quarta-feira, 15 de agosto de 2012

NÃO OFEREÇA A DEUS SACRIFÍCIOS SEM VALOR


ESBOÇO 453
TEMA: NÃO OFEREÇA A DEUS SACRIFÍCIOS SEM VALOR
Porém o rei respondeu a Araúna: não, antes quero comprá-la pelo preço devido: não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois por cinquenta ciclos de prata (II SM. 24; 24)

Desde a criação do homem, Deus vem se revelando aos poucos a respeito de sacrifícios. E, para prover as vestimentas de Adão e Eva sacrificou animais (Gn 3.21). Deus já estava apontando algumas coisas que viriam através do sacrifício, por isso escolheu esse método mostrando que para se alcançar algo da parte dEle, algum sacrifício deveria ser feito. Essa era sem dúvida uma lição para o uso da fé, e o sacrifício também era exigido como prova de fé e temor a Deus (Gn 22.2), mostrando também a gravidade do pecado e o sacrifício que deveria ser levado a sério, ou seja, quando as pessoas presenciavam animais sendo sacrificados eram sensibilizadas quanto à seriedade do seu pecado e culpa. Entretanto, sem derramamento de sangue não haveria remissão dos pecados (Hb 9.19-23).

O que é sacrifício?
Oferta solene à divindade em vítimas ou donativos em levítico; era sacrifício específico, chamado de oferta voluntária e exigida.
- Voluntário (Lv. 1.3) última parte
- Exigido. (Lv 4.14)

Os sacrifícios de animais cumpriam dois propósitos:
- Simbolicamente, o animal tomava o lugar do pecador e pagava a pena pelo seu pecado;
- A morte do animal representava uma vida doada a fim de que outra pudesse ser salva.

A exigência divina quanto à qualidade do que era sacrificado
- Tinha que ser macho;
- Sem mancha: eram os animais mais caros simbolizando o alto preço do pecado.

O que o sacrifício ensinava ao povo
- A exigência de animais perfeitos (Lv1.3) e sacerdotes santos ensinava reverência ao Santo Deus;
- A exigência da obediência completa ensinava total submissão às leis de Deus;
- A exigência de um animal de grande valor mostrava o alto preço do pecado e a sinceridade do compromisso com Deus.

Deus não aceitava sacrifícios sem qualidades
Se o sacrifício não fosse perfeito e realizado em plena obediência perderia seu valor, e Deus não aceitava. (Sl. 40.6: 1 Sm 15.22; Is. 1.11). Devemos interrogar a nós mesmos dizendo: Que tipo de sacrifício eu estou oferecendo a Deus?

Existem muitas pessoas que mesmo após todos esses anos, ainda não aprenderam a dar a Deus o melhor. Este é um dos fatores preponderantes pelo qual muita gente não é mais abençoada; por isso não podemos oferecer a Deus qualquer coisa, precisamos sacrificar o melhor. O nosso sacrifício deve ser verdadeiro e perfeito, pois os sacrifícios que oferecemos a Deus devem ser com o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus (Sl. 51.17).


Pr. Elis Clementino- Itapissuma –PE/Brasil

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O PODER DAS PALAVRAS


ESBOÇO 452
TEMA: O PODER DAS PALAVRAS
“Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o seu próprio coração, a sua religião é vã.” (Tg 1.26; 3.1-12)

            As palavras são de extrema importância na comunicação, elas tanto erguem o indivíduo quanto abatem, ou seja, devemos levar em consideração o seu poder; a morte e a vida estão no poder da língua (Pv 18.21; 21.6); com ela bendizemos a Deus e amaldiçoamos os homens (Tg 3.9), por isso devemos levar em apreço alguns malefícios e benefícios das palavras.

Tropeçando nas palavras
Conforme Tiago, todos, principalmente os líderes, têm a responsabilidade e serão julgados com maior rigor por aquilo que falarem ou pregarem, mesmo sabendo que tropeçamos em muitas coisas; mas se alguém não tropeça em palavras, pode considerar-se perfeito sendo capaz de controlar todo corpo. Se é capaz de controlar todo corpo, a língua é membro do corpo a ser controlada.

As palavras ferem e matam
Não há nada mais penetrante do que as palavras ditas com intuito de machucar. Dependendo de como ela é aplicada ou da gravidade, pode até deixar um indivíduo psicologicamente arrasado. Elas são como espada ou flecha mortífera (Jr 9.8) na mão do valente, elas transpassam o coração. A língua é como veneno de cobra (Jó 20.16; Sl 140.3; Rm 3.13,14), é como um fogo que abrasa um bosque (Tg 3.5b); é como uma navalha afiada (Sl 52.2,4; 57.4; 64.3; Sl 73.9). Ela proclama mentiras e difamação (Gn 39.13,14,15; Pv 6.24; Sl 15.3; Sl 119.2; Pv 6.17; Jr 9.3,5,8); produz rosto irado e odeia a quem ela tem ferido (Pv 25.23; Pv 26.28), além de se gloriar das grandes coisas (Tg 3.5). Do açoite e lisonjas da língua somente Deus nos livra (Jó 5.21; Sl 31.20; Sl 120.2; Pv 6.24), e das imprecações (Sl 91.10 -12); Isa 54.17). A língua perversa será destruída (Pv 10.31).
Controlando a língua
O controle da língua é imprescindível. Todos os membros do corpo podem ser dominados pelo homem, principalmente a língua (Tg 3.2), e quem não consegue controlá-la sofrerá as consequências. Ela serve de tropeço ao próprio homem (Sl 64.8; Sl 78.36; Isa 3.8; Os 7.16); e pode até levá-lo ao abismo (Pv 17.20). Assim não devemos ser precipitados no falar, mas, prontos para ouvir e tardios no falar (Ec 5.2; Tg 1.19).

A língua do justo
A língua do justo deve ser árvore de vida (Pv 15.4),  deve ser como a pena de um destro escritor (Sl 45.1), deve revelar sabedoria e conhecimento (Isa 50.4; Sl 15.2); ser como prata escolhida (Pv 10.20); produzindo saúde (Pv 12.18) e propagar as boas novas (Sl 35.28), e produzindo justiça e defendendo o direito dos pobres (Pv 31.8,9).

Devemos ter muito cuidado com o que falamos, pois seremos responsáveis pelo que pronunciarmos. Ás vezes as nossas palavras pesam mais do que as nossas atitudes ou maneira de agir. Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, engana o seu coração, a sua religião é vã. (Tg 1.26). Davi expressa dizendo: Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem enganosamente (Sl 34.13). Devemos ter muito cuidado para que as nossas palavras não nos comprometam. Davi pede a Deus para ser preservado nos momentos de tentações dizendo: - “Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca, guarda a porta dos meus lábios.” (Sl 141:3).
Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

AS REVELAÇÕES DIVINAS


ESBOÇO 451
TEMA: AS REVELAÇÕES DIVINAS
“Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” (Amós 3:7); “O segredo do Senhor é para os que o teme, e ele lhes fará saber o seu concerto” (Sl 25.14)

As revelações divinas ainda são mistérios para os homens, estamos muito longe de entendê-las, mas sabemos que algumas delas são reveladas a indivíduos. As revelações incidem na vida de algumas pessoas, e não entendemos o porquê, só Deus sabe. Existem nas escrituras algumas pessoas que tiveram estreito relacionamento com Deus e receberam manifestações surpreendentes, atribuímos isso a esse relacionamento. Não é regra Deus ter que revelar seus mistérios a respeito do próprio homem, como também os pertencentes a Ele, mesmo que a pessoa venha ter um estreito relacionamento.

Algumas revelações de Deus
Há grandes variedades de revelações espirituais, sonhos, visões e profecias (Am 3.7). A primeira
revelação de Deus ao homem a respeito de Cristo foi no Edem (Gn 3.15); Deus se revela a Noé (Gn 6.13); O Senhor não ocultará os seus segredos a Abraão (Gn 18.17); Através de sonho Deus revela algo a Jacó (Gn 28.11-14); José teve revelações através de sonhos (Gn 37.5-10); Moisés teve revelações importantes, entre elas a visão da sarça (Ex 3.3); Samuel teve revelações respeitáveis da parte de Deus (I Sm 3.16,17); Deus revelou a Natã o pecado de Davi (II Sm 12.9); Elizeu recebe revelações sobre os planos do rei da Síria (2 Rs 6.8-13); Os pecados podem ser revelados antes do juízo (I Tm 5.24,25); Ananias teve revelação a respeito de Paulo e Deus manda ele orar por Paulo (At 9.12); Pedro teve várias revelações, entre elas a visão do lençol atado pelas quatro pontas (At 10.9-13); Deus revela a Paulo sobre um naufrágio do navio (At 27.10); Paulo teve várias revelações, entre elas a visão do espinho na carne (2 Co 12.1-10); João Evangelista teve revelações na Ilha de Patmos (Ap 1.1).

Deus revela a quem ele quer
Não é regra Deus fazer conhecido os mistérios que ele tem com certos indivíduos. Existem coisas encobertas que pertencem somente a Ele, ou seja, só ele sabe (Dt 29.29), e às vezes revela a quem ele quer, a alguns ele revela e a outros não (2 Rs 4.27), os seus mistérios são inquestionáveis. Temos alguns exemplos nas escrituras; Deus não se revelava a Saul, nem por sonhos, nem por urim e tumim (I Sm 28.6). “Quando Deus se cala o homem se inquieta”. A outro, Deus se revelava surpreendentemente de maneira especial.

As revelações de Deus ao homem não são motivos de orgulho, mas de muita modéstia “humildade” (2 Co 12.7).

Deus conhece todas as coisas
Um dos atributos de Deus é a onisciência, ele sabe todas as coisas, para ele nada está encoberto (Hb 4.13), até o que está no coração dos homens antes que eles pensem (Sl 139.2-4);  O homem também pode revelar o que está dentro do seu coração através das suas atitudes (Mt 7.16-19), mas outro homem não sabe o que está dentro do coração do outro (I Sm 16.7).

            Todo homem deve se aproximar de Deus em harmonia e perfeita comunhão com ele, dessa forma ele pode ser agraciado e receber revelações espirituais, tanto para o seu bem quanto para dos outros, lembremo-nos de José, as revelações de Deus a ele mostrava o que ele seria no futuro, seu pai sabia que algo de especial havia entre Deus e José, mas guardava em silêncio no seu coração (Gn 37.11). Deus às vezes revela algo que está no seu coração ao homem, não para ele se orgulhar ou demonstrar ser tão espiritual mais do que os outros, e sim para que algo que está no seu coração seja concretizado para a glória do seu nome.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE


terça-feira, 24 de julho de 2012

DÉBORA, MULHER QUE FEZ A DIFERENÇA


ESBOÇO 450
TEMA: DÉBORA, MULHER QUE FEZ A DIFERENÇA
“E Débora, mulher profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo” (Jz 4.4).

Introdução
Nas escrituras existem várias mulheres que se destacaram; Débora cujo nome significa “abelha” era uma delas, além de profeta era juíza e todo Israel subia até ela a juízo (Jz 4.4,5), era uma mulher extremamente comprometida com Deus. Discorreremos nesse assunto sobre essa grande profetisa.

Contexto Histórico
Durante muito tempo o povo de Israel vinha sendo humilhado por Jabim rei de Canaã, nada mais eram as consequencias das suas próprias desobediências, pois eles escolheram seguir seu próprio caminho, mas após 20 anos de sofrimento, os israelitas clamaram ao Senhor e foi ouvido o seu pedido de socorro. Deus enviou uma mulher excepcional “Débora”, uma mediadora e conselheira, para transmitir a Baraque a mensagem de vitória.

Débora uma mulher de visão
Uma mulher de visão espiritual e de grande significado para o povo de Deus, chamada para liderar, dispôs-se a planejar, dirigir e delegar, isso acontece quando uma mulher se entrega nas mãos de Deus para fazer a sua vontade, ela conseguia ver o que Baraque não estava vendo (a vitória do povo), quando uma mulher se torna instrumento de Deus ela faz a diferença em qualquer situação.

Débora uma mulher que faz a diferença
Deus precisa de muitas mulheres com as qualidades de Débora, mas não estamos longe dessa realidade. O Senhor deseja que vocês mulheres façam a diferença, quantas o Senhor quer usar e não encontra lugar, se acomodam, não buscam, não desenvolvem o talento que tem recebido como também os dons dados por Deus. Muitas se julgam incapazes e medrosas, mas Débora era uma mulher determinada nos seus propósitos, e não permitiu ser impedida pelos obstáculos.

Débora encoraja Baraque
Baraque entrou na galeria dos heróis da fé (Hb 11.32), Débora o mandou chamar e disse: “O Senhor Deus de Israel está lhe dando uma ordem” (Jz 4.6b) a respeito do seu enfrentamento contra Sísera “um dos comandantes do exército de Jabim, rei de Canaã, mas para ele era difícil enfrentar Sísera e os seus numerosos inimigos. Baraque necessitava apenas de uma orientação e uma palavra de encorajamento, entretanto, Débora foi o instrumento do Senhor para encorajá-lo. Muitas vezes nos momentos difíceis nós mulheres somos instrumentos de encorajamento, porque somos comprometidas com o Senhor.

Baraque confia em Débora
Ele pede a Débora que o acompanhe para a batalha, muitas vezes alguém confia em nós porque oramos e nos entregamos nas mãos de Deus, ele sabia que Débora estava segura na mensagem de Deus para ele, mas sozinho ele não queria ir, estava confiando mais em Débora do que no exercito, e a convida “Só irei se você for comigo, se você não for eu também não irei” (Jz 4.8).

Débora, mulher vitoriosa
Débora disse a Baraque, eu vou, mas a honra da vitória será minha, pois Deus entregará Sísera nas mãos de uma mulher (Jz 4.9). Deus honrou a sua palavra, o Senhor lhe deu vitória. Sísera foi morto e a vitória foi do povo de Deus.

Considerações finais
Deus quer nos dá vitória em todas as batalhas, nos usando como instrumentos seus, mas devemos acreditar que os nossos inimigos serão derrotados através do jejum e oração. Mulheres; sejamos um instrumento de vitória porque muitas pessoas necessitam de serem encorajadas por nós.

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede dos rubins.” Pv 31.10

“A casa e a fazenda são a herança dos pais; mas do SENHOR vem a mulher prudente.” Pv 19.14

Mírian Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A FAMÍLIA INSTITUÍÇÃO DIVINA

ESBOÇO 449
TEMA: A FAMÍLIA INSTITUIÇÃO DIVINA
“Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos! Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem. Tua esposa, no interior da tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa. Eis como será abençoado o homem que teme ao SENHOR! O SENHOR te abençoe desde Sião, para que vejas a prosperidade de Jerusalém durante os dias de tua vida, vejas os filhos de teus filhos, Paz sobre Israel!” (Salmo 128.1-6)

            Família - a primeira instituição divina. Ela é mais importante que a igreja e o estado. A família tem sido alvo do inimigo “diabo”; ele tenta destruir tudo aquilo que Deus estabeleceu pelo seu poder. Nenhuma outra instituição tem sido mais bombardeada. Quando uma família é degradada, a sociedade enfraquece, resultando numa série de consequências.

A unidade da família
Uma família unida consolida forças; assim, esse grande patrimônio se desenvolve tornando a sociedade mais justa. A família é um presente de Deus, mas isso só será visto por aqueles que compreendem o seu estimável valor.

As consequências de uma família fracassada
Alguns fatores contribuem para os desajustes conjugais. Um ponto crucial e uma gota d’água são faltos de um bom relacionamento; entretanto, o entendimento entre os cônjuges é fundamental para se ter uma família abalizada. Muitas vezes não damos muita importância a essa realidade e desprezamos esses valores, consequentemente paga-se alto preço. Os filhos são os que mais sofrem com os desajustes dos pais. Nas escrituras temos vários exemplos de famílias que tiveram problemas, e estes perduraram gerações (as famílias de Eli e Davi).

Atualmente presenciamos pais separados, filhos desamparados e sem afetos dos pais, sem o amor que lhes é devido. Nota-se a ausência de um ensinamento religioso principalmente no começo da vida; como também o amor ao próximo e á vida. A educação no lar é fundamental para que os filhos tenham uma vida de sucesso. Muitos pais não estão preocupados com isso. “Deus não une um homem e uma mulher para o fracasso, eles fracassam porque não se unem” ELIS (Mc 10.6-9). Muitos medem forças para ver quem é o perdedor; os perdedores sempre serão os mais fracos e indefesos: “os filhos”. Numa família todos os membros estão no mesmo barco. O velho Noé salvou toda sua família sem perder nenhum sequer dos seus filhos, filhas, noras e genros. Faça da mesma maneira nesse mundo cheio de águas da maldade, da falta de amor e repleto de violência; Noé sabia que nada compensava um fracasso.

A família e o plano espiritual
A família deve ser conduzida e ensinada dentro dos padrões da palavra de Deus, servindo de regra para os seus membros. Josué, o sucessor de Moisés reconhecia a necessidade de não somente ele, mas toda sua casa “família” servirem ao Senhor, cujo modelo paternal foi dado por Abraão à sua família, e seguido por Josué (Gn 18.19; Js 24.15). Cada pessoa que constitui uma família deve encaminhá-la de maneira exemplar, para ela não sofrer nenhum dano no plano material e nem espiritual. Os princípios cristãos devem ser mantidos e ensinados aos filhos, de maneira objurgatória do Senhor (Pv 22.6; Pv 29.17; Ef 6.4; 2 Tm 3.15). Os pais são responsáveis por esses princípios fundamentais, se eles forem ignorados a
família está fadada ao fracasso.

            Deus ama você e a família, ela pode ser um instrumento a serviço do Rei Jesus; uma família entregue nas mãos de Deus é capaz de revolucionar com seu exemplo o meio em que vive. Somente a compreensão e o respeito entre marido e mulher conseguem evitar tragédias familiares. Lutemos pelo bem estar das nossas famílias, porque nada compensa o fracasso.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE