quinta-feira, 30 de agosto de 2012

COISAS QUE EU PRECISO VENCER


ESBOÇO 455
TEMA: COISAS QUE EU PRECISO VENCER
“Quem quiser vir a pós mim negue-se a si mesmo” Lc 9.23

Nessa vida existem coisas que o indivíduo precisa abandonar, principalmente aquelas que em nada contribuem para termos uma vida saudável. Outras, porém, são bastante nocivas, e de alguma maneira elas podem causar danos tanto na vida secular quanto na espiritual. Existem outras que são bastante favoráveis em todos os sentidos contribuindo para o nosso desenvolvimento. Comentarei, dentro de um breve relato, sobre as coisas que eu preciso deixar.

Felicidade
A nossa felicidade depende daquilo de bom que realizamos nessa vida, muitas vezes queremos que as outras pessoas nos façam felizes, quando na realidade não estamos preocupados em ser. As pessoas vivem em uma constante busca pela felicidade e prazer, esse é um profundo desejo do coração humano, no entanto algumas coisas precisam ser abdicadas para que essa felicidade se concretize. Muitos procuram a felicidade nos lugares errados. “Para Aristóteles, a felicidade não está ligada aos prazeres ou às riquezas, mas à atividade prática da razão: Tudo aquilo que diz respeito à alma quando submetido à razão, conduz à felicidade." (Sócrates).

Domínio Próprio
A tarefa mais difícil para o homem é dominar-se a si mesmo, enquanto não fizer isso, não passará de um escravo de si mesmo. “Negar-se a si mesmo” foi uma das frases citada por Jesus acerca dos que desejassem lhe servir (Lc 9.23), desprender-se de tudo aquilo que o impeça de servi-lo.

Coisas que preciso vencer
Muitas coisas é preciso dominar para poder alcançar êxito na vida em todas as áreas: A felicidade, paz, alegria e até a conquista do reino de Deus depende dessa abdicação “renúncia”. Veremos algumas delas:

1. Vencer o próprio eu. Para tanto é necessário ter uma vida de renúncia dentro de si ou do homem interior, Paulo fala a respeito desse controle em (Rm 7.15-25), isso prova que não é fácil negar-se a si mesmo, porém não é impossível, por causa da natureza pecaminosa (Gl 5.16,17).

2. Despir-se de todo orgulho. O orgulho precede a ruína. Os orgulhosos não vão muito longe, eles são atropelados pela própria altivez de espírito (Pv 16.18; 11.2; 15.33).

3. Vencer o mal com o bem. Isso é um dos princípios fundamentais para quem busca a felicidade, o apóstolo Paulo enfatizou essa prática (Rm 12.21), lição essa aprendida com Jesus Cristo (Mt 5.43-47). Essa é uma tarefa difícil, porém não impossível, porque exige a negação de si próprio (Lc 9.23).

4. Deixar as coisas de menino. Amadurecimento espiritual. O menino não tem a consciência daquilo que faz. Paulo conclama a todos os cristãos a praticar essa verdade espiritual (I Co 13.11).

5. Deixar as obras da carne. Os desejos carnais prejudicam o andamento na vida moral e espiritual de qualquer indivíduo, principalmente o cristão, Deus quer que abandonemos tudo aquilo que venha interromper o bom andamento espiritual e o relacionamento entre nós e Deus (Gl 5.19-21).

Abdiquemos das coisas que nos fazem infelizes, e busquemos a felicidade em Deus e na prática do bem, para isso o domínio próprio é imprescindível, negarmo-nos a nós mesmos é exigido a todos que querem viver dignamente.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE Brasil

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

SACRIFÍCIO E OBEDIÊNCIA RESULTAM EM BENÇÃOS



ESBOÇO 454
TEMA: SACRIFÍCIO E OBEDIÊNCIA RESULTAM EM BÊNÇÃOS
“...e disse: Jurei, por mim mesmo, diz o SENHOR, porquanto fizeste isso e não negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas do céus e como a areia da praia do mar; a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos, nela serão benditas todas as nações da terra, porquanto obedeceste a minha voz”. (Gn 22.16-18).

Existem fatores no ser humano que o impedem de receber algo da parte de Deus; no cotidiano acontecem as mesmas coisas. O orgulho e a desobediência nos levam a perder as grandes oportunidades. Nem sempre aquilo que queremos é o que Deus quer para nós, os propósitos dele não podem ser entendidos plenamente, estamos muito longe dessa realidade (Ec 11.5).

O orgulho e a desobediência
Naamã, um chefe do exército da Síria era leproso, ele fora informado por uma criada da sua casa que havia em Israel um profeta chamado Eliseu, e este poderia restaurar a sua saúde (2 Rs 5.3). Naamã fala para o rei da Síria, e este escreve carta para o Rei de Israel para que ele restaurasse a sua saúde (2 Rs 5.4-7). Nada poderia ser feito, nenhum milagre aconteceria através do Rei de Israel. O rei ficou perturbado e rasgou suas vestes, porque nada ele podia fazer por Naamã. Tudo aquilo que Deus tem para realizar através dos seus servos não será transferindo a ninguém. O único homem a ser usado para operar o milagre seria Eliseu. O que o SENHOR quer fazer por você, só ele fará. Sensibilizado por ter o rei rasgado suas vestes, Eliseu o questiona sobre a carta recebida: “Deixai-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel” (2 Rs 5.8). “Tem coisas que só o Senhor faz”.

O pedido de Elizeu
Naamã, você deve mergulhar sete vezes no rio Jordão. A o ouvir isso ele ficou indignado. “Para recebermos as bênçãos divinas temos que nos moldar à vontade de Deus”. “Sacrifício é o preço que se paga pela obediência”. A empáfia do coração do chefe do exército leproso levou-o a recusar os mergulhos exigidos pelo profeta no rio Jordão para ser curado, para ele era um rio considerado impróprio (2 Rs 5.12). Quem não obedece está sujeito a perder o que pode ganhar. Ás vezes aos nossos olhos o melhor é a vantagem, o que para Deus não é. Deus quer lhe dar o melhor quando você quer o pior; para Naamã era melhor voltar para casa com a lepra do que dá ouvido ao profeta. Muitas vezes nos acostumamos com a mediocridade, quando Deus quer nos dá o melhor. Infelizmente, muitas pessoas hoje não querem ouvir a voz do profeta só porque não fala o que ele quer ouvir. Naamã queria ouvir do profeta: vá ao rio Abana e Farpa, rios cristalinos em Israel, e mergulhe. - “Obedecer é melhor e sempre nos traz bons resultados”.

Exemplos de Vitória pela Obediência
Uma mulher viúva de “Sarepta” vivia uma grande seca, mas um profeta foi enviado por Deus para que ela o alimentasse. As provisões de Deus muitas vezes vêm por canais que não esperamos. Certamente aquela viúva vinha sendo cuidada pelo Senhor e no momento em que tudo iria lhe faltar Deus manda um profeta para comer do que ela tinha em casa. Era apenas mais uma prova de fé “fazei primeiro um bolo pequeno para mim”. A viúva estava atenta às palavras do profeta, ela via que ele não era um explorador, mas um profeta de Deus; a viúva obedeceu ao profeta, aquela atitude resultou em um grande milagre (I Rs 17.8-16).

A Viúva do servo de Eliseu
Certa viúva tinha dois filhos; eles estavam perto de se tornarem escravos pela dívida deixada pelo seu marido. Ao ver o profeta, “homem de Deus,” rogou-lhe com humildade ao seu favor, o profeta lhe diz: o que hei de fazer? Declara-me o que tens? Nada tenho a não ser um pouco de azeite na botija. Para Deus operar não necessita de muita coisa, apenas de fé e obediência. “Tome vasos emprestados”, ponha no quarto, feche a porta e deite o azeite da candeia (2 Rs 4.1-13).

Os três Reis
Três Reis necessitavam de um grande milagre. Não havia água para eles e nem para o gado. O homem de Deus foi consultado a respeito, a palavra do profeta foi: “fazei covas”. O preço era fazer covas. O esforço deles fazia parte do milagre que iria acontecer. Para que haja milagres em nossas vidas Deus exige sempre algo de nossa parte. “O sacrifício é o preço pago pela obediência” (I Rs 3.15-17).

O orgulho e a desobediência às exigências divinas e aos profetas “líderes espirituais” resultam em perdas dos milagres. Há muitos cristãos que não ouvem os seus líderes espirituais, preferindo ouvir estranhos; muitas vezes só procuram para resolver seus problemas, mesmo assim não querem ouvir orientações que lhes contrariem ou exijam alguns sacrifícios. No entanto, devamos saber que Deus opera conforme a nossa obediência.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

NÃO OFEREÇA A DEUS SACRIFÍCIOS SEM VALOR


ESBOÇO 453
TEMA: NÃO OFEREÇA A DEUS SACRIFÍCIOS SEM VALOR
Porém o rei respondeu a Araúna: não, antes quero comprá-la pelo preço devido: não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois por cinquenta ciclos de prata (II SM. 24; 24)

Desde a criação do homem, Deus vem se revelando aos poucos a respeito de sacrifícios. E, para prover as vestimentas de Adão e Eva sacrificou animais (Gn 3.21). Deus já estava apontando algumas coisas que viriam através do sacrifício, por isso escolheu esse método mostrando que para se alcançar algo da parte dEle, algum sacrifício deveria ser feito. Essa era sem dúvida uma lição para o uso da fé, e o sacrifício também era exigido como prova de fé e temor a Deus (Gn 22.2), mostrando também a gravidade do pecado e o sacrifício que deveria ser levado a sério, ou seja, quando as pessoas presenciavam animais sendo sacrificados eram sensibilizadas quanto à seriedade do seu pecado e culpa. Entretanto, sem derramamento de sangue não haveria remissão dos pecados (Hb 9.19-23).

O que é sacrifício?
Oferta solene à divindade em vítimas ou donativos em levítico; era sacrifício específico, chamado de oferta voluntária e exigida.
- Voluntário (Lv. 1.3) última parte
- Exigido. (Lv 4.14)

Os sacrifícios de animais cumpriam dois propósitos:
- Simbolicamente, o animal tomava o lugar do pecador e pagava a pena pelo seu pecado;
- A morte do animal representava uma vida doada a fim de que outra pudesse ser salva.

A exigência divina quanto à qualidade do que era sacrificado
- Tinha que ser macho;
- Sem mancha: eram os animais mais caros simbolizando o alto preço do pecado.

O que o sacrifício ensinava ao povo
- A exigência de animais perfeitos (Lv1.3) e sacerdotes santos ensinava reverência ao Santo Deus;
- A exigência da obediência completa ensinava total submissão às leis de Deus;
- A exigência de um animal de grande valor mostrava o alto preço do pecado e a sinceridade do compromisso com Deus.

Deus não aceitava sacrifícios sem qualidades
Se o sacrifício não fosse perfeito e realizado em plena obediência perderia seu valor, e Deus não aceitava. (Sl. 40.6: 1 Sm 15.22; Is. 1.11). Devemos interrogar a nós mesmos dizendo: Que tipo de sacrifício eu estou oferecendo a Deus?

Existem muitas pessoas que mesmo após todos esses anos, ainda não aprenderam a dar a Deus o melhor. Este é um dos fatores preponderantes pelo qual muita gente não é mais abençoada; por isso não podemos oferecer a Deus qualquer coisa, precisamos sacrificar o melhor. O nosso sacrifício deve ser verdadeiro e perfeito, pois os sacrifícios que oferecemos a Deus devem ser com o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus (Sl. 51.17).


Pr. Elis Clementino- Itapissuma –PE/Brasil

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O PODER DAS PALAVRAS


ESBOÇO 452
TEMA: O PODER DAS PALAVRAS
“Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o seu próprio coração, a sua religião é vã.” (Tg 1.26; 3.1-12)

            As palavras são de extrema importância na comunicação, elas tanto erguem o indivíduo quanto abatem, ou seja, devemos levar em consideração o seu poder; a morte e a vida estão no poder da língua (Pv 18.21; 21.6); com ela bendizemos a Deus e amaldiçoamos os homens (Tg 3.9), por isso devemos levar em apreço alguns malefícios e benefícios das palavras.

Tropeçando nas palavras
Conforme Tiago, todos, principalmente os líderes, têm a responsabilidade e serão julgados com maior rigor por aquilo que falarem ou pregarem, mesmo sabendo que tropeçamos em muitas coisas; mas se alguém não tropeça em palavras, pode considerar-se perfeito sendo capaz de controlar todo corpo. Se é capaz de controlar todo corpo, a língua é membro do corpo a ser controlada.

As palavras ferem e matam
Não há nada mais penetrante do que as palavras ditas com intuito de machucar. Dependendo de como ela é aplicada ou da gravidade, pode até deixar um indivíduo psicologicamente arrasado. Elas são como espada ou flecha mortífera (Jr 9.8) na mão do valente, elas transpassam o coração. A língua é como veneno de cobra (Jó 20.16; Sl 140.3; Rm 3.13,14), é como um fogo que abrasa um bosque (Tg 3.5b); é como uma navalha afiada (Sl 52.2,4; 57.4; 64.3; Sl 73.9). Ela proclama mentiras e difamação (Gn 39.13,14,15; Pv 6.24; Sl 15.3; Sl 119.2; Pv 6.17; Jr 9.3,5,8); produz rosto irado e odeia a quem ela tem ferido (Pv 25.23; Pv 26.28), além de se gloriar das grandes coisas (Tg 3.5). Do açoite e lisonjas da língua somente Deus nos livra (Jó 5.21; Sl 31.20; Sl 120.2; Pv 6.24), e das imprecações (Sl 91.10 -12); Isa 54.17). A língua perversa será destruída (Pv 10.31).
Controlando a língua
O controle da língua é imprescindível. Todos os membros do corpo podem ser dominados pelo homem, principalmente a língua (Tg 3.2), e quem não consegue controlá-la sofrerá as consequências. Ela serve de tropeço ao próprio homem (Sl 64.8; Sl 78.36; Isa 3.8; Os 7.16); e pode até levá-lo ao abismo (Pv 17.20). Assim não devemos ser precipitados no falar, mas, prontos para ouvir e tardios no falar (Ec 5.2; Tg 1.19).

A língua do justo
A língua do justo deve ser árvore de vida (Pv 15.4),  deve ser como a pena de um destro escritor (Sl 45.1), deve revelar sabedoria e conhecimento (Isa 50.4; Sl 15.2); ser como prata escolhida (Pv 10.20); produzindo saúde (Pv 12.18) e propagar as boas novas (Sl 35.28), e produzindo justiça e defendendo o direito dos pobres (Pv 31.8,9).

Devemos ter muito cuidado com o que falamos, pois seremos responsáveis pelo que pronunciarmos. Ás vezes as nossas palavras pesam mais do que as nossas atitudes ou maneira de agir. Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, engana o seu coração, a sua religião é vã. (Tg 1.26). Davi expressa dizendo: Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem enganosamente (Sl 34.13). Devemos ter muito cuidado para que as nossas palavras não nos comprometam. Davi pede a Deus para ser preservado nos momentos de tentações dizendo: - “Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca, guarda a porta dos meus lábios.” (Sl 141:3).
Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

AS REVELAÇÕES DIVINAS


ESBOÇO 451
TEMA: AS REVELAÇÕES DIVINAS
“Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” (Amós 3:7); “O segredo do Senhor é para os que o teme, e ele lhes fará saber o seu concerto” (Sl 25.14)

As revelações divinas ainda são mistérios para os homens, estamos muito longe de entendê-las, mas sabemos que algumas delas são reveladas a indivíduos. As revelações incidem na vida de algumas pessoas, e não entendemos o porquê, só Deus sabe. Existem nas escrituras algumas pessoas que tiveram estreito relacionamento com Deus e receberam manifestações surpreendentes, atribuímos isso a esse relacionamento. Não é regra Deus ter que revelar seus mistérios a respeito do próprio homem, como também os pertencentes a Ele, mesmo que a pessoa venha ter um estreito relacionamento.

Algumas revelações de Deus
Há grandes variedades de revelações espirituais, sonhos, visões e profecias (Am 3.7). A primeira
revelação de Deus ao homem a respeito de Cristo foi no Edem (Gn 3.15); Deus se revela a Noé (Gn 6.13); O Senhor não ocultará os seus segredos a Abraão (Gn 18.17); Através de sonho Deus revela algo a Jacó (Gn 28.11-14); José teve revelações através de sonhos (Gn 37.5-10); Moisés teve revelações importantes, entre elas a visão da sarça (Ex 3.3); Samuel teve revelações respeitáveis da parte de Deus (I Sm 3.16,17); Deus revelou a Natã o pecado de Davi (II Sm 12.9); Elizeu recebe revelações sobre os planos do rei da Síria (2 Rs 6.8-13); Os pecados podem ser revelados antes do juízo (I Tm 5.24,25); Ananias teve revelação a respeito de Paulo e Deus manda ele orar por Paulo (At 9.12); Pedro teve várias revelações, entre elas a visão do lençol atado pelas quatro pontas (At 10.9-13); Deus revela a Paulo sobre um naufrágio do navio (At 27.10); Paulo teve várias revelações, entre elas a visão do espinho na carne (2 Co 12.1-10); João Evangelista teve revelações na Ilha de Patmos (Ap 1.1).

Deus revela a quem ele quer
Não é regra Deus fazer conhecido os mistérios que ele tem com certos indivíduos. Existem coisas encobertas que pertencem somente a Ele, ou seja, só ele sabe (Dt 29.29), e às vezes revela a quem ele quer, a alguns ele revela e a outros não (2 Rs 4.27), os seus mistérios são inquestionáveis. Temos alguns exemplos nas escrituras; Deus não se revelava a Saul, nem por sonhos, nem por urim e tumim (I Sm 28.6). “Quando Deus se cala o homem se inquieta”. A outro, Deus se revelava surpreendentemente de maneira especial.

As revelações de Deus ao homem não são motivos de orgulho, mas de muita modéstia “humildade” (2 Co 12.7).

Deus conhece todas as coisas
Um dos atributos de Deus é a onisciência, ele sabe todas as coisas, para ele nada está encoberto (Hb 4.13), até o que está no coração dos homens antes que eles pensem (Sl 139.2-4);  O homem também pode revelar o que está dentro do seu coração através das suas atitudes (Mt 7.16-19), mas outro homem não sabe o que está dentro do coração do outro (I Sm 16.7).

            Todo homem deve se aproximar de Deus em harmonia e perfeita comunhão com ele, dessa forma ele pode ser agraciado e receber revelações espirituais, tanto para o seu bem quanto para dos outros, lembremo-nos de José, as revelações de Deus a ele mostrava o que ele seria no futuro, seu pai sabia que algo de especial havia entre Deus e José, mas guardava em silêncio no seu coração (Gn 37.11). Deus às vezes revela algo que está no seu coração ao homem, não para ele se orgulhar ou demonstrar ser tão espiritual mais do que os outros, e sim para que algo que está no seu coração seja concretizado para a glória do seu nome.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE