terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

ESBOÇO 894 O AMOR


ESBOÇO 895
TEMA: O AMOR
TEXTO: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.” (ARA) I Coríntios 13:13; I João 4:7-21

O apóstolo Paulo qualificou o amor como a fonte de todo bem, sem ele é impossível amar o próximo. O amor é divino e dado por Deus aos homens para que pusessem em prática e convivessem em harmonia, o amor é indispensável “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.” (I Co 13:1-3).

O que é o amor
Na minha concepção é impossível definir na íntegra o amor, mas em uma linguagem simples podemos definir como: caridade, afeto, compaixão. O amor é a força que une as pessoas, ele é mais forte que uma emoção porque envolve o coração e a mente humana, ele envolve três virtudes “A fé, a esperança e o amor; e a maior desta é o amor... (I Co 13:13). O amor não deve ser fingido (Rm 12:9), pois o amor verdadeiro é incondicional. O amor fraternal é amar como irmãos, tipos de amor bastante conhecidos entre nós, Ágape, Eros e Philos. Todo ser humano deve desenvolver esses três tipos de amor, pois eles são essenciais para o bem de todos os homens.

Ágape – o amor humano fraterno, amor que se doa, ele é incondicional, amor divino.
Eros – Atração física, desejo sexuais;
Philos – amor fraterno, relacionado à família e amigos.

O amor é sofredor
No amor há características que somente ele tem “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, Não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (I Co 13:4-7).

A prática do amor ao próximo
O Apóstolo Paulo instruiu os cristãos de Roma a prática do amor, “O amor não seja fingido.” “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Rm 12:9,10). No amor há partilhamento, proíbe a maldição, ordena a benção, compartilha nos sofrimentos e na alegria; une as pessoas, não há orgulho, acomodam-se as coisas humildes, não se glória das coisas que faz, não torna mal por mal, leva a buscar as coisas honestas perante os homens, promove a paz, não se vinga, se o inimigo tiver fome dá-lhe de comer e beber, não se deixa vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. (Rm 12:13-21).

“A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros, pois quem ama o próximo cumpriu a lei.” (Rm 13:8). “O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.” (Rm 13:10).

Jesus enfatizou sobre a importância da prática do amor, pois é impossível você amar a Deus e não amar ao próximo (I Jo 4:7-21). A maior prova do amor a Deus é você amar os seus inimigos (Pv 25:21; Mt 25:35-40), amar aos inimigos é sem dúvida uma das tarefas mais difíceis de ser praticada, porém não é impossível. No sermão da montanha quando Jesus profetizou sobre o final dos tempos, o esfriamento do amor seria um dos sinais que precederia a sua vinda, naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a sua vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando (Jo 13:34; 15:12-14). Jesus foi o maior exemplo de amor dando a sua vida pelos pecadores.

Pr. Elis Clementino

ESBOÇO 894 O MORDOMO INFIEL


ESBOÇO 894
TEMA: O MORDOMO INFIEL
TEXTO: LUCAS 16:1-13

A parábola do mordomo infiel expressa verdades importantes para todos que exercem a função, ela narra a infidelidade de um mordomo, a prestação de conta, a estratégia do mordomo infiel, as riquezas injustas, a recompensa, a fidelidade no pouco, e o amor ao dinheiro.

O rico e o mordomo
1. Certo homem rico tinha um administrador dos seus bem, este não foi fiel para com o seu senhor, a qualidade de fiel é essencial para quem assume essa função. Todos que está nessa posição sabem que a quem mais é dado mais é cobrado (Lc 12:48b).

2. Infidelidade - O mordomo abusou da confiança e desperdiçou os bens do seu senhor. Todo abuso de confiança tem as suas consequências, a hora do ajuste de contas a nosso ver pode até demorar, mas chega.

3. Prestação de contas - O senhor daquele mordomo soube do que ele andava fazendo e o chamou a prestar contas e disse para ele que não mais podia continuar administrando seus bens.

4. A estratégia - Pensando o mordomo infiel nas palavras daquele senhor disse consigo mesmo: Agora o que farei? Meu senhor me tira o emprego. Cavar não posso, e mendigar tenho vergonha. (Lc 16:3), mas teve uma ideia, há! Já sei o que vou fazer, para que quando eu for demitido; vou conquistar outras pessoas com as minhas astúcias para que me recebam em suas casas (Lc 16:4). O que fez ele? Procurou os devedores do seu senhor e a cada um pagou o que eles deviam (Lc 16:5-7).

5. Elogio - Vendo o senhor elogiou aquele servo injusto por ter agido astutamente usando as riquezas “dinheiro” deste mundo fazendo amigos para que no futuro eles pudessem acolhê-lo em suas casas, por isso Jesus disse: “Pois os filhos desde mundo são mais astutos do que os filhos da luz.” (Lc 16:8).

Devemos usar as riquezas “dinheiro” deste mundo ímpio para ganhar amigos e realizar boas coisas, de maneira que quando acabar, estes “anjos” nos receba nas moradas eternas. Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também será desonesto no muito. (Lc 16:9,10). Procuremos ser dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, se assim não for quem nos confiará as maiores riquezas? Se não formos confiáveis em relação ao que é dos outros, quem nos dará o que é nosso? Tudo o que nos é confiado prestemos conta. A fidelidade parece está em desuso, mas não deve está para os cristãos. A inclinação às riquezas é a causa da infidelidade tanto para com os homens, quanto para com Deus. Não podemos servir a dois senhores, a Deus a ao dinheiro, porque ele é a raiz de todos os males. Estejamos certos da nossa prestação de contas, se formos justos na administração do que é dos outros e de Deus, certamente seremos recebidos pelos anjos na sua glória.


Pr. Elis Clementino