quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

O OTIMISMO DE CALEBE E JOSUÉ



ESBOÇO 549
TEMA: O OTIMISMO DE CALEBE E JOSUÉ
Texto: Números 13:17-30

As escrituras apresentam pessoas fiéis, corajosas e perseverantes no cumprimento da sua missão, Josué e Calebe eram servos de Moises quando foram enviados a Cades-Barnéia para espiar a terra prometida, Moisés formou uma grande comitiva para inspecionarem a terra de Canaã, Calebe e Josué também fizeram parte do grupo, eles ficaram impressionados com a possibilidade da conquista do que com os obstáculos. O que queremos destacar nesse argumento é o exemplo de otimismo daqueles dois homens Calebe e Josué.  

Os pessimistas
Eles estão em todos os lugares, são aquelas pessoas que encaram tudo pelo lado negativo, esperando sempre pior. Os pessimistas veem as vantagens, porém as impossibilidades sempre estarão em suas mentes, isso o impossibilita de conquistarem o que desejam. Canaã, embora tenha sido prometida, precisava ser conquistada, muitas vezes temos as promessas, mas falta conquistá-las. O indivíduo deve também fazer a sua parte. Chegando às imediações de Cades-Barnéia, Moisés escolheu doze homens, um de cada tribo, para entrarem em Canaã numa missão de reconhecimento e analise da terra como ela era (Nm 13.18-20). Aqueles homens eram a elite de Israel, doze príncipes, líderes das tribos, pessoas especiais, para eles a convocação foi uma grande honra, todos aceitaram e atenderam ao chamado. Naquele momento, todos os espias pareciam iguais, podendo ser considerados como exemplos de coragem, mas para eles era mais um teste, como sempre acontece a todo servo de Deus. O teste haveria de revelar o caráter de cada um, Moisés apenas colocou diante deles um desafio: Entrar na terra, observá-la e sair, trazendo algumas amostras do seu fruto. Todos os que são chamados e escolhidos por Deus encontrarão desafios em seus caminhos, no entanto eles não vêm para destruí-los, mas para nos fazer crescer. Desafios são, quase sempre, oportunidades e degraus para alcançarmos novos patamares na vida. Aqueles doze homens estavam diante de uma grande chance. Moisés sozinho não poderia espiar a terra. Surgiu então a oportunidade para que os novos líderes pudessem despontar, embora jamais soubessem que daquele grupo sairia o sucessor de Moisés. (Nr 13:27-33).

Dez contra dois
O teste era para todos, era um aprendizado, eles estavam incumbidos de trazerem resultados que seriam importantes para fazerem uma analise sobre a conquista da terra. Deus não prometeria uma terra que eles não pudessem conquistá-la, Canaã era a terra que Deus havia prometido a Moisés e não poderia ser descartada essa conquista. Os companheiros de Josué e Calebe eram dez, eles foram tomados pelo desespero e pessimismo, eles somente visualizaram as coisas ruins. Os Pessimistas veem a prerrogativas, porém o medo não os deixa conquistar (Nr 13:17).

Os otimistas
Se entre um grupo de pessoas existirem o maior número de pessimistas, com certeza no meio desse grupo haverá otimistas, e o menor número destes podem fazer toda a diferença. Calebe e Josué aprenderam com Moisés o seu grande líder. O exemplo de coragem e determinação de um líder contagia os liderados. Eles permaneceram seguindo o seu exemplo (Js 14.8b), muitas experiências guardaram no caminho do deserto (Js 14.10).

            Todo ser humano necessita de coragem, tomar como modelo os líderes que na realidade foram exemplo para nós de abnegação, fidelidade, honestidade, respeito à vida alheia, sobretudo fiel a Deus. O aprendizado foi tão eficiente que muito tempo depois da morte do seu líder, Josué permaneceu com a mesma coragem e vigor igual nos dias de Moisés (Js 14.11). Devemos ser fortes o suficiente em qualquer circunstâncias, porque só assim superaremos quaisquer obstáculos, mesmo que alguém se desanime, você jamais.

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

DESEJANDO O EPISCOPADO



ESBOÇO 548
TEMA: DESEJANDO O EPISCOPADO
“...se alguém aspira o episcopado excelente obra almeja” I Timóteo 3:1

            Aspiração, a palavra em si já diz respeito a anseio, pretensão e vontade. As pessoas são naturalmente dotadas de desejos por coisas importantes da vida como: Posição, fama, dinheiro, privilégios etc. Finalmente todos buscam o melhor para si como fonte de prazer, as mesmas coisas acontecem com aqueles que iniciam uma vida ministerial cristã, por isso o apóstolo Paulo disse que quem almeja excelente obra anseia (I Tm 3:1).

Definição
Episcopado, esse vocábulo significa pastorado, a palavra no grego “epíscopo” tem um significado idêntico ao de Bispo, presbítero e ancião, se não procurarmos entender bem esses significados desprezaremos um e valorizamos outras palavras no mesmo sentido, por isso existem muitas divergências em muitas igrejas cristãs em relação a essa palavra.

As aspirações
Naturalmente muitas pessoas que ingressam na igreja sempre têm o desejo de desenvolverem algum trabalho, isso acontece de forma espontânea, esse é resultado dos ensinamentos que receberam no principio da fé. O desejo de ser um obreiro nasce durante o exercício, na evangelização e escola bíblica dominical, entre outros, desejar não é problema, mas cada um deve saber que os dons ministeriais são dádivas divinas, eles não são dons naturais e nem habilidades (Ef 4:11; I Co 12:28). Aqueles que percebem ter uma chamada necessariamente precisam conhecer qual a origem e o propósito daquela convocação “Paulo apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus...” (2 Tm 1:1; 2 Co 1:1), enquanto o pretendente não tiver conhecimento disso jamais saberá valorizá-la.

Aspirações mórbidas
O desejo mórbido pode conduzir o aspirante de uma posição ministerial às frustrações podendo implicar-lhe por muito tempo, ou até mesmo conseguir, mas fugindo dos padrões da palavra de Deus pode conduzir a situações bem piores (Sl 42:7). O anseio por cargos ministeriais devem ser controlado, não devemos olhar para as outras pessoas que alcançaram mesmo sem qualidades, ou mesmo que vieram depois de você. Uma pessoa pode até assumir alguma posição e não ter a aprovação divina imediata, ele desempenhar bem o seu trabalho até certo ponto, ou mesmo até o final da carreira, como também ter a aprovação divina rapidamente e não corresponder, isso depende muito do coração humano. Saul era um homem de bem e escolhido por Deus para reinar sobre Israel, Deus lhe fez uma grande promessa de transformação “E o Espírito do Senhor se apoderará de ti, e profetizarás com eles, e tornar-te-ás um outro homem.” (I Sm 9:20; 10:6), ele reinou bem no primeiro ano, mas do segundo ano em diante ele começou a deixar de consultar ao Senhor para tomar decisões próprias (I Sm 13:1-13), depois fez outras coisas que Deus não se agradou, mesmo assim ainda reinou 40 anos, mas as promessas de Deus não anulam as suas cobranças quando o indivíduo deixa de fazer a sua vontade (Lc 12:47,48), ela pode não vir agora, mas virá depois.

Monitorando as aspirações
A observação criteriosa deve ser judiciosa, devemos ter muito cuidado para não ambicionar de maneira doentia aquilo que está acima das nossas possibilidades, antes de tudo você deve saber que o ser precede o ter, e o restante são consequências, é preciso saber esperar o tempo de Deus para que as coisas aconteçam dentro da sua vontade. Devemos saber que não é por muitos esforços que alcançamos o pastorado (Rm 9:16), há pessoas que pensam que só podem desenvolver um trabalho na obra de Deus sendo pastor, existem muitas maneiras de trabalhar na igreja que não estão diretamente ligados ao pastorado, nas escrituras temos o moço Bezalel muito bom em arte, ele não era sacerdote e nem rei, mas um homem dedicado em fazer obras de arte com muita perfeição (Ex 35: 30-35). Cada um tem a sua chamada dentro daquilo que ele sabe fazer. O que precisamos entender é que nem sempre os planos de Deus acontecem do dia para noite, o trabalhar de Deus podem durar anos para acontecer, Davi foi ungido a rei entre 15-17 anos, mas teve que esperar um pouco para chegar ao trono, ele reinou com 30 anos de idade (2 Sm 5:4).

Os sofrimentos do pastorado
Todo obreiro no exercício do seu ministério sofre, são as marcas de Cristo que o acompanham (2 Co 4:10,11; Gl 6:17), a vida ministerial de Paulo foi pontilhada de sofrimentos, ele passou por momentos amargos, calúnias prisões, perseguições e açoites, (2 Tm 4:9;11,21); abandono (2 Tm 4:10); traição (2 Tm 4:14,15); privações (2 Tm 4:13); ingratidão (2 Tm 4:4,16). Paulo sofreu também com obreiros, mas não era vingativo, procurava sempre recuperar os que deixavam de lhe acompanhar, temos um grande exemplo o de João Marcos que por causa de uma discussão se separaram, mas depois soube que ele seria útil para a obra.  Onésimo era um o escravo que havia roubado o seu patrão, foi recuperado por Paulo e enviado de volta com recomendações especiais.

            É muito natural desejarmos galgar posições no ministério, porém devemos saber que essas aspirações devem ser controladas, pois os desejos doentios podem acarretar uma série de problemas. Devemos monitorar as nossas aspirações, sabendo que cada um tem uma chamada diferente, mas os planos de Deus são os mesmos, embora não sejamos capazes de fazermos, mas Deus dará a capacidade (2 Co 3:5,6). Estejamos cientes que os sofrimentos do episcopado são inevitáveis, mas Deus sempre dará vitória ao que chama.

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

CRISE, UMA PORTA PARA OS MILAGRES



ESBOÇO 547
TEMA: CRISE, UMA PORTA PARA OS MILAGRES
TEXTO: 2 Reis 4:1-7

Há crises em nossas vidas que se tornam em oportunidades para Deus operar grandes milagres, embora essas conjunturas nos causem sofrimentos intensos, angústias e dores, mas a maneira de Deus agir em nosso favor resultará em grandes benefícios. As consternações não devem nos desanimar, mas motivos de nos gloriarmos porque elas produzem em nós coisas excelentes (...mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência e a experiência a esperança (Rm 5:3,4; Tg 1:4), Ora! A prova da nossa fé produz esses resultados maravilhosos. Continuaremos a meditar sobre o assunto.
Crise, prova da fé

Em algumas ocasiões somos submetidos a uma espécie de teste de fé, testados como o ouro no forno (Pv 17:3), de várias maneiras até mesmo pelos louvores (Pv 27:21), porém Deus conhece os nossos caminhos e quando ele nos prova é para ser refinado e puro como o ouro  “provando-me ele, sairei como ouro.” (Jó 23:10; Zc 13:9). As provações têm finalidades especiais, - Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo; (1 Pe 1:7). Essas provações servem para comprovar se a fé que temos é verdadeira, até o ouro que pode ser destruído é provado pelo fogo, pois da mesma maneira é a nossa fé que vale mais que o ouro também precisa ser provada, se permanecermos firmes na fé receberá hora e gloria na revelação de Jesus Cristo.

Os milagres dependem da nossa fé
Muitas vezes deixamos tudo para Deus fazer, mas a nossa parte precisa ser feita, o milagre também depende de nós, daquilo que temos. E Eliseu lhe disse: Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite. (2 Rs 4:2; Jo 6:5-9). Para Deus fazer um milagre não será preciso muita coisa, mas uma fé viva em ação, não obstante o milagre é proporcional ao tamanho da nossa fé.

A fonte de milagres é inesgotável
Deus é a fonte de milagres, muitas vezes usamos poucas vasilhas (fé) para o tanto do que Deus quer fazer. Na casa da viúva Deus surpreendeu ao encher as vasilhas, o azeite apenas parou, não acabou, mas tudo dependia da fé. Outros milagres se destacaram no ministério de Jesus, a mulher do fluxo de sangue (Mc 5:25-33), o centurião (Mt 8:5-13); A mulher cananéia (Mt 15.28), todos eles tiveram a aprovação de Cristo admirando-se da fé delas “grande é a tua fé”. Sabemos que a fé remove montanhas, isso foi ensinado por Jesus, ou seja, o tamanho da fé, o tamanho do milagre (Lc 17:6). Entendemos que todos esses milagres dependeram da fé de cada um.

            Acreditemos que o Senhor é o mesmo, não mudou e nem mudará, basta confiar inteiramente nEle. Os milagres continuam acontecendo, mas para que ocorram depende da nossa fé. Devemos buscar ao Senhor em todos os tempos não somente na crise, portanto batemos na porta certa, tocar na fonte do milagre, ainda que as dificuldades sejam muitas e grandes, jamais devemos nos dobrar diante delas, pois a nossa confiança em Deus não pode ser abalada (Sl 125:1).

Pr. Elis Clementino – Paulista - PE

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

QUANDO DEUS MEXE NO NINHO




ESBOÇO 546
TEMA: QUANDO DEUS MEXE NO NINHO
“Sai da tua terra, do meio da tua parentela” Gn 12.1

O homem é tendencioso a acomodação e ao conforto. É como se fosse uma espécie de ninho, mas em algum momento Deus resolve mexer no nosso lugar de comodidade. Não entendemos os escopos divinos em relação, maiormente sobre aqueles a quem o Senhor tem algo na vida. Deus tirou Abrão da terra da sua acomodação, do seu ninho do meio da sua parentela para realizar nele a sua intenção. Os caminhos de Deus não são entendidos, por mais que o indivíduo tenha intimidade com ele, mesmo assim ele ainda não consegue entender. “Assim como não sabes o caminho dos ventos e nem como se forma os ossos no ventre da que está grávida, assim são as obras de Deus que faz todas as coisas.” (Ec 11.5). Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. (Is 55.9)

Mexendo na acomodação
Quando o Senhor resolve mexer na nossa acomodação ou nosso ninho é porque muitas vezes estamos no lugar onde temos tudo, e tudo está bem em nossa volta, mas dentro dos propósitos de Deus esse não é o ambiente ideal para estarmos. “Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o. SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais.” (Jr. 29.11). Deus sabe o melhor para nós “O que eu faço, não entendes tu agora, mas entenderás depois” (Jo. 13.7).

Personagens tiradas do ninho
(1) Abraão foi tirado da sua terra, do meio da sua parentela, lugar onde possuía tudo, mas para um propósito divino Deus o tirou de lá, ao sair levou consigo Ló seu sobrinho, mais adiante Deus resolve separá-los, ora, Deus permite que situações aconteçam para que a benção continue na vida de quem Deus tem propósitos, pois os propósitos de Deus para com Abraão eram muito maiores.

(2) José, incompreendido, invejado e vendido por seus irmãos como escravo, “tirado da casa do seu pai” porque Deus havia de prover algo melhor para a sua própria família, pois Deus o conduziria a se tornar o governador do Egito e com isso toda a sua família seria beneficiada.

(3) Moises foi criado com toda mordomia no palácio de Faraó, e Deus resolveu mexer no seu ninho e criou o motivo para isso, o ele viu um uma discussão entre um egípcio e um israelita, matou o egípcio escondeu na areia e teve que fugir, se não fosse esse incidente não teria fugido, porque os propósitos de Deus para o seu povo através dele seria muito maior;

(4) Jó estava numa fase muito boa, muitas riquezas e nada lhes faltavam, era fiel a Deus e oferecia sacrifício pelos seus filhos nas madrugadas, para ele tudo estava maravilhosamente bem, mas Deus resolve mexer no seu ninho levando-o por um caminho bem diferente e viver novas experiências. É difícil, aprendeu a conviver com situações diversificadas; perder bens, filhos e acusações dos seus próprios amigos. Foi na crise que Jó cresceu, mas o seu ultimo estado foi maior que o primeiro (Jó 42.10).

(5) A Igreja no século I, depois que Jesus foi crucificado, Estevão foi expulso de Jerusalém sendo apedrejado até a morte, mas foi nessa época que houve um crescimento muito grande do evangelho. E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé. E Estevão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo (At 6.7,8).

A perseguição levou a igreja se expandir
Para a Igreja parecia estar tudo bem, crescimento e etc, mas iniciou-se uma grande perseguição e levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos libertinos, e dos cireneus e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da Asia, e disputavam com Estêvão. E não podiam resistir à sabedoria, e ao Espírito com que falava. Então subornaram uns homens, para que dissessem: Ouvimos-lhe proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus. E excitaram o povo, os anciãos e os escribas; e, investindo contra ele, o arrebataram e o levaram ao conselho. E apresentaram falsas testemunhas, que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasfemas contra este santo lugar e a lei; Porque nós lhe ouvimos dizer que esse Jesus Nazareno há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos deu. Então todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo. (At 6.7-15). Não havia acomodação, pois os discípulos não podiam deixa de cumprir o ide de Jesus, com toda perseguição eles não paravam de pregar. O fogo que os moviam era sobrenatural e incontrolável.

            Todos esses, entre outros, Deus operou poderosamente em suas vidas, Abraão foi abençoado de forma grandiosa; Moises volta à terra do Egito, e liberta o povo hebreu da escravidão de Faraó; Jó deixou o seu belo exemplo de paciência “Ouviste qual foi a paciência de Jó, e viste o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso." (Tg 5.11). O desfecho de todo aquele episódio foi muito bom, Deus mudou a sua sorte quando ele orava pelos seus amigos. Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; melhor é o paciente de espírito do que o altivo de espírito. (Ec 7.8).

Muitas vezes estamos acostumados com a mediocridade quando Deus quer nos dar algo maior e melhor.

Pr. Elis Clementino – Paulista - PE