quarta-feira, 24 de outubro de 2018

ESBOÇO 883 OS CONSELHOS E SUAS FONTES


ESBOÇO 883
TEMA: OS CONSELHOS E SUAS FONTES
 TEXTO: Belo conselho você ofereceu a quem não é sábio, e que grande sabedoria você revelou! 
Jó 26:3; Pv 13:10.

Todo indivíduo necessita de aconselhar e ser aconselhado para diversos fins na vida, seja pessoal ou espiritual. O aconselhamento serve para ajudar as pessoas a serem aperfeiçoadas em quaisquer finalidades, mas faz-se necessário saber a sua procedência. Conselhos significam; parecer, opinião, sugestão e recomendação sobre qualquer coisa que se pede razão. Cada conselho deve ser analisado antes de ser posto em prática, ele deve vir na hora certa, de forma que produza resultados satisfatórios (Pv 10:17).

I. Fontes
Não é de qualquer fonte de aconselhamento que deve ser recebido (Pv 15:22), e, sim, de pessoas experientes e maduras, ou seja, pessoas idôneas que tenha a capacidade para aconselhar (Ex 18:19-23; 1 Rs 12: 6,7; Pv 11:14), pois dependendo da fonte os resultados podem ser ou não satisfatórios, mediante esse conceito as pessoas devem está sempre atenta.

II. Os Sábios
As pessoas sábias ouvem com atenção os conselhos porque julgam serem importantes, elas reconhecem o seu valor e a sua contribuição. Os sábios ouvem os conselhos cuidadosamente (Pv 12.15; 21.11; 14.15,16).

III. Conselhos que não devem ser ouvidos
Devemos estar distantes dos conselhos dos ímpios e daqueles que nada somam em nossas vidas, “Porque os caminhos dos ímpios é como a escuridão; não conhecem aquilo em que tropeçam.” (Jó 21:16b; Pv 12:5; Sl 1:1). As pessoas imaturas e menos experientes, necessitam ter cuidado. Roboão deixou os conselhos dados pelos idosos, para pedir aos seus amigos jovens que conviveram com ele na infância, estes o aconselharam de forma incorreta (1 Rs 12:8-11). Faça uma avaliação dos dois resultados entre os conselhos dos anciões e dos jovens amigos de Roboão, ele não deu ouvido aos conselhos dos mais velhos que estavam inteirados do clamor do povo por justiça pedindo-lhes que aliviassem as cargas e impostos praticados pelo seu pai. Os anciões apenas lhe pediam que alivia-se o sofrimento do povo, mesmo assim Roboão preferiu consultar os mais novos que eles orientaram ser mais duro para com o povo, e lhe disseram dize ao povo que o teu dedo medinho era mais grosso do que o do meu pai (I Rs 12: 3-14). A seu ver esses conselho seria o mais apropriado naquele momento, porém o resultado não foi agradável resultando na divisão do seu reino.

“A vida espiritual tem dessas coisas, é preciso conversar com Deus antes de tomar uma decisão, porque uma escolha mal feita acaba comprometendo muitas vidas. no tabuleiro de Deus, as peças não estão soltas, isoladas, ao oposto, há uma sintonia, uma harmonia tremenda entre todas as peças, já que somos pétalas de uma mesma rosa, somos um inteiro dividido e unido em suas partes: a igreja de Jesus.”

Aqueles conselhos que recebemos de algumas pessoas que são fontes confiáveis são bem-vindos. Os tolos são aqueles que não conhecem quanto vale um bom conselho, alguns até dizem: se eles fossem bons não se dava, vendia. O cristão deve buscar conselhos e segui-los desde que estes não comprometam a sua vida devocional e contrarie a vontade de Deus. Amados, tenhamos cuidado com certos conselhos que nada acrescentem para o nosso bem, especialmente o dos ímpios “Bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Sl 1.1).

Pr. Elis Clementino – AD Excelência

terça-feira, 23 de outubro de 2018

ESBOÇO 882 FECHOU-SE A PORTA


ESBOÇO 882
TEMA: FECHOU-SE A PORTA
Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo.” (Mt 25.1)

A parábola das dez virgens desperta-nos para uma realidade espirítual que enfatiza a preparação dos cristãos para a vinda do Senhor. Essa parábola faz uma analogia de um casamento, cujas acompanhates eram dez virgens, sendo cinco néscias desprovidas de azeite e cinco prudentes carregando consigo o azeite em suas lamparinas, todas elas aguardavam o noivo. Essa parábola destaca a prontidão dos que seguem a Jesus. Explanaremos sobre o cortejo nupcial, as virgens néscias e as prudentes, o desespero da imprudêntes, e a perda de oportunidade.

Cortejo nupcial
Nessa época os casamentos em Israel incluíam uma procissão do noivo até a casa da família da noiva, entretanto essas dez virgens saíram ao encontro do esposo que estava vindo da casa da noiva para unir-se ao cortejo, quando o noivo voltava à casa dos seus pais para o banquete nupcial, que poderiam durar semanas.  Isso acontecia à noite em vilas e aldeias onde não havia luz nas ruas, de maneira que as lamparinas iluminavam o caminho, e assim todos deviam carregar as suas vasilhas com azeite (Mt 25.1). Nesse percurso o noivo tarda e todas tosquenejaram, mas a meia noite ouviu-se um grito: Eis aí o noivo! Sai ao encontro! (Mt 25.5,6).

As virgens nescias e prudentes
1. Nescias
As virgens loucas estavam totalmente desprovidas, sem azeite nas suas lamparinas, logo, se o fogo apagasse, não dava para acender outra vez.

2. Prudentes
As virgens prudentes levavam azeite suficiente em suas vasilhas, e não podiam dividir o azeite, isso não era questão de egoísmo, mas se dividissem o azeite a luz poderia não ser suficiente para clarear o caminho.

3. O desespero
Os descuidados geralmente passam por momentos de desespero, observem a desesperação daquelas cinco virgens em busca de azeite, geralmente quem não tem pedi a quem tem. A busca por algo na última hora pode se tornar uma manobra sem sucesso, isso aconteceu com as cinco jovens desprovidas de azeite (Mt 25.8). Não devemos nos dá por seguro quanto às reservas espirituais, pois as reservas também se acabam.

4. A perda de oportunidade
Muitas vezes deixamos para a última hora decisões importantes, por isso perdemos grandes oportunidades.  O noivo tarda, mas até que fim ele volta, e no momento delas acompanhar o cortejo nupcial as néscias perderam aquela oportunidade (Mt 25.9-12). Somos responsáveis por boa parte de perdas e ganhos em nossas vidas, entretanto devemos ter muito cuidado, porque nem sempre as oportunidades reaparecem nas mesmas proporções, assim será a oportunidade para entrar no reino de Deus é única. Cada um facilite a sua vida para que naquele momento não encontre a porta fechada.

Nos dias de hoje qual a lição aprendida: a) O despreparo para encontrar o noivo; b) O desespero pela falta de azeite; c) A perda da última oportunidade. Muitos crentes atualmente estão despreparados espiritualmente, sem azeite e sem brilho, isso significa não estarem preparados para a volta do noivo. Podemos ter a aparente impressão que o noivo está tardando, no entanto disse Pedro em sua carta: - “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a tenha por tardia. Ele é longânimo para convosco, não querendo que alguém se perca, senão que todos venham arrepender-se.” (II Pe 3.9). Quando Jesus vir buscar a sua igreja os crentes deverão estar preparados para não perderem a oportunidade. Ora, a mensagem central dessa parábola é fechou-se a porta, isso significa que não estando preparados perderão definitivamente a oportunidade de acompanhar o noivo (Mt 25.11,12), por isso o SENHOR nos adverte “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt 25.13; 24.42; 13.33-37; I Co 16.13; I Ts 5.6; I Pe 5.8; Ap 16.15).

Pr. Elis Clementino – AD Excelência

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

ESBOÇO 881 RENÚNCIA


ESBOÇO 881
TEMA: RENÚNCIA
TEXTO: MATEUS 16:5; LUCAS 9:23

                A tarefa mais difícil para o homem é ter que renunciar algo que esteja apegado, talvez esse apego não seja por coisa tão relevante. A inclinação por algo que ele julga ser tão relevante, e mesmo que não seja pode significar um atraso no desenvolvimento do indivíduo, da mesma maneira ele pode olvidar as coisas admiráveis. Todo homem necessita ter domínio próprio, isso facilita ele renunciar aquilo que não convém, jamais devemos nos apegar as coisas que nada nos acrescente, portanto precisamos identificar bem aquilo que deve se apegar ou não. Nesse assunto discorreremos sobre a definição, a renúncia e o seu alcance no sentido espiritual.

1. Definição
Renúncia - abdicar, recusar e abandonar é sinônimo que indica a renuncia de algo. Todo ser humano tem a possibilidade de aceitar ou recusar algo bom ou ruim, mas é importante saber que dependendo do resultado da escolha ele pode ter sucesso ou sofrer as decorrências. A renúncia de qualquer coisa deve ser de maneira espontânea e do próprio indivíduo, quando não levamos a sério essa renúncia estaremos vulneráveis a repetir as nossas atitudes anteriores, dessa maneira a renúncia pode ser temporária, ou seja, o indivíduo volta a praticar tudo novamente. Renunciar é libertar-se de algo que nos prende, ou algo que o homem esteja sendo impulsionado a fazer, esse controle deve ser continuo o que chamamos de domínio próprio.

2. Renuncia no ministério de Cristo
Desde o inicio do seu ministério Jesus enfatizou a renúncia como meta principal para ter acesso ao reino de Deus, Jesus ensinou que os discípulos deveriam abdicar as coisas que estivessem apegadas para segui-lo. A renúncia deve se dá em vários aspectos (1) Apego ao pecado – A renuncia dele é imprescindível para salvação; (2) As coisas materiais dessa vida, esse apego pode deixar o indivíduo fora do reino de Deus (Mt 19:16-22; Mt 19:23,24); (3) A renuncia do eu – É o tipo de renuncia mais difícil, pois ela é a credencial para quem quer seguir a Jesus “Quem quiser vir após mim negue-se a si mesmo e siga-me...” (Mt 16:23), em relação o nosso eu precisamos deixar muitas coisas como a altivez de espírito, ou seja, o orgulho, a soberba, a arrogância. É necessária que a renúncia seja espontânea e exclusivamente pela iniciativa nossa, pois não adianta a influência exterior, ou seja, alguém nos obrigue a renunciar, caso isso aconteça nada adianta.

3. A prova do amor a Deus envolve renúncia
O desapego e a renúncia as coisas terrenas e as pessoas mais do que a Deus, Jesus disse aos discípulos: Quem não deixar pai, mãe e irmão (Lc 14:26,33), no entanto deixar aqui não significa literalmente abandonar a família e ir embora de casa, mas que ninguém deva amar a alguém mais do que a Deus. “Amar a Deus sobre todas as coisas”.

                Se quisermos servir a Deus teremos que abdicar de coisas que comprometam a nossa vida pessoal e devocional, pois há possibilidade para isso, porém não deve ser de maneira forçada, mas renunciar de maneira espontânea deixando para trás os prazeres desta vida. A nossa conduta comprometedora deve ser abandonada, e o nosso eu. O Apostolo Paulo renunciou tudo (Gl 2:20; Fl 1:21; 3:7). O abandono das coisas e a fidelidade a Deus facilitam a entrada no reino dos céus, não nos embaracemos com as coisas dessa vida, a fim de agradar a Deus.

Pr. Elis Clementino - AD Excelência


sexta-feira, 12 de outubro de 2018

ESBOÇO 880 AS TEMPESTADES DA VIDA


ESBOÇO 880
TEMA: AS TEMPESTADES DA VIDA
TEXTO: Marcos 4:35-41; Is 21:1
               
                É muito natural ouvirmos falar de vendavais e tempestades, esses eventos geralmente promovem estragos e as consequências são terríveis. As tempestades têm características bem diferentes desde uma simples chuvas com ventanias moderadas, estas não causam estragos como acontecem com os fortes vendavais e tempestades. Nesse assunto eu quero rapidamente e sem muitos pormenores discorrer sobre esses fenômenos e o que eles podem causar, mas também quero destacar outros tipos de vendavais como os espirituais que podem trazer consequências devastadoras piores e que os eventos naturais.

I. Fenômenos
1. Tempestades
Tempestade geralmente vem acompanhada com rajadas de ventos fortes e dependendo da proporção ela pode causar graves estragos nas regiões afetadas, principalmente nas cidades costeiras em mar aberto, com o mar agitado e com ondas altas e ventos com mais de 100km/h, e quanto mais velocidade, mais estragos pode causar. Ouvimos histórias do passado e recentes com destelhamento do que esses acontecimentos têm causado, onde casas e prédios são invadidos pelas águas do mar com ondas gigantescas, arrastando barcos, carros, casas deixando muitas pessoas desabrigadas, outras cidades costeiras são praticamente varridas do mapa como no ultimo acontecimento no Haiti, em fim toda tempestade é devastadora e com alto custo para essas cidades sejam recuperadas. Há muitos tipos de tempestades, mas todas elas deixam rastros de destruição pequenos ou grandes.

2. Furacão
Existe também o furacão ou ciclone, ele se apresenta com características um pouco diferente de uma tempestade de chuvas e ventos, mas uma espécie de redemoinho parecido com uma tromba de elefante afunilado que vem com ar quente e poeira dependendo da velocidade vai varrendo e jogando para a atmosfera tudo o que encontra pela frente, a situação se torna insopitável. Existem países que são vulneráveis a esses fenômenos devido às localizações geográficas. Tanto as tempestades quanto o furação está acima das nossas forças (Mc 4:35-41). O profeta Isaias predisse a destruição da Babilônia usando fenômenos meteorológicos, porém na mensagem ele não se referia literalmente esses fenômenos, mas que um exército poderoso passaria sobre Babilônia como um tufão destruindo tudo pela frente (Is 21:1).

3. Maremoto
Existem também no mar as acomodações das chamadas placas tectônicas, quando elas se movimentam causam o fenômeno chamado maremoto jogando para terra água e lama, com essa reação inundam cidades inteiras como aconteceu no Japão há alguns anos atrás, os navios, barcos foram lançados em terra, árvores foram arrastadas, carros, casas, prédios e milhares de pessoas foram soterradas na lama.

II. Idéias sobre essas calamidades
Antigamente tempestades sobre alguns lugares eram sinais de reprovação divina sobre aquele povo, mas nem sempre foram, ou seja, apenas algumas calamidades. Todos nós estamos em situações vulneráveis às variações climáticas e outros fatores que contribuem para esses eventos, mas com o passar dos anos os acontecimentos estão ficando cada vez mais frequentes porque o próprio homem tem contribuído para essas ocorrências, todavia deixemos de lado os eventos naturais e meditemos nos acontecimentos que envolvem a nossa vida espiritual.

III. Circunstancias parecidas
Existem circunstancias na vida que nos parece serem tempestades, eles são piores porque atinge a alma e o espírito, invadindo a sua vida capaz de se instalar uma crise existencial. Essas situações nos causam sensações desagradáveis como: Angústia, esvaziamento de Deus e de si e pavor, finalmente falta tudo, essa situação lhe envolve como uma pele e você têm que lutar sozinho. Nessa ocasião parece que o barco começa a encher de água e os ventos soprarem ainda mais fortes, seus gritos de socorro ninguém os escuta.

IV. O grito de socorro
Os discípulos não queriam incomodar o mestre que cansado dormia sobre uma almofada na popa do barco, em um sono tranquilo parecia que nada estava acontecendo com o barco, mas de repente ele escuta os gritos MESTRE DESPERTA! Não vês que estamos perecendo? Jesus tranquilamente se levanta, olha para os ventos e a bravura do mar e a primeira coisa que ele faz é acalmar os ventos, ACALMA-TE VENTOS! Pois eles são as causas da revolta e a braveza do mar, em seguida ele dá as ordens ao mar dizendo: AQUIETA-TE MAR! A natureza ouve a sua voz e houve grande bonança.

Não importa que tipo de tempestade, vendaval, redemoinho ou tufão você esteja passando em sua vida, não importa se na área sentimental, problemas finaceiros, doenças ou mesmo espiritual, quando você pode ter tudo, mas nada preenche, nesse momento não deveis perder a esperança, e procure se abrigar na oração e na adoração ao Senhor, com essa atitiude ela passará como chuva de verão. Não esqueça que o Senhor está no controle do barco da vida, ele não vira e não vai naufragar, pois do Senhor sairá à ordem e acalmará a tempestade como fez com os discípulos em alto mar, ao vê-lo acalmar a tempestade gritarão em alta voz dizendo: QUE HOMEM É ESSE QUE ATÉ OS VENTOS E O MAR LHES OBEDECEM! A brisa suave do Senhor te dá descanso (I Rs 19:9-13).

“O poder infinito de Deus não está na tempestade, mas na brisa.” Rabindranath Tagore

Pr. Elis Clementino


terça-feira, 9 de outubro de 2018

ESBOÇO 879 VEREDAS E SEMENTES


ESBOÇO 879
TEMA: VEREDAS E SEMENTES
TEXTO: “Fazei veredas direitas para os vossos pés...” Hb 12:13

                Coisas que todo indivíduo tem que fazer; escolher seus próprios caminhos, semear as suas próprias sementes e provar dos seus próprios frutos. As veredas que ele abrir e as sementes que plantarem certamente terão seus resultados ou bons ou ruins (Pv 14:14), ou seja, o indivíduo pisará com seus próprios pés nos caminhos que ele próprio construiu e provará dos frutos das sementes que semeou, por isso é preciso ter muito cuidado com os caminhos que escolhe e que semente hão de plantar, pois a lei da semeadura está ai e serve pra todos.

Caminhos – estrada, vias, direção ligação de um lugar para outros.
Veredas – caminho estreito, atalho e sena.
Sementes – A imo ou essência que contém vida

Caminhos e Sementes
Cada indivíduo tem o livre arbítrio para fazer as suas escolhas, quer sejam caminhos, assim como as sementes que deseja semear, mas cada um tenha a certeza das decorrências dessas escolhas. Os caminhos que ele escolher pode até serem vistos como bons aos seus olhos (Pv 14:12; 16:2,25), por isso é preciso ter muito cuidado porque ele pode não ser bom como ele possa pense. As sementes que o indivíduo semeia também resultarão em frutos, bons ou maus (Mt 7:17,18), porém ele deve ter a certeza provarão dos seus deles (Pv 14:14). (O indivíduo colhe hoje o que ele plantou ontem), “Semear é opcional, colher é obrigatório.” Ou seja, se semear ou não com certeza colherá “tudo o que o homem semear, isso ele ceifará” (Gl 6:7). Na parábola dos talentos o homem que ganhou um talento não semeou e o seu resultado foi triste (Mt 25:26,27)

No plano espiritual
Entre as escolhas da vida há dois caminhos a serem escolhidos, ambos terão resultados, no entanto somente um pode ser escolhido são eles: O caminho da vida ou o da morte, a benção ou maldição (Dt 30:19). A sabedoria conduz o indivíduo a fazer as melhores escolhas (Pv 15:24). Ninguém pode escolher por ele, a escolha é individual, cada um busque o melhor para si, mas deve ter ciência que uma escolha errada pode comprometer até a sua entrada na eternidade. Mesmo sabendo dessas decorrências há aqueles deixam as veredas direitas para andarem nos caminhos de trevas (Pv 2:11-19), Salomão apresenta nesse texto o valor da sabedoria e que todos precisam atentar para ela. Qualquer caminho que cause dúvida precisa ser analisado, porque o desprezo a sabedoria pode resultar em um desastre tanto na sua vida pessoal quanto na espiritual (Pv 7:25-27). É preciso entender que com a sabedoria, e, sobretudo a orientação divina o indivíduo pode fazer boas escolhas. Existem códigos de linguagem que nos apontam os caminhos que deve ser seguido, dos quais identificamos se estamos no caminho certo ou errado, alguns pode ser apresentada como placas de sinalizações, entre outros, são alertas que nos forçam a tomar uma decisão favorável ao próprio indivíduo.

                Dependendo da escolha que for feita ele será beneficiado ou não, se boas ou ruins, por isso as nossas escolhas devem ser bem consciêntes, sabendo que elas implicarão nos resultados. O indivíduo deve saber por que está escolhendo, esse ou aquele caminho e que tipo de semente está semeando. A vida é feita de escolhas e de resultados, pois aquilo que ele está colhendo hoje é resultado do que plantou no passado, se ruim, ou se bom, não sei, quem estiver colhendo é quem sabe. No sentido imaterial não será diferente o que escolher certamente implicará na vida devocional e no futuro final (Dt 30:15,19; Ec 15:9-21; Jr 21:8).

Pr. Elis Clementino