quarta-feira, 5 de maio de 2010

TEMA: A VITÓRIA DO REI JOSAFÁ

ESBOÇO 332

TEMA: A VITÓRIA DO REI JOSAFÁ

“Então, voltaram todos os homens de Judá e Jerusalém, e Josafá, à frente deles, para irem a Jerusalém com alegria, porque o SENHOR os alegrara acerca dos seus inimigos” (2 Cr 20.27).


Ninguém está isento de ter inimigos, pois eles surgem às vezes de coisas fúteis, desde uma pequena desavença a uma guerra, em muitas ocasiões nos deparamos com situações ou tempestades inesperadas que são capazes de nos assolar, entretanto não devemos desistir, pois a nossa confiança estar em um Deus todo poderoso, assim como Ele concedeu vitória a Josafá, seremos também vitoriosos. Mediante esse contexto queremos discorrer e focalizar as circunstâncias vividas por Josafá naquele momento de afronta; estratégias dos inimigos; qual a sua atitude do rei diante da situação e a quem buscou socorro.


Entendemos que cada situação deve-se ter uma maneira de agir, dependendo do oponente, pois cada inimigo tem as suas estratégias para confrontar, intimidar e gerar medo, é exatamente nesse momento que necessitamos de comedimento, força, coragem e determinação. Antes de agir primeiramente deve-se estudar qual a estratégia usada pelo inimigo e não desviar dele o foco (Ne 6.3).


Quem eram os inimigos de Josafá?

Os inimigos de Josafá eram os moabitas e os amonitas e juntamente com eles uma grande multidão, diante dessa situação ele temeu, o medo se instalou no seu coração, isso é normal em todo ser humano (2 Cr 20.3a), porém antes de tomar qualquer posição contra os seus inimigos ele buscou primeiramente ao Senhor (2 Cr 20.3a). O medo foi bastante proveitoso, o motivou a buscar a Deus, como também levou todo povo a clamar com jejum e orações (2 Cr 20.3b).


Geralmente só buscamos ao Senhor nos momentos mais difíceis (Sl 83.16,18; At 17.27) exatamente quando a situação parece não ter solução. As dificuldades que enfrentamos muitas vezes nos levam a tomar atitudes que agradam a Deus (Jn 1.12).


A reação

A maneira como Josafá reagiu foi a mais acertada, buscar ao Senhor. Procurar esse tipo de ajuda em tempos difíceis é querer vencer (2 Cr 20.12) realmente essa foi uma atitude corajosa. A nossa reação deve ser com ações de coragem e não de covardia (2 Tm 1.7). O profeta Elias fez o inverso de Josafá (I Rs 19.3; Ec 10.4), ao invés de reunir forças e ter calma (Ec 10.4). Uma atitude corajosa faz parte da estratégia de quem quer ter vitória.


As dificuldades geram oportunidades para buscarmos a Deus, a fim de encontrarmos soluções para os nossos problemas (Mt 8.24,25).


A oração de Josafá

Josafá baseou a sua oração e confiança em Deus, em cinco verdades principais: (1) Deus tem poder sobre todas as pessoas e todas as situações (vv. 6,7); (2) Deus tem sido fiel ao seu povo, no passado e no presente (vv7-9); (3) O povo de Deus está falido sem Ele (v 12); (4) As promessas de Deus são um fundamento sólido para a fé (vv 14-17,20); (5) A presença ativa de Deus entre o seu povo resulta em livramento e vitória (v 17). (Bíblia de Estudo Pentecostal)


O que nos leva a buscar o socorro do Senhor são as impossibilidades de vencermos sozinhos os inimigos que nos rodeiam (2 Cr 32.19-22;Sl 3.1-4), com a presença de Deus não temeremos por mais numerosos que sejam (Sl 27.3; 2 Sm 22.30), ainda que esteja no vale da sombra da morte não devemos temer (Sl 23.4). Deus não permite que sejamos derrotados e reduzidos ao pó (Isa 54.17).


Resultado da oração

A revelação de Deus foi extraordinária, a única maneira de ver a manifestação dele em nosso meio é através da oração e consagração (At 13.2,3). Muitas vezes o Senhor quer nos falar, mas é necessário que ele gere um motivo para nos dizer algo que necessitamos ouvir. A oração resultou em encorajamento da parte de Deus através de Jaaziel, um levita que estava mo meio da congregação, parece ter sido momento único porque não há registro sobre esse profeta que através do Espírito do Senhor encorajou o rei de Judá, entretanto devemos reconhecer que só haverá avivamento e encorajamento da parte de Deus se o buscarmos por meio da oração (2 Cr 20.14; At 4.31,33).


A mensagem profética foi decisiva naquele momento, inclusive mostrando todas as trajetórias e pormenores para a peleja (2 Cr 20.15-16). O Senhor disse a Josafá a peleja é minha (Cr 20.17; Ex 14.14; 15.3), após ser ele encorajado passou a encorajar o povo para a guerra, precisamos crer no Senhor para estarmos seguros (2 Cr 20.20; Pv 29.25), louvar a Deus faz parte da estratégia para a vitória (2 Cr 20.18). Josafá encorajado organizou a marcha da seguinte forma: Cantores para louvarem ao Senhor saindo á frente dos armados, porque as estratégias de Deus são diferentes das nossas, ele se utiliza de coisas simples para confundir as que são (I Co 1.27,28) para que ninguém se glorie perante ele (I Co 1.29) “Ele é quem dá vitória ao rei...” (Sl 33.16,17; 144.10; Pv 21.31).


Quando a nossa confiança é depositada em Deus, ela nos leva ao caminho da vitória. Essa confiança deve ser permanente em todas as circunstancias até o fim. Deus quer sempre nos ajudar nas batalhas, mas devemos nos organizar espiritualmente tomando o caminho da oração e jejum como fez Josafá naqueles dias. A vitória foi certa (2 Cr 20.23-25) e após essa vitória ele se reuniu no vale de Beraca agradeceu a Deus e depois marcha para Jerusalém cantando e tocando os seus instrumentos (2 Cr 20.26-30). Deus ainda é o mesmo, da maneira que ele deu vitória ao rei, nos dará também, porque nEle não há mudanças nem variações e sempre que clamarmos nos ouvirá (Sl 34.15).


“Buscar-me-eis e me achareis quando buscardes de todo o vosso coração” Jr 29.13.


Pr. Elis Clementino

quarta-feira, 28 de abril de 2010

TEMA: SERVINDO A DEUS NOS DÍZIMOS E NAS OFERTAS.

ESBOÇO 331

TEMA: SERVINDO A DEUS NOS DÍZIMOS E NAS OFERTAS.

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não abrir as janelas do céu e derramar sobre vós benção sem medida” (Ml 3.10)


O ensinamento dos dízimos e das ofertas é fundamental para o crescimento do reino de Deus, é um mandamento do Senhor, é uma obrigação dos que reconhecem que todas as boas dádivas provêm de Deus, pois eles tiveram inicio antes da lei. Após Abraão ser abençoado por Melquisedeque, deu o dízimo de tudo (Gn 14.19,20). Não cumprir essa obrigação é tirar de Deus a participação do que ele tem direito sobre os nossos ganhos “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas” (Ml 3.8). Discorreremos de forma simples e breve sobre as consequências dos que não dizimam e as bênçãos que advém da parte de Deus para os dizimistas e ofertantes.


I. Etimologia do termo

a. No hebraico a palavra Asar significa (10) décima parte, com o sentido de dizimo aparece por sete vezes; Maaser (décima parte) palavra usada por 32 vezes nas escrituras. No novo testamento é citada por três formas; Dekátóo, apodekatoo, e dekate que significam a décima parte.


b. É a décima parte daquilo que recebemos como produto do nosso trabalho. O dízimo passou ser empregada dentro do sistema de sacrifício como parte do culto prestado a Deus, para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes levíticos; e provavelmente esses fundos também eram usados para ajudar os pobres em suas necessidades. Podiam ser o produto animal e agrícola, eram oferecidos ao Senhor, essa prática certamente foi passada de pais para filhos (Gn 4:3,4; Gn 14:20; Lv 27:30).


Na lei mosaica os israelitas tinham obrigações de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (Lv 27:30-32; Nr 18:21,26; Dt 14:22-29). Deus considerava o seu povo responsável pelo sustento e manejo de todo os recursos da sua obra.


II. Roubará o homem a Deus?

Os israelitas roubaram a Deus porque eles deixaram de lhe trazer os dízimos (a décima parte do que ganhavam) e as ofertas alçadas, mesmo sabendo que era exigido na lei de Moises e por essa razão Deus os alertavam sobre as maldições, os que egocentricamente recusavam contribuir (Ml 3:8). Eles foram agressivos ao Senhor (Ml 3:13), diziam inútil é servir a Deus, pensavam que a adoração externa era suficiente para receber a benção de Deus, alegavam também que não valia a pena (Ml 3:14). Os fariseus pensavam a mesma coisa, que pelo fato de dizimar isentaria das demais faltas (Mt 23:23).


III. As consequências

As maldições trariam uma série de consequências consideradas terríveis, era uma sequência de destruição, pois a desobediência tomara conta como veio a palavra do Senhor ao Profeta Joel (Jl 1:1-20) e uma delas era o devorador para destruir a lavoura e tudo quanto eles tinham, prejuízos como endividamento, impossibilidade de saldar seus débitos (Ag 1:6,7), porque as bênçãos de Deus dependeriam da sua fidelidade a Deus como é também a nossa (Ml 3:10,11).


IV. As exigências de Deus

-Tragam todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento em minha casa (Ml 3:10ª)

-Façam prova de mim (Ml 3:10b),


V. As bênçãos prometidas

-Repreenderei o devorador (Ml 3.11).

-Vós sereis uma terra deleitosa (Ml 3.12)


Quando contribuímos e entregamos todos os dízimos do Senhor, devemos nos lembrar de que as promessas de Deus não são sempre materiais, e não podem ser completamente experimentadas aqui na terra, mas certamente as receberemos em nossa vida futura, no céu.


Como crentes devemos ser cautelosos para não contrair maldições para as nossas vidas, desobedecendo a Deus nos dízimos e nas ofertas, importância (valor) que não nos pertence. Sejamos dizimistas na igreja ou congregação aonde cultuamos, não permita que ninguém lhe prive dessa graça fazendo-lhe administrar o que não lhe pertence, No ano 520 a.C, o profeta Ageu no seu livro teve o propósito de repreender, exortar a Zorobabel e Josué o sumo sacerdote a mobilizarem o povo para a reedificação do templo e reordenar para que o povo priorizasse a obra. Em nossos dias devemos fazer o mesmo, nos mobilizar para que a obra seja feita com os nossos esforços e assim veremos as mãos de Deus nos abençoar. Na igreja primitiva os dízimos e as ofertas eram depositados aos pés dos apóstolos, “José, a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé, que quer dizer filho da consolação, levita, natural de Chipre, como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e depositou aos pés dos apóstolos” (At 4.36,37). Jamais devemos fazer uso daquilo que não é nosso como fez Ananias e Safira retendo parte do valor que havia prometido aos apóstolos (At 5.1-11). Cuidado o dízimo não é seu!

Pr. Elis Clementino – Itapissuma/PE

terça-feira, 20 de abril de 2010

TEMA: A IMPORTÂNCIA DAS PALAVRAS

ESBOÇO 330

TEMA: A IMPORTÂNCIA DAS PALAVRAS

“Digo-vos que toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo; porque pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras serás condenado” (Mt 12.36,37).


Nada é mais importante para o ser humano do que o autocontrole em todos os sentidos da vida, principalmente no uso da língua ao falar, essa é uma das tarefas mais difícil para o indivíduo, controlar a língua. O apóstolo Tiago descrevendo sobre o tema disse: “Porque tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é varão perfeito, capaz de refrear também todo corpo.” (Tg 3.2). Ela está entre as seis coisas que aborrecem ao Senhor (Pv 6: 16-19). A respeito da língua veremos alguns detalhes importantes.


Os propósitos da língua

A língua tem propósitos específicos. (1) Glorificar a Deus. (2) Relacionar-se com os semelhantes (3) Abençoar os seres humanos e proclamar a salvação a eles (Sl 35.28)


Os perigos do uso indisciplinado da língua

Existem pessoas que usam a língua indiscriminadamente, sem medir as consequências fazendo julgamentos precipitados (I Co 4.5a); mentindo; testemunhando falsamente; lisonjear (bajular) (Sl 5.9) e semear contenda entre irmãos (Pv 6.17,19). Esse tipo de língua é como uma espada afiada (Sl 64.3) e flecha mortífera (Jr 9.8). “Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens feitos à semelhança de Deus” (Tg 3.9). A língua também é um pequeno membro que se gloria das grandes coisas (Tg 3.5), é capaz de incendiar um bosque, ou seja, tem o poder de destruir e contamina todo corpo (v 6).


Em muitas ocasiões nos comprometemos com palavras a ponto de prejudicar os nossos semelhantes, embora nos esqueçamos que existem as ondas sonoras (do disse, me disse) e assim se propagam e chegam ao destino totalmente alterado, por essa razão devemos ser cautelosos com o que falamos (Pv 13.3; 21;23) portanto saibam que as nossas palavras são como penas de aves jogadas no ar "Por que as aves do céu poderia levar a tua voz e o que tem asas dariam notícias das tuas palavras" (Ec 10:20).


O que descreve as escritura sobre a língua?

A língua é uma espada de dois fios, e navalha afiada (Sl 52:2,4; 57:4; 64:3; Sl 73:9); é cheia de imprecações (Sl 10:7; Sl 50:19); a língua é uma flecha mortífera, alcança de longe (Jr 9:8); é um fogo que pode incendiar um bosque (Tg 3:5b); ela proclama mentiras e difamações (Gn 39: 13,14,15; Pv 6:24; Sl 15:3; Sl 119:2; Pv 6:17; Jr 9:3,5,8); é como veneno de serpente (Jó 20:16: Sl 140:3; Rm 3:13,14); contamina o corpo (Tg 3:6); a morte e a vida estão no poder dela (Pv 18:21; Pv 21:6); é um sepulcro aberto (Sl 5:9; Rm 3:13). A língua deve ser extremamente controlada e quem conseguir isso o restante do corpo fica mais fácil (Tg 3.2,3).


“O que guarda a boca e a língua guarda das angústias a sua alma” (Pv 21.23.)


“O laço do ímpio está na transgressão dos lábios, mas o justo sairá da angústia” (Pv 12.13).


“A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto (Pv 18.21).


As coisas boas que a língua pode promover

A língua pode nos auxiliar a promover o bem, como também transmitir coisas boas, pode ser considerado agente do bem, revelando sabedoria e conhecimento (Isa 50:4; Sl 15:2); é como uma pena de um destro escritor (Sl 45:1); é arvore de vida (Pv 15:4); é prata escolhida (Pv10:20); A língua do justo traz saúde (Pv 12:18); com ela fazemos justiça ; defendemos nossos direitos (Pv 31:8,9); bendizemos a Deus pai (Tg 3:9ª); além de propagarmos a salvação.


Livramento divino

Somente Deus pode nos livrar dos chicotes da língua (Jó 5:21; Sl 31:20; Sl 120:2; Pv 6:24) e das imprecações, o justo não deve temer porque elas não nos alcançarão (Sl 91:10 -12; Isa 54:17). São momentos transitórios, porque a verdade sempre aparece, o antídoto da língua mentirosa é a verdade (Pv 12:19). A língua perversa será destruída (Pv 10:31).


“O Senhor cortará todos os lábios lisonjeiros e a língua que fala soberbamente” (Sl 12.3).


A língua do justo deve ser como uma árvore frutífera servindo de edificação, sendo coerente com aquilo que confessa “Se alguém entre vós cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã.” ( Tg 1.26). Davi se expressou dizendo: “Guarda a tua língua do mal e os teus lábios de falarem enganosamente” (Sl 39.1; 34.13) “Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios” (Sl 141.3), se você pedir a Deus e lutar para controlar a sua língua, certamente conseguirá. Deus também pode intervir na nossa fala (Ez 3.26,27; Lc 1.20) para o nosso bem.


“O Senhor Deus me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado...” (Isa 50.4).


Glossário

Imprecações – pragas, maldições.

Frívola - fútil

Destro – hábil, prático, perito, ágil.

Lisonjas – louvor fingido, mimo, afago, adulação.

Antídoto – soro, contraveneno

Erudita – culta, instruída, cheia de conhecimento

Pr. Elis Clementino - Itapissuma - PE


quarta-feira, 14 de abril de 2010

TEMA: REPUTAÇÃO MORAL E ESPIRITUAL

ESBOÇO 329

TEMA: REPUTAÇÃO MORAL E ESPIRITUAL

“Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus.” (Gn 6.9); “Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem integro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal.” (Jó 1:1).


A reputação moral e espiritual são requisitos essenciais, sobretudo indispensáveis em todas as áreas da vida, a reputação está intrinsecamente ligada à fama e ao bom nome, porém para adquiri-la é mister ter uma conduta plausível a sociedade, e abalizada na palavra de Deus.


Os adjetivos que dão a qualidade ao substantivo feminino (Fama)

Ø Boa, quando o nosso nome é louvado.

Ø Má, quando ela nos tira o bom nome.


Se existe algo mais importante na vida a zelar, esse seja o seu nome e a reputação.


O bom nome é o maior patrimônio que o ser humano pode ter.


A integridade de um homem não tem preço. (Pv 22:1; Ec 7:1a, Ct 1:3).


A reputação do individuo deve ser reconhecida

Geralmente as pessoas famosas são conhecidas por aquilo que são, temos exemplos nas escrituras de algumas que se destacaram:

A reputação de José foi reconhecida por Faraó (Gn 41.38,39). Elias foi reconhecido pelas suas características (2 Rs 1.8); Elizeu, foi vista a sua reputação (II Rs 4:9); Salomão a sua fama chegou aos ouvidos da rainha de Sabá (2 Cr 9:6); Uzias sua fama foi muito longe (II Cr 26:15); Jesus teve boa reputação (fama) (Mc 1:28).


Nem todas as pessoas sabem estar no topo da fama, é necessário que ela tenha autocontrole para poder permanecer e se dar bem. Nas escrituras temos exemplos de personagens que chegaram ao topo, mas não souberam administrar os seus sentimentos com relação ao poder. Nabucodonosor (Dn 4.30); Uzias (2 Cr 26.15,16); Belsazar (Dn 5.2,3); Acabe (1 Rs 16.30); Herodes (At 12.21-23).


Reputação Moral

Integridade é ser inteiro, completo, reto, exato, inatacável, irrepreensível (Ne 5:14,15). Samuel na transferência de cargo discursou diante do povo a respeito da sua probidade (I Sm 12:2-4), portanto essa declaração era apenas a confirmação daquilo que já se sabia dele (ISm 9.6). Elizeu foi observado e conhecido por uma mulher (sunamita) como homem de Deus (2 Rs 4.9). Esses homens tinham compromisso com Deus e com a sociedade em que viviam. Portanto a nossa postura e ética devem ser vista em todos os sentidos da vida, exemplo: no andar, (Rm 13:13); no falar (Ef 4:29; Tt 2:7,8; Mt 12.36,37; Pv.15:4), entre outros.


“Quem anda em sinceridade anda seguro, mas o que perverte os seus caminhos será conhecido” (Pv 10.9).


Reputação Espiritual

A reputação espiritual é vista do mesmo modo, e tem tudo a ver com reputação moral, quem a possui será bem sucedido, pois o sucesso da vida espiritual depende muito do procedimento humano. A credibilidade religiosa tem sido enfraquecida devido o comportamento e caráter de certos cristãos.


“Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus” (I Co 10.32)


Devemos ser exemplo em toda a nossa maneira de viver, tanto congregados, como membros e obreiros (II Co 6.3; At 20.28).


Procuremos fazer uma autoavaliação de como está a nossa reputação na sociedade em que vivemos. Deus nos escolheu para sermos santos e irrepreensíveis diante dEle em amor. (Ef. 1:4). A nossa reputação deve ser boa tanto nos céus como na terra.


Diga-me como está sendo vista a tua reputação aqui, que eu te digo como ela está sendo no céu.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE