quarta-feira, 8 de setembro de 2010

TEMA: A CONFISSÃO DE PEDRO

ESBOÇO 350

TEMA: A CONFISSÃO DE PEDRO

“Para quem iremos nós? Se tu tens as palavras da vida eterna, e nós temos crido e conhecido que tu és o cristo o filho de Deus.” João 6.68,69.


Ao seguirmos a Cristo devemos estar dispostos a ouvir sua voz independente do que ele queira nos falar. Havia uma multidão que acompanhava o mestre, mas alguns não o seguiam, pois o objetivo maior era apenas se beneficiar. Entretanto um grupo seleto estava disposto a ouvi-lo como também segui-lo e não se retiraram como os demais ao ouvir um duro discurso do Mestre, porque estavam conscientes que tudo aquilo que Jesus estava proferindo era verdade, eles não eram apenas envolvidos com o ministério de Cristo, mas comprometidos. Ao ver Jesus que uma parte da multidão o deixara imediatamente se volta para os discípulos e faz uma interessante Indagação: “Quereis vós também retirai-vos?” Naquele momento todos pararam, e em meio ao silêncio surge uma voz que interpela veementemente: era Pedro o mais corajoso da equipe - Senhor, para “quem” iremos nós? Se Tu tens as palavras da vida eterna, e nós temos “crido” e “conhecido” que tu és o Cristo, o filho de Deus. (Jo 6.68-68).


1. Três grupos de Pessoas seguiam a Jesus

1.1. Fariseus e Escribas: Esses apenas o acompanhavam com o intuito de contestar tudo quanto ele ensinava e o acusá-lo e matá-lo (Jo 11.47,48).


1.2. Acompanhantes: Estavam apenas envolvidos, o “acompanhavam” simplesmente para receber milagres e comer pão (Jo 6.24,26), pois não suportavam ouvir as verdades proferidas por Jesus, a não ser aquelas palavras que lhes parecessem favoráveis e atendessem seus anseios. Hoje não é diferente, existem pessoas que só querem ouvir aquilo que gostam e lhe cause prazer, caso contrário eles apostatam a fé, e abandonam a igreja (Jo 6.66).


1.3. Discípulos: Consideravelmente um grupo menor, mas estava unido e disposto a ouvir todas as verdades do Mestre, sobretudo obedecer. Os integrantes estavam totalmente comprometidos com o ministério do Mestre, por isso não o abandonaram (Jo 6. 68,69), exceto Judas que o traiu (Jo 6.70,71). EM QUAL GRUPO VOCÊ ESTÁ?


2. Seguir a Jesus com firmeza

Necessitamos estar conscientes que não seguimos a Jesus pelo que Ele tem, e sim, pelo que Ele é. Seguir a ele simplesmente por interesse próprio não tem sentido e nem resultado (I Co 15.19). Fato interessante aconteceu a respeito de Jó, Satanás pensou que o Senhor aceitara suborno ao declarar que Jó só servia a Deus pelos bens que possuía (Jó 9.9-11; 2.4,5), ainda hoje muitos tem essa ideia e pensam que ser bem sucedidos na vida facilita servir a Deus, muito pelo contrário, a busca pela fama e dinheiro só atrapalham porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (I Tm 6.10), não podemos servir a Deus e as riquezas (Mt 13.22; Mc 10.23; Lc 8.14; 18.23,24; Mt 10.24). Alguns discípulos estavam interessados a saber sobre as coisas materiais e perguntaram ao mestre: deixamos tudo para te seguir o que haveremos de ganhar? (Mt 10.27), para muitos o mais importante são os bens, como se ele fosse tudo (Mt 6.25-34). A porta de entrada para as bênçãos do Senhor sobre nós, consiste em buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33) certamente as demais coisas virão se estiverem dentro dos desígnios divino. “E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.” (I Jo 5.14,15)


3. Nada pode nos separar do amor de Cristo

Por nada nesse mundo devemos nos afastar de Jesus, a confissão paulina na carta aos romanos ressalta que não há razões para separarmos do seu amor (Rm 8.35), entretanto mediante as diferentes situações que vivemos devemos entender que não se comparam com a glória que em nós há de ser revelada (Rm 8.18). As adversidades que enfrentamos no nosso cotidiano sempre existiram, existem e continuarão existindo, porque são sequelas deixadas pela desobediência do homem ao seu criador, além do mais o mundo jaz no maligno o qual segou o entendimento da humanidade para que a luz do Senhor não resplandeça (2 Co 4.4), essa oposição resulta em sofrimentos, não somente para os filhos de Deus, mas toda humanidade.


Quem se decide para o Senhor recebendo promessas de algo que lhe interesse, como bons empregos, fortunas, altas posições, entre outros, não se firmam nas verdades do evangelho, porque quando se deparam com a realidade da vida desistem como fizeram aqueles seguidores que apenas acompanhavam o Mestre. Contudo devemos prosseguir independentemente do que venham a acontecer e compreender que não há ninguém nesse mundo capaz de nos trazer tanta paz, prosperidade e alegria ao coração a não ser Jesus Cristo.


Por essa razão Pedro respondeu: “Para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o filho de Deus” (Jo 6.68,69). Essa foi uma declaração decisiva feita por um discípulo, e certamente essa também deve ser a nossa confissão.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma/PE - Brasil

terça-feira, 31 de agosto de 2010

TEMA: O JOVEM CRISTÃO E OS PRAZERES

ESBOÇO 349

TEMA: O JOVEM CRISTÃO E OS PRAZERES

“Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade. Anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos, mas sabe que por todas estas coisas te trará Deus a juízo. Afasta, pois, a ira do teu coração e remove da tua carne o mal, porque a adolescência e a juventude são vaidade.” (Ec 11.9,10).


Introdução

O ser humano vive em busca de tudo aquilo que lhe causa prazer, felicidade ou satisfação, mas vale ressaltar que a busca por esse prazer deve ser bem conduzida e ajuizada. Uma vida mal administrada pode lhe custar amargura, solidão, e desespero na velhice. O vigor da juventude pode vir a ser um grande obstáculo para a vida cotidiana e espiritual. A vida deve ser vivida de maneira arguciosa, e seu potencial a disposição de Deus, não desperdiçando em atividades aleatórias de forma que os seus hábitos se tornem ruins e insensíveis a voz de Deus. (Ec 12.1).


1. Verdades que os jovens precisam saber

1.1. Observar a palavra de Deus (Sl 119.9);

1.2. Certeza da prestação de conta a Deus (Ec 11.9);

1.3. Autocontrole (Lm 3.27; Gl 5.13);

1.4. Ter cuidado com o poder da influência pessoal (I Tm 4.12);

1.5. Seriedade (Tt 2.6,7);

1.6. Saber que a força moral é superior a física (Pv 20.29;I Jo 2.13,14).


2. Os pecados da juventude resultam:

2.1. Herança triste (Jó 13.26);

2.2. Enfermidade e morte (Jó 20.11);

2.3. Memórias amargas (Sl 25.7; Ec 11.9);

2.4. Vergonha e arrependimento (Jr 3.25, 30).


3. Relacionamentos

3.1. Familiar, os filhos devem ter afeto aos pais, obedecê-los e cumprir os seus deveres (Pv 1.8; 6.20; 7.1; 23.22; Ef 6.1; Cl 3.20; Ex 20.12; 27.16).


3.2. Interpessoal, selecionar boas amizades:

3.2.1 Más Associações

a) Apostasia (1 Rs 11:2).

b) Corrompimento (1 Cor 15:33).

c) A ira divina (2 Cr 19:2; Ed 9:14).

d) Vergonha dos pais (Pv 28:7).

e) Miséria e sofrimentos (Nr 33:55; Ex 23.33; Sl 106. 34-36).

f) Morte (Jz 16.30)


3.2.2. Profissional

O relacionamento profissional é imprescindível na vida do homem, pois através deles adquirimos conhecimentos, oportunidades e, sobretudo a “amizade” e companherismo.


3.2.3. Amoroso deve acontecer de forma natural, reconhecendo o seu estimado valor, ou seja, não pode ser banalizado. O namoro cristão deve ser compatível com os padrões divino, envolvendo a santidade entre ambos. Hoje no vocabulário de muitos jovens não se namora, usa-se um flerte, um namoro ligeiro e sem compromisso, isso acontece frequentemente entre jovens e adolescentes, muitos buscam o sexo sem compromisso, sem que haja um senso de responsabilidade. Infelizmente a mídia promove o sexo como se fosse uma mercadoria, “tudo” gira em torno do sexo, nas embalagens, nos outdoors, no turismo, tem-se o sexo como objeto de atração como se todo o sucesso de um país, uma cidade, um bairro girasse em torno dele. Entretanto existem coisas mais preciosas na vida, o sexo é apenas um complemento.


4. Sexualidade é uma característica geral experimentada por todo o ser humano e não necessita de relação exacerbada com o sexo, uma vez que se define pela busca de prazeres, sendo estes não apenas os explicitamente sexuais. A noção de sexualidade como busca de prazer, descoberta das sensações proporcionadas pelo contato ou toque, atração por outras pessoas (de sexo oposto) com intuito de obter prazer pela satisfação dos desejos do corpo. O contexto influi diretamente na sexualidade de cada um. Muitas vezes se confunde o conceito de sexualidade com o do sexo propriamente dito. É importante salientar que um não necessariamente precisa vir acompanhado do outro. Cabe a cada um decidir qual o momento propício para que esta sexualidade se manifeste de forma física e seja compartilhada com outro indivíduo através do sexo, que é apenas uma das suas formas de se chegar à satisfação desejada.


Considerações Finais

O jovem cristão deve compreender a sexualidade de forma concisa, sem, contudo, levar como ponto de partida o sexo, e entender que o relacionamento amoroso cristão é diferente, pois implica cumprir todas as etapas (namoro, noivado e casamento), à luz da palavra de Deus. A sexualidade é importante, porém o sexo deve ser experimentado no tempo certo, caso contrário, o jovem sofrerá as devidas consequências.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE - Brasil

terça-feira, 24 de agosto de 2010

TEMA: ANDANDO NA MESMA REGRA

ESBOÇO 348

TEMA: ANDANDO NA MESMA REGRA

“Mas andemos segundo a mesma regra” (Fp 3.16b).


Quando ouvimos a palavra “REGRA” fica subtendido que se refere a normas, princípios, preceitos, regulamentos, sistema, teor e código. Esses princípios têm contribuído para o aperfeiçoamento do individuo, o homem não pode viver sem regras, elas indicam os nossos limites e quando nos desviamos dessas demarcações ou limites certamente sofreremos duras conseqüências. As regras existem em todos os aspectos da vida. Elas foram estabelecidas por Deus com finalidades especificas, ou seja, prover o melhor para o ser humano.


Significado

Aquilo que regula, dirige, rege ou governa; Aquilo que está determinado pela razão, pela lei ou pelo costume; preceito, princípio, lei, norma; Moderação; método, ordem; Fórmula que indica ou prescreve o modo correto de falar, de pensar, raciocinar, agir, num caso determinado; Estatutos de certas ordens religiosas “Dic. Aurélio”


Regras estabelecidas por Deus

O Senhor estabeleceu princípios éticos abrangentes e importantes para serem observados, eles nos conduzem não somente a um bom relacionamento com os nossos semelhantes, mas também a uma perfeita comunhão com Deus, desde que sejam ressalvados com prioridade, independentemente de raça e classes sociais. Podemos exemplificar tomando como ponto de partida os dez mandamentos (Ex 20.1-17), essas leis não envelhecem e não se alteram. A obediência a elas é o melhor caminho para se receber a proteção divina.


Se esforçando para cumpri-las

Necessariamente devemos nos esforçar para observar os preceitos estabelecidos em todas as áreas da vida, pois só assim poderemos alcançar um aperfeiçoamento no cotidiano e espiritualmente, mesmo sabendo que não existe ninguém perfeito, assim, prossigamos para alcançá-lo (Fp 3.12). Ora! Um militar é tão treinado a cumprir regras, que quando tem oportunidade de liderar algum grupo fora do quartel, quer aplicar os mesmos procedimentos. Devemos aderir os preceitos impostos a nós com normalidade, pois eles influem impecavelmente no nosso relacionamento.


Andar na mesma regra

O apóstolo Paulo escrevendo aos filipenses enfatizou a necessidade de manterem a mesma regra, (Fp 3.16) mas que regra ele se referia? Ora, todos os crentes precisavam obedecer a verdade que já haviam aprendido (2 Tm 3.14), além de continuarem a aprender e crescer tendo as suas vidas governadas a luz da palavra de Deus (Sl 119.105). Essa regra não quer dizer que o crente seja perfeito, no entanto devemos buscar incessantemente a ajuda do Espírito Santo para cumpri-las. Os que criam em Cristo perseveravam na doutrina dos apóstolos, a na comunhão, e no partir do pão, a nas orações (At 2.42).


Resultado da obediência as regras

Encaminham-nos ao um bom desenvolvimento e aprimoramento, isto é, nos bons relacionamentos; crescimento espiritual; modo de vida exemplar entre outros. Esses requisitos beneficiam a propagação do evangelho, o individuo e a Igreja. A obediência a Cristo levou os apóstolos a estarem juntos em todos os momentos.


“Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum” (At 2.43,44).


As regras são necessárias em todos os segmentos da sociedade, visto que através dela é que se estabelece limites. O Apóstolo Paulo refere-se às regras no sentido de o cristão ser maduro ou completo, e não de ser impecável em todos os detalhes, pois a tentativa de viver uma vida cristã perfeita pode ser muito difícil, a ponto de nos deixar esgotados e desanimados, mas podemos crescer e amadurecer espiritualmente à medida que continuamos a confiar em Cristo, a aprender mais ao seu respeito e obedecer-lhe. (Fp 3.12-16)


Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE - Brasil



quinta-feira, 19 de agosto de 2010

TEMA: JESUS, FIADOR DE UM MELHOR CONCERTO

ESBOÇO 347

TEMA: JESUS, FIADOR DE UM MELHOR CONCERTO

“de tanto melhor concerto Jesus foi feito fiador. E na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte, foram impedidos de permanecer; mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo” (Hb 7.22-24).


Sobre esse tema, enfocaremos pontos importantes relacionado aos propósitos de Deus no plano redentor, a provisão para essa finalidade vem desde o principio, logo após a queda do homem. A restauração espiritual através do perdão aconteceria por meio de sacrifícios de animais, sendo através de figura que aos poucos foi sendo revelado o plano da redenção (Gn 22.13). É um assunto importantíssimo porque a obra redentora gira em torno de sacrifícios e concertos de Deus para com a humanidade de um modo geral.


A obra redentora de Deus por meio de Jesus Cristo está praticamente esquecida por muitos pregadores da atualidade, parece que não há mais o que dizer sobre o assunto, as mensagens do calvário são descartadas e substituídas por aquelas que sejam mais plausíveis e se moldem aos nossos anseios, inclusive as que massageiam o nosso ego, elas trazem muitas esperanças infundadas nas escrituras. No decorrer desse comentário arrazoaremos sobre os “CONCERTOS DE DEUS” os sacerdotes, os animais dos sacrifícios, Jesus o Cordeiro do sacrifício e Sacerdote eterno.


Os dois concertos

Deus estabeleceu concertos importantes cuja finalidade era mostrar o seu compromisso com o seu povo e conceder-lhes o perdão e finalmente alcançar toda humanidade. O primeiro concerto era insuficiente porque o ser humano era incapaz de cumpri-lo, pois se tratava de obras, teriam que guardar a lei para ser salvo, esse processo era transitório, funcionou até que o segundo fosse estabelecido. O velho concerto foi através de sangue de animais (Hb 9.19-20). O segundo foi através do sangue de Jesus Cristo o cordeiro pascal, “assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos” (Hb 9.28). Segundo a carta aos hebreus o testamento só tem validade após a morte do testador (Hb 16,17), assim após a morte de Cristo o novo concerto entrou em ação definitivamente.


Jeremias profetizou sobre o novo concerto de Deus com o seu povo (Jr 31.31-34; Hb 8.8-12) esse concerto foi o melhor porque o antigo foi centralizado na lei mosaica tornando-se absoleto, mas o segundo foi instituído mediante a morte de Jesus Cristo, esse foi o melhor e mais perfeito, sendo Jesus Cristo o Sacerdote e Rei, segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 6.20).


Jesus Cristo sacerdote perfeito

No antigo concerto os sacerdotes teriam que ser perfeitos e antes de oferecerem sacrifícios pelos pecados do povo, deveria oferecer pelos seus próprios pecados, porque a lei constituiu sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra da promessa, que veio depois da lei, estabeleceu a Cristo sacerdote perfeito para sempre (Hb 7.27,28).


O cordeiro do sacrifício

No antigo concerto os animais sem defeitos eram sacrificados em favor do povo, visto que sem derramamento de sangue não haveria absolvição dos pecados (Hb 9.12,22). Jesus Cristo o cordeiro e mediador de uma nova aliança e o sangue da aspersão que fala melhor do que o sangue de Abel (Hb 12.24; Gn 4.10). O cordeiro de Deus (Jo 1.29) e como ovelha muda perante os seus tosquiadores foi levado ao matadouro (Isa 53.5-7; At 8.32). Ele foi obediente até morte, e morte de cruz (Fp 2.8). A crucificação era uma espécie de pena capital que os romanos se utilizavam para executar criminosos perigosos, era uma morte cruel, dolorosa e humilhante, os condenados eram amarrados ou pregados com cravos e seria abandonado até a morte, ele se fez maldito por nós (Gl 3.13).


Resultado do sacrifício

Jesus Cristo foi o cordeiro para o mais perfeito sacrifício, cujo beneficio alcançou a humanidade inteira, o seu sangue derramado na cruz foi o suficiente para livrar o homem da morte e da condenação, assim como o sangue dos cordeiros mortos na noite do êxodo posto nos umbrais e vergas das portas no Egito (Ex 12.7); A família de Raabe foi salva por um fio de escarlate na janela da sua casa (Js 2.18), esses sinais eram símbolos que foram confirmados em Cristo. O resultado desse sacrifício já era esperado porque foi profetizado pelo profeta messiânico (Is 53.11,12).


Amados considerem, Jesus foi fiador, ou seja, assumiu o nosso débito, quando não podíamos pagar, esse reconhecimento deve estar sempre presente em nós e compreender que ao dar a sua vida por nós Ele estava garantindo a nossa vitória.


Pr. Elis Clementino