quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

RIQUEZAS QUE NÃO ACRESCENTAM DORES

ESBOÇO 421
TEMA: RIQUEZAS QUE NÃO ACRESCENTAM DORES
“A bênção do SENHOR é que enriquece, e não acrescenta dores.” (Pv 10.22).

Há muitas riquezas que o ser humano contrai, e muitas delas não provêm de Deus por serem mal adquiridas. Entretanto, essas opulências acrescentam problemas e dores, mas as bênçãos do Senhor não são assim. Por isso vale mais o pouco que o justo tem, do que as riquezas de muitos ímpios (Sl 37.16).

Riquezas materiais
Elas não trazem felicidade, mas perturbações e angústias. O medo de perdê-las inquieta os homens, e as aspirações de querer mais não os deixa dormir. A sua busca, incessantemente, pode levar o indivíduo à tentação para pecar e fazê-lo cair na desgraça (I Tm 6.9,10,17). Não podemos dizer que não é normal o indivíduo adquirir bens materiais: casas, terras, carros, ou seja, gerar patrimônios para a sua posteridade, porque também isso é Dom de Deus, no entanto devemos ser cautelosos (Ec 5.19).

A busca desordenada pelas riquezas tem levado (a) muitos a adquirirem riquezas e fama; em contrapartida, essas coisas mal adquiridas terminam em tragédias. “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviam da fé e se transpassam a si mesmos com muitas dores” (I Tm 6.10, Ec 5.10). “A riqueza adquirida às pressas diminuirá, mas quem ajunta pouco a pouco terá aumento” (Pv 13.11). Esses desejos intensos de ter levam o indivíduo a esquecer que, antes do ter é ser. Devemos ter ciência que a nossa existência vale mais do que qualquer outra coisa. Jesus mostrou aos discípulos que eles eram mais valiosos que as coisas; os discípulos naquele momento não pensavam que seriam tão importantes (Mt 6.19-34). Existem coisas mais relevantes do que as riquezas. Jesus mostrou ao moço rico que a salvação estava acima de tudo (Lc 18.22,23). “Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas” (Lc 18.24,25).

A Prosperidade
As pessoas desejam que os seus bens sejam multiplicados, no entanto devemos pensar o seguinte: “Quando os bens se multiplicam, também se multiplicam os que deles comem. Que mais proveito tem aos seus donos do que os ver com os seus olhos?” (Ec 5.11). Mesmo assim os seus donos sentem prazer em tê-los. Quando os bens se multiplicam muitas vezes não se sabe a razão. “Semeou Isaque naquela terra e, no mesmo ano recolheu cem vezes mais, porque o Senhor o abençoava.” (Gn 26.12-14). Deus é quem conduz o homem à prosperidade, quando este lhe dá lugar (Gn 26.2;39.2,3; Js 1.8;I Cr 22.13;Dt 29.9; Sl 1.2,3). O segredo de toda prosperidade foi a obediência de Isaque. Por essa razão muitos ficam preocupados com o desenvolvimento de algumas pessoas e dizem: Como pode ser isso?

Nem sempre a prosperidade está relacionada ao dinheiro e bens materiais. Existem pessoas que nada têm, entretanto são ricas, outros são ricos, porém pobres (2 Co 6.10; Tg 2.5). A riqueza interior “caráter” e espiritual são as maiores. Outra coisa que necessitamos saber é que a pobreza nem sempre está relacionada ao pecado e maldição. Jesus, dono de tudo, se fez pobre (Mt 8.20). Em um jantar em Betânia em casa de Lázaro, Jesus viu alguém com uma falsa piedade pelos pobres e disse: Porque os pobres sempre tendes convosco (Jo 12.8). O Senhor fez todas as coisas para determinados fins, fez tanto o rico, quanto o pobre (Pv 22.2). Os ricos devem ter muito cuidado para não oprimir o pobre, pois o Senhor defenderá a sua causa (Pv 22.22, 23), os ricos que assim procedem receberão a justa condenação (Tg 5.1-7).

A bênção divina traz prazeres e júbilos em vez de tristeza. Citamos anteriormente que as bênçãos espirituais são grandes riquezas de Deus para seus filhos. Muitos servos de Deus partiram, e materialmente nada tinham, no entanto foram consolados. Temos uma parábola importante a qual envolve relacionamento entre o pobre e um rico, nele o rico desprezava o pobre, e Deus não se agradou das atitudes daquele rico e deixou-lhe fora do paraíso divino, enquanto Lázaro gozava no seio de Abraão (Lc 16.19-31; Mt 5.4). Pobreza não é maldição, mas circunstâncias, Jesus não desprezou nenhum deles. “Levantando ele os olhos para os seus discípulos, disse: Bem-aventurados vós, os pobres, pois vosso é o Reino de Deus” (Lc 6:20). Os pobres na esfera divina são valiosos. “Ouvi, meus amados irmãos: Porventura, não escolheu Deus aos que são pobres aos olhos do mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que prometeu aos que o amam?” (Tg 2:5).

“Digo aos ricos deste mundo tratem os pobres com dignidade, e aos ricos de espírito enriqueçam os pobres”

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

DEIXANDO AS COISAS DE MENINO

ESBOÇO 420
TEMA: DEIXANDO AS COISAS DE MENINO
“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” (I Co 13.11).

As atitudes de criança não devem prevalecer até a fase adulta, inclusive as meninices, principalmente no sentido espiritual, no qual devemos crescer na graça e no conhecimento de Deus, para termos uma base sólida. É essencial buscar um aperfeiçoamento progressivo na vida material e espiritual. O Apóstolo Paulo, no texto em foco, faz uso da figura de uma criança apresentando seus sentimentos e atitudes, para nos mostrar a necessidade do crescimento cristão.

I. Imaturidade
A imaturidade gera instabilidade em todos os sentidos da vida. Paulo conclama os cristãos para uma verdade espiritual: deixar as coisas de menino para se aperfeiçoarem no conhecimento de Cristo e na edificação do corpo (Ef 4.14; I Co 14.20; Hb 13.9). Os imaturos não estão habilitados a enfrentarem as dificuldades da vida, e defenderem a verdade, por isso todos os cuidados devem ser tomados para que os cristãos sejam levados a um crescimento saudável, capazes de discernirem as coisas. Embora os crentes daquela época houvessem sido ensinados há tanto tempo, eles ainda não haviam desenvolvido fundamentalmente a sua fé, nem tido o conhecimento necessário para que eles pudessem ensinar a outros (Hb 5.12-14). Por eles serem tão frágeis espiritualmente, precisavam aprender os primeiros rudimentos, comparado ao leite falado por Paulo, e não o alimento sólido. As crianças preferem a emoção, enquanto os adultos preferem a instrução, entretanto devemos entender que não existe lugar para imaturidade constante na vida do cristão (I Co 14.20).

Os discípulos eram imaturos para compreender as verdades espirituais, por isso, Jesus utilizava-se de parábolas. Eles demonstraram imaturidade desejando alcançar algo que não lhes pertencia. No entanto, Jesus tomou uma criança, pôs no meio deles e mostrou-lhes a quem deveriam ser semelhantes. “É muito fácil perdermos nossa perspectiva eterna e competirmos para alcançar promoções ou posições na igreja. Mas é difícil nos identificarmos com as “crianças”, pessoas fracas e dependentes, sem qualquer status ou influência.” (Mt 18.3,4).

II. Maturidade
A maturidade gera estabilidade, ela se desenvolve no crente através do alimento sólido da palavra de Deus; somente assim o cristão terá a capacidade de enfrentar as dificuldades vividas no evangelho. Paulo enfatiza que os crentes de Corinto deveriam estar firmes e constantes, sempre abundantes e certos das recompensas divinas, pois, essa certeza gera estabilidade (I Co 15.58). É uma maneira de enfrentar quaisquer obstáculos sem retroceder (I Pe 3.14). Paulo também escreveu aos Romanos a respeito da sua firmeza no evangelho, dizendo: “Quem nos separará do amor de Cristo? a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?” (Rm 8.35-39). Esses exemplos apenas confirmam o que ele havia falado anteriormente (At 21.10-13; 20.24). “Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele.” (Fp 1.29).

Considerações finais
É importante manter a estrutura espiritual, de forma que venhamos banir a imaturidade em nossas vidas. Paulo foi enfático em suas pregações, e nós devemos receber e tomar como exemplo tais instruções, compreendendo que dentro do contexto espiritual devemos desenvolver todas as nossas tarefas na obra de Deus, sem, contudo usar de meninices ou sermos incoerentes aos ensinamentos de Cristo (2 Pe 3.18).

Pr. Elis Clementino, Itapissuma/PE

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A PARANÓIA ESPIRITUAL

ESBOÇO 419
TEMA: A PARANÓIA ESPIRITUAL
“Não sejais vagarosos no cuidado; mas sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor;” (Rm 12.11).

Paranóia é um tipo de doença da mente, capaz de prejudicar e causar grandes transtornos nas pessoas. Essa doença precisa ser tratada com muito cuidado, pois ela pode se apresentar com vários sintomas. Não quero abordar aqui sobre a demência, “paranóia” motivada por esse distúrbio da mente, mas, em relação às pessoas que parecem viver um estado de demência ou desligadas da vida, não se sentindo determinadas para tomar certas decisões importantes, tanto no cotidiano quanto no sentido espiritual. Mediante esse contexto quero despertar a atenção de alguns indivíduos que estão vivendo um estado de alienação, ou parados no tempo, sem tomar nenhuma atitude na vida.

Significado
“Segundo o Dic Online em português - Psicose caracterizada por um orgulho exagerado, egoísmo, suscetibilidade, desconfiança e mania de perseguição.” Sinônimos: demência e paranéia.

A paranóia espiritual é um tipo de demência, e atinge o indivíduo no seu crescimento com Deus. A pessoa atingida por esse mal jamais se dispõe a lutar pela sua sobrevivência espiritual. Para ele(a) tudo pode estar bem, não se dando conta, ignorando qualquer tipo de conflito espiritual. Muitos cristãos estão vivendo um tipo de demência assim; isso tem causado muitos problemas nas igrejas, os crentes não desenvolveram a sua maturidade o suficiente (I Co 3.1-3; 5.2). O cotidiano cristão não é somente ir e vir da igreja e estar nos cultos. A vida espiritual deve estar em constante movimento e renovação, para que possa permanecer ativa, protegendo-a de qualquer ação que venha comprometê-la.

A nossa vida espiritual está exposta aos perigos, o Apóstolo Pedro disse que o nosso adversário, o diabo, anda em derredor, rugindo como um leão, buscando a quem possa tragar (I Pe 5.8). A psicopatia espiritual pode levar o crente a uma desventura, entretanto devemos estar atentos (Jz 7.5,6) vigiando e orando pára não cair em tentação (Mt 26.36-41). “Não podemos nos descuidar”. O cristão alcançado pela demência do espírito não se engaja em nenhuma batalha espiritual, pois ignora qualquer tipo de conflito espiritual, essa é uma pura psicopatia, no entanto devemos despertar essas pessoas para a realidade descrita por Paulo aos romanos (Rm 7.23; Rm 8.5), necessariamente precisamos alertar-lhes a serem ágeis no cuidado, e fervorosos no espírito (Rm 12.11).

“Qualquer coisa que valha a pena ser feita, na vida cristã, é suficientemente valiosa para ser feita com entusiasmo e cuidado (Jo 9.4; Gl 6.10; Hb 6.10; cf Ec 9.10; 2 Ts 3.13). A preguiça e a indiferença não só impedem o bem, como permitem que o mal prospere (Pv 18.9; Ef 5.15-16). Fervor de espírito. Lit. “ferver no espírito”, essa expressão sugere muito calor excessivo para gerar energia produtiva adequada; porém, não um calor excessivo que faça a pessoa perder o controle (At 18.25; I Co 9.26; Gl 6.9”).

Conflito Espiritual
Devemos estar conscientes da nossa luta tanto no dia-a-dia quanto na realidade espiritual, para isso não devemos estar desprovidos das armas essenciais para esses combates. No cotidiano devemos ser arguciosos e criar estratégias para conseguir algo na vida, e quanto aos desafios espirituais, é necessário que lutemos com afinco e determinação, pois as armas da nossa milícia não são carnais (2 Co 10.4), basta essa declaração para entendermos que os nossos inimigos são invisíveis (Ef 6.12); eles não respeitam posições, nem tão pouco tempo de conversão. Temos um exemplo nas escrituras: o diabo pediu para cirandar com Pedro, como se peneira o trigo (Lc 22.31), por isso temos que lutar com tenacidade e consignação, agindo como Davi (I Sm 17.45). A vida cristã é de intenso combate que só terminará no final da carreira (2 Tm 4.7).

Recebendo ajuda divina
Nas pelejas e nas fraquezas da vida temos auxílio divino (Rm 8.26), portanto não desistiremos. Se Deus é por nós, quem será contra nós (Rm 8.31)?Com o Senhor somos mais que vencedores (Rm 8.37; Fp 4.13). Jamais devemos ficar parados diante das dificuldades, mas agir de maneira rápida, determinada e lacônica, não dando lugar à demência, essa é a parte que nos compete fazer: “lutar”.

Considerações finais
Não deixe que a paranóia tome conta de você, desperte, lute e vigie com toda firmeza e fé, seja forte (I Co 16.13), Seja ágil e prudente, mas sempre pondere a cada passo em direção às decisões. Não se apresse e nem pare, caminhe de forma que os seus passos não se embaracem. Seja uma pessoa otimista quanto ao futuro, lute pelos seus ideais e conquiste grandes espaços na vida, desenvolva as suas potencialidades e escale grandes espaços na vida secular e espiritual.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

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Em Breve!!!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS TEMPOS

ESBOÇO 418
Tema: A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS TEMPOS
“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos;” 2 Timóteo 3.1

Introdução
Enfrentamos muitas dificuldades em nossa trajetória, e essas esfinges caracterizam os grandes desafios da vida. Mas para vencê-los depende muito da maneira como encará-los. A busca por soluções para essas dificuldades são constantes, e às vezes nos expomos percorrendo caminhos difíceis. Discorreremos neste simples comentário sobre a maldade no coração do homem, violência, desafios e o que fazer.

A maldade nos corações
A maldade entrou nos corações dos homens, e as consequências são as mais terríveis, maldade gera maldade, violência gera violência, e assim vão de mal a pior, o que Paulo classificou como dias trabalhosos. “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.” (2 Tm 3.1). Isso certamente se agravará a cada dia que passa, pelo simples fato: a multiplicação da iniquidade (Mt 24.12).

A violência
A quem atribuímos as mortes, os assassinatos, e todo tipo de violência? A resposta é dada pelo apóstolo Paulo: "...nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus." (2 Co 4.4). O Diabo é homicida e mentiroso (Jo 8.44); todo pecado e miséria procedem dele, além de viver na prática do pecado (I Jo 3.8); ele é o nosso maior adversário e devorador, por isso carecemos ser vigilantes (I Pe 5.8). A corrupção moral vai crescendo a cada dia, isso nada mais é do que o livre arbítrio que se tornou em libertinagem. Entretanto, por tudo isso há um preço a pagar, porque a lei da semeadura é uma realidade (Gl 6.7).

O maior desafio
Atualmente o nosso maior desafio é fazer o bem, porque vivemos no mundo de extrema corrupção, o entendimento dos homens está corrompido; no entanto, tudo se evolui e se aprimora, mas, o homem não consegue se aprimorar e nem controlar as suas emoções e desejos “...porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos e profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigo de Deus,” (2 Tm 3.2-4).

O que fazer?
Será que podemos ainda fazer alguma coisa? Acredito que só há uma maneira, se cada cidadão fizer a sua parte reconhecendo o seu estado pecaminoso e voltar-se para Deus. O povo de Deus quando pecava, logo lhe vinham as consequências. Em Is 13.11; 2.17 há uma profecia contra a Babilônia por causa das suas maldades. Hoje a situação é a mesma em relação ao pecado. “Ai desta nação pecaminosa, povo carregado de iniquidade, raça de malignos, filhos corruptores; abandonaram o Senhor, blasfemaram do santo de Israel, voltaram para trás. Porque haveis de ainda ser feridos, visto que continuais em rebeldia? Toda a cabeça está doente, e todo coração enfermo. Desde a planta do pé até à cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, contusões e chagas inflamadas, umas e outras são espremidas, nem atadas nem amolecidas com óleo. A vossa terra está assolada, as vossas cidades, consumidas pelo fogo; a vossa lavoura os estranhos devoram em vossa presença; e a terra se acha devastada como numa subversão de estranhos (Is 1.4-7). Deus fala a uma nação pecaminosa, e fazendo uma alusão, vivemos dias parecidos com os de Sodoma e Gomorra. Deus não precisa mudar, os homens é quem tem que mudar, para que Deus os ouça (Is 1.15-17).

Os homens precisam rever alguns conceitos e mudar, muitos persistem em lutar por um mundo melhor. Embora a humanidade assustada se pergunta: aonde vamos parar? Estamos realmente avançando? Ou estamos na contramão de todo avanço? Vejam bem: os homens fazem grandes descobertas para salvar o ser humano das doenças, viabilizam meios que, pelos quais, eles alcancem longevidade; em contrapartida, o próprio homem está se destruindo. Isso acontece em todas as áreas da vida; e quando ouvimos os relatos dados pela imprensa escrita e falada, nos meios de comunicação, ficamos sobremodo alarmados com tantos acontecimentos.

Considerações finais
A imoralidade tem permeado o mundo e poucos são os homens que lutam para mudar, a crise se instalou em todos os seguimentos da sociedade: na política, economia, e na área religiosa. Os homens perderam o rumo. Será que não é hora de pensarmos que é chegado o fim dos tempos? Porventura, as mensagens proféticas na conversa entre Jesus e os seus discípulos no sermão da montanha, parte delas não está em evidência? Mediante tudo isso, Jesus ainda disse que seria, apenas, o principio das dores (Mt 24.7-8). Por causa dessas coisas Paulo disse que a humanidade sofreria com dores de parto (Rm 8.22).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil