quarta-feira, 20 de abril de 2011

SANTIDADE, UMA NECESSIDADE ESPIRITUAL

ESBOÇO 382
TEMA: Santidade, uma necessidade espiritual
“Como filhos obedientes, não vos conformeis com as concupiscências que antes havia na vossa ignorância; mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em todo vosso procedimento” (I Pe 1.14,15).

Introdução

As escrituras destacam a necessidade de uma vida de santidade ao SENHOR, todo ser humano deve ter uma vida resguardada do pecado, principalmente os que confessam o nome do SENHOR. O ensinamento divino ressalta o dever de abdicar a prática de qualquer iniquidade, esse é um dos requisitos exigido para uma vida de comunhão com Deus (I Pe 1.16), essa santidade deve ser constante (Lc 1.75). Destacaremos e comentaremos cada uma das exigências de Deus para os seus seguidores.

Significados
Santidade: Qualidade ou estado daquele ou aquilo que é santo (Ex 15.11), essa característica é atribuída a Deus e extensiva a nós (I Pe 1.16).

Santificação: Na forma verbal, santificar significa o processo pelo qual se separa algo ou alguém para finalidades religiosas, tornar sagrado ou consagrar. Santificação “santificar” exprime literalmente o método pelo qual se separa algo ou alguém para propósitos religiosos, ou seja, tornar sagrado ou consagrar, esse processo foi descrito por Paulo.

"...vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus" ( I Co 6.11).

I. Caminhos para a santidade
1. Não se embaraçar com as coisas fúteis desta vida. (1 Co 9:25; 2 Tm 2:4);
2. Não entrar em questões alheias (1 Tm 5:22);
3. Ter paz com todos e a santificação (Hb. 12.14)
4. Fugir das paixões da mocidade (1 Ts 5:22; 1 Tm 6:11; 2 Tm 2:22);
5. O amor seja conhecido de todos, amor exemplar (Fp 4:5);
6. Não se gloriar e nem louvar-se a si mesmo. (1 Cor 1:31; 2 Co 3:5b; 2 Co 10:17,18; 1 Co 3:18);
7. Não fazer julgamento precipitado de qualquer irmão (Mt 7:1; 1 Co 4:5; Rm 2:1; 14: 4,10,13);
8. Procurar ter uma boa consciência. (At 23:1; 24:16);
9. Manter o autocontrole (1 Co 6:12b);
10. Ter uma vida separada do pecado. (Lc 1:75; 1 Ts 5:23);
11. Em tudo ser exemplo e andar dignamente (Ef 5:8. Cl 1:10; 2:6; 1 Tm 4:12; Tt 2:7; 1 Pe 5:3);
12. Deixar tudo e se revestir de um novo homem (Ef 4:17-31);
13. Servir de modelo para os outros. (At 20:18; Fp 3:17; 4:9; 2 Ts 3:7;. 2 Tm 3:10);
14. Conservar o modelo das sãs palavras. (2 Tm 1:13; 3:14; Tt 1:9; Hb 10:23);
15. Linguagem sã e irrepreensível. (Fp 2:15; Tt 2:8);

II. A santidade é uma porta para Deus operar em nós

Deus necessita de vidas santas para fazer grandes coisas, a santidade é uma porta aberta para as grandes revelações divinas, quando observamos cuidadosamente a sua palavra, com certeza Ele nos abençoará (Dt 28.1-8). Uma vida de santidade não nos isenta das oposições e sofrimentos (Jo 16:33b), não é por sermos santos e servos de Deus que nada aconteça de errado conosco. Paulo estava consciente que os sofrimentos, prisões e perseguições contribuíram para o engrandecimento do evangelho (Fp 1:12).

Considerações finais

Devemos buscar a santificação na palavra de Deus, na oração e na consagração, ter uma vida inteiramente dedicada ao Senhor, pois a nossa intimidade e comunhão com Deus depende desse esforço, a nossa santificação não deve ser no exterior, mas começado de dentro, do mais intimo do coração. Deus exigiu santificação do seu povo para operar grandes maravilhas, entretanto ainda é assim, Ele exige de nós uma vida plenamente santificada para realizar em nós uma grande obra.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

quinta-feira, 14 de abril de 2011

ACORDANDO PARA O FRACASSO

ESBOÇO 381
TEMA: ACORDANDO PARA O FRACASSO
“E aconteceu, à hora da tarde, que Davi se levantou do seu leito, e andava passeando no terraço da casa real, e viu do terraço a uma mulher que se estava lavando; e era esta mulher mui formosa à vista.” (2 Sm 11.2).

Introdução
Nenhum individuo está isento de fracassos, sejam na vida profissional, moral e espiritual, basta apenas um pequeno descuido, não importa quem, pois ninguém é tão forte, valente e importante que não possa ser tentado (I Co 10.12,13). O desejo de pecar na maioria das vezes entra em ação em momentos inesperados, é na desatenção, desocupação que os incidentes acontecem. O acordar do sono e o passeio de Davi pelo terraço do seu palácio foi o suficiente para iniquidade ser despertada pelos olhos (2 Sm 11.1,2). Glosaremos neste argumento sobre o pecado de Davi, as consequências, arrependimento e o perdão divino.

O filho de Jessé

Davi era o filho mais novo dos filhos de Jessé, o Belemita, escolhido por Deus para reinar sobre Israel, foi o homem segundo o coração de Deus (1 Sm 13.14; Sl 89.20; At 13.22), na ótica humana esse homem jamais poderia pecar ou cometer alguma injustiça, entretanto Deus escolhe as pessoas certas, porém o individuo tem livre arbítrio para fazer escolhas e até executar alguns intentos do seu coração que aos seus olhos parecem bons (Pv 16.2), pois é necessário saber que tudo que se semeia colhe (Gl 6.7). O pecado está nos rodeando, jazendo as portas do coração, mas é necessário dominá-lo (Gn 4.7). O homem que não controla suas aspirações é escravo delas.

O desejo despertado pelos olhos
No tempo dos reis irem às guerras, Davi enviou Joabe e seus servos para as batalhas (2 Sm 11.1,2) e ficou em casa para dormir, não era simplesmente a questão de tirar uma soneca. O passeio na varanda do palácio foi à oportunidade para ser tentado, ele viu uma mulher se lavando no quintal da sua casa, “era essa mulher formosa à vista” o problema não era somente ver, mas desejar e ir à busca dela (V.2). Davi parecia não ter conhecimento, sobre aquela mulher tão formosa a vista, entretanto era mulher de Urias um dos favoritos e valentes, um protetor do rei que preferia dormir a porta do palácio para guardá-lo (Vs 4,11).

A ação pecaminosa
A cobiça foi tão forte que não pode controlá-la. Mandou trazer a mulher até ele, em seguida deitou com ela (e já ela se tinha purificado da sua imundície); então voltou ela para sua casa (V.4), após fez saber a Davi que estava grávida (V.5), e temendo a Urias planeja o seu assassinato, vejam que um abismo chama outro abismo (Sl 42.7). Um pecado sempre leva a consumar outro, as aspirações não controladas, trouxeram consequências inevitáveis, dificilmente o homem pensa nas consequências antes de praticar qualquer pecado, às vezes diz: Fulano fez e não deu em nada, será que sou pior do que ele? Ora nem sempre Deus age imediatamente, Ele é longânimo, se Deus não tratar com você hoje, ele trata amanhã. Davi sabia que quando o individuo peca vêm às consequências.

A cobrança divina
“Porém essa coisa que Davi fez, pareceu mal aos olhos do Senhor” (2 Sm 11.27); desprezou a palavra do Senhor, mas a correção começou logo cedo, Deus corrige e castiga a todos quanto ama (Hb 12.6,7; Pv 3.12), Deus o amava e queria restaurá-lo, Natã foi o instrumento de Deus nesse momento (2 Sm 12.1-9), o que me chama a atenção foi a maneira inteligente de Natã falar com o rei, e fazê-lo entender o personagem da parábola contada por ele. “Então, disse Natã a Davi: Tu és o homem..” (2 Sm 12.7).

As consequências
Todo pecado tem um preço, a iminente prestação de contas começaram cedo com muitos sofrimentos, amarguras e a espada de Deus na sua casa, além de tudo isso a sua mente ardia. A consciência é como os olhos da coruja não se fecham nem para dormir. Ele estava inquieto pela criança e a intranquilidade da consciência, Deus ainda usa alguém com mensagens proféticas. O Natã que eu considero hoje é a voz do Espírito Santo de Deus falando as nossas mentes para nos corrigir. (Hb 3.7,8).

Reconhecimento do pecado
“Então disse Davi a Natã: pequei contra o Senhor”. “E disse Natã: - O Senhor transpassou o teu pecado; não morrerás” (2 Sm 12.13). Deus espera de cada um de nós a confissão, reconhecer o erro cometido é essencial para ser perdoado. Somente com o arrependimento o Senhor pode mudar de atitude em relação à sentença do pecado.

“As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos; porque as sua misericórdias não têm fim.” (Lm 3.22).

Considerações finais
O pecado sempre estará diante do homem, porém cumpri dominá-lo, e compreender que o perdão só acontece mediante um arrependimento profundo (Sl 51.1-19). É isso que Deus espera de nós o reconhecimento do pecado, para que a graça de Deus superabunde. Nem sempre os que fracassam são fracassados, mas tenha cuidado!

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

terça-feira, 5 de abril de 2011

EXAMINANDO PARA EVIDENCIAR

ESBOÇO 380
TEMA: EXAMINANDO PARA EVIDENCIAR
“Examinai-vos a vós mesmos se permanecei na fé; provai-vos a nós mesmo. Ou não sabeis, quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que estais reprovados” (2 Co 13.5).

Introdução

Atualmente muitos indivíduos não querem se autoexaminar ou fazer uma autocrítica, sempre é bom e é recomendável pensar e avaliar se estamos indo certo ou não, principalmente no sentido espiritual, pois quando não se faz essa avaliação de si mesmo encontra dificuldade para se relacionar com Deus. Meditaremos sobre a permanência na fé, provar a si mesmo e saber se Cristo está em nós (2 Co 13.5).

I. Autoexame

1. É importante refletir sobre a nossa vida espiritual, se permanecemos na fé ou não, porque ter a convicção da fé é imprescindível, pois ela gera no crente estabilidade espiritual. A capacidade de nos examinar foi dada por Deus, e a consciência julga se estamos fazendo certo ou errado. O exame nos dá a garantia de nossa firmeza não somente em Cristo, mas em outros significados da vida. Jamais devemos demonstrar insegurança quando somos interpelados sobre a nossa firmeza espiritual; - Deus sabe de tudo, vou mais ou menos, como Deus quer e consente. Não existe meio termo; ele (a) vai bem ou mal, mediante as circunstâncias devemos demonstrar firmeza principalmente no evangelho (Gl 1.9) e no amor a Cristo (Rm 8.35-39) sendo declarada através do seu exemplo de fé (2 Rs 4.26; 2 Co 4.8-12; 6.10; Fp 4.13).

2. Provar a si mesmo, a única pessoa capaz de auto se avaliar, somos nós mesmos, quando não fazemos uma avaliação justa podemos nos enganar, achar que estamos bem, quando não, para isso é necessário que o cristão prove a si mesmo, Paulo disse aos crentes de coríntios que se examinassem e depois comessem do pão e bebesse do cálice, para não correr o risco de ser condenado (1 Co 11.28,29), entretanto eu devo saber se estou bem ou não. A única pessoa que deve conhecer você é você, exceto Deus que conhece o mais intimo do coração (Jr 17.10). Conhecemos as nossas limitações, podemos até violar os nossos limites, mas com certeza sofreremos as conseqüências.

II. Exemplo de Persuasão
Convicção da nossa firmeza é indispensável, podemos seguir o exemplo plausível da vida de Paulo, nas consternações evidenciou segurança em todos os sentidos, isso é provado por vários textos bíblicos em suas cartas. Porque não tentamos ter semelhante firmeza na fé e na confiança em Deus? O amor inseparável a Cristo foi comprovado em muitas ocasiões, e a firmeza de Paulo no evangelho o levara a escrever aos Gálatas sobre ela (Gl 1.6-9). Porque não imitá-lo como ele próprio diz (1 Co 4.16; 11.1).

Devemos conhecer a nós mesmo, fazendo uma autoavaliação, sobre o que somos; nossa crença, convicções, o que recebemos de Deus, bem como a salvação e a certeza inabalável da vida eterna. Busquemos sempre nos examinar, porque podemos pensar que estamos aprovados, sendo reprovados (2 Co 13.5). Deus nos guarde que a sensibilidade espiritual seja perdida, quando a perdemos não temos a capacidade de julgar a nós mesmo.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil

quinta-feira, 31 de março de 2011

TEMA: ALIMENTANDO MULTIDÕES

ESBOÇO 379
TEMA: ALIMENTANDO MULTIDÕES
“Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhes vós de comer.” (Mc 6.37ª)

Introdução
A Bíblia nos relata no NT livro de Marcos, a respeito do milagre da multiplicação dos pães, entretanto havia uma grande multidão que seguia a Jesus, gente de todos os lugares, porém ela estava faminta espiritualmente e dispostos a ouvi-lo o tempo que fosse necessário, pois a prioridade não era o alimento para o sustento do corpo, mas para a alma, por isso estavam decididos a ir aonde Ele fosse, porquanto Jesus os via como ovelhas que não tinham pastor e teve compaixão e começou a ensinar-lhes (Mc 6.34), entrementes essa foi à primeira multiplicação dos pães, registrado nos quatro evangelhos. Comentaremos nesse mote a respeito da provisão, a ordem de Jesus sobre os discípulos, e a obediência.

A provisão
Uma multidão cansada e faminta, na ótica humana seria impossível alimentar tanta gente naquele momento, era a visão dos discípulos (Mc 6.37), eles não sabiam que a solução para todos os fins estava presente “Jesus”, os discípulos demonstraram preocupação em pensar que o povo não seria alimentado fisicamente “E, como o dia fosse já muito adiantado, os seus discípulos se aproximaram dele e lhe dissseram: O lugar é deserto, e o dia está muito adiantado; despede-os, para que vão aos campos e aldeias circunvizinhas e comprem pão para si, porque não têm o que comer.” (Mc 6.35,36). Mas Jesus determina-lhes “Dai-lhes vós de comer” eles assustados sem saber o que fazer olha para o Mestre e os recursos e diz: “duzentos dinheiros de pão para lhes darmos de comer?” (Mc 6.37), isso vai dar para todo esse povo? Jesus incumbiu os discípulos para realizarem essa tarefa.

A missão de alimentar
Na contemporaneidade continua sendo a nossa missão “alimentar multidões com a palavra de Deus” porque sem dúvidas multidões estão famintas espiritualmente e nós com o alimento espiritual que temos devemos alimentá-las, pois existem muitos meios que viabilizam a distribuição desse alimento tão precioso que é a mensagem de Cristo. Eram apenas cinco pães e dois peixes (Mc 6.38), insuficientes para alimentar tanta gente, mas a obediência a ordem do Senhor fez toda a diferença. Desejamos que o Senhor faça muitos milagres, mas não queremos ser obedientes a sua vontade. Jesus ordena aos discípulos a organização do povo, todos sentados sobre a relva, repartidos em grupos de cem e de cinqüenta em cinquenta (Mc 6.39,40), vejam que trabalho para organizar tanta gente! Muitas vezes queremos ver os efeitos sem realizar nenhum esforço. “Queremos que o Senhor faça tudo, sem fazermos nada.”

A obediência
A obediência precede o milagre; As covas só se encheram de água por causa da obediência (2 Rs 3.16,17); A fartura de pão na casa da viúva de Sarepta aconteceu por causa da obediência (1 Rs 17.15,16); O azeite da viúva só aumentou através da obediência (2 Rs 4.5,6); A obediência resultou a ressurreição do filho da sunamita (2 Rs 4.37); Naamã recebeu o milagre depois que obedeceu a ordem do profeta (2 Rs 5.14); Só houve o milagre do vinho na festa do casamento por causa da obediência (Jo 2.5,9,10); Mais de cinco mil pessoas foram saciadas apenas com cinco pães e dois peixes, por causa da obediência (Mc 6.38). Após tudo obedecido e pronto, organizado os pães e os peixes chegaram às mãos de Jesus, Ele olha para o céu e abençoou, e partiu os pães e deu aos discípulos para distribuir com a multidão, da mesma maneira repartiu os peixes (Mc 6.41) e todos ficaram satisfeitos. Nas mãos do Senhor tudo se multiplica, pois Ele tem a fórmula da multiplicação e não dá para ninguém, quando Ele opera as preocupações desaparecem, mas vale ressaltar que sem obediência os milagres não acontecem.

Considerações finais
Deus continua operando milagres, mas a realização desses depende da nossa fé, e a obediência a sua palavra. Tomemos como exemplo os discípulos, hoje os famintos estão por todos os lugares, e Deus pôs em nossas mãos pães e peixes para alimentá-los espiritualmente. Essa missão é puramente nossa. “Dai-lhes vós de comer.”


Pr. Elis Clementino - Itapissuma – PE

sexta-feira, 25 de março de 2011

12ª ENCONJADI

12ª ENCONJADI
Encontro de Jovens e Adolescentes das Assembleia de Deus – Campo Itapissuma/PE

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Itapissuma realiza todos os anos um grande encontro de Jovens e Adolescentes na Cidade, sendo um dos maiores eventos no meio cristão no Nordeste, este é o 12º ano consecutivo, é através dele que envolvemos milhares de jovens na execução de tarefas em prol do acontecimento que visa a glorificação do nome do SENHOR, e o crescimento do reino de Deus. A juventude mais uma vez sentiram a operação divina, muitos foram batizados “68 crentes” bem como renovo espiritual, pessoas entregaram as suas vidas a Cristo “19”. Ministraram a palavra de Deus: Pb. Joan Porfírio – PE; Pr. Adriano Mendes – DF; Pr. Jairinho – RJ; Pr. Maycon Gomes – AC; Pb. Welington Nascimento – PE; No louvor: Dayane Alves - RJ; Josy Goes - RJ; Isaac Silva – PE; Grupos de Louvores: Betel; Alfa; Elo; Gênesis e Arautos do rei; estes prestaram apoio até o desfecho do evento na praça central da cidade com aproximadamente 8 mil pessoas, no final “27” se converteram ao Senhor. O trabalho foi realizado com muito sucesso, embora tendo um alto custo, mas vale ressaltar que muitos jovens poderiam estarem ociosos ou envolvidos com coisas desagradáveis. Sinto-me realizado por ver milhares de Jovens, longe do alcoolismo, das drogas e outros sendo reabilitados. Agradecemos a Deus, o apoio da Prefeitura Municipal de Itapissuma; e de todos que colaboraram direta ou indiretamente, diz o Pastor: Elis Clementino da Silva – Presidente da Igreja.