terça-feira, 8 de maio de 2012

A FÉ DE UM PATRIARCA



ESBOÇO 439 
TEMA: A FÉ DE UM PATRIARCA 
“(Como está escrito: Por pai de muitas nações de constitui) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, que vivifica os mortos, e chama à existência as coisas que não são como se já fossem” (Rm 4.17; Hb 11.19). 

Desde o começo da criação Deus tem proporcionado o bem para o homem, criando situações, para que os seus propósitos se concretizem. Não obstante, devemos entender quais os processos usados por Deus para que se desenvolvam e sejam concluídos. A sua vontade só será executada se entendermos que o seu querer não só envolvem promessas, mas compromissos. Deus requereu de Abrão obediência e dedicação pessoal. Discorreremos sobre a chamada de Abrão, promessas, fé e lealdade a Deus.  

I. Chamada de Abrão 
Deus conhece a todos os homens, faz escolhas os chama, para através dele executar a sua vontade. Abrão morava em Ur dos caldeus; não se sabe sobre seu pai, Tera, e sua família; o povo dessa terra era idólatra, e por essa razão, Deus o tirara de lá (Gn 12.1). A intenção de Deus era que, dessa nação, saísse um povo que lhe servisse, guardasse os seus mandamentos e abominasse a prática ímpia (Gn 18.19). A sua chamada foi seguida de promessas; mas, algo interessante há nessa chamada. Deus não lhe diz para onde, mas diz “para a terra que eu te mostrarei” (Gn 12.1b). Promessas: (a) far-te-ei uma grande nação; (b) abençoar-te-ei; (c) engrandecerei o teu nome; (d) e tu serás uma bênção (Gn 12.2). Bênção estendida: abençoar-te-ei os que te abençoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra (Gn 12.3). De posse dessas promessas, parte Abrão como o Senhor havia lhe dito, com setenta e cinco anos de idade, levando consigo Ló seu sobrinho, a sua esposa e os bens que lhes pertenciam (Gn 12.3,4). Passando Abrão por Siquém, até ao carvalho de Moré, onde estavam habitando os cananeus, o Senhor aparece a Abrão e lhe diz: “À tua semente darei esta terra” (Gn 12.7). Ele, porém, ficou certo de que seria à sua semente, pois outros acontecimentos haveria para que essas promessas fossem cumpridas; dali ele edificou o seu primeiro altar ao SENHOR. Em Betel edificou outro altar (ao SENHOR) e invocou o seu nome (Gn 12.8,9). É importante saber que as bênçãos de Deus para Abrão incluíam as bênçãos espirituais, que se cumpriria através de Jesus Cristo, com a redenção da humanidade (Gl 3.8, 14,16).  

II. As Problemáticas 
Alguns enunciados teriam que acontecer na trajetória da vida de Abrão, seria uma espécie de teste; às vezes o Senhor permite que alguns infortúnios aconteçam com aqueles que ele ama e tem chamado. É como se fosse um testemunho prático para ver a nossa perseverança, como nos comportamos, se as nossas atitudes são ou não coerentes a nossa confissão de fé. 

1. Havendo fome em Betel, Abrão partiu para o Egito, a fim de peregrinar ali. Abrão sabia que no Egito iria enfrentar problemas. O coração do homem teme em determinadas circunstâncias, mas Deus estava no controle de tudo, ninguém tocaria em Abrão; porém, a sua confiança em Deus naquele momento falhou (Gn 1211,1.3), quando negou perante o rei do Egito que Sara era a sua mulher. Vendo-a, os príncipes de Faraó a levaram para a casa de Faraó (Gn 12.14,15). Deus não permite que aconteçam certas coisas com os seus escolhidos. Deus puniu a Faraó e a sua casa por causa de Sarai, mulher de Abrão; Faraó entende que tudo aquilo lhe sobreveio por causa de Abrão, e vai ter com ele, lhe repreende e manda-o embora (Gn 12.18,20). Algumas manobras se fazem, às vezes, para tentar driblar as situações quando não são boas para nós; Deus age no momento que acreditarmos e confiarmos inteiramente nEle. 

2. Os conflitos de pastores e separação de Abrão e Ló 
Abrão volta do Egito muito rico, trazendo o seu sobrinho Ló; no entanto, nada terminaria por ali. As provas da fé estavam apenas começando, se inicia um conflito entre os pastores de Abrão e os de Ló; dessa vez Abrão foi cauteloso, pois ele havia aprendido uma grande lição, e já tinha consciência que o Senhor estava no controle de tudo e não seria momento para desespero (Gn 13.1-6). (1) Abrão agiu de forma coerente com a vontade de Deus. “E disse Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti e entre os teus pastores e os meus pastores, porque irmãos somos” (Gn 13.8). Esse foi um procedimento exemplar que poderia servir de lição para os nossos dias: Abrão sabia que a vontade de Deus se cumpriria na sua vida; (2) Abrão manda Ló fazer a sua escolha (Gn 13.9), a visão de Abrão não podia se ofuscar, ele sabia que onde pusesse os pés o Senhor o abençoaria. Os propósitos de Deus jamais podem ser impedidos.  

Será que não ficaria descente tomarmos a atitude de Abrão mediante as contendas dos pastores? Por que muitos não fazem o mesmo? Será que é a falta de humildade que não os deixa seguir esse exemplo? Irmãos somos! Sejamos exemplos para o rebanho e para os incrédulos. 

Nos momentos decisivos da vida devemos ter muita calma e avaliar as nossas resoluções (Ec 10.4); (3) A infeliz escolha. As nossas escolhas dizem muito a respeito do nosso destino. Existem escolhas que na ótica humana são vantajosas, mas o desfecho não; foi o caso de Ló (Pv 16.1,25), ele escolheu pelos olhos, e sofreu as consequências (Gn 13.13; 2 Co5.7); (4) Conforme a escolha de Ló, Abrão habitou em Canaã e o Senhor fala com ele: “levanta os teus olhos desde o lugar onde estás, para a banda do norte, e do sul, e do ocidente; porque toda esta terra que vês te ei de dar a ti e à tua semente, para sempre” (Gn 13.14-18). 

3. As consequências de uma escolha má 
O ser humano é responsável pelas escolhas que faz, sejam boas ou más, as consequências logo aparecem. Mais adiante Ló se deparou com uma situação muito difícil, em uma guerra de quatro reis contra cinco, o que resultou na perda dos seus bens, além de levá-los cativo. “Não faça escolha somente pela vantagem dos olhos, mas pela razão. Abrão não se deixou ser levado pelas campinas do Jordão, mas a possibilidade de ser abençoado em qualquer lugar. Você não precisa de campina verde para ser abençoado” CLMENETINO. 

III. Abrão parte em defesa de Ló 
Informado da situação de Ló, Abrão parte em defesa dele levando consigo seus criados armados para libertá-lo, e trazer de volta os seus bens que foram tomados (Gn 14.14-16). Abrão vence a guerra e é abençoado por Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus altíssimo, e deu Abrão o dízimo de tudo (Cf Hb 7.4). (Gn 14.18-20). Abrão podia não ter dado tanta importância a um membro da sua família que havia lhe trazido tanto problemas, mas quem tem as suas convicções das promessas de Deus, defende o seu irmão (Gn 14.14). 

IV. Rei de Sodoma quer negociar com Abrão 
A possessão de Abrão provinha da bênção de Deus, essa não podia ser negociada com as riquezas recuperadas dos cananeus; Abrão revela a sua total dependência de Deus (Gn 14.21-23). Não negocie aquilo que Deus lhe deu (I Rs 21.1-4).  

V. Deus aparece a Abrão 
Deus aparecera novamente, e dessa vez dizendo: “Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão”. O Senhor renova as promessas a Abrão, Deus está interessado em abençoá-lo muito mais do que ele esperava “dar-lhe um herdeiro”. “Muitas vezes achamos difícil Deus realizar algo que está acima da nossa imaginação, no entanto queremos nos conformar com o Eliezer, quando o Senhor quer dar muito mais”. Mas Deus tem poder para realizar em nós tanto o seu querer quanto o efetuar (Fp 2.13; Ef 3.20). Abrão via em Eliezer o seu herdeiro, no entanto, os planos de Deus eram diferentes; o homem traça caminhos, mas a resposta vem do Senhor (Pv 16.1,9; 19.21; 20.24; Jr 10.23). 

A confiança no Senhor nos conduz à vitória, apesar das situações que enfrentamos na vida. Abrão sentiu parecer que os propósitos de Deus não iriam ser concretizados.  Porém, devemos acreditar que o SENHOR cumprirá os seus propósitos em nós. 

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil

quinta-feira, 3 de maio de 2012

RELACIONAMENTO DE AMIZADE


ESBOÇO 438
TEMA: RELACIONAMENTO DE AMIZADE
“Em todo o tempo ama o amigo; e na angústia nasce um irmão.” (Pv 17.17)

Somos criaturas sociais, inclusive, o próprio Deus declarou: “Não é bom que o homem esteja só”, ou seja, ele viu a necessidade da proliferação da raça, e assim formou uma comunidade social; por isso, o ser humano não foi criado para viver em conflitos; mas os interesses pessoais o levaram à subversão.

Os primeiros conflitos
Adão e Eva acusavam um ao outro de serem responsáveis pela desobediência (Gn 3.12,13), finalmente, os dois eram culpados porque ambos desobedeceram ao Senhor.  O homem é responsável pelos seus atos. Adão e Eva (eles) sofreram as consequências pelo que fizeram (Gn 3.14-24). O pecado gera pecado. Logo após houve uma tragédia com seus filhos Caim e Abel, (Gn 4.1-8), também recebeu a justa recompensa (Gn 4.11-15). Mais tarde, mais um problema familiar entre Abrão e Ló seu sobrinho (Gn 13.7). O pecado de Adão e Eva germinou, “assim também a morte passou a todos os homens...” (Rm 5.12), por isso toda humanidade geme (Gl 5.6,7), e, finalmente, de que se queixará o homem? (Lm 3.39).

População e relacionamento
Provavelmente a população mundial, atualmente, já passou dos 7 bilhões; essa número sempre está em crescimento, e na proporção que cresce aumentarão ainda mais os problemas. Hoje o maior desafio é o relacionamento nesse mundo abarrotado de pessoas. As relações interpessoais estão ficando cada vez mais difíceis pelas diferenças, existem pessoas que dizem: “Há que saudade dos tempos antigos! Quando sentávamos nas calçadas das nossas casas para prosar, tranquilos, sem que alguém nos incomodasse...” realmente, essa é uma verdade expressa por aqueles que vivenciaram aquela época. Na contemporaneidade a maioria das relações tem sido marcada por conflitos, ficamos tristes em ver os danos causados por essa agitação; o amor está em extinção por causa do aumento da ambição e maldade. Jesus, no seu sermão profético, ele disse que se aborrecerão uns aos outros sem causa (Mt 24.9-12). Essa é a realidade de hoje, ninguém suporta mais ninguém, o ódio entra em ação de imediato sem qualquer diálogo, se falarmos em perdão para muitas pessoas elas são capazes de perguntarem: o que é isso? Essa realidade foi também expressa por Paulo ao Jovem Timóteo: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos” (2 Tm 3.1,2). Trabalhosos porque querem servir a Deus da sua maneira e pensamentos (2 Tm 4.3) “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências”. Se continuarmos o restante do texto, veremos que a situação será muito pior daqui pra frente (2 Tm 3.3-13). “O ser humano é tão inteligente e não consegue se educar” (CLEMENTINO 2012).

A ambição pelas coisas
Há uma inversão de valores, as coisas estão ficando cada vez mais valiosas do que as pessoas; as buscas pelas coisas marcaram também a vida dos discípulos, eles discutiam entre si para saber quem seria o maior no reino do Céu (Mc 9:34; Lc 9:46). Não devemos ambicionar as coisas altas, de forma doentia (Rm 12.6). Devemos lutar pelos nossos ideais, sem, contudo, desvalorizar as pessoas, pois elas são mais importantes do que as coisas. O homem, em busca de poderes, fama e dinheiro, é capaz de tudo: humilhar, desprestigiar outrem e até tirar a vida como se ela nada valesse (Tg 4.1-3). O Apóstolo Paulo comentou várias vezes sobre a desunião na Igreja, e apelou pela paz. Em suas viagens missionárias houve muitos conflitos; na sua carta a Igreja de Corinto ele expressou o seu temor em visitá-la e encontrar “contenda, invejas, iras, porfias, detrações, intrigas, orgulho e tumultos” e outras tensões interpessoais. Os crentes desordenados representam um conflito para a igreja (I Co 5.1-13).

Relacionamento por conveniência
As pessoas que se relacionam por conveniência não terão sustentabilidade nesse relacionamento, um dia ele é quebrado, porque é um relacionamento sustentado por interesses pessoais. Ninguém é perfeito, um dia, uma das partes ficará insatisfeita. O verdadeiro amigo, nos momentos mais difíceis torna-se mais do que um irmão (Pv 17.17; Jo 15.13).

            Devemos nos relacionar bem e sem conflitos; mesmo reconhecendo que vivemos no aglomerado de pessoas, deixemos de lado qualquer coisa que gere ações conflitantes. Jamais devemos atropelar os nossos semelhantes para conseguir algo que esteja em nossa mente, nem tão pouco nos relacionarmos por conveniência; a nossa amizade deve ser sincera e humilde dentro da igreja e fora dela, isso sirva de ornamento em nossas vidas.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil

quinta-feira, 26 de abril de 2012

DOIS É MELHOR DO QUE UM


ESBOÇO 437
TEMA: DOIS É MELHOR DO QUE UM
“Melhor é serem dois do que um; porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um o outro levanta o companheiro; ai, porém, do estiver só; pois, caindo, não haverá quem levante...” Ec 4.9-12.

Tudo o que realizamos em grupo necessita de unidade. As pessoas podem unir-se para várias finalidades, pois a unidade soma forças, e, através dela podemos alcançar muitas coisas. Unidade é ação coletiva orientada para o mesmo fim, coesão, união; inclusive, os primeiros homens descobriram que nada podiam fazer sozinhos. Salomão fala da vantagem em cooperarmos uns com os outros (Ec 4:9-12; Gn 2.18). Discorreremos nesse assunto sobre a necessidade de vivermos em grupos.

O ISOLAMENTO
O Isolamento pessoal é um dos principais motivos da desmotivação, as pessoas se sentem mais motivadas quando estão próximas uma das outras. Alguns fatores contribuem para o isolamento social; esse transtorno pode afetar pessoas de todas as idades, sendo mais provável acontecer com pessoas em estado de depressão, cujos motivos são diversos. As pessoas que se isolam, geralmente, não confiam nas outras pessoas; acham que tudo podem fazer sozinhas; deprimem-se ainda mais por não alcançar os seus objetivos e não buscam ajuda.

COMPANHEIRISMO E SOLIDÃO
Companheirismo exige esforços; esforço para não procurar servir a si mesmo, mas a Deus e aos nossos semelhantes; (Não realizar obras sem envolver outras pessoas) esforço para saber viver em grupo, não realizando obras sem envolver outras pessoas, querendo  (não) viver na independência; busque companhia, seja membro de uma equipe e reconheça que necessita de ajuda. Há três tipos de solidão: Emocional, social e existencial.

A solidão emocional. Esse tipo envolve a falta ou perda de uma relação psicologicamente íntima com outras pessoas. O indivíduo emocionalmente solitário (se sente só, ele) pode recuperar-se ao estabelecer relacionamentos mais profundos com outras pessoas.

A solidão social (essa) produz um sentimento de falta de propósito, de ansiedade; nessa ocasião o indivíduo se sente como se tivesse fora do tempo, “desligado do mundo”. Essas pessoas necessitam urgentemente de novos e profundos relacionamentos ou de integrar-se a um grupo.

A solidão existencial acontece quando a pessoa está afastada de Deus; a vida para ela não tem sentido e nem propósito, essas pessoas necessitam de uma vida de intimidade com Deus; para isso elas precisam se integrar a uma comunidade cristã que lhes dê a devida atenção.

Há momentos em que necessitamos nos isolar por um período de tempo curto, com a finalidade de nos renovar e meditar, de outra maneira a situação é desagradável e penosa.

EXEMPLOS 
Temos alguns exemplos de pessoas que sozinhas o desgastes seria muito maior, e (eles) as tais não alcançariam o objetivo. Moisés enviou dez espias (Nr 13.17-20); Depois ele queria dirigir e julgar o povo sozinho, no entanto, recebeu conselhos do sogro (Ex 14.18-27); Gideão contou com os trezentos, não é com a maioria que sempre podemos contar (Jz 7.5-7).

“Gideão foi o juiz que libertou os filhos de Israel dos midianitas, mas não o fez sozinho. Os midianitas eram povos nômades árabes dos desertos da Síria e da Arábia. Esse povo oprimia Israel roubando suas colheitas e também seus animais. Eles tinham invadido a parte central da Palestina. Em um de seus ataques eles mataram os irmãos de Gideão, em Tabor. Foi então que Gideão (recebeu) teve uma experiência com Deus, (onde) quando o Anjo do Senhor o chamou, para fazer dele o libertador de Israel. Deus ordenou-lhe que derrubasse o altar de Baal  e erguesse ali um altar dedicado a Deus. Gideão reuniu uma pequena força com apenas 300 homens e surpreendeu os midianitas sob a escuridão da noite, levando-os em direção ao  rio Jordão, capturando e matando dois dos príncipes midianitas,  Orebe e Zeebe. Continuando a perseguição até às margens do rio Jordão, alcançou os reis midianitas Zeba e Salmuna e os executou. Considerado um herói militar, Israel quis fazer dele um rei, mas, surpreendentemente, Gideão recusou tal oferta. A única coisa que quis foram os brincos de ouro que havia tomado como parte dos despojos de guerra. Isso lhe foi dado e ele fez com esse material uma estola sacerdotal para honrar a Yahweh. A estola era um tipo de veste sacerdotal (Juízes 8:27). O serviço prestado por Gideão foi um fato muito importante na história de Israel, antes da monarquia. Gideão foi um exemplo de servo humilde e fiel a Deus.” Fonte Wikipédia.
Gideão sozinho nada poderia fazer, mas necessitava apenas de pessoas comprometidas para ajudá-lo. Muitas vezes o orgulho não nos permite reconhecer a necessidade de envolvermos outras pessoas nos nossos projetos, porém, elas são importantes. Há proveito em colaborarmos uns com os outros. “A vida é destinada ao companheirismo, não ao isolamento; à intimidade, não à solidão. Algumas pessoas preferem o isolamento; pensam que não podem confiar em ninguém. Não estamos aqui para servir a nós mesmos, mas a Deus e a nossos semelhantes. Não se isole ou tente andar sozinho! Busque companhia, seja membro de uma equipe.” B.A.P.
Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil