quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A COBIÇA , O PECADO DOS OLHOS

ESBOÇO 358

TEMA: A COBIÇA, O PECADO DOS OLHOS

“De ninguém cobicei a prata, nem o ouro” At 20.33

A cobiça sempre esteve presente no coração do homem e tem sido a causa de muitos males, a concupiscência foi a origem da queda de Lúcifer (Isa 14.12-14; Ez 28.11-18) baseado nesse texto o rei de babilônia Tiro é comparado a Lúcifer que encheu o coração de cobiça. Esse mal passou ao primeiro homem, dessa forma se vinculou a todos (Rm 5.12). Ponderaremos sobre a cobiça, as consequências, domínio próprio e as recomendações bíblicas.

Cobiça

Desejo intenso pelas coisas que parecem satisfazer os nossos anseios; ambição desmedida por riquezas, fama; é a ganância do ter sem medir as consequências. A cobiça é despertada pelos olhos, é por eles que o ser humano tem interesse por aquilo que ver (Js 7.21). O homem é engodado e tentado pela ambição, sendo capaz de fazer qualquer tipo de negócio, enganar e até furtar e matar (Gn 4.1-7), essas coisas são resultados de corações cobiçosos. Os discípulos tiveram os seus corações afetados pela cobiça a buscarem posições privilegiadas (Lc 22.24).

As consequências

A cobiça nunca permitirá que o homem esteja satisfeito (Ec 6.7), por essa razão as consequências são inevitáveis, em contrapartida o ser humano não sabe mais controlar os impulsos dos seus desejos, tornando-os cada vez mais excessivos, já não se busca algo para o seu próprio bem dentro da normalidade, ninguém quer mais começar do pequeno. Ora! Um edifício nunca se começa de cima para baixo, muitas pessoas não consideram os pequenos começos (Zc 4.10), além do mais somos imediatistas e isso pode trazer sérias esfinges, inclusive a tentação (Tg 1.14,15). Entendemos que quando buscamos conquistar alguma coisa importante na vida, essa conquista deve ser bem ajuizada, sem a necessidade de atropelar ninguém, temos um grande exemplo, o de Absalão (2 Sm 15.2-6).

Domínio Próprio

O domínio próprio (temperança), conforme Paulo escreveu aos gálatas é um fruto do Espírito (Gl 5.22), esse é imprescindível, isso em todos os aspectos, controlar os nossos impulsos é uma das tarefas mais difíceis, pois implica certo equilíbrio. Jesus falou sobre a tarefa de negar-se a si mesmo, essa verdade alude em abster-se de algo que nos levem a cobiça ou a ganância (Lc 9.23). “Melhor é o longânimo do que o valente, e o que governa seu espírito do que o que toma uma cidade” (Pv 16.32). “Como cidade derrubada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito” (Pv 25.28).

Recomendações bíblicas

Biblicamente a cobiça é reprovada pelo Senhor (Ex 20.17; Jr 6.13; Mq 2.2; Hc 2.9; Lc 12.15). As escrituras tratam a cobiça como uma ameaça a fé (I Tm 6.10; Tg 1.14,15). Eva, tentada pela serpente foi atraída pela cobiça (Gn 3.6); Acã pela sua própria concupiscência que gerou e deu a luz ao pecado resultando em sua morte (Js 7.21, 25,26). Esses maus exemplos devem ser advertidos, avaliados e não seguidos.

Há um grande combate envolvendo a cobiça, a carne luta contra o Espírito e o Espírito contra a carne (Gl 5.17; Tg 4.1-7). Nessa peleja não devemos fracassar, mas sermos resistentes a todo tipo de tentação que nos levem as concupiscências da carne, sem, contudo acrescentar a vida espiritual (I Jo 2.17), pois "Se perguntassemos a sansão sobre tentação ele diria: uma noite de prazer não vale uma vida inteira de cegueira" Mike Murdock, por isso devemos tomar como ponto de partida o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” (Ef 6.16).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

CRER PARA OCORRER O MILAGRE

ESBOÇO 357

TEMA: CRER PARA OCORRER O MILAGRE

“Se tu podes crer, tudo é possível ao que crer” (Mc 9.23).

O ser humano tem o livre arbítrio para decidir o que fazer em todas as circunstâncias da vida, sobretudo nas questões espirituais, entretanto duas coisas é preciso praticar, (1) Acreditar em Deus sabendo que todas as coisas são alcançáveis por meio dele (Fp 4.13). (2) Acreditar no seu potencial, pois todo homem tem sua própria capacidade de desenvolver habilidades e competências, inclusive fazer uso da sua fé em Deus. Infelizmente existem pessoas que acredita no milagre após acontecer, isso, nos remetem os escribas e fariseus, que pensavam dessa mesma forma, logo pediram ao Mestre algum sinal, para poder crer (Mt 12.38). De maneira simples discorreremos sobre a importância do crer em Deus, e no nosso potencial.

1. Acreditar em Deus

A confiança no Senhor é a base do nosso sucesso (2 Cr 20.12); Sem Ele, nada podemos fazer (Jo 15.5b); É necessário ter fé “Porque sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6);

2. Acreditar no seu potencial

Todos nós temos grandes potenciais, usamos apenas 10% do nosso cérebro, isso significa que restam desocupado 90%. Você já parou para pensar nisso? Quando não acreditamos no nosso potencial, nada podemos desenvolver na vida, quanto mais confiamos na nossa capacidade à possibilidade de produzir será muito maior. Muitas pessoas simplesmente não acreditam em si, empacando no meio do caminho. Não podemos transferir para Deus os nossos compromissos, como se ele tivesse a obrigação de fazer tudo por nós, porém quando fazemos a nossa parte não estamos dizendo com isso, que damos uma mãozinha para facilitar o trabalhar de Deus, mas apenas fazendo a parte que ele quer que façamos. Todo homem tem oportunidade para desenvolver as suas potencialidades (Mt 25.14-30). Bem como as suas vontades, mas sabendo que tudo o que pedimos a Deus, segundo a sua vontade ele nos ouve (I Jo 5.14).

2.1. Fazendo a nossa parte

2.1.1. Milagres: Não dependem somente de Deus, embora muitas vezes queremos que Deus faça milagres sem que haja nenhuma participação humana, entretanto nem sempre acontece assim, somente em alguns casos, que necessariamente a declaração de fé por parte do individuo não acontece. Podemos citar alguns exemplos bíblicos; os mortos quando ressuscitados por Cristo (Lc 7.11-16); o paralitico de Betesda (Jo 4.6); o próprio lunático que não sabia o que estava acontecendo com ele, entre outros (Mc 9.25).

Milagres não se explicam, acontece, dá para entender como um morto é jogado na cova de outro morto e revive? (I Rs 13.20,21). Reflita!

2.1.2. Intercessão: É imprescindível saber que outras pessoas podem interceder a Deus através da fé sobre as outras pessoas, (mulher Cananéia que rogava pela filha (Mt 15.21-28); o cervo do centurião (Mt 8.5-13); o próprio pai do lunático na sua declaração de fé diante de Jesus (Mc 9.24). “Se tu podes! Tudo é possível ao que crer” (Mc 9.23). Esse milagre aconteceria dependendo da fé daquele homem, pois aquele era o momento mais decisivo para um pai em desespero, ele estava a orça de um milagre, entretanto Jesus deixou bem claro que aquele milagre só dependia da sua disposição de crer.

A fé é um requisito indispensável à vida do ser humano, isso em todos os aspectos, pois se você não acredita em si mesmo, não acredita em ninguém. É importante salientar que o fator acreditar não depende de ver para crer, mas de crer para ver. Deus deseja que todos os seus filhos exercitem a fé, acreditando sempre em suas habilidades e competências, sem, contudo, deixar de pôr Deus em seus planos.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

terça-feira, 19 de outubro de 2010

TEMA: O PODER DA INFLUÊNCIA E PERSEVERANÇA

ESBOÇO 356

TEMA: O PODER DA INFLUÊNCIA E PERSEVERANÇA

“Porque o nosso evangelho, não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós por amor de vós. E vós fostes feitos nossos imitadores e do Senhor, recebendo a palavra em muita tribulação com gozo do espírito Santo...”(I Ts 1.5-7).

Cada pessoa independente de qualquer etnia tem um grande poder de influência sobre as outras pessoas, mesmo tendo uma vida mais isolada. Consideremos o que Saulo de Tarso, sozinho foi capaz de fazer com efeitos duradouros e tremendos, a influência sobre as outras pessoas podem ser destrutiva e construtiva, dependendo de quem e como influencia. Discorreremos sobre a influência do ser humano na sociedade em que vive, tomando como ponto de partida o exemplo de influência e vida de Paulo.

1. Influência destrutiva

Saulo de Tarso era um fariseu, possivelmente membro do Sinédrio, cidadão de dupla cidadania (judaica e romana), respeitado e de grande influência na sociedade, isso o levou a influenciar negativamente na vida dos cristãos que lutavam pela fé e a expansão do evangelho de Cristo (At 8.3; 9.1,2), até ter o encontro com o Senhor no caminho de Damasco (At 9.3-5). Todas as suas atitudes contra os cristãos era do conhecimento de todos (At 9. 13,14,21), esse mau exemplo não deve ser seguido por ninguém.

2. Influência construtiva

2.1. Influenciou com o seu exemplo, não agradou a si mesmo e nem buscou proveito próprio, mas visou à salvação de muitos (I Co 10.33; Rm 15.2; I Co 9.19,22; 10.24);

2.2. Não priorizou o seu conforto, muito pelo contrário desgastou as suas energias para obter vantagem espiritual para os outros (At 20.24; 21.13).

2.3. Decidiu sofrer pelo evangelho e se necessário morrer por ele (At 20.24);

2.4. Demonstrou segurança e firmeza na fé ante os sofrimentos no seu cântico de vitória (Rm 8.35-39);

2.5. Modelo de exemplo de vida cristã, tornando-se modelo não somente daquela época, mas para todos nós através das belas cartas encaminhadas às igrejas cristãs (I Co 4.16; Fp 3.17; I Ts 1.6; 2 Ts 3.9);

2.6. Influenciou com uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens, mediante a certeza da ressurreição dos justos (At 24.15,16).

3. Sua influência na sociedade

Qualquer pessoa por mais ínfima que seja a sua influência pode produzir algo de bom ou mau sobre os indivíduos, consideremos quão grande é a responsabilidade que temos de causar bem estar ou mal estar na vida dos nossos semelhantes. Um pai pode arruinar ou salvar um filho; uma mãe pode erguer ou degradar a vida de uma filha, desejo mostrar-lhes com esse exemplo que a influência de um único homem se propaga como um incêndio, fagulha após fagulha, saltando de vida em vida, atravessando continentes e cruzando séculos.

Estevão, um jovem cristão humilde e cheio de fé (At 6.8) depois de um verdadeiro discurso para justificar a sua fé foi condenado à morte por apedrejamento, Saulo de Tarso estava presente no momento do assassinato (At 8.1), nem ele mesmo tinha a ideia de como aquela morte

trágica influenciaria na sua própria vida e de tantos homens e mulheres em todo mundo, quando falamos sobre a perseguição e a morte de Estevão, sempre associamos Paulo nesse episódio. Ninguém fez a mínima imaginação até aonde iria os efeitos daquela morte, Estevão foi o primeiro mártir do cristianismo e a sua memória poderia desaparecer com aquela geração, entretanto o seu nome e a sua atitude de fé e de coragem continua viva, alimentando a fé de muitos cristãos.

4. A perseverança de Paulo no combate

Após a sua conversão a Cristo continuou como um bom soldado de Cristo lutando até o último instante pela sua fé e defesa do evangelho, diante da perseguição de Nero imperador de Roma em 67 d.C. conforme conta Abdias que quando foi autorizada a execução de Paulo, o imperador enviou dois cavaleiros chamados, Ferega e Partemio para dar-lhe a notícia de que seria morto. Ao chegarem para dar-lhe a informação encontraram Paulo pregando ao povo, imediatamente os emissários pediram oração a Paulo por eles, para que cressem. Paulo garantiu-lhes que eles iriam crer e que seriam batizados diante de seu túmulo. Logo vieram os soldados e o levaram para o lugar das execuções e depois de orar por eles, ofereceu o pescoço à espada. (2 Tm 4.6-8).

Irmãos esse testemunho de fé e dedicação pelo evangelho devemos ter, poucos tem hoje a coragem de fazer o mínimo para defender a sua própria fé, muitos que se dizem cristãos mergulham em tantas coisas sem se importar que esteja comprometendo a sua fé, infelizmente isso é uma realidade que estamos vivenciando atualmente, muitos batalham por fama, alta posição na sociedade e poder, são capazes de tudo, mentir e comprometer-se com o mundo. Jesus disse (Mt 5.14,15; Fp 2.15; I Pe 2.12; Ef 5.1), Resplandecer aqui não se refere a despontar na mídia, nos palcos, nos desfiles de moda, mas brilhar como astros, ter uma vida irrepreensível, ou seja, fazer a diferença como fizeram Daniel, Mezaque, Sadraque e Abedenego. É influenciar como eles, estando no império dominado pela idolatria (Dn 1.8; 3.16-18), contudo foram honrados por Deus pela fidelidade (Dn 3.30).

A influência de Paulo estava em ação até o último momento, mesmo diante da péssima notícia (diga a ele que ele vai morrer) enviada por Nero, imperador cruel e perseguidor dos cristãos. Paulo nos ensina que devemos ser seus imitadores (Ef 5.1), será que você está combatendo o bom combate? Que carreira você está aguardando na vida?

“... mas sê exemplo dos fieis, na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé, na pureza.” (I Tm 4.12)

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE - Brasil

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

TEMA: O JULGAMENTO DIVINO

ESBOÇO 355

TEMA: O JULGAMENTO DIVINO

“Portanto, eu vos julgarei, a cada um segundo os seus caminhos, ó casa de Israel, diz o Senhor Deus. Convertei-vos e desviai-vos de todas as vossas transgressões; e a iniqüidade não vos servirá de tropeço”. (Ez 18.30)

As nossas atitudes e ações, na maioria das vezes são avaliadas e julgadas pelos nossos semelhantes. Deus sempre teve interesse de ver o bem estar do seu povo, mas para isso é necessário que o ser humano guarde os seus mandamentos (Dt 28.1-14). As maldições são frutos da desobediência do homem ao seu criador, Deus não julga ninguém pela aparência, mas segundo os caminhos. Discorreremos nesse mote sobre o julgamento divino e as suas exigências.

1. Julgamento humano e divino

O ser humano faz julgamento de acordo com as atitudes, postura, entre outros, Deus não olha simplesmente para a postura exterior, ele não vê como o homem vê, mas vai muito além, o coração e as imaginações (Jr 17.10; I Sm 16.7; I Cr 28.9; 29.17), por isso o julgamento de Deus é perfeito. Israel ante o iminente castigo deveria voltar-se para Deus cumprindo as suas exigências (Ez 18.30b). Jamais devemos pensar que Deus não seja bom e nem misericordioso, ele não é tentado e a ninguém tenta (Tg 1.13), ele não usa de maldade com ninguém, qualquer punição divina em relação ao homem é puro ato de justiça. “Justiça e juízo são as bases do teu trono; misericórdia e verdade vão diante do seu rosto” (Sl 89.14), com justiça Deus através do seu filho há de julgar o mundo (At 17.31)

2. As exigências divinas

Deus estava exigindo de Israel, conversão, desviar-se das iniqüidades, lançarem fora a idolatria, criar um coração novo e um espírito púbere.

2.1. Convertei-vos, somente uma conversão verdadeira era aceita por Deus, pois Ele não aceita meio termo, Israel achava que os caminhos de Deus não eram perfeitos (Ez 18.29) a perversão estava arraigada nos corações deles e não podiam ver os retos caminhos do Senhor, realmente não é isso que acontece em nossos dias? Quantos crentes perverteram totalmente os seus caminhos e acusam até a própria igreja do Senhor de erros? Quando o homem está na prática do pecado todos estão errados, somente ele está certo, Israel estava nessa situação. Deus disse para eles, vocês é que estão errados, os vossos caminhos são tortuosos e não os meus (Ez 18.29b).

2.2. Desviei-vos de tudo aquilo que compromete a nossa comunhão com Deus. As transgressões são abomináveis aos olhos de Deus, e as de Israel era grande (Ez 18.30).

Israel estava como um leão enjaulado e uma videira arruinada (Ez 19). Devemos nos desviar de todo caminho mal.

2.3. Lançar fora todas as iniqüidades e purificar-se, a santidade é um atributo moral de Deus, ele exige que todo o seu povo seja santo (Ez 20.7, 8). Israel persistia em continuar na prática do pecado, não há nada pior que a ingratidão. Deus deu a Ezequiel a tarefa de denunciar a rebelde casa de Israel e predizer a destruição de Jerusalém e a deportação de um grupo ainda maior de seus habitantes, seis anos após, as palavras de Ezequiel foram cumpridas, Deus oferece oportunidades a todos se arrependerem das suas iniqüidades antes de entrar com juízo, mas se o homem não se arrepender certamente ele executará juízo (Ez 20.35)

2.4. Criar um coração novo, Deus exige mudança, deixar o velho e buscar um novo, novo começo, nova vida, nova comunhão. (Deus age de acordo com as circunstâncias). Quando o ser humano se arrepende o Senhor desvia a sua ira (Jr 18.8; 26.3; Ez 18.21; Jn 3.10).

2.5. Renovar um espírito reto, tudo que se renova passa a ter vida, principalmente quando se trata de uma mudança do interior para o exterior. Davi, no (Sl 51.10) expressa essa verdade espiritual através de um profundo arrependimento.

3. O julgamento

Na Bíblia Deus é visto como juiz, ele pronunciou juízos, nos tempos antigos, contra Israel e também contra as nações. No fim desta era, Ele continuará sendo o justo juiz, só que o juízo será realizado através do seu filho, pois “o pai a ninguém julga, mas deu ao seu filho todo juízo” para que todos honrem o filho. (Jo 5:22,23; 2Tim 4:8). Todos os ímpios mortos serão ressuscitados para enfrentarem o juízo final independentemente de classe, cor, etnia, se grande ou pequeno (Isa 26:19-21; Dn 12:2; Mt 25.46; João 5: 28,29; Ap 20:11-15).

Necessitamos compreender a diferença entre julgamento divino e humano, sem, contudo esquecer as suas reais implicações, tanto no âmbito humano quanto no espiritual. Deus é bom, porém é justiça, e a sua justiça não depende de concepção humana, mas viabiliza o melhor para o cristão. Devemos ter muito cuidado para não pensarmos que estamos aprovados, estando já reprovado por Deus. Todos os inimigos de Deus serão destruídos (2 Ts 2.9; AP 20.10, 12 a15; 21.8). Todos nós temos oportunidade de ser perdoados por Deus (I Jo 2.1).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE