus pais, e que deveriam guardá-los até o fim, estes eram: (1) Não beberem vinho; (2) Não edificarem casas; (3) Não semearem sementes; (5) Não plantar vinhas; (6) Habitar em tendas (Jr 35:6,7). Os recabitas obedeceram à risca tudo quanto Jonadabe filho de Recabe seus pais lhes ordenaram (Jr 35:8). O modelo de vida deles serviria seria uma lição de obediência para o povo de Deus, porque Israel não dava importância aos mandamentos estabelecidos por ele. O Senhor não havia exigido essas coisas a Israel, mas mostrar-lhe que a prosperidade se daria pela obediência e trabalho. Israel deveria ter uma vida exemplar e compromissada com Deus, no entanto isso não estava acontecendo, seu povo não queria obedecê-lo, isso ocorre ainda hoje com muitas pessoas que se dizem servior a Deus, mas não são fieis aos seus princípios, mesmo o conhecendo de perto. (Ora! Se a nossa justiça não exceder a dos recabitas e não leais aos principios divinos não chegaremos ao reino dos céus) (Mt 5:20).

Os recabitas tinham princípios deixados pelos seus pais e estes eram inegociáveis, a fidelidade a eles estava acima de tudo (bons princípios não se negociam). O profeta foi à casa dos recabitas para dar-lhes vinho a beberem, mas Deus já sabia qual a resposta dos recabitas, e que eles não abriria mão das ordens deixadas por seus pais (Jr 35:6), essa seria uma boa lição para aqueles que conheciam a Deus e não guardavam os seus mandamentos.

O julgamento divino
Os israelitas foram julgados pelos seus atos de infidelidade ao Senhor, pois o mal que o Senhor Deus havia falado contra eles não removeria (Jr 35:17). Os recabitas foram abençoados por Deus com promessas pela fidelidade aos princípios dos seus pais (Jr 35:18,19), da mesma maneira o povo de Deus seria abençoado se obedecessem ao Senhor.

                Atualmente podemos notar que muitos cristãos não têm levado a sério a sua fidelidade aos princípios divinos, eles estão fazendo o contrário dos recabitas que guardavam as ordenanças dos seus pais. Existem pessoas não cristãs que tem testemunhos de vida melhor do que certos cristãos, elas aprenderam e guardam o que seus pais lhes passaram a respeito da sua moral e religiosidade. Deus estava mostrando a Jeremias que os recabitas obedeciam criteriosamente os ensinamentos que receberam, porém o seu povo não fazia caso algum dele e nem da sua palavra (Jr 35:14-16), assim o julgamento sobre o seu povo seria severo, Deus não retiraria o mal que havia falado contra o seu povo, equanto aos recabitas sobre eles vieram as boas promessas divinas (Jr 35:17-19). Se formos fiéis a Deus certamente ele nos abençoará.

Pr. Elis Clementino

sábado, 11 de agosto de 2018

ESBOÇO 873 DIÓTREFES, MAL OBREIRO.


ESBOÇO 873
TEMA: DIÓTREFES, MAL OBREIRO.
TEXTO 3 JOÃO 1-15
 Tenho escrito à igreja; mas Diótrefes, que procura entre eles a primazia, não nos recebe...”. 3 João 9-11.

A fraqueza do indivíduo pode conduzí-lo a comportamentos que comprometam tanto a si quanto as outras pessoas, inclusive a própria obra de Deus. Essas coisas têm acontecido com muita frequência, principalmente no meio cristão, onde também existem pessoas de todas as naturezas, boas, ambiciosas, egoístas e desobedientes etc. O Apostolo João escreve a terceira carta a uma das igrejas do qual ele era presbítero para tratar de assuntos atinentes aos problemas existentes naquela igreja. Trataremos nesse assunto sobre o teor da carta e o péssimo exemplo do obreiro Diótrefes, bem como o belo exemplo dos obreiros Gaio e Demétrios. Esse assunto é de grande acuidade para os dias de hoje, a péssima conduta de Diótrefes serve exemplo para todos obreiros, principalmente os que aspiram e outros iniciantes.

I. Endereço da carta
A carta foi escrita por João provavelmente em Éfeso nos anos 90 d.C. dirigida ao amado Gaio, presbítero da igreja, ele foi mencionado na Macedônia como sendo companheiro de Paulo em sua terceira viagem missionária, Gaio se mantinha fiel ao ancião daquela igreja “João”, por essa razão ele recebeu elogios. Três personagens são citados por João na carta: Gaio, Diótrefes e Demétrio.

II. O propósito da carta
Corrigir problemas existentes naquela igreja, e enfrentar um obreiro chamado Diótrefes, esse obreiro gozava de grandes prestígios naquela igreja, mas nele havia algo ruim que precisava ser corrigido (1) Não considerava a liderança de João; (2) Era egoísta, toda primazia seria para ele; (3) Não era hospitaleiro para com os professores missionários que por ali passavam. Na carta João aborda a responsabilidade pessoal envolvendo falsos ministros.

III. Quem era Diótrefes?
Não se sabe muito sobre ele, porém Diótrefes era convertido ao cristianismo e aspirava ser líder da igreja e excluir qualquer outro que ameaçasse a sua liderança. O significado do seu nome era “alimentado por Júpter” ou Zeus, deus da mitologia greco-romana. Diótrefes era cheio de superstições pagãs, e ambicioso por glórias humanas, ele cresceu orgulhoso, arrogante e apinhado de prepotência, incapaz de respeitar as autoridades, principalmente as da igreja na época, o apóstolo João foi um deles. Diótrefes foi atraído pelo cristianismo e professou a sua fé em Cristo e tornou-se membro da igreja local, ele passou a ter uma grande influência na igreja até chegar a ser ordenado a Ministro do Evangelho. Elevou-se entre as lideranças da igreja, mas havia algo que estava guardado no seu coração, o ciúme doentio ao ver a influência do apostolo João como líder da Igreja, ele aspirava altas posições, era indomável, presunçoso e orgulhoso e não aceitava João, pressupõe que ele era quem aparecia diante das outras pessoas como líder da igreja e tinha algumas atitudes estranhas e inconvenientes, com essas atitudes ele prejudicava o bom andamento da obra. A carta endereçada a Gaio pedia-lhe que houvesse hospitalidade para com os missionários que por ali passassem, já que Diotrefes não os recebiam, ele era ciumento gostava exercer a primazia, ele sempre procurava estar em destaque, esse era o seu prazer, ele não punha em pratica os ensinamentos de Jesus (Mc 10.44), além do mais ele não estava disposto a sofrer pela Igreja, mas se ufanava através dos trabalhos fundados pelo outros. Demonstrava defender a justiça social, com isso ele promovia a justiça própria e não a divina.

As pessoas com características de Diótrefes sempre busca aquilo que é do seu interesse, ele fingia que estava a serviço de todos, mas arquitetava a tomada do poder para sustentar a sua primazia, para isso ele tinha habilidade, influenciava as pessoas com a finalidade de alcançar a supremacia, usava a demagogia como muitos usam nos dias de hoje, ele só pensava em si, cuidava dos seus próprios interesses. Diótefes era do tipo de obreiro que não comparecia as reuniões que tivesse a frente outra liderança, e quando estava presente tratava com descaso quem estivesse liderando a reunião, como também os trabalhos organizados pelos outros colegas, ele desestimulava qualquer pessoa que tivessem interessadas ajudar no desenvolvimento da Igreja e do evangelho, o que ele mais gostava era de ser louvado, se fosse hoje, certamente ele gostaria de está na mídia, na televisão, jornais, nas redes sociais, ou seja, nos meios de comunicações sendo aplaudido por todos, entretanto o egoísmo estava arraigado no seu coração, pessoas assim não se contentam com nada e nessa corrida menospreza as outras pessoas.

IV. O desprezo a João
Obreiro egoísta despreza o seu líder espiritual e subestima os colegas, contrariando todo o princípio cristão. Diótrefes não considerava João, mesmo sabendo que ele havia sido discípulo do Senhor, embora os demais membros da Igreja tivessem uma grande consideração a João como “pai espiritual” menos Diótefes, principalmente quando o ouvia pregar, enquanto João pregava, ele resmungava, era um procedimento maligno, não aceitava os enviados de João, muito menos ouvi-lo pregar e visitar a igreja, mas a admirável coragem de João não retrocedia e nem se intimidava com tais atitudes de Diótrefes. João era obreiro de verdade e tinha convicção de sua chamada. O mau comportamento de Diótrefes é de grande valia para os dias de hoje, principalmente em relação a aqueles que desejam o episcopado.

            Devemos ter muito cuidado para não agirmos da mesma maneira de Diótrefes. Consideremos os homens de Deus, deixe de lado toda arrogância e exaltação prefira o caminho da humildade, apreenda o que disse o apóstolo Paulo: - “cada um considere o seu irmão superior a si mesmo” (Fp 2.3), o obreiro tem a responsabilidade de servir de modelo para o rebanho. O obreiro Diótrefes não tinha atributos para viver em harmonia, era um dominador e brigão, ele não reconhecia a legitimidade de João como apóstolo de Cristo, pois ele queria ter a primazia de apostolo no lugar de João, em compensação havia na igreja dois obreiros que foram elogiados por João por terem comportamentos excelentes Gaio e Demétrio, estes eram obreiros de verdade. Os bons obreiros com seus bons exemplos podem contagiar os mais novos.

Pr. Elis Clementino – AD Excelência

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

ESBOÇO 872 EVITE OS EXTREMOS, SEJA TEMPERANTE



ESBOÇO 872
TEMA: EVITE OS EXTREMOS, SEJA TEMPERANTE
TEXTO: “TEMPERANÇA” GALATAS 5:22

A falta de moderação pode conduzir o homem a atitudes extremas. Os nossos anseios devem ser controlados de maneira sóbria, seja no âmbito social ou espiritual. Os estímulos que recebemos das outras pessoas devem ser ponderados para evitar que eles modifiquem o nosso comportamento. A bíblia recomenda sermos temperantes, ou seja, tenha domínio próprio, pois o extremismo ou fanatismo é uma forma de desiquilíbrio emocional ou a ausência de domínio próprio, pois absolutamente nada nesse mundo existe sem controle.

Temperança
Comedimento, moderação, sobriedade, conforme Paulo a temperança faz parte do fruto do Espírito (Gl 5:23,23). A falta de temperança pode induzir o indivíduo ao fanatismo, que é o zelo obsessivo por algo, isso é possivel acontecer quando o indivíduo adere e supervaloriza algo sem conhecer seus limites, é uma adesão cega, seja faccionismo partidária ou religiosa, pois é uma dedicação ecessiva a alguém ou algo, ou um tipo de paixão. O fanatismo pode conduzir o indivíduo a extremos como a intolarância, o que é muito perigoso, basta os exemplos que vivenciamos no mundo inteiro. O fanatismo é um dos males que vem crescendo de maneira assustadora e tem atingido toda humanidade, provavelmente é a falta do discernimento dos limites que deviam ser observados.

Os incentivos que recebemos de alguém podem gerar impulsos e exaltações, estes devem ser extremamente ponderados e controlados pelo indivíduo, principalmente quando estão relacionados com os faccionismos políticos partidários, doutrinários e religiosos. O apego exagerado pode gerar conflitos e até confrontos entre pessoas, pois existem muitas delas que tem dificuldades em lidar com as suas próprias emoções, pois há pessoas que não consegue controlar seus anseios e isso se torna muito perigoso porque pode gerar intolerancia.

A intolerância
Desde o principio da humanidade que existem pessoas intransigentes, pois ela está em todos os lugares, mesmo que você ache que não, lá está, e tem causado muitos males em todo mundo. Jesus enfrentou a intolerância política e religiosa durante todo o seu ministério terreno, ele foi morto pelos mesmos sistemas. Os discípulos de Moisés também foram religiosos intolerandes (Nr 11:29). Os discíplulos de Jesus também foram intolerantes, eles não aceitavam que alguém fizesse milagres em nome dele (Lc 9:49,54). Qualquer tipo de extremismo deve ser combatido através do amor (I Co 13:1-7).

Uma religiosidade cega é um perigo para qualquer sociedade, da mesma maneira ocorre nos sistema politico partidário, no futebol e etc. Ninguém acaba com o fanatismo e nem a intolerancia no mundo, mas é importante saber admninistrá-las, porém é sem dúvida um trabalho muito dificil, pois fazer com que as pessoas abandonem o fanatismo e a intolerancia não é facil, eles estão em constantes crescimentos em todo o mundo. As ambições, as contendas, os confrontos e os assassinatos são frutos do fanatismo, sejam por coisas ou pessoas. A intolerância está ficando cada vez mais frequente e muito mais perigoso no mundo inteiro, os noticiários mostram essa realidade. O apostolo Paulo descreceu bem a respeito do comportamento humano nos últimos tempos (2 Tm 3: 1-17). Irmãos, precisamos ter muito cuidado evitando qualquer tipo de fanatismo e intolerância, seja ela de qualquer natureza, essas coisas não deve fazer parte do nosso cotidiano, não ser fanático não significa ser menos religioso, e nem ser tolerantes é ser cumplece de qualquer ato negativo de alguém, deixemo de ser intolerantes com os nossos próprios irmãos, o bom senso e o respeito fica bem em todo lugar, assim é possivel conviver com as diferençassem confrontos.

Pr. Elis Clementino – AD Excelência

ESBOÇO 871 BELEZA E A GLÓRIA DO CULTO


ESBOÇO 871
TEMA: BELEZA E A GLÓRIA DO CULTO
TEXTO: “Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; depois, sairam e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo povo.” LEVÍTICO 9:23

Duas coisas eram esenciais ao culto levítico, a beleza e a sua glória, nenhum culto a Deus se torna valioso sem a perfeição e aprovação através da gloria divina. O verdadeiro culto divino não se atribue ao ritualismo nem por seu aparato, mas pelo quebrantamento de coração e pela integridade de espírito de cada participante do culto. O apego demasiado as regras ou preceitos conduzem o povo de Deus ao esfriamento e morte espiritual. Muitas vezes nos apegamos mais aos rituais e menos o espiritual.

1. O que é o culto divino?
É dificil discorer com exatidão o que é o culto divino, pois ele é o ato de adoração único e verdadeiro a Deus, é tambémn um serviço amoroso, voluntário e exclusivo que Deus requer de todos os seres celestiais e dos homens. No culto divino deve ser evitados extremos que possa comprometê-lo (1) A informalidade profana e indescencia, essas duas coisas podem comprometer o nosso culto a Deus; (2) O ritualismo exagerado tornará o culto sem efeito perante Deus, por esse motivo Deus deixou a congregação dos israelitas, da mesma maneira ele pode abandonar o nosso culto, por isso devemos observar o que disse Paulo sobre o nosso culto, este deve ser racional, coerente, lógico e consciênte (Rm 12:1). Deus instrui nos livros de exodo e levítico sobre a essência do culto, no entanto, Deus não se impressiona com os rituais sofisticados.

2. Cultos em diversas periodos:
1. Era pratiarcal, nesse periodo nasceu o culto divino, Noé prestou culto a Deus (Gn 8:20);
2. No periodo de Moisés, nesse periodo as leis foram promulgadas para que o culto a Deus fosse verdadeiro e não algo formal, ou apenas um ritual (Ex 12:21-26), a partir desse princípio deu-se incio as festividasde sagradas como a páscoa e o dia da expiação (Ex 12:14,20; Lv 23:27,28);
3. Nos tempos de Davi e Salomão, antes de Davi chegar ao trono a musica existia, mas não era utilizado nos cultos, no entanto a partir da acenção de Davi ao trono ele dedicou o que ele mais gostava “a musica” ela foi intruduzida (Ex 15:20,21; I Cr 15:16; I Cr 23:5; 2 Cr 7:6), eles buscavam a excelencia do culto divino;
4. Após o cativeiro Babilômico, os judeus passaram 70 anos no cativeiro babilômico (Jr 25:11,12), no entanto eles desanimaram, certamente é o que fora descrito no salmos 137, o cantico de Sião não mais eram cantados, essa adoração estava esquecida, mas nos dias de Esdras e Neemias houve um avivamento espiritual e o culto foi restabelecido (Ne 12:22-30).

3. Quais os elementos do culto levítico
1. Sacrificios, Salomão na inauguração do templo houve um grande sacrifício de animais (I Rs 8:5), eram apenas uma obediência exigida pelo Senhor (Levítico primeiro capítulo);
2. Canticos, eles eram entoados em louvor ao Senhor (2 Cr 5:12,13), os louvores atrairiam a glória de Deus no culto;
3. Exposição da Palavra, após os canticos Salomão fazia uma exposição da palavra, ele proclamava os feitos de Deus sobre Israel (2 Cr 6:1-13);
4. Oração, era o momento especial, era uma intercessão para que Deus intervisse sobre o seu povo (2 Cr 6:32,33);
5. Leitura da Palavra, após o cativeiro a palavra encontrou um espaço maior no meio do seu povo, principalmente nos tempos de Esdras e Neemias, a ministração da palavra era e é insdipensável no meio do povo de Deus (Ne 8:1-8);
6. A Benção de Arão, no final do culto encerrava-se com a benção araônica (Nr 6:22-26), o culto estaria completo e o povo não saiam antes da benção, ela acompanharia o povo de Deus. A benção araônica reacendia no coração do povo o compromisso de adorar ao Senhor, visto que o povo era sua propriedade exclusiva de Deus (Ex 19:5).

As quatro finalidades do culto levítico
Todos os filhos de Deus devem ter em mente os valores do culto, e também os porques do culto. No culto divino havia valores a serem preservadas, a finalidade era básica era reafirmar as alianças divinas, professar o credo mosaico e aguardar o Messias. Era uma celebração teologica e missiânica. As quatro finalidades eram:

(1) Adorar ao único e verdadeiro Deus, esse era um compromisso irrevogável, somente ao único Deius e verdadeiro deviam adorar, rejeitando os deusses pagão (Lv 19:4; Sl 86:10; 97:9). O culto era importante porque afastava o povo de Deus da idolatria, atualmente o culto divino nos afasta de qualquer tipo de idolatria mantendo a comunhão com Deus (Sl 96:5).

(2) Refirmar as alianças antigas
Quando a comunidade judaica se reunião professavam as alianças com o único Deus verdadeiro e as suas alinaças feitas com Abraão, Isaque, Jacó e Davi (Lv 26:9,45). O seus cantico reafirmavam a presença de Deus em sua vida familiar e comunal (Sl 47:9), como mostra o Sl 105.

3. Professar o credo divino
No culto a Deus os israelitas professavam o seu credo “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.” (Dt 6:4).

4. Aguardar o Messias
O Messias era aguardado pelos israelitas desde as promessas feitas a Deus a Abraão, a cristologia aparece desde o começo da criação do homem, a sua reencarnação, sua paixão e morte são descritas em toda história dos hebreus (Sl 22:1-19; 16:10; 110:1-4; 2:1-8). No culto levitico os israelitas são dipostos a servir a Deus e aguardar o Messias (Lc 2:25-35).

Israel não soube cultuar a Deus como ele sempre quis, ele também exige de cada um de nós, por essa razão devemos desprezar qualquer tipo de fomalismo, os desobedientes a Deus adoravam de lábios (Is 29:13), como muitos fazem hoje, os nossos coração não podem estar distantes de Deus, vamos resgatar o nosso culto ao verdadeiro Deus como no principio da nossa fé, adoremos ao Senhor em Espirito e em verdade (Jo 4:24). Apresentemos a Deus o nosso culto racional (Rm 12:1-3). Quando cultuamos a Deus dessa maneira a sua glória se faz presente (Lv 9:23,24). Os cultos onde não há presença de Deus é um vazio, pois a presença da glória de Deus trás alegria e a adoração ao seu nome.

Breve comentário lição CPAD
A beleza e a Glória do culto Levítico, achei muito importante.

Pr. Elis Clementino