terça-feira, 31 de maio de 2011

O JULGAMENTO DOS CRENTES

ESBOÇO 388
TEMA: O JULGAMENTO DOS JUSTOS
“Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, bem ou mal” 2 Co 5.10.

INTRODUÇÃO
No esboço anterior falamos sobre o arrebatamento da Igreja, entretanto daremos continuidade enfatizando as ocorrências após o arrebatamento. Discorreremos sobre o julgamento dos santos, como será, e como serão vistas as nossas obras.

I. O julgamento dos Santos
Os crentes salvos arrebatados serão julgados, todos comparecerão no tribunal de Cristo (Jo 5.22; Rm 14.12; I Cor 3.12-15; 2 Co 5.10; 2 Tm 4.8), os textos comprovam, no entanto os crentes que morreram antes do arrebatamento ressuscitarão e estarão presente nesse julgamento (I Co 15.50-55; I Ts 4.16,17).

II. Como será esse julgamento

Os crentes serão julgados conforme as suas obras, elas serão avaliadas pelo Juiz e cada um receberá a justa recompensa (Ec 12.14; Mt 5.22; 12.36,37; Mc 4.22; Rm 2.5-11; I Co 4.5; 2 Co 5.10; Ef 6.8; Cl 3.23-25). Nesse julgamento, sem exceção, serão julgados, os crentes fiéis receberão galardões (Mt 5.11,12; 25.14-23; Lc 19.12-19; 22.28-30; Gl 6.8-10; I Co 3.12-14; 9.25-27; 13.3; Ef 6.8; 2 Tm 4.8; Hb 6.10; I Pe 5.4; Ap 2.7,11,17,26-28; 3.4,5,12,21), com a salvação garantida pela graça (Ef 2.8,9), os crentes não serão condenados, continuarão salvos recebendo recompensas e galardões pelo que fizeram (Ec 12.14; Mt 5.9; I Co 2.13-15; 2 Co 5.10; Cl 3.25; I Jo 2.28).

III. O que será julgado
Nesse julgamento tudo será revelado:
(a) Os segredos (Mc 4.22; Rm 2.16); (b) O caráter (Rm 2.5-11); (c) As palavras (Mt 12.36,37); (c) As boas obras (Ef 6.8); (d) Atitudes (Mt 5.22); (e) Nossos ensejos (I Co 4,5); (f) Falta de amor (Cl 3.23; 4.1); (g) Obras ministeriais (I Co 3.13). Todos serão julgados de maneira que o que fizer agravo receberá agravo que fizer (Cl 3.25; Ec 12.14; I Co 3.15; 2 Co 5.10), também quem praticar as boas obras, o amor ao próximo e fidelidade a Deus serão recompensados (Ef 6.8).

IV. Como serão vistas as nossas obras

Conforme o Apóstolo Paulo os materiais que representam as nossas obras, dividi-se em duas classes (I Co 3.12,13). Primeira classe (a) ouro (b) prata (c) pedras preciosas, materiais de grandes valores e indestrutível ao fogo, segunda classe de materiais que não suportam o fogo: Madeira, feno e palha. Segundo o comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal, o fogo provavelmente, significa “salvo por um triz”.

Os crentes nesse julgamento embora salvos, alguns sofram perdas ou danos, os crentes descuidados nesta vida são os mais vulneráveis a essas perdas “(1) sentimento e vergonha na vinda de Cristo (2 Tm 2.15; I Jo 2.28); (2) perda do trabalho que fez para Deus (vv. 12-15); (3) perda de glória e honra diante de Deus (Rm 2.7); (4) perda de oportunidade de servir e de autoridade no céu (Mt 25.14-30); (5) posição inferior no céu (Mt 5.19;19.30); (6) perda de galardão (vv. 14,15); (7) retribuição por injustiça cometida contra o próximo (Cl 3.24,25).” Por ser algo tão sério esse julgamento deve ser levado em consideração pelos crentes, por envolver perdas e ganhos (I Co 3.15; 2 Jo 8). Enquanto alguns perdem, outros ganham aprovação divina (Mt 25.21); tarefas e autoridade (Mt 25.14-30); posição (Mt 5.19; 19.30); recompensa (I Co 3.12-14; Fp 3.14; 2 Tm 4.8); e honra (Rm 2.10; I Pe 1.7).

Considerações finais
Na expectativa desse julgamento todos os crentes devem procurar aprimorar ainda mais o temor ao Senhor e o viver cristão nesse mundo (I Co 5.11; Fp 2.12; I Pe 1.17). Devemos levar a sério (I Pe 4.5,7), se esforçar para naquele dia não ter perdas ou danos. Os crentes que viverem como ímpios certamente não serão arrebatados (Mt 25. 1-13).

Fontes – Bíblia de E. Pentecostal; Comentário aplicação pessoal NT CPAD.

Em outra ocasião daremos sequência ao assunto.

Pr. Elis Clementino- Itapissuma – PE/Brasil

quinta-feira, 26 de maio de 2011

ARREBATAMENTO DA IGREJA

ESBOÇO 387
TEMA: Arrebatamento da Igreja
“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor,” (I Ts 4.16.17).

Introdução
Ao examinar as escrituras encontramos citações e textos que exprimem um dos assuntos referente à escatologia: O arrebatamento da igreja, será um dos acontecimentos jamais visto em toda história da humanidade, está preste a acontecer, mas antes algumas ocorrências advirão, como também logo após o arrebatamento. Faremos um BREVE e SIMPLES comentário sobre o seu significado e o que virá antes e depois do arrebatamento.

Significado
Conforme comentário na Bíblia de estudo pentecostal, o termo “arrebatamento” deriva da palavra raptus em latim, que significa: arrebatado rapidamente e com força. O termo latino raptus equivale a harpazo em grego, traduzido por arrebatado I Ts 4.17. Esse evento descrito em Tessalonicenses e I Co 15 referem-se à ocasião em que a igreja do Senhor será arrebatada da terra para encontrar-se com ele nos ares. O arrebatamento abrange apenas os salvos em Cristo. A respeito do arrebatamento o próprio Jesus alertou a todos sobre os sinais que o precederiam (Mt 24.4-14), sendo ele um acontecimento inesperado (Mt 24.36-44).


I. Momentos antes do arrebatamento

1. A ressurreição dos que dormiram em Cristo (I Ts 4.16), não se refere ao descrito em (Ap 20.4), porque esse evento só ocorrerá depois, ou seja, quando Cristo vier a terra para julgar os ímpios e prender Satanás (Ap 19.11; 20.3). Na ressurreição descrita em (Ap 20.4) pode estar incluído os mártires da grande tribulação e provavelmente com os santos do AT, e sobre esse momento discorreremos na sequência.

2. Durante a ressurreição dos que dormiram em Cristo, estará acontecendo à transformação dos crentes que estiverem vivos, e juntos com eles serão arrebatados nas nuvens para encontrar com o Senhor nos ares, entre o céu e a terra (I Ts 4.16,17).

II. Como será o arrebatamento?
a) Será como um relâmpago (Mt 24.27);
b) Num abrir e fechar de olhos (I Co 15.52);
c) Será como a tomada do profeta Elias (2 Rs 2.11).

III. Ocorrências após o arrebatamento
Após o arrebatamento acontecerá o julgamento dos crentes, esses receberão as recompensas, só que esse julgamento não implicará em salvação ou em condenação, mas para ser galardoado segundo as suas obras, “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (2 Co 5.10), nesse julgamento o juiz não fará exceção, todos hão de ser julgados (Rm 14.11,12; I Co 3.12-15; 2 Co 5.10).

IV. Quando acontecerá o tribunal de Cristo?
a) Após o arrebatamento da igreja (Rm 14.10b; II Co 5.10);
b) Antes da festa de casamento de Cristo com a Igreja, ou seja, bodas do cordeiro.

V. Quem será o juiz desse julgamento?
O juiz desse julgamento é o próprio Cristo (Jo 5.22; 2 Tm 4.8), nesse momento tudo será conhecido como: (1) Os segredos Mc 4.22; Rm 2.16); (2) o caráter (Rm 2.5-11); (3) As nossas palavras (Mt 12.36,37); (4) as boas obras (Ef 6.8); (5) atitudes (Mt 5.22); (6) nossos motivos (I Co 4,5); (7) a nossa falta de amor (Cl 3.23; 4.1); (8) e a nossas obras ministeriais (I Co 3.13). Nesse julgamento os crentes receberão seus galardões segundo as suas obras.

Considerações finais

O arrebatamento da igreja deve ser aguardado por todos os crentes em Jesus no mundo, pois será a vitória final para os que permanecerem fiéis a Ele. Essa é a primeira parte sobre esse acontecimento, porém a sequência de eventos discorreremos posteriormente. Estejam preparados! DEUS TE ABENÇOE.

Pr. Elis Clementino da Silva – Itapissuma – PE/Brasil

quinta-feira, 19 de maio de 2011

ORAÇÕES OUVIDAS E RESPONDIDAS

ESBOÇO 386
TEMA: Orações ouvidas e respondidas
“Antes que clamem, responderei; estando eles ainda falando, os ouvirei” (Is 65.24).

Introdução
Este esboço é a sequência do anterior, porém iremos enfatizar sobre a resposta da oração feita por um justo. A oração tem poder transcendental, mas é necessário usar a fé, o salmista falou sobre a atenção de Deus aos seus servos quando se dispõem a procurá-lo através da oração Sl 91.15.

As condições
Para que as nossas orações sejam respondidas, são necessários alguns requisitos, inclusive a palavra do Senhor a Salomão foi enfática sobre eles (2 Cr 7.14); (1) Relacionar-se com o criador; (2) se humilhar; (3) Orar; (4) buscar a minha face; (5) se converter dos maus caminhos, exemplos (Is 1.15; 59.1-3; Lc 18.11,12). Mediante esse contexto podemos citar o exemplo do rei Ezequias que ao receber a mensagem do profeta Isaias se dispôs a apresentar em oração a sua maneira de viver diante do Senhor (Is 38.2,3). Essa atitude de apresentar a Deus a nossa maneira de viver, fidelidade, e serviço, é comum entre nós. É muito importante ter algo a apresentar ao Senhor, não que isso venha a forçá-lo a realizar algo por nós, porque tudo depende da sua vontade (I Jo 5.14), aprendemos isso quando Jesus nos ensinou a orar “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;” (Mt 6.10).

O tempo de resposta

As orações podem ser ouvidas e respondidas instantaneamente ou posteriormente (Dn 10.12), para Deus todo tempo é tempo, porque Ele é o eterno agora, ele está acima do tempo, o tempo existe para nós por sermos limitados a ele, nós é que temos que nos adequar ao tempo, e não sermos imediatistas, Deus sabe o momento certo para nos conceder aquilo que lhe pedimos, se demora um pouco, persista (Lc 11.5-13); Elias orou no monte Carmelo pedindo chuva sete vezes (I Rs 18.42-45), entretanto a resposta não foi tão rápida quanto o seu pedido para não chover (I Rs 17.1-4; Tg 5.17,18). Se demorar não pense que a sua oração foi excluída (Hc 1.2). Lembre-se que Ana persistiu no seu pedido e alcançou (I Sm 1.27a). Davi expressou a sua paciência em esperar (Sl 40.1). Duas coisas acontecem quando oramos a Deus: Fica em silêncio (Gn 16.16; Gn 17.1; Jó 19.7; Sl 22.2; 83.1; Mt 27.46), e responde segundo a sua vontade (I Jo 5.14; II Co 12.9).

Orações respondidas

Citamos anteriormente as condições para que as orações fossem respondidas, quando acolhemos alguns requisitos exigidos por Deus, Ele nos atende. Pois - “Os justos clamam, e o Senhor os ouve, e os livra de todas as suas angústias.” (Sl 34.17; Sl 20.7; Pv 21.31); “Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias.” (Sl 34.6; Gn 1.6,7; Hb 11.3). Um grande exemplo: - “Vai e dize a Ezequias: assim diz o Senhor; o Deus de Davi teu pai; Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas; eis que acrescentarei aos teus dias quinze anos.” (Is 38.2-5); não importa a situação e nem o lugar que você esteja, Jonas orou em gritos desde o ventre do peixe (Jn 2.1-2).

Considerações finais

Valorizemos a oração em todas as circunstancias, sempre apresentando condições favoráveis, ou seja, de forma humilde e sincera, como também aguardar a resposta, os seus ouvidos não estão agravados para que não possa ouvir (Is 59.1), embora ele fique em silêncio, mas não desista de buscar (Is 55.6). Se você está sendo submetido a algumas provações na vida e Deus não responde a tua oração, isso resultará em coisas boas. “Porque ele livrará o necessitado quando clamar, como também o aflito e ao que não tem quem o ajude” (Salmos 72.12).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil
blog:prelisclementino.blogspot.com.br

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O OBREIRO E OS MALES DA INSENSATEZ

ESBOÇO
TEMA: O OBREIRO E OS MALES DA INSENSATEZ
Assim como a mosca morta faz exalar mau cheiro e inutilizar o unguento do perfumador, assim é para o famoso em sabedoria e em honra um pouco estultícia.” Eclesiastes 10.1

Introdução
Uma mosca, inseto que aos nossos olhos é insignificante para estragar o perfume do perfumista, entretanto tem a capacidade de deteriorar. A lição é: um pouco de insensatez pode destruir os bons feitos de muitos sábios. “O sujeito é tão inteligente, mas um pouco da sua insensatez desmereceu a sua inteligência”. (CLEMENTINO) Muitas vezes os nossos planos são magníficos, mas um pouco da nossa precipitação pode estragar todos eles. Comentaremos neste assunto sobre a insensatez, prudência e as pequenas falhas que podem estragar grandes projetos e trazer sérios transtornos.

A insensatez
1. O insensato pela sua loucura constrói a sua casa sobre a areia, e com a sua própria insanidade a derruba (Mt 7.26). A insensatez tem conduzido muitas pessoas à desgraça, “Todo prudente age com conhecimento, mas o tolo espraia a sua loucura.” (Pv 13.16; 12.23; 15.2).

2. A insensatez está cada vez mais habitual na vida de muitas pessoas, principalmente naquelas que menos esperamos. Isso é visível em todos os seguimentos da sociedade, inclusive no mundo cristão. A mosca morta significa as nossas atitudes sejam elas, em palavras ou ações irrefletidas no nosso cotidiano.

Os males
1. O orgulho e a insensatez do rei Ezequias: Após a cura milagrosa ele recebeu uma embaixada do Rei de Babilônia (Merodaque - Baladã) com presentes para ele, mas o orgulho e a insensatez levaram Ezequias a mostrar tudo o que havia em sua casa, inclusive os seus tesouros, isso não pareceu bem aos olhos do Senhor, por isso foi repreendido pelo profeta Isaias declarando-lhe as consequencias (2 Rs 20.12-18; Pv 18.2).

“Basta um pouco de insensatez para desmerecer toda inteligência.” (CLEMENTINO)

2. Não valorizar as coisas importantes
O rei Uzias não soube valorizar o seu reinado e nem a riqueza do seu conhecimento, e quando isso acontece o individuo termina sendo ofuscado pela insensatez. “Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem. ... .” (Sl 49:12). Há obreiros insensatos que não sabem valorizar a sua chamada, por mais humilde que ela seja.

3. Autoritarismo
O obreiro nunca deve se valer da sua autoridade eclesiástica para cometer abusos, ou seja, não ser um servo mau, que na ausência do seu Senhor maltrata os conservos, dessa forma o autoritarismo não deve prevalecer no nosso ministério cristão, onde vale salientar que há prestação de contas de todos os nossos atos (Mt 24.45-51).

4. Desobediência
A desobediência tem sido a principal causa de impedimento no desenvolvimento ministerial de muitos que aspiram ser obreiros. Devemos aprender a viver sob a autoridade espiritual. (I Sm 3.1-10); Elizeu estava sob a autoridade espiritual de Elias (II Rs 2.1-18). Na escola dos profetas os alunos estavam sob a proteção espiritual de Elizeu (II Rs 6.1-7); Na igreja os obreiros devem estar sob a proteção espiritual do seu Pastor (Hb 13.7, 17).

A insensatez tem atropelado vários obreiros no inicio da sua carreira ministerial, porque não souberem ficar debaixo da proteção espiritual do seu líder (At 15.37,38). Entretanto quem serve bem e permanece sob essa proteção é considerado servo bom e fiel sendo digno de confiança
Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens.” (Mt 24.47)

Prudência
A prudência é a virtude que nos faz prever os perigos, ela é o antídoto da insensatez. Jesus mostrou aos discípulos o valor e a necessidade dela (Mt 10.16). Os prudentes não edificam a casa sobre a areia, mas, sobre a rocha. Prudência, “cautela, atenção, prevenção”, é resultado de uma mente sensata. (Mt 7.24,25). A mente sensata e sábia deve ser constante, isso significa ponderarmos bem todas as nossas atitudes para termos uma vida saudável (Pv 4.12); “todo prudente age com conhecimento.” Pv 13.16a). As escrituras estão cheias de exemplos extraordinários; A humildade de Mardoqueu, a imprudência de Hamã e a prudência de Ester. Ora, Ester, ao tomar conhecimento da sentença do Rei para destruir todos os judeus, interveio em oração e jejum, e de forma sábia e perspicaz, fez com que fosse vista pelo Rei até que a ponta do cetro do rei fosse apontando para ela (Et 3. 9; 5.1-5; 8.3-11). O orgulho e a imprudência de Hamã o levaram a desgraça (Et 8.7). O insensato cai na sua própria armadilha (Sl 57.6).

O prudente vê o mal e se esconde, mas o simples prossegue e sofre a pena.” (Pv 22.3)

Considerações finais
Necessitamos ser cautelosos, por falta dela muitos têm sido abarbadas nos seus projetos, e sim, pessoas consideravelmente inteligentes. Os nossos cuidados devem ser permanentes, pois uma pequena bobagem pode ser tão danosa quanto uma mosca morta no unguento do perfumista, “Um pouco da sua insensatez faz desmerecer toda a inteligência que se tem” (Ec 10.1). “A loucura é a causa de muitas desgraças”. Guardemos as recomendações de Salomão (Pv 9.6; 21.20); Jesus diante dos escribas e fariseus (Mt 23.17,19); Paulo considera os gálatas insensatos (Gl 3.1,3); (Ef 5.17) Devemos abandonar toda insensatez e seguir caminhos que nos levem ao bom senso; (Tt 3.3). "A sensatez deve presidir todos os atos da vida do homem." (Carlos Bernardo González Pecotche). “Diz o insensato coração: Não há Deus.” (Sl 14.1). Isso te faz lembrar alguma coisa? Cuidado!

Mensagem ministrada na 52ª Escola Bíblica de Obreiros, Abreu e Lima - PE

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE/Brasil

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