terça-feira, 20 de abril de 2010

TEMA: A IMPORTÂNCIA DAS PALAVRAS

ESBOÇO 330

TEMA: A IMPORTÂNCIA DAS PALAVRAS

“Digo-vos que toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo; porque pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras serás condenado” (Mt 12.36,37).


Nada é mais importante para o ser humano do que o autocontrole em todos os sentidos da vida, principalmente no uso da língua ao falar, essa é uma das tarefas mais difícil para o indivíduo, controlar a língua. O apóstolo Tiago descrevendo sobre o tema disse: “Porque tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é varão perfeito, capaz de refrear também todo corpo.” (Tg 3.2). Ela está entre as seis coisas que aborrecem ao Senhor (Pv 6: 16-19). A respeito da língua veremos alguns detalhes importantes.


Os propósitos da língua

A língua tem propósitos específicos. (1) Glorificar a Deus. (2) Relacionar-se com os semelhantes (3) Abençoar os seres humanos e proclamar a salvação a eles (Sl 35.28)


Os perigos do uso indisciplinado da língua

Existem pessoas que usam a língua indiscriminadamente, sem medir as consequências fazendo julgamentos precipitados (I Co 4.5a); mentindo; testemunhando falsamente; lisonjear (bajular) (Sl 5.9) e semear contenda entre irmãos (Pv 6.17,19). Esse tipo de língua é como uma espada afiada (Sl 64.3) e flecha mortífera (Jr 9.8). “Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens feitos à semelhança de Deus” (Tg 3.9). A língua também é um pequeno membro que se gloria das grandes coisas (Tg 3.5), é capaz de incendiar um bosque, ou seja, tem o poder de destruir e contamina todo corpo (v 6).


Em muitas ocasiões nos comprometemos com palavras a ponto de prejudicar os nossos semelhantes, embora nos esqueçamos que existem as ondas sonoras (do disse, me disse) e assim se propagam e chegam ao destino totalmente alterado, por essa razão devemos ser cautelosos com o que falamos (Pv 13.3; 21;23) portanto saibam que as nossas palavras são como penas de aves jogadas no ar "Por que as aves do céu poderia levar a tua voz e o que tem asas dariam notícias das tuas palavras" (Ec 10:20).


O que descreve as escritura sobre a língua?

A língua é uma espada de dois fios, e navalha afiada (Sl 52:2,4; 57:4; 64:3; Sl 73:9); é cheia de imprecações (Sl 10:7; Sl 50:19); a língua é uma flecha mortífera, alcança de longe (Jr 9:8); é um fogo que pode incendiar um bosque (Tg 3:5b); ela proclama mentiras e difamações (Gn 39: 13,14,15; Pv 6:24; Sl 15:3; Sl 119:2; Pv 6:17; Jr 9:3,5,8); é como veneno de serpente (Jó 20:16: Sl 140:3; Rm 3:13,14); contamina o corpo (Tg 3:6); a morte e a vida estão no poder dela (Pv 18:21; Pv 21:6); é um sepulcro aberto (Sl 5:9; Rm 3:13). A língua deve ser extremamente controlada e quem conseguir isso o restante do corpo fica mais fácil (Tg 3.2,3).


“O que guarda a boca e a língua guarda das angústias a sua alma” (Pv 21.23.)


“O laço do ímpio está na transgressão dos lábios, mas o justo sairá da angústia” (Pv 12.13).


“A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto (Pv 18.21).


As coisas boas que a língua pode promover

A língua pode nos auxiliar a promover o bem, como também transmitir coisas boas, pode ser considerado agente do bem, revelando sabedoria e conhecimento (Isa 50:4; Sl 15:2); é como uma pena de um destro escritor (Sl 45:1); é arvore de vida (Pv 15:4); é prata escolhida (Pv10:20); A língua do justo traz saúde (Pv 12:18); com ela fazemos justiça ; defendemos nossos direitos (Pv 31:8,9); bendizemos a Deus pai (Tg 3:9ª); além de propagarmos a salvação.


Livramento divino

Somente Deus pode nos livrar dos chicotes da língua (Jó 5:21; Sl 31:20; Sl 120:2; Pv 6:24) e das imprecações, o justo não deve temer porque elas não nos alcançarão (Sl 91:10 -12; Isa 54:17). São momentos transitórios, porque a verdade sempre aparece, o antídoto da língua mentirosa é a verdade (Pv 12:19). A língua perversa será destruída (Pv 10:31).


“O Senhor cortará todos os lábios lisonjeiros e a língua que fala soberbamente” (Sl 12.3).


A língua do justo deve ser como uma árvore frutífera servindo de edificação, sendo coerente com aquilo que confessa “Se alguém entre vós cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã.” ( Tg 1.26). Davi se expressou dizendo: “Guarda a tua língua do mal e os teus lábios de falarem enganosamente” (Sl 39.1; 34.13) “Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios” (Sl 141.3), se você pedir a Deus e lutar para controlar a sua língua, certamente conseguirá. Deus também pode intervir na nossa fala (Ez 3.26,27; Lc 1.20) para o nosso bem.


“O Senhor Deus me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado...” (Isa 50.4).


Glossário

Imprecações – pragas, maldições.

Frívola - fútil

Destro – hábil, prático, perito, ágil.

Lisonjas – louvor fingido, mimo, afago, adulação.

Antídoto – soro, contraveneno

Erudita – culta, instruída, cheia de conhecimento

Pr. Elis Clementino - Itapissuma - PE


quarta-feira, 14 de abril de 2010

TEMA: REPUTAÇÃO MORAL E ESPIRITUAL

ESBOÇO 329

TEMA: REPUTAÇÃO MORAL E ESPIRITUAL

“Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus.” (Gn 6.9); “Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem integro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal.” (Jó 1:1).


A reputação moral e espiritual são requisitos essenciais, sobretudo indispensáveis em todas as áreas da vida, a reputação está intrinsecamente ligada à fama e ao bom nome, porém para adquiri-la é mister ter uma conduta plausível a sociedade, e abalizada na palavra de Deus.


Os adjetivos que dão a qualidade ao substantivo feminino (Fama)

Ø Boa, quando o nosso nome é louvado.

Ø Má, quando ela nos tira o bom nome.


Se existe algo mais importante na vida a zelar, esse seja o seu nome e a reputação.


O bom nome é o maior patrimônio que o ser humano pode ter.


A integridade de um homem não tem preço. (Pv 22:1; Ec 7:1a, Ct 1:3).


A reputação do individuo deve ser reconhecida

Geralmente as pessoas famosas são conhecidas por aquilo que são, temos exemplos nas escrituras de algumas que se destacaram:

A reputação de José foi reconhecida por Faraó (Gn 41.38,39). Elias foi reconhecido pelas suas características (2 Rs 1.8); Elizeu, foi vista a sua reputação (II Rs 4:9); Salomão a sua fama chegou aos ouvidos da rainha de Sabá (2 Cr 9:6); Uzias sua fama foi muito longe (II Cr 26:15); Jesus teve boa reputação (fama) (Mc 1:28).


Nem todas as pessoas sabem estar no topo da fama, é necessário que ela tenha autocontrole para poder permanecer e se dar bem. Nas escrituras temos exemplos de personagens que chegaram ao topo, mas não souberam administrar os seus sentimentos com relação ao poder. Nabucodonosor (Dn 4.30); Uzias (2 Cr 26.15,16); Belsazar (Dn 5.2,3); Acabe (1 Rs 16.30); Herodes (At 12.21-23).


Reputação Moral

Integridade é ser inteiro, completo, reto, exato, inatacável, irrepreensível (Ne 5:14,15). Samuel na transferência de cargo discursou diante do povo a respeito da sua probidade (I Sm 12:2-4), portanto essa declaração era apenas a confirmação daquilo que já se sabia dele (ISm 9.6). Elizeu foi observado e conhecido por uma mulher (sunamita) como homem de Deus (2 Rs 4.9). Esses homens tinham compromisso com Deus e com a sociedade em que viviam. Portanto a nossa postura e ética devem ser vista em todos os sentidos da vida, exemplo: no andar, (Rm 13:13); no falar (Ef 4:29; Tt 2:7,8; Mt 12.36,37; Pv.15:4), entre outros.


“Quem anda em sinceridade anda seguro, mas o que perverte os seus caminhos será conhecido” (Pv 10.9).


Reputação Espiritual

A reputação espiritual é vista do mesmo modo, e tem tudo a ver com reputação moral, quem a possui será bem sucedido, pois o sucesso da vida espiritual depende muito do procedimento humano. A credibilidade religiosa tem sido enfraquecida devido o comportamento e caráter de certos cristãos.


“Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus” (I Co 10.32)


Devemos ser exemplo em toda a nossa maneira de viver, tanto congregados, como membros e obreiros (II Co 6.3; At 20.28).


Procuremos fazer uma autoavaliação de como está a nossa reputação na sociedade em que vivemos. Deus nos escolheu para sermos santos e irrepreensíveis diante dEle em amor. (Ef. 1:4). A nossa reputação deve ser boa tanto nos céus como na terra.


Diga-me como está sendo vista a tua reputação aqui, que eu te digo como ela está sendo no céu.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE

quarta-feira, 7 de abril de 2010

TEMA: FIRMEZA EM TEMPOS DIFÍCEIS

ESBOÇO 328

TEMA: FIRMEZA EM TEMPOS DIFÍCEIS

“Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação” (Hc 3.17)


Estabilidade em tempos difíceis todo ser humano necessita principalmente os que conhecem e servem a Deus, soberano e criador de todas as coisas. A humanidade vem enfrentando ao longo dos anos muitas dificuldades, infelizmente, elas aumentam no mundo inteiro, não se sabe mais o que fazer, mas quando recordamos as palavras de despedida de Jesus dizendo aos discípulos: - “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33), ou seja, diante das aflições tenham paz em mim, estejam animados e tranqüilos. O responsável por toda essa aflição é o próprio homem “de que se queixará o homem?” (Lm 3.39). Veremos neste comentário sobre a crise social, a fúria da natureza, os gemidos da humanidade, preparação espiritual e como devemos nos comportar diante dessa situação.


Crise social

Vivenciamos diversos tipos de crise, e o pecado tem sido a causa de toda essa esfinge, o ser humano enfrenta e enfrentará dias piores (Mt 24.8; Mc 13.8). A dureza de coração, a maledicência tem tomado conta de tal forma que o homem se autodestrói impiamente, os males têm crescido de forma assustadora a cada dia que passa (2 Tm 3.1-9). O amor de forma geral tem se esfriado (Mt 24.12) a valorização da vida está em escassez, o desregramento tem sido privilegiado e a inversão de valores é bem visível em nossos dias permeando toda a sociedade, na família, política, religião, etc. Assim, acontecera nos dias que antecederam o dilúvio (Mt 24.37,38).


Atualmente o ser humano perdeu o seu referencial e os limites, desconheceu o seu próprio criador. “O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende.” (Isa 1.3). Podemos aplicar esta situação aos dias de hoje, o homem não conhece a Deus, a sua obra e o amor ao próximo.

“E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará” (Mt 24.12).


A fúria da natureza

Uma ação provoca uma reação, a natureza está respondendo os insultos com firmeza devastando tudo que encontra pela frente, o planeta está ameaçado e a culpa se atribui ao próprio homem, Jesus interpelado pelos discípulos a respeito, falou-lhes sobre os sinais dos tempos “Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?” (Mt 24.3b, 4-10). Inúmeras catástrofes têm acontecido no mundo, mas isso é apenas o começo. É necessário que cada ser humano faça a sua parte, cuidando do meio ambiente para que ele não venha sofrer efeitos como: às alterações climáticas, inundações, aquecimento das águas dos mares, degelo das calotas polares, terremotos, todos esses flagelos são conseqüências de um mundo mal administrado pelo próprio homem. Fim dos tempos ou ocorrências naturais? (Este assunto será abordado posteriormente).


Os gemidos da humanidade

Ela geme como a mulher com dores de parto para dar a luz, são decorrências daquilo que plantamos ontem, e se hoje não estamos satisfeitos com o que colhemos, imagine o que plantamos. A lei da semeadura permanece “Porque tudo o que o homem semear isso ele ceifará” (Gl 6.7b; Rm 2.6; 2 Co 2.6), e diante dessa situação devemos fazer a nossa parte para ver se pelo menos conseguiremos amenizar a dor das gerações futuras.


Preparação espiritual

Jesus quando se dirigiu aos discípulos para falar-lhes estas coisas, não era simplesmente para adverti-los sobre os eventos da natureza, mas prepará-los espiritualmente para um evento já predito por ele a respeito da sua segunda vinda (Mt 24.13,36-44).


O que fazer?

Mas como reverter esse quadro? Todos entendem que as pessoas devem mudar e não o planeta somos nós que devastamos agredindo o nosso habitat. Os seres racionais são mais violentos do que os irracionais, essa é uma pura verdade e não é preciso muita coisa para entender isso.

O capitalismo é um dos fatores preponderante contribuindo para a destruição da terra, ou seja, muitos buscam uma maneira de reverter esse quadro, mas não querem abrir mão dos lucros. E quem sofre “mais” as conseqüências são os indefesos, pessoas que não tem uma leitura de mundo como um todo. Entretanto todos nós devemos fazer a nossa parte, independentemente de quem faça ou não, se não destruirmos as árvores e não poluirmos a atmosfera, rios, etc, já é um bom sinal, pois significa que estamos entendendo o que a natureza está nos dizendo.

No sentido espiritual devemos estar preparados e vigilantes, porque todas estas coisas precedem a vinda do Senhor. “Vigiai, estais firme na fé, portai-vos varonilmente e fortalecei-vos.” (I Co 16:13; Mt 16:42; I Ts 5:6).


A bíblia é a nossa bússola e sempre nos deu respostas para todos esses acontecimentos “Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que Ele está próximo, às portas.” Mt 24:33 entretanto devemos estar preparados para este grande dia, perseverar até o fim, estar firme e seguro em seu próprio ânimo, porque todos nós estamos cientes dessas conseqüências, fazer uso da fé sem desestimular, mesmo que tudo lhe falte, a fé e a confiança nele deve estar acima de tudo (Hc 3.17; Rm 8.35-39).


Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE

quarta-feira, 31 de março de 2010

ESBOÇO 327 TEMA: ADOÇÃO.

ESBOÇO 327

TEMA: ADOÇÃO.

“Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome” (Jo 1.12;Rm 8.15; Gl 3.26).


Adoção, adotar, são palavras bastante comum e discutida em nosso cotidiano. No sentido espiritual a adoção também existe, é um método usado por Deus para que o ser humano se torne filho de Deus, sendo assim passamos a fazer parte da família de Deus em Cristo, sem dúvida um beneficio muito abrangente. No AT e NT lemos casos de adoção por algumas famílias, observaremos neste contexto a definição de adoção, costumes e os deveres dos filhos para com o pai.


Adoção

Adoção é o ato divino que integra as criaturas a família de Deus em Cristo Jesus (Mt 12.46-50). Alguns textos bíblicos fazem referencia diretamente a adoção, (Rm 8.15,23; 9.4; Gl 4.5; Ef 1.5). Era uma atitude legal entre os romanos, e as crianças adotadas tomavam o nome do seu pai e seria o herdeiro da família, os direitos lhes eram assegurados como se ele fosse um pai biológico.


No sentido espiritual o ser humano é recebido por adoção se tornando filho de Deus, o homem tem o poder de se tornar filho de Deus e isso só acontece quando crer em Jesus Cristo (Jo 1.12). Assim sendo somos recebidos com grande privilégio, o de pertencer à família de Deus (I Jo 3.1,2).


Naturalmente após o ato da adoção, a pessoa passa a desfrutar dos direitos e responsabilidades desse relacionamento familiar “E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo;” (Rm 8.17). Ao ser adotada uma criança ou através da adoção espiritual lhes são assegurados privilégios, embora em aspectos diferentes.


É um relacionamento tão privilegiado de maneira que os adotados filhos de Deus sentem a confirmação espiritual. “O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.16). Uma das tarefas do Espírito Santo é gerar nos filhos de Deus essa convicção (Gl 4.6).


Costumes

Muitas culturas têm praticas similares para se adotar alguém, esse costume tem sido seguido por todas as nações permanecendo até hoje. Há alguns exemplos nas escrituras sobre o assunto, dos quais podemos destacar: Moises foi adotado pela filha de Faraó no Egito (Ex 2.1-8; At 7.20,21); Ester que foi adotada por Mordecai seu parente (Et 2.7) embora as leis hebraicas não tratem da adoção, talvez devido à lei do livirato, este mostrava uma maneira de a família ter um herdeiro que ficaria com a propriedade. A poligamia também era um meio de resolver o problema da falta de filhos.


Aconselhamos aos casais que desejarem adotar uma criança, ter sempre o cuidado de procurar meios legais para consolidar esta adoção.


Filhos comprometidos com o pai

Necessariamente os filhos legítimos e adotados têm compromissos através dos laços familiares, da mesma maneira estendendo-se aos crentes que espiritualmente por meio da adoção se tornam filhos de Deus, sem dúvida esses filhos passarão a fazer parte da natureza do pai “pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da sua natureza” (2 Pe 1.4).


Não podemos dizer que somos filhos de Deus, sem ter uma vida exemplar de acordo com a vontade dEle (I Jo 2.4-6). Não basta apenas dizer que somos filhos, mas andar como filhos da luz (I Jo 2.6) “Irmãos sedes meus imitadores e observai os que andam segundo o exemplo de Cristo.” (Fp 3.17)


A correção do pai

Assim como um pai biológico corrigir os seus filhos, da mesma forma Deus corrige os que o adota como filhos, pois ele corrige a qualquer que toma por filho (Hb12.6,7; Pv 3.11,12: Ap 3.19). Deus nos trata como seus filhos, e se alguém não quer receber a sua correção são tratados não como filhos, mas bastardos (Hb12.8).


A adoção de filhos de Deus é um dos maiores benefícios que o ser humano pode usufruir sem nenhum mérito, de posse dele devemos ter uma vida de obediência e submissão a Ele.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE