quinta-feira, 24 de março de 2016

PREOCUPAÇÃO, UMA ASSASSINA SILENCIOSA

ESBOÇO 671
TEMA: PREOCUPAÇÃO, UMA ASSASSINA SILENCIOSA
TEXRO: “Não estejais inquietos por coisa alguma” Fp 4:6

            A preocupação tem sido um das coisas que mais deixa o indivíduo apreensivo e tenso, é uma expectativa sobre algo que está para acontecer ou o anseio por algo que se deseja. As pessoas que vivem constantemente preocupadas têm sensações desagradáveis e podem sofrer as consequências como o stress, desânimo e depressão, o indivíduo nessas condições torna-se improdutivo e incapaz de sozinha reverter à situação. Geralmente a preocupação se apresenta como uma espécie de medo para encarar as dificuldades e enfrentar os problemas.

O que é a preocupação?
Existem alguns sinônimos como: aflição, apreensão ou nervosismo e inquietação, as pessoas com esses problemas alguma coisa há por traz disso. Muitas vezes o indivíduo não compartilha seus problemas com ninguém, e sobre ele permanecem uma carga ou um peso insuportável que em algum dia ela pode ter uma ação nociva contra ele próprio, ou com outras pessoas. A preocupação muitas vezes se manifesta no silêncio da noite quando o indivíduo se desliga das coisas externas e se concentra nos problemas que mais lhe preocupam. A preocupação atinge pessoas de todas as idades e níveis sociais, as causas são diversas, desde as mínimas as mais graves, isso depende muito de como reage o organismo do indivíduo.

As motivações
As preocupações têm vários motivos, problemas familiares, conjugais, financeiros, entre outros. Os discípulos do Senhor estavam extremamente preocupados, imaginemos eles declarando ao mestre que haviam deixado as suas casas, famílias para segui-lo, a expectativa era do amanhã (Mt 19:27-30; Mc 10:28-31; Lc 6:23), ou seja, como seria dali para frente, principalmente após ouvirem do próprio mestre que posteriormente iria deixá-los (Mt 6:25-33). Mais tarde os crentes de filipos estavam preocupados com as dificuldades e perseguições, por isso Paulo resolve a escrever-lhes enfatizando que eles estivessem tranquilos. O antídoto da preocupação do crente é a oração, pois controlar a ansiedade é indispensável, embora, devido as nossas limitações não conseguimos eliminá-las totalmente (Fp 4:6). As preocupações básicas continuam pela busca dos seus ideais.

As consequências
As preocupações acontecem por causa das nossas limitações, porque nem tudo que desejamos, alcançamos. É por essa razão que as pessoas se deprimem, caso ela não tenha um controle pode chegar ao ponto de cometer loucuras. Quando a pessoa perde esse controle é capaz de tirar as sua própria vida, às vezes não necessariamente por causa relevante, isso por ser extremamente sensível e por qualquer motivo se abate, outras se isolam.

Davi e seus soldados se abateram e foram tomados por grande angústia (I Sm 30:4-6); Moisés também se abateu a ponte de pedir a morte (Ex 18:18,19); Elias um grande profeta também em grande angústia pediu a morte (I Rs 19:3-6); Jeremias desanimou diante da sua árdua missão, para ele tudo estava terminado, ai veio a resposta de Deus para ele (Jr 12:1-5); Jonas desanimou e pediu a morte (Jn 4:3); Jó também na sua depressão (Jó 6:11).  Quando as tristezas e o abatimento tomam conta do indivíduo ele sente-se desencorajado para lutar (Sl 119:28) é uma situação de impotência, a visão que ele tem é que todos podem alcançar os seus objetivos, menos ele. É muito natural encontrarmos pessoas assim, certamente você já conheceu alguém depressivo e desestimulado.

            Diante dos problemas não devemos nos abater e não demonstrar enfraquecimento, não deixe de compartilhar seus problemas com pessoas que possam lhe ajudar, sobretudo confiar e Deus e lançar sobre as suas ansiedades (I Pe 5:7) e fazer a sua parte indo a luta (Pv 24:10; Jl 3:10); encarar as dificuldades com determinação com a visão de vitória “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” (Fp 4:13).

Pr. Elis Clementino-Paulista-PE

AD Excelência

terça-feira, 22 de março de 2016

NEM TUDO QUE PENSO DEVO FALAR.

ESBOÇO 670
TEMA; NEM TUDO QUE PENSO DEVO FALAR.
TEXTO: ECLESIÁSTES 3:7

            Há duas coisas que deve ser levado em consideração, pensar e falar o que pensou. Os seres humanos pensam e falam, essas duas faculdades são inerentes a eles e indispensáveis para a sua comunicação. É importante levar em consideração o tempo e modo de expressar verbalmente o que pensou. Ora! A qualquer momento podemos pensar, porém falar o que pensou não. “tempo de estar calado, e tempo de falar; ”(Ec 3:7b).

Pensar
É uma palavra originada do latim, formar idéias, cogitar, raciocinar, refletir, imaginar e julgar. Naturalmente o homem tem a faculdade pensar e expressar por meio da fala o que pensa; coisa que não acontecem com os animais por serem irracionais, embora eles tenham maneira de se comunicarem entre si. Cada indivíduo tem a capacidade de controlar o que pensa e aquilo que fala, ou seja, se fala ou não o que pensou e de que maneira falará o que pensa. A mente humana pode esconder algo que somente pode tornar conhecida através da sua fala ou pelas atitudes.  – (Pensar pode, dizer tudo o que pensou nem pensar), por essa razão acontecem muitas tragédias envolvendo pessoas falam tudo o que pensam.

O poder das palavras
As nossas palavras podem revelar algo que está em nossa mente, sejam boas ou más, elas tanto nos comprometem quanto as outras pessoas, por essa razão elas devem ser ponderadas antes de serem proferidas. As nossas palavras podem ser vazias ou sem efeitos, pois nem sempre estamos aptos nem para ser um mensageiro de noticias. Na Bíblia Sagrada temos um exemplo “Amaás foi um mensageiro sem mensagem nos dias de Davi (2 Sm 18:19-33). Muitas vezes não estamos aptos para dar noticias, sejam elas boas ou más, Joabe o filho de Davi sabia que Amaás não estava apto para dar ao rei a noticia da morte de Absalão naquele dia “Mas Joabe lhe disse hoje não serás o portador de novas, porém outro dia as levarás; mas hoje não darás a nova, porque é morto o filho do rei.” Sempre há pessoas certas para o momento certo, existem muitas delas que não servem para ser porta-voz, principalmente de autoridade, pois ele pode cria situações desagradáveis tanto para quem ele está representando quanto quem recebe a noticia. Há certas autoridades que tem o seu porta-voz para dar as noticias em seu lugar, mas essas pessoas são qualificadas para esse fim. Amaás se antecipou e não soube dizer o que houve com Absalão “Um mensageiro sem mensagem” Amaás assumiu toda a responsabilidade pela sua antecipação (2 Sm 18:22,23,29).

A precipitação no falar
Antecipar a fala sobre algo sem refletir é precipitação, Salomão interroga dizendo: “Tens visto um homem precipitado no falar? Maior esperança há para um tolo do que para ele.” (Pv 29:20). “A língua dos sábios adornam a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia” (Pv 15:1,2). Principalmente no meio cristão “Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas as tuas palavras.” (Ec 5:2).

As palavras irrefletidas podem causar transtornos, principalmente nos momentos de iras. “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.” (Pv 15:1).

As nossas ações e palavras estúpidas surgem de dentro do coração “Raça de víboras, como podem vocês, que são maus, dizer coisas boas? Pois a boca fala do que está cheio o coração” (Mt 12:34; 15:19; Lc 6:45).

Controlando a fala “língua”
O controle sobre a nossa língua é imprescindível, a vigilância deve ser constante, o Apóstolo Tiago nos mostram a necessidade de manter o controle sobre a língua, por quê?  (1) Seremos julgados pelas nossas palavras (Mt 12:36,37); (2) Ela mostra os nossos fracassos; (3) As nossas imperfeições e perfeição; (4) A língua pode fazer um grande estrago, ela é a faísca que incendeia um bosque; (5) As duas faces da língua, bendizer a Deus e amaldiçoar os homens (Tg 3:1-13).

            Devemos ser prudentes no nosso falar, porque a nossa fala revela aquilo que esta dentro de nós, ela mostra as nossas imperfeições e tolices, e ainda somos julgados por elas. A língua tem duas faces, com ela bendizemos a Deus e amaldiçoamos os nossos semelhantes, ela ainda exerce juízo sobre nós, ou seja, podemos ser condenados pelas nossas palavras. Amados tenham cuidado com o que fala, saiba que falar pouco e ponderar o que fala é sem dúvida tem uma grande virtude. “Quem toma cuidado com o que diz está protegendo a sua própria vida, mas quem fala demais destrói a si mesmo.” “Quem fala demais sempre acaba entrando em contradição, então aprenda duas coisas: só fale o necessário e saiba atiçar a língua das pessoas.” Mallu Morais, Saiba você tem a capacidade de controlar a sua língua. “Quem fala tudo o que quer, ouve o que não quer.”

Pr. Elis Clementino-Paulista-PE

AD Excelência 


quarta-feira, 16 de março de 2016

DIÓTREFES, OBREIRO ORGULHOSO

ESBOÇO 669
TEMA: DIÓTREFES, OBREIRO ORGULHOSO
TEXTO 3 JOÃO 1-15
 “Tenho escrito à igreja; mas Diótrefes, que procura entre eles a primazia, não nos recebe...”. 3 João 9-11.

A fragilidade humana pode levar o indivíduo a comportamentos que comprometam tanto a si quanto as outras pessoas, inclusive a obra de Deus, isso tem acontecido com muita frequência, principalmente no meio cristão, onde também existem pessoas de todas as naturezas, boas, ambiciosas, egoístas e desobedientes etc. O Apostolo João escreve a terceira carta a uma das igrejas do qual ele era presbítero para tratar de assuntos atinentes aos problemas existentes na igreja. Trataremos nesse assunto sobre autor da carta, endereço, propósitos e o péssimo exemplo de Diótrefes. Esse assunto é de grande acuidade para os dias de hoje, os procedimentos de Diótrefes servem de exemplo para todos que são obreiros e os que aspiram.

Endereço da carta
A referida foi escrita por João provavelmente em Éfeso nos anos 90d.C, ao amado Gaio, o qual se mantinha fiel ao ancião “João” daquela igreja, por essa razão ele recebeu elogios. Três personagens são citados por João na referida carta: Gaio, Diótrefes e Demétrio.

O propósito da carta
Corrigir problemas existentes naquela igreja, e enfrentar um obreiro chamado Diótrefes, esse obreiro gozava de grandes prestígios naquela igreja, mas nele havia algo ruim que precisava ser corrigido (1) Não considerava a liderança de João; (2) Era egoísta, toda primazia seria para ele; (3) Não era hospitaleiro para com os professores missionários que por ali passavam. Na carta João aborda a responsabilidade pessoal envolvendo falsos ministros.

Quem era Diótrefes?
Não se sabe muito sobre ele, porém Diótrefes era convertido ao cristianismo e aspirava ser líder da igreja e excluir qualquer outro que ameaçasse a sua liderança. O significado do seu nome era “alimentado por Júpter” ou Zeus, deus da mitologia greco-romana. Diótrefes era cheio de superstições pagãs, e ambicioso por glórias humanas, ele cresceu orgulhoso, arrogante e apinhado de prepotência, incapaz de respeitar as autoridades, principalmente as da igreja na época, o apóstolo João foi um deles. Diótrefes foi atraído pelo cristianismo e professou a sua fé em Cristo e tornou-se membro da igreja local, ele passou a ter uma grande influência na igreja até chegar a ser ordenado a Ministro do Evangelho. Elevou-se entre as lideranças da igreja, mas havia algo que estava guardado no seu coração, o ciúme doentio ao ver a influência do apostolo João como líder da Igreja, ele aspirava altas posições na igreja, era indomável, presunçoso e orgulhoso e não aceitava João, pressupõe que ele era quem aparecia diante das outras pessoas como líder da igreja e tinha algumas atitudes estranhas e inconvenientes, com essas atitudes ele prejudicava o bom andamento da obra. A carta endereçada a Gaio pedia-lhe que houvesse hospitalidade para com os missionários que por ali passassem, já que Diotrefes não os recebiam, ele era ciumento gostava exercer a primazia, ele sempre procurava estar em destaque, esse era o seu prazer, ele não punha em pratica os ensinamentos de Jesus (Mc 10.44), além do mais ele não estava disposto a sofrer pela Igreja, mas se ufanava através dos trabalhos fundados pelo outros. Demonstrava defender a justiça social, com isso ele promovia a justiça própria e não a divina.

As pessoas com características de Diótrefes sempre busca aquilo que é do seu interesse, ele fingia que estava a serviço de todos, mas arquitetava a tomada do poder para sustentar a sua primazia, para isso ele tinha habilidade, influenciava as pessoas com a finalidade de alcançar a supremacia, usava a demagogia como muitos usam nos dias de hoje, ele só pensava em si, cuidava dos seus próprios interesses. Diótefes era do tipo de obreiro que não comparecia as reuniões que tivesse a frente outra liderança, e quando estava presente tratava com descaso quem estivesse liderando a reunião, como também os trabalhos organizados pelos outros colegas, ele desestimulava qualquer pessoa que tivessem interessadas ajudar no desenvolvimento da Igreja e do evangelho, o que ele mais gostava era de ser louvado, se fosse hoje ele gostaria de está na mídia, na televisão, jornais, nas redes sociais, ou seja, nos meios de comunicações sendo aplaudido por todos, entretanto o egoísmo estava arraigado no seu coração, e pessoas assim não se contenta com nada.

O desprezo a João
Obreiro egoísta despreza o seu líder espiritual e subestima os colegas, contrariando todo o princípio cristão. Diótrefes não considerava João, mesmo sabendo que ele havia sido discípulo do Senhor, embora os demais membros da Igreja tivessem uma grande consideração a João como “pai espiritual” menos Diótefes, principalmente quando o ouvia pregar, enquanto João pregava, ele resmungava, era um procedimento maligno, não aceitava os enviados de João, muito menos ouvi-lo pregar e visitar a igreja, mas a admirável coragem de João não retrocedia e nem se intimidava com tais atitudes de Diótrefes. João era obreiro de verdade e tinha convicção de sua chamada. O mau comportamento de Diótrefes é de grande valia para os dias de hoje, principalmente em relação a aqueles que desejam o episcopado.

                Devemos ter muito cuidado para não agirmos da mesma maneira de Diótrefes. Consideremos os homens de Deus, deixe de lado toda arrogância e exaltação prefira o caminho da humildade, apreenda o que disse o apóstolo Paulo: - “cada um considere o seu irmão superior a si mesmo” (Fp 2.3), o obreiro tem a responsabilidade de servir de modelo para o rebanho. O obreiro Diótrefes não tinha atributos para viver em harmonia, era um dominador e brigão, ele não reconhecia a legitimidade de João como apóstolo de Cristo, pois ele queria ter a primazia de apostolo no lugar de João, em compensação havia na igreja dois obreiros que foram elogiados por João por terem comportamentos excelentes Gaio e Demétrio, estes eram obreiros de verdade. Os bons obreiros com o seu bom exemplo contagiar os mais novos.


Pr. Elis Clementino – Paulista – PE

quarta-feira, 9 de março de 2016

FIDELIDADE AOS PRINCÍPIOS DE SEUS PAIS

ESBOÇO 668
TEMA: FIDELIDADE AOS PRINCÍPIOS DE SEUS PAIS
TEXTO: JEREMIAS 35:6-10

                Deus tem métodos para nos dar lições à altura daquilo que precisamos aprender, um ensino Deus precisaria dar ao seu povo porque não estavam levando a sério os seus princípios. Deus falava com o povo e ele não dava a mínima importância, ou seja, recusava a escutá-lo, portanto o Senhor resolveu fazer uma analogia entre dois grupos de povos, os recabitas e o seu povo Israel. Deus mostra ao profeta a necessidade de corrigir Israel aplicando sobre eles o modelo de vida dos recabitas.

O profeta
Jeremias foi escolhido por Deus para transmitir as mensagens divinas ao povo de Deus, as suas mensagens enfatizam o arrependimento e a conversão a Deus, isso era um bom princípio para que as bênçãos divinas viessem sobre o seu povo Israel e o seu juízo fosse desviado dele. O povo de Deus não estava dando importância à voz do Senhor e nem guardava os seus mandamentos, naquele momento Deus deu uma missão a Jeremias ir à casa dos recabitas e ver como ele procediam diante dos princípios deixados por seus pais (Jr 35:2), Deus iria mostrar a obediência de um e a desobediência do outro.

Os recabitas
Um povo nômade estaria servido de lição para o povo de Deus por guardarem os princípios deixados por seus pais, e que deveriam guardá-los até o fim, estes eram: (1) Não beberem vinho; (2) Não edificarem casas; (3) Não semearem sementes; (5) Não plantar vinhas; (6) Habitar em tendas (Jr 35:6,7). Os recabitas obedeceram à risca tudo quando Jonadabe filho de Recabe seus pais lhes ordenaram (Jr 35:8). O modelo de vida deles serviria de lição para o povo de Deus que não davam importância aos mandamentos estabelecidos por ele. O Senhor não havia exigido essas coisas a Israel, mas prosperidade dele se daria pela obediência e trabalho. Israel deveria ter uma vida exemplar e compromissada com Deus e isso não estava acontecendo, ele não queria obedecê-lo, isso ocorre ainda hoje, existem pessoas que dizem servir a Deus, mas não são fieis aos seus princípios, mesmo conhecendo-os de perto. Ora! Se a nossa justiça não exceder a dos recabitas ou aquelas pessoas que são leais aos princípios dos seus pais não chegaremos ao reino dos céus? (Mt 5:20).

Os recabitas tinham princípios deixados pelos seus pais que eram inegociáveis, a sua fidelidade a eles estava acima de tudo “bons princípios não se negociam”. O profeta foi à casa dos recabitas para dar-lhes vinho a beberem, mas Deus já sabia qual a resposta deles, e que não abriria mão das ordens deixadas por seus pais (Jr 35:6), e esse seria uma boa lição para aqueles que conheciam a Deus e não guardavam os seus mandamentos.

O julgamento divino
Os israelitas foram julgados pelos seus atos de infidelidade ao Senhor, pois o mal que o Senhor Deus havia falado contra eles não removeria (Jr 35:17). Os recabitas foram abençoados por Deus com promessas pela fidelidade aos princípios dos seus pais (Jr 35:18,19).

                Atualmente podemos notar que muitos cristãos não têm levado a sério a sua fidelidade aos princípios divinos, eles estão fazendo o contrário dos recabitas que guardavam as ordenanças dos seus pais. Existem pessoas que tem testemunhos de vida melhor do que certos cristãos, elas aprenderam e guardam o que seus pais lhes passaram a respeito da sua moral e religiosidade. Deus estava mostrando a Jeremias que os recabitas obedeciam criteriosamente os ensinamentos que receberam, porém o seu povo não fazia caso algum dele e nem da sua palavra (Jr 35:14-16), assim o julgamento sobre o seu povo seria severo, Deus não retiraria o mal que havia falado contra ele, mas aos recabitas veio sobre eles as boas promessas divinas (Jr 35:17-19). Devemos nos manter fieis aos nossos princípios cristão em quaisquer circunstancias.

Pr. Elis Clementino-Paulista-PE
AD Excelência