quinta-feira, 31 de março de 2011

TEMA: ALIMENTANDO MULTIDÕES

ESBOÇO 379
TEMA: ALIMENTANDO MULTIDÕES
“Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhes vós de comer.” (Mc 6.37ª)

Introdução
A Bíblia nos relata no NT livro de Marcos, a respeito do milagre da multiplicação dos pães, entretanto havia uma grande multidão que seguia a Jesus, gente de todos os lugares, porém ela estava faminta espiritualmente e dispostos a ouvi-lo o tempo que fosse necessário, pois a prioridade não era o alimento para o sustento do corpo, mas para a alma, por isso estavam decididos a ir aonde Ele fosse, porquanto Jesus os via como ovelhas que não tinham pastor e teve compaixão e começou a ensinar-lhes (Mc 6.34), entrementes essa foi à primeira multiplicação dos pães, registrado nos quatro evangelhos. Comentaremos nesse mote a respeito da provisão, a ordem de Jesus sobre os discípulos, e a obediência.

A provisão
Uma multidão cansada e faminta, na ótica humana seria impossível alimentar tanta gente naquele momento, era a visão dos discípulos (Mc 6.37), eles não sabiam que a solução para todos os fins estava presente “Jesus”, os discípulos demonstraram preocupação em pensar que o povo não seria alimentado fisicamente “E, como o dia fosse já muito adiantado, os seus discípulos se aproximaram dele e lhe dissseram: O lugar é deserto, e o dia está muito adiantado; despede-os, para que vão aos campos e aldeias circunvizinhas e comprem pão para si, porque não têm o que comer.” (Mc 6.35,36). Mas Jesus determina-lhes “Dai-lhes vós de comer” eles assustados sem saber o que fazer olha para o Mestre e os recursos e diz: “duzentos dinheiros de pão para lhes darmos de comer?” (Mc 6.37), isso vai dar para todo esse povo? Jesus incumbiu os discípulos para realizarem essa tarefa.

A missão de alimentar
Na contemporaneidade continua sendo a nossa missão “alimentar multidões com a palavra de Deus” porque sem dúvidas multidões estão famintas espiritualmente e nós com o alimento espiritual que temos devemos alimentá-las, pois existem muitos meios que viabilizam a distribuição desse alimento tão precioso que é a mensagem de Cristo. Eram apenas cinco pães e dois peixes (Mc 6.38), insuficientes para alimentar tanta gente, mas a obediência a ordem do Senhor fez toda a diferença. Desejamos que o Senhor faça muitos milagres, mas não queremos ser obedientes a sua vontade. Jesus ordena aos discípulos a organização do povo, todos sentados sobre a relva, repartidos em grupos de cem e de cinqüenta em cinquenta (Mc 6.39,40), vejam que trabalho para organizar tanta gente! Muitas vezes queremos ver os efeitos sem realizar nenhum esforço. “Queremos que o Senhor faça tudo, sem fazermos nada.”

A obediência
A obediência precede o milagre; As covas só se encheram de água por causa da obediência (2 Rs 3.16,17); A fartura de pão na casa da viúva de Sarepta aconteceu por causa da obediência (1 Rs 17.15,16); O azeite da viúva só aumentou através da obediência (2 Rs 4.5,6); A obediência resultou a ressurreição do filho da sunamita (2 Rs 4.37); Naamã recebeu o milagre depois que obedeceu a ordem do profeta (2 Rs 5.14); Só houve o milagre do vinho na festa do casamento por causa da obediência (Jo 2.5,9,10); Mais de cinco mil pessoas foram saciadas apenas com cinco pães e dois peixes, por causa da obediência (Mc 6.38). Após tudo obedecido e pronto, organizado os pães e os peixes chegaram às mãos de Jesus, Ele olha para o céu e abençoou, e partiu os pães e deu aos discípulos para distribuir com a multidão, da mesma maneira repartiu os peixes (Mc 6.41) e todos ficaram satisfeitos. Nas mãos do Senhor tudo se multiplica, pois Ele tem a fórmula da multiplicação e não dá para ninguém, quando Ele opera as preocupações desaparecem, mas vale ressaltar que sem obediência os milagres não acontecem.

Considerações finais
Deus continua operando milagres, mas a realização desses depende da nossa fé, e a obediência a sua palavra. Tomemos como exemplo os discípulos, hoje os famintos estão por todos os lugares, e Deus pôs em nossas mãos pães e peixes para alimentá-los espiritualmente. Essa missão é puramente nossa. “Dai-lhes vós de comer.”


Pr. Elis Clementino - Itapissuma – PE

sexta-feira, 25 de março de 2011

12ª ENCONJADI

12ª ENCONJADI
Encontro de Jovens e Adolescentes das Assembleia de Deus – Campo Itapissuma/PE

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Itapissuma realiza todos os anos um grande encontro de Jovens e Adolescentes na Cidade, sendo um dos maiores eventos no meio cristão no Nordeste, este é o 12º ano consecutivo, é através dele que envolvemos milhares de jovens na execução de tarefas em prol do acontecimento que visa a glorificação do nome do SENHOR, e o crescimento do reino de Deus. A juventude mais uma vez sentiram a operação divina, muitos foram batizados “68 crentes” bem como renovo espiritual, pessoas entregaram as suas vidas a Cristo “19”. Ministraram a palavra de Deus: Pb. Joan Porfírio – PE; Pr. Adriano Mendes – DF; Pr. Jairinho – RJ; Pr. Maycon Gomes – AC; Pb. Welington Nascimento – PE; No louvor: Dayane Alves - RJ; Josy Goes - RJ; Isaac Silva – PE; Grupos de Louvores: Betel; Alfa; Elo; Gênesis e Arautos do rei; estes prestaram apoio até o desfecho do evento na praça central da cidade com aproximadamente 8 mil pessoas, no final “27” se converteram ao Senhor. O trabalho foi realizado com muito sucesso, embora tendo um alto custo, mas vale ressaltar que muitos jovens poderiam estarem ociosos ou envolvidos com coisas desagradáveis. Sinto-me realizado por ver milhares de Jovens, longe do alcoolismo, das drogas e outros sendo reabilitados. Agradecemos a Deus, o apoio da Prefeitura Municipal de Itapissuma; e de todos que colaboraram direta ou indiretamente, diz o Pastor: Elis Clementino da Silva – Presidente da Igreja.




quinta-feira, 24 de março de 2011

REVIGORANDO AS FORÇAS

ESBOÇO 378
TEMA: REVIGORANDO AS FORÇAS
Faz forte ao cansado e multiplica as forças do que não tem nenhum vigor”. Isa 40.29.

Introdução
A vida é feita de altos e baixos, ora estamos fracos, ora fortes, finalmente tudo se desgasta, entretanto temos um importante papel de tornar essas situações reversíveis através de meios que viabilizem condições melhores, pois não devemos nos curvar diante dos obstáculos, até mesmo quando as forças esvaírem. Sobre esse contexto destacaremos personagens bíblicos que se fortaleceram através da força do Senhor.

Pré-texto
Citamos a princípio que há desgaste em muitas coisas, principalmente no sentido espiritual, onde encontramos dificuldades que resultam em desesperança e desânimos, mas quando lemos o texto bíblico; - “E quem não toma a sua cruz e não segue após mim, não é digno de mim” (Mt 10.38), somando tudo o que sofremos nesta vida realmente se constitui uma cruz pesada a ser carregada.


Revigorando as forças físicas

Em relação às forças físicas existem várias formas de se revigorar, restaurar a autoestima, depressão, entre outros, bons remédios através de uma boa consulta médica pode até resolver o problema, pois isso pode ocorrer com qualquer ser humano quando se desgasta fisicamente, para que não venha ocorrer conosco é necessário se precaver, entretanto em relação à vida espiritual, as formas empregadas para compor as forças físicas são diferentes e insuficientes para restabelecê-la. Deus revigorou as forças físicas do profeta com pão e água (1 Rs 19.5,6).

Personagens bíblicos que revigoraram as forças espirituais
Mediante as dificuldades que os crentes enfrentavam naquela época, principalmente quando a igreja estava em desenvolvimento, para amenizar os sofrimentos daqueles cristãos seria necessário que os ânimos deles fossem revigorados. Entre os que tinham essa missão destacamos Barnabé, quando fortaleceu os ânimos dos cristãos de Antioquia, enfatizando a necessidade de permanecerem firmes de coração, e no Senhor (At 11.23), e Paulo, quando visitou as igrejas de Antioquia, Listra e Icônio para fortalecer os ânimos dos discípulos, mostrando-lhes que por muitas tribulações lhes importavam entrar no reino de Deus (At 14.22).

Considerações finais

Muitos cristãos no mundo necessitam de terem as suas forças físicas e espirituais revigoradas, pois muitos estão sofrendo ao silêncio das noites quando elas parecem intermináveis (Is 28.20); Na minha trajetória já enfrentei muitas adversidades, mas sempre estive confiante que Deus opera tanto o seu querer quanto o efetuar (Fp 2.13), ter a confiança no Senhor e se manter firme nos momentos mais difíceis são imprescindíveis. Deus fortalece seus filhos com a força do seu poder, cuja finalidade é fazê-los superar todas as esfinges da vida, mas, impreterivelmente devemos fazer a nossa parte, se alimentar espiritualmente com a palavra (o pão divino), e buscar refúgio e forças em Deus com muita confiança, só assim teremos as forças revigoradas.

“... mas os que esperam no SENHOR renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão” (Is 40.31)

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

quinta-feira, 17 de março de 2011

LEVANDO AS CARGAS UNS DOS OUTROS


ESBOÇO 377
TEMA: LEVANDO AS CARGAS UNS DOS OUTROS
Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gl 6.2).

Introdução

Levar as cargas um dos outros tem significados importantes; compreensão, suportar as fraquezas, e ajudar os semelhantes. Nada melhor do que entender as diferenças, saber perdoar, acolher, sobretudo amar, pois a vida é cheia de altos e baixos, momentos estamos esbanjado alegria, em outros choramos, no entanto nessas ocasiões sempre necessitamos de alguém que se disponha a nos ajudar, mas infelizmente nem sempre isso acontece, algumas pessoas tentam até nos ajudar, mas algumas vezes piora a situação. Os amigos de Jó pensando em ajudá-lo, aumentaram ainda mais a sua aflição, porque falavam e o acusavam (Jó 8.2-6). Discorremos nesse mote sobre atualidade; o trabalhar de Deus; perdoando para ser perdoado (a); atitude de amor ao próximo e ajudando para ser ajudado.

Atualidade

Atualmente alguns indivíduos que nunca sentiram ou experimentaram algum tipo de dor e sofrimento, riem das consternações dos outros como se fossem motivos de distração e regozijo, não devemos nos alegrar com a queda ou fracasso de ninguém (Pv 24.17,18), antes somos recomendados a: - “Chorar com os que choram e alegrar-se com os que se alegram” (Rm 12.15), isso significa compartilhar com os sofrimentos alheios, para que também compartilhem conosco nas nossas aflições, porque ninguém sabe o dia de amanhã, basta cada dia o seu mal (Mt 6.33,34). Ninguém é tão forte, que no dia da adversidade não sinta o coração abatido.

O trabalhar de Deus

Ninguém entende o trabalhar de Deus na vida das pessoas (Ec 11.5), sabemos que Deus realiza em nós tanto o querer quanto o efetuar (Fp 2.13), Ele está no controle de tudo, e todas as coisas contribuem para o bem (Rm 8.28), pois, devemos fazer a nossa parte socorrendo os necessitados e aflitos, aquele que não atende o clamor do pobre (Dt 15.11; Tg 2.14-17; Lc 4.18,19), e não usa a misericórdia, não está exercitando o amor de Deus no coração.

Perdoando para ser perdoado

Quando nos certificamos que houve pecado ou falha cometida por algum indivíduo, as revelações do amor e a misericórdia no nosso coração devem ser mais abrangentes, para que seja restaurada a saúde espiritual do faltoso. Muitas vezes falamos abundantemente sobre perdão e misericórdia, principalmente quando se trata de nos favorecer, no entanto queremos ser perdoados, mas não queremos perdoar. O Senhor nos deixou esses exemplos a serem seguidos (Mt 18.15-22; Jo 8.1-11).

Atitude de amor ao próximo

Ao tomarmos conhecimento que alguém fracassou ou cometeu algum delito, devemos ajudá-lo com coerência a palavra do Senhor, tendo cuidado para que não caia na mesma situação (Gl 6.1), pois aquilo que achamos que só acontece com os outros, às vezes repentinamente somos atingidos, por isso devemos ter muito cuidado com o que semeamos “Tudo o que o homem semear, isso ele ceifará” (Gl 6.7).

Ajudando para ser ajudado

Deixemos todo orgulho e sejamos humildes, reconhecendo o quão frágeis somos, ninguém é tão forte que jamais possa cair, mas se isso acontecer Deus levanta um Cireneu (Lc 23.26) e um samaritano para nos ajudar (Lc 10.25-37), quando o sacerdote e o levita não puderam fazer nada, o samaritano fez.

Considerações finais

Quando você tomar conhecimento que alguma pessoa esteja sofrendo, chegue junto, não para piorar a situação, ou mesmo pendurar-se na sua cruz, como fizeram os amigos de Jó, mas para ajudá-lo a superar os sofrimentos, se cometeu algum delito e está arrependido, perdoe e estenda-lhe a mão, olhando por ti mesmo para que também não sejais tentado e caia na mesma situação.

Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma ofensa, vós que sois espirituais, corrige o tal com espírito de mansidão, mas olha por ti mesmo, para que não seja também tentado” (Gl 6.1).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE/Brasil

quarta-feira, 9 de março de 2011

DISSENSÕES NA IGREJA

ESBOÇO 376
TEMA: Dissensões na Igreja
Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloe que há contendas entre vós” I Co 1.11.

Introdução

Dissensões, discórdias e divergências se encontram em todos os seguimentos da sociedade, elas acontecem pelas diferenças existentes nos indivíduos, eles são diferentes em número, gênero e grau, mesmo assim temos a possibilidade de nos relacionar bem uns com os outros, embora isso dependa de outros fatores, bem como o reconhecimento dos valores sociais. O ser humano é o único que não consegue viver em sociedade sem conflitos, pois os problemas estão presentes em lugares que jamais pensaríamos que houvesse “na igreja”. Paulo recebeu informações que na igreja de Corinto havia algumas questões a serem resolvidas, inclusive grupos de cristãos disputando liderança (I Co 1.12).

Gravidade das contendas

Na igreja de coríntios havia dissensões, mas para alguns cristãos era apenas uma liberdade de escolha, porém Paulo observara isso com bastante gravidade, por isso escreve uma carta, expressando com firmeza assuntos doutrinários referentes à conduta e pureza, extensivo a toda congregação. - “Quero dizer; com isso, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas. E eu, de Cristo” (I Co 1.12).

Esses problemas nunca deixaram de existir, mas ultimamente a situação tem se agravado, as disputas por: títulos, rebanhos, poderes, domínio por território e notoriedade, vem gerando preconceito, discriminação e exclusivismo, como que Cristo fosse apenas de um grupo religioso “Está Cristo dividido?” (I Co 1.13). Amados, deixemos de lado toda hipocrisia, prepotência e falta de humildade, não devemos liderar a igreja de Cristo como se fosse propriedade nossa, muito menos excluir crentes por serem de outra designação cristã, não foi isso que o apóstolo Pedro nos recomendou- “Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho” (1 Pe 5.2,3).

Exclusivismo
Os discípulos evitavam que as pessoas se aproximassem de Jesus, excluíam até as crianças, como se Jesus fosse exclusivamente deles (Mt 19.13,14) além de não admitirem que Jesus falasse ou entrasse em casa de pessoas que não o seguiam (Lc 19.7). Hoje é assim você não pode entrar na igreja de fulano e nem de sicrano, você não canta aqui e nem prega ali! Eu tenho poder sobre você, ou você faz o que eu quero ou excluo do rol de membro, e o pior que muitas vezes são igrejas com a mesma sigla, que tipo de obreiro está à frente do rebanho? (I Pe 5.3). A essa altura as ovelhas, vivem oprimidas com medo de tudo e de todos. Deus não está se agradando de tais atitudes. O relacionamento cordial é imprescindível entre irmãos, não importa qual a denominação, isso faz parte da educação cristã (Sl 133.1). Jesus está ao alcance de todos, não podemos determinar quem o merece ou não (Lc 19.7).

Considerações finais

Não devemos ter comunhão com os crentes devassos, desobedientes que não vivam a luz do evangelho, destes, Paulo recomenda se afastar (Rm 16.17; I Co 5.11), mas essa é uma situação bem diferente, em relação aos crentes que muitas vezes são ignorados no momento de uma apresentação por serem de outras denominações cristãs, ou segmentos religiosos, principalmente por obreiros despreparados, esses são os piores exemplos para igreja e sociedade a qual devemos dar todo exemplo deixando de lado as diferenças e apresentá-los com dignidade. Qualquer pessoa que adentrem no templo lugar de cultos, ou qualquer lugar deve ser considerado, entretanto quero vos dizer que isso é questão de educação e não de santidade. Devemos deixar toda impostura e ser exemplo para os fieis, como Paulo ensinou a Timóteo (I Tm 4.12), considerar as pessoas não significa compartilhar com seus pecados, mas ser educado é um dos princípios fundamentais, usarem de hospitalidade é considerar os exemplos deixados pelo nosso grande Mestre Jesus Cristo (Mt 5.44-48). As pessoas independentemente de classe social, religião, são tão importantes quanto nós, “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.” (Fp 2.3). Dissensões; falta de consideração, discriminação e preconceito, não combinam com a fé que confessamos.

Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil