quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A PROVA DA FÉ

ESBOÇO 399
TEMA: A PROVA DA FÉ
“para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e gloria na revelação de Jesus Cristo” (I Pedro 1.7).

Introdução

È muito natural provar as coisas para saber se é real ou não, esse teste estende-se também a vida espiritual, os ourives provam o ouro com fogo; o crisol serve para provar a prata, e a capacidade dos indivíduos também são testadas, assim como Deus prova a fé do crente.

1. Como somos provados

a) Nas tentações (Mt 4. 3,4);
b) Nas doenças (Mc 5.22,23);
c) Nos desempregos;
d) Nas impossibilidades.

2. Provados na fé

Noé, a sua maior prova foi construir uma arca quando não havia chuva (Gn 6.14);
Abraão, sair da sua terra sem saber para onde ia (Hb 11.8);
José, rumo a governador do Egito (Gn 37.19,20);
Moisés, enfrentando a fera do Egito (Ex 5.12);
Josué, para conquistar Jericó (Js 6.3);
Gideão, com seus trezentos (Jz 7.6,7);
Elias, mediante as perseguições de Acabe (I Rs 19.12);
Jó, mediante a dura prova de fé (Jó 2.7,8).

2.1. No novo testamento

Os discípulos, mediante os desafios da chamada, foram provados, igualmente os enfermos.
A mulher Cananéia (Mt 15.25,26);
A mulher do fluxo de sangue (Mc 5.25,26);
O centurião (Mt 8.5-13);
Os amigos do paralítico (Mt 9.2);
O cego Bartimeu (Lc 18.39).

3. Deus prova os corações

Esse tipo de prova não significa que Deus não saiba o que há dentro do coração do homem (Jr 17.10), nem tão pouco é para saber se o crente é ou não, no entanto o homem revela o que está dentro do coração mediante as provações que sofre (Dt 8.2; Mt 19.16-22). O testemunho vivo da nossa fé é visto por meio das provações, principalmente nos momentos difíceis (Gn 22.9-12).

2.3. A prova da nossa fé

O assunto sobre o sofrimento do crente predomina em toda carta de Paulo (I Pe 2.19-23; 3.14-17; 4.1-4,12-19; 5.10). Frente aos sofrimentos estejamos firmes, sabendo que eles contribuem para bem, conforme Paulo escreveu aos romanos (Rm 8.28). Não devemos nos entristecer pelas provações que passamos, porque elas resultarão em louvor, honra e glória na vinda do Senhor Jesus Cristo, pois a nossa constância nas provações é levada em consideração, cujo valor alcança a eternidade (I Pe 1.6).

Considerações finais
Deus pode provar a nossa fé de diversas maneiras, porém devemos estar preparados para tais provações, pois estas sempre têm suas finalidades. A fé do cristão deve ser inabalável, porque se constitui força motivadora sobre o que professamos.

Pr. Elis Clementino, Itapissuma - PE/Brasil

terça-feira, 9 de agosto de 2011

CONSIDERANDO AS CIRCUNSTÂNCIAS

ESBOÇO 398
TEMA: CONSIDERANDO AS CIRCUNSTÂNCIAS
“Não digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois nunca com sabedoria isto perguntarias” (Ec 7.10).

Introdução
O procedimento cristão exige que todos se disponha a servir a Deus e trilhem pelos caminhos e padrões estabelecidos por Ele em qualquer circunstância, mesmo sem entender as coisas que Deus faz (Ec 11.5; Is 55.8.9). Discorreremos nesse texto sobre a maneira do cristão enfrentar as diferentes situações do cotidiano.

Conduta Cristã
Como cristãos, devemos cumprir a nossa cidadania de maneira coerente com os padrões éticos, porque somos extremamente observados. O apóstolo Pedro advertiu os crentes a se lembrarem da sua condição de nômades e estrangeiros no mundo, para que eles vivessem incólumes diante de um mundo pecaminoso (I Pe 2.11), além de sermos cidadãos da terra, somos também cidadãos dos céus, entretanto a nossa pátria não é daqui “Mas a nossa pátria está nos céus de onde esperamos o salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp 3.20).

O nosso procedimento cristão deve ser controlado de tal forma que o nosso testemunho exterior honre a Deus, mostrando aos contradizentes do evangelho a eficácia dele (I Pe 2.12). “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso pai que está no céu” (Mt 5.16; Fp 2.15; I Pe 2.15; 3.1). Esse dimanar cristão deve ser em todas as circunstâncias da vida, pois administrar bem os seus sentimentos é imprescindível, inclusive Salomão considera e destaca duas coisas importantes na vida; o dia da prosperidade e o dia da adversidade:

1. Sobre a adversidade Salomão pede para que seja levada em consideração (Ec 7.14); Mas, seja prudente em vivê-los, não desprezando o presente (Ec 7.10). Os israelitas não agiram dessa forma, passaram quatrocentos e trinta anos no exílio e logo após a libertação, com poucos dias de viagem estavam se lembrando das carnes, dos pepinos e das cebolas do Egito (Ex 16.3; Nr 11.5), as murmurações prejudicam a vida espiritual, além de fazê-los lembrar só dos momentos passados, eles não pensaram no jugo da escravidão do Egito, e sim na comida; eles diziam que a comida era de graça, mas como era de graça se pagavam com a escravidão e até com a vida dos seus próprios filhos (Ex 1.16, 22). Em contrapartida temos alguns exemplos que podem servir de espelho para os nossos dias; Jó, Habacuque e Paulo, estes estavam preparados para enfrentarem qualquer turbulência sem, contudo deixarem afetar a sua fé em Deus. Jó reconhecia os benefícios do Senhor sobre ele “receberemos o bem de Deus, e não receberemos o mal? (Jó 2.10); Habacuque compreendia que mesmo diante da iminente situação que estava por vir, ele declara a sua firmeza no Senhor (Hc 3.16-18). O apóstolo Paulo por intermédio de seus sofrimentos deixou-nos vários exemplos, que, apesar dos séculos já transcorridos, continua a ecoar de maneira eloquente e irrefutável.” (Rm 8.35-39; I Co 4.9; Fp 4.12,13).

2. A respeito do dia da prosperidade Salomão diz: goze o bem (Ec 7.14); O planejamento no dia da prosperidade pode lhe garantir sustento para a adversidade (Gn 41.33-37). O cristão com a vida financeira descontrolada pode trazer-lhe problemas, e estes podem refletir na sua espiritualidade. Já os problemas externos causados por um desequilíbrio social pode não trazer prejuízos para a nossa fé, desde que tenhamos controle e firmeza espiritual, sobretudo a confiança em Deus.

“Porém, se o homem viver muitos anos, e em todos eles se alegrar, também se deve lembrar dos dias das trevas, porque hão de ser muitos.” “A pessoa que tem sabedoria não pensa apenas no momento, ela tem uma visão de longo alcance, olha em direção a eternidade. Conduza as suas decisões de acordo com a perspectiva de Deus; considere o impacto que cada decisão terá nos próximos cinco, dez anos e até na eternidade! Apesar de a vida ser curta, tenha em mente o propósito de viver com Deus para sempre”(Ec 11.7,8).

Considerações finais
A nossa vida deve está coerente com a palavra de Deus, pois ela enfatiza que devemos enfrentar todos os obstáculos com firmeza e determinação, não estando inquietos por coisa alguma (Fp 4.6). Deus permanece o mesmo proporcionando força e graça nos momentos mais difíceis da vida, por isso não devemos focar a nossa visão no passado, principalmente quando viveram bons momentos, mas está preparado para enfrentar o presente e o futuro, seja qual for a situação.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma-PE/Brasil

terça-feira, 2 de agosto de 2011

IGNORÂNCIA X CONHECIMENTO

ESBOÇO 397
TEMA: IGNORÂNCIA X CONHECIMENTO
“Bem-aventurado o homem que encontra sabedoria, e o homem que adquire conhecimento, pois ela é mais proveitosa do que a prata, e dá mais lucro do que o ouro” (Pv 3.13,14).

Introdução
A ignorância está presente na vida das pessoas inteligentes, “Somos eternos aprendizes” porque ninguém sabe de tudo e são ignorantes naquilo que não sabem. Sócrates o grande filosofo grego, mesmo com a sua densa sabedoria disse: - “Só sei que nada sei” Salomão via a informação sem limites. Os indivíduos são atropelados pela falta de conhecimento. As barbáries não são cometidas somente por pessoas ingênuas, laicas e ignorantes, mas por pessoas consideradas sábias e arguciosas. No mundo existem muitas pessoas ignorantes, embora esse termo não seja levado nesse esboço pelo lado pejorativo como: estúpido e arrogante, mas pela falta de conhecimento das coisas “A ciência diminui a possibilidade de sermos atropelados pela ignorância.” (ELIS CLEMENTINO).

A Ignorância pode ser intelectual e espiritual, sendo que essa última é muito mais danosa, porque se refere à falta de conhecimento de Deus (Is 1.3; 5.13; 59.8; Os 4.6a). “Quanto mais conhecimento menos ignorante é,” (ELIS CLEMENTINO) “O temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência” (Jó 28.28; Sl 111. 10; Pv 1.7). Esses ensinamentos são essenciais em todo tempo e para todos os sentidos da vida.

1. Conhecimento
O conhecimento secular é essencial e vasto, mas, infelizmente o individuo utiliza apenas uma pequeníssima parcela dessa vastidão, é como um disco rígido de 8 GB ocupado apenas dez por cento da sua área, cujo restante está livre. Digo com isso que temos uma grande capacidade de armazenamento a serem exploradas no nosso cérebro, e as partes que não são exploradas é aonde atua a ignorância, “O que eu não conheço, simplesmente ignoro” (ELIS CLEMENTINO).

O ser humano é limitado no seu conhecimento sobre: (a) Os mistérios da vida (Ec 11.5; Sl 139.6; Jr 1.5); (b) Brevidade (Jó 8.9; Sl 73.22); (c) Futuro e males (Ec 8.7; 9.12); (d) Natureza (Ec 11.5a; Mt 8. 27; Jo 3.8). Da mesma maneira ocorre em relação ao espiritual (a) Deus (Is 1.3; Jr 8.7; 9.3,6; I Co 15.34b); (b) Sua justiça (Jr 5.4; Rm 10.3); (c) Palavra de Deus (Jo 5.39; At 8.30,31); (d) O caminho da paz (Is 59.8) e Sobre Cristo (Jo 1.10,26; 4.10; 14.9).”

Necessariamente devemos buscar a conhecer a Deus (Os 6.3), como também crescer, Pedro incentivou os crentes a crescerem, observem que o verbo está no imperativo presente, significando continuar crescendo na graça e no conhecimento de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo (2 Pe 3.18), isso só ocorrerá mediante esforços e obediência (Jo 7.16,17), que resultará em liberdade da alma e de todo engano (Jo 8.31,32,36), bem como a condução a vida eterna (Jo 17.3; Fp 3.10; Cl 1.10).

Com o conhecimento que temos de Deus e da sua palavra passamos a ter a plena confiança, porque conhecemos, e isso nos leva acreditar em algumas verdades que nos alimentam: (a) O nosso redentor vive (Jó 19.25; Is 50.7; 2 Tm 1.12); (b) Os propósitos de Deus se cumprem em nós (Is 64.4; 54.17); (c) Saber que todas as coisas convergem para o bem (Rm 8.28); (d) Ter esperança sobre o final da sua carreira espiritual (2 Co 5.1; 1 Jo 3.2; 2 Tm 4.7,8);

Considerações finais
O conhecimento enobrece o homem em todos os sentidos da vida, buscá-lo é imprescindível para termos um desenvolvimento pleno, bem como uma fé fundamentada em Deus. “O conhecimento sobrepuja a ignorância”.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A IGREJA DE JESUS CRISTO

ESBOÇO 396
TEMA: A IGREJA DE JESUS CRISTO
“... que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade” (I Tm 3.15b).

Introdução
A igreja de Jesus Cristo é mais do que uma organização, é um organismo vivo, o corpo de Cristo, ela está acima de todas as organizações, mais poderosa que principados, potestades e domínios, o seu fundamento é preexistente e eterno, jamais será abalado, “Jesus” Ele é antes de todas as coisas e tudo foi feito por ele (Jo 1.3) e ainda sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés (Ef 1.21-23). Abordaremos neste assunto ligeiramente sobre o significado, fundamento, missão, desenvolvimento, e destino final da igreja de Cristo.

Significado de Igreja

A palavra grega ekklesia “igreja” refere-se à reunião de um povo por convocação, povo de Deus em Cristo que se reúnem para adorá-lo. A palavra igreja também pode se referir à igreja local (Mt 18.17; At 15.4), ou no sentido universal (Mt 16.18; At 20.28; Ef 2.21,22).

A Igreja é:

1. O povo de Deus (I Co 1.2; 10.32; I Pe 2.4-10);
2. O templo de Deus e do Espírito Santo (I Co 3.16;);
3. O corpo de Cristo (I Co 6.15,16; 10.16,17; 12.12-27);
4. A noiva do cordeiro “Cristo” (2 Co 11.2; Ef 5.23-27; Ap 19.7-9);
5. A coluna e o fundamento da verdade (I Tm 3.15).

Fundamento da Igreja

1. A igreja sempre esteve na presciência de Deus, ela não é um organismo criado por homens;
2. Não é Pedro, visto que o Senhor não poria nenhum ser humano para ser o fundamento da igreja, Ele é o próprio fundamento e nós as pedras vivas (I Pe 2.4-6);
3. Cristo é a pedra sobre a qual a igreja está firmada (Mt 16.18);
4. A declaração de Pedro foi necessária para identificar quem seria a fundação da igreja (I Pe 2.6,7).
Cristo é a Pedra: Rocha grande e firme (1 Pe 2.4) Todos os crentes são PETROS = pedras pequenas e móveis (1 Pe 2.5).

Desenvolvimento da igreja

Apesar das dificuldades enfrentadas nos primeiros séculos, a igreja primitiva conseguia um crescimento em número, e espiritual sustentável, os fatores que muito contribuíram foram: (1) A perseverança na doutrina dos apóstolos, (2) Na comunhão, (3) No partir dos pães (4) Nas orações (At 2.42).

A missão da Igreja

Profética
1. Evangelização (Mc 16.15; 1 Co 1.18-31, 2.1-3);
2. Tornar conhecida a sabedoria de Deus (Mt 13.11);
2. Edificar (At 20.32);
3. Adorar (Sl 95.6);

A responsabilidade Social da igreja
A responsabilidade social é do Estado, porém quando o Estado falha a igreja deve agir – O ministério de Jesus se caracterizava pela compaixão amorosa a todos os sofredores e indigentes do mundo (Mt 25.31-46; Lc 10.25-37). A igreja deve dar continuidade a sua missão social “repartir” ajudar os menos favorecidos.

O destino da Igreja

A igreja foi instituída na terra com finalidades especificas, e depois de terminada a sua tarefa aqui será recolhida para o lugar de onde foi arquitetada, isso será feito através do arrebatamento, incluindo os mortos em Cristo (I Ts 4.16). Jesus preparou o lugar para que a igreja desfrute do seu amor.

Considerações finais

Devemos nos empenhar com afinco nos trabalhos da igreja, tanto na evangelização quanto na área social. Deus quer que o seu povo desenvolva nas atividades da igreja para glória do nome do Senhor Jesus Cristo (Lc 12.43).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE /Brasil


segunda-feira, 18 de julho de 2011

A EXCELÊNCIA DO PODER

ESBOÇO 395
TEMA: A EXECELÊNCIA DO PODER
“Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Co 4.7).

Introdução
O ser humano é importante para o criador, principalmente quando se trata de servos, o enriquecimento desses é através das riquezas dadas por Deus. Paulo apresenta o cristão como guardador de um grande tesouro, essa palavra foi dirigida a igreja de Corintos, para mostrar aos crentes a excelência do poder de Cristo em suas vidas, estendendo-se a nós e a outrem, ele faz uma alegoria usando dois objetos simples e bem conhecidos, o TESOURO e um VASO DE BARRO, cuja finalidade era mostrar em que consiste o valor do vaso de barro.

I. O tesouro e o barro
No sentido real, tesouro é grande porção de jóias preciosas, enquanto o vaso de barro é representado por um recipiente côncavo para se guardar; tesouros, ou seja, objetos de valores. No sentido espiritual é Cristo (o tesouro), quem enriquece o vaso de barro (o cristão). O tesouro representa riquezas guardadas, o vaso de barro representa aquilo que é frágil e pobre.

II. Vaso possuidor de riqueza
Ter – É empregado no presente do indicativo e usado na 1ª pessoa do plural, que nos dá a ideia de posse (temos), ou seja, ter, possuir. O apóstolo se dirigiu a igreja de Corintos porque ele sabia que ela era um tesouro enriquecido. A palavra TESOURO empregada no singular, subtende-se que não é qualquer tesouro, pois se tratava de algo muito especial, um substantivo abstrato em comparação ao tesouro comum. Referindo-se aos VASOS, o substantivo é empregado no plural, pois se tratava dos cristãos da igreja de Corintos.

a) O vaso de barro sem o tesouro nada representa, é simplesmente um vaso de barro, ou cacos entre outros cacos de barro (Is 45. 9). Não há de que se gloriar, pois somos de um material fraco que pode quebrar-se a qualquer instante, e isso é o que nos leva a depender de Deus. Essa perspectiva elimina qualquer tentação de nos orgulharmos por conquistas pessoais, sem, contudo deixar de atribuir a Deus.

b) A essência do vaso está no tesouro, inclusive, Paulo enfatiza a importância de buscarmos essa riqueza, independente das circunstâncias, pois como cristãos devemos servir como vasos de honra, de forma que o nome do Senhor venha ser glorificado em nossas vidas.

III. Razões
Paulo expressou que não havia exaltação ou glória do vaso sem tesouro, entretanto se o vaso de honra se gloriar glorie-se em Cristo que é o tesouro (I Cor 1.29, 31; II Cor 10.17) A glória do vaso de barro está no tesouro (Jr 9.23,24; Isa 42.8). Deus não dá a sua glória a ninguém, pois a nossa capacidade vem de Deus ( 2 Co 3.5).

Considerações finais
Não há poder e exaltação sem riquezas, pois Cristo nos enriquece. Cristo é o tesouro e nós somos os vasos de barro. Como servos dEle, enfrentamos muitas turbulências, fraquezas, aflições, tristezas e humilhações, mas o tesouro nos mantém confiantes e encorajados, sem nos deixar cair ou fracassar na caminhada, Ele nos sustenta. Descubra o seu potencial e a riqueza de Cristo em você, e dirás “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fp 4.13). As aflições e privações que suportamos na vida, são leves, em comparação a abundancia de glória que temos em Cristo. Essa glória já estar parcialmente presente, mas só no futuro será experimentada plenamente (Rm 8.18). Sigamos firmes não atentando para as coisas que se veem, mas para as que não se veem, porque as coisas que se veem são temporárias, mas as que não se veem são eternas (2 Co 4.18; Rm 8.25). Pois seriamos os mais miseráveis se esperássemos nEle somente nesta vida (I Co 15.19).

Pr. Elis Clementino, Itapissuma - PE/Brasil