sexta-feira, 2 de novembro de 2012

UM GIGANTE NO CORAÇÃO DE UM JOVEM



ESBOÇO 464
TEMA: UM GIGANTE NO CORAÇÃO DE UM JOVEM
“E Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele: teu servo irá, e pelejará contra esse filisteu.” (I Sm 17.32).

Todo indivíduo tem algo dentro de si, que reage em determinada circunstância, mas, isso somente será revelado quando ele enfrentar algumas situações desfavoráveis. Davi demonstrou a sua bravura ao defender as suas ovelhas do urso e do leão.

Há alguns indivíduos que surpreendem outras pessoas deixando-as perplexas com atitudes repentinas. Ninguém esperava que o rapazinho “Davi” surpreendesse com aquela atitude de ousadia, diante de um exército poderoso dos filisteus. Talvez aquela ação de bravura tenha deixado seus próprios irmãos irritados e muitos guerreiros valentes do exército de Israel também, ao ver aquele franzino rapaz lançar-lhes em rosto a covardia deles, diante de um gigante que intimidava a todos de dia e de noite, durante quarenta dias, inclusive o próprio rei Saul estava constrangido sem saber o que fazer diante daquela situação humilhante.

Jamais imaginavam que a coragem daquele rapaz fosse tão além, a sua bravura excedia a do gigante que atormentava o povo de Deus; pois o gigante que estava dentro do coração de Davi era maior do que aquele homem gigante medindo três metros de altura, equipado de espada, escudo, lança e fecha. O garoto estava desprovido de armas capazes de destruir aquele arquiinimigo de Israel, restando-lhe apenas uma funda e cinco pedrinhas encontradas no ribeiro. Para Davi as cinco pedrinhas eram suficientes para matar cinco homens grandes. Muitas vezes ficamos intimidados com os gigantes que abrolham à nossa frente para desafiar-nos e humilhar–nos até ao chão.

Um gigante e uma pedra acompanhavam o rapaz em direção ao gigante Golias, um gigante maior do que aquele filisteu estava no coração de Davi: “Deus”,e, certamente lhe dizia: - Vai rapaz, vai rapaz! Usa a arma que tens na tua mão, direciona a pedra que está na tua funda para o gigante, eu me encarrego de levá-la ao lugar certo. Em contrapartida, o gigante gritava com toda ira, pois para ele era uma humilhação um menino desafiá-lo; ele gritava: Eu dou a tua carne às feras do campo! O rapaz não se intimidava e gritava: - Tu vens a mim com espadas e varapaus, mas eu vou a ti em nome do SENHOR! Era a força de Deus “O Grande Gigante” que falava no íntimo do coração de Davi.

Qual o gigante que está diante de você? Saiba, porém, você tem um gigante: “Deus” dentro de você, capaz de lhe fazer vencedor. Quando confiamos no SENHOR, a nada tememos, “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo” (Sl 23.4). “O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei...?” “ainda que um exército me cercasse, o meu coração não temeria; ainda que uma guerra se levantasse contra mim, nele confiaria.” (Sl 27.1,3). Devemos entender que as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus, para destruição de fortalezas (2 Co 10.4). Busquemos nos revestir das armaduras de Deus (Ef 6.1-18). Lute, porque a força de Deus está em você, você tem a pedra que mata o gigante.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE Brasil

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

A BÍBLIA E A EDUCAÇÃO DOS FILHOS




ESBOÇO 463
TEMA: A BÍBLIA E A EDUCAÇÃO DOS FILHOS
“...para que temas ao SENHOR teu Deus, e guarde todos os seus estatutos e mandamentos que ordeno a ti, a teus filhos, a teus netos, todos os dias da tua vida, a fim de que os teus dias sejam prolongados..” (Dt 6.2)

Nessa ocasião acho muito favorável falar sobre a família. Inclusive, é uma questão muito atualizada e precisa. Falar sobre a família é considerá-la como a primeira e a maior instituição divina. E dentro deste tema falarei sobre a bíblia e a educação dos filhos. Lutar pelo bem estar da família é um dever de todos; é muito comum nos nossos dias vermos pais e educadores sem saberem como mudar a situação que vem se agravando ao longo dos anos: o relacionamento familiar.

Atualmente a maioria se vê perdida diante de uma filosofia que propõe uma educação mais aberta. O que fazer diante dessa situação? Como educar os filhos, de maneira que não sejam reprimidos e, no entanto, sem deixar de corrigi-los? Sabe-se que não existem fórmulas mágicas para criar filhos e nem cursos preparatórios, mas na Bíblia Sagrada tem um padrão equilibrado de instruções sobre a educação dos filhos.

Educando através do exemplo
A Bíblia nos convida a sermos bons cristãos e seguirmos seus ensinamentos. Seus ensinos são eficazes na formação do caráter humano. Muitos casais frustram-se na educação dos filhos por suas próprias incoerências. O conflito entre o que é ensinado e o que de fato é praticado leva os filhos a rejeitar as técnicas educacionais dos pais, mesmo inconscientemente. A falta de exemplo no ensinamento faz com que os pais percam a autoridade sobre seus filhos e, muitas vezes, provocando neles a ira, contrariando o que a bíblia ensina: “Não provoqueis ira aos vossos filhos” (Ef 6.4). Entendemos que somente a atitudes de pais fieis, orientados por Deus, podem ser a base sólida, permitindo a educação exemplar que influenciará na conduta dos filhos.

Educação por meio da disciplina
No mundo de hoje a palavra disciplina não soa muito bem aos ouvidos de muitas pessoas, as cobranças disciplinares têm sido desprezadas e muitos buscam a liberalidade, querendo ser livres para fazer o que querem, de forma que não sejam responsabilizados pelos seus atos. A liberdade sem limites torna-se libertinagem, e, consequentemente, surgem as consequências, principalmente nos lares; de um lado os pais que têm medo de insistirem com os filhos, por outro, filhos que desrespeitam os seus limites. E quando falta disciplina para os filhos os resultados não são bons. Temos um grande exemplo na Bíblia: O Sacerdote Eli em relação aos seus filhos (I Sm 2.12-17, 22-25, 27-34; 4.12-18). Lendo esses versículos, logo saberemos quais foram as consequências que eles sofreram. Atualmente muitos filhos estão nessa situação, conforme expressou Paulo a Timóteo (I Tm 3.4,5).

A maneira de muitos pais educarem os filhos tem feito muitos Psicólogos e orientadores refletirem nos resultados obtidos, e alguns deles reconhecem que a disciplina é necessária para que haja um clima de segurança. É preciso que os pais ponham limites aos filhos. Há muitas pessoas tentando entender a questão do comportamento entre pais e filhos, cujo resultado quando não há um bom relacionamento pode influenciar negativamente nas salas de aulas.

O que a Bíblia nos ensina sobre a disciplina dos filhos?
a) Disciplina significa treinamento para agir de acordo com as regras estabelecidas (Pv 22.15). Os filhos precisam aprender que em todos os seguimentos existem regras, normas e horários que devem ser cumpridos.

b) Disciplina significa correção. Devemos meditar no que diz os seguintes textos: (Ap 3.19; Pv 3.12; Hb 12.6). Podemos entender o relacionamento entre Jesus e seus seguidores que viviam em obstinação, a estes ele revelou o seu amor através da correção “Eu repreendo e castigo a todo quanto amo”.

c) Disciplina significa imposição de limites, (Pv 25.28). Qualquer liberdade sem limites é prejudicial. É preciso estabelecer limites, e que estes sejam reconhecidos por todos.
d) A disciplina aplicada no momento certo tem resultados positivos. A correta e firme disciplina trarão sabedoria aos filhos, e consequentemente descanso aos pais (Pv 29.15-17), além de livrá-los da destruição (Pv 23.13-14).

O mau uso da disciplina
Pais, jamais usem a disciplina incorretamente, porque não terá grande proveito, e as consequências não serão boas, principalmente quando os pais não dão ordens aos filhos e não esclarecem as razões porque eles estão sendo corrigidos. Alguns pais, muitas vezes, são incoerentes e exagerados na correção, em alguns casos agredindo e espancando-os, estando sempre em discórdias, e muitas vezes aplicam a disciplina sem motivos. Porém, esse mau uso da disciplina poderá vir a tornar os filhos mais desrespeitosos e revoltados.

Educando os filhos para Deus
Uma boa educação e instrução no lar resultam no aperfeiçoamento do caráter dos filhos, e no relacionamento sadio da família. Isso traz muitos benefícios para a sociedade como um todo. Mas o nosso grande objetivo é levarmos a nossa família a Deus (Js 24.15). Por isso o alvo dos pais deve ser coerente com os alvos de Deus. Os pais que sentem essa responsabilidade agem assim, e dessa maneira ensinam seus filhos de acordo com a Palavra de Deus.

1. Levar os filhos à casa de Deus “Igreja” e apresentá-los ao SENHOR, seguindo o exemplo de Ana (I Sm 1.11). Aquela ação graciosa de querer ver o seu filho na presença de Deus foi confirmada por ele, e o que resultou? Resultou em torná-lo  num grande instrumento do Senhor que chegou a ser sacerdote e juiz do povo (I Sm 1.26-28). Da mesma maneira fizeram José e Maria (Lc 2.21-24), levando Jesus ao templo para ser apresentado, conforme a lei do SENHOR (Lv 12.6-8; 13.2).

2. Ensinar aos filhos a palavra de Deus, e para que esse ensino tenha resultado ele deve ser continuado, esse ensinamento deve ser iniciado dentro de casa ou no lar, nas refeições, caminhadas, viagens, ao deitar e levantar (Dt 6.6-7; 32.46). Falem de Deus para os seus filhos.

3. Testemunhar dos feitos de Deus para os filhos (Sl 78.4), falar daquilo que Deus tem realizado na família, essa é uma maneira de incentivá-los a crer e obedecer aos princípios cristãos. Ensiná-los a adorar, reverenciar e ofertar ao Senhor é dever dos pais, pois nada substitui a educação do lar.

            Os pais têm a obrigação de encaminhar os seus filhos para uma vida de sucesso, tanto secular, quanto espiritual, visando o seu desenvolvimento e crescimento em todas as áreas da vida. Portanto devemos ensinar os filhos de maneira que jamais eles esqueçam do que aprenderam (Pv 22.16). Despertemos nos nossos filhos o amor pela própria família e pelo próximo, façamos isso agora, porque amanhã pode ser tarde demais.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

TEMA: ESQUECIMENTO



ESBOÇO 462
TEMA: ESQUECIMENTO
“Bendize, ó minha alma ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.” Sl 103.2

As pessoas são tendenciosas a olvidar os favores de Deus, bem como dos nossos semelhantes. Não devemos esquecer-nos daqueles que nos beneficiaram nalgum ação. A ingratidão e o tempo são aliados do esquecimento, e podem levar-nos a sermos improlíficos. Os benefícios do Senhor não devem ser imémores (Sl 103.1). Os israelitas receberam inúmeros benefícios da parte de Deus, e esses eram passados de pais para filhos (Sl 78.3-8), os favores de Deus deveriam ficar na memória deles. Discorreremos sobre o esquecimento como fracasso, o trazer a memória, a falta de reconhecimento, e as misericórdias “indulgência”, compaixão, clemências e dó a um miserável.

Falta de reconhecimento
Geralmente não sabemos agradecer a Deus a sua benevolência para conosco. Com a falta desse reconhecimento muitas vezes julgamos que tudo quanto alcançamos tem sido através dos nossos méritos, basta apenas conseguirmos uma melhoria de vida para esbanjarmos esse orgulho; isso não é bom para o ser humano, porque a ausência da consideração afasta as pessoas generosas de nós. Os benefícios do Senhor e das pessoas devem ser valorizados. “Reconheça que você é um dependente de Deus e das pessoas que lhe cercam.” “Não sejam ingratos.” “É mais fácil quem recebe o beneficio esquecer, do que o que faz.”

O esquecimento e as consequências
Esquecer dos benefícios que alguém faz por nós, se constitui uma ingratidão, além de fazer com que as pessoas não tenham mais interesse em ajudar. Muitas bênçãos divinas o povo de Deus deixou de receber por ser ingrato. Atualmente muitos agem da mesma forma, nunca agradecem o que recebem, nem de Deus e nem dos homens. Na Bíblia há muitas pessoas que receberam e não agradeceram (Lc 17.11-19).


Reconhecimento
É um ato de consideração por algo que se recebe de alguém. É importante que tenhamos sempre em mente e no nosso coração os benefícios recebidos, sem que seja necessário que alguém nos lembre e nos faça meditar a respeito de tudo quanto temos recebido, principalmente de Deus. Asafe expõe o que ocorreu com Israel durante a peregrinação no deserto (Sl 78.12-29; 43-55), mediante tudo quanto haviam recebido não souberam honrar (Sl 78.30). As boas ações devem ser lembradas; Uma mulher, através de uma atitude nobre, ungiu os pés de Jesus; após aquela ação, Ele disse: O que esta mulher fez deve ser sempre lembrado, ou seja, fique na memória de todos (Mc 14.9).

A gratidão é o ato de reconhecimento de uma pessoa, por outra que lhe fez o bem. Um dos primeiros sinais de que estamos sendo ingratos a Deus, é quando não agradecemos (Rm 1:21). E um dos primeiros sinais da gratidão é expressar o louvor a Deus com um coração gracioso (Sl 92.1-2)

Atitudes que demonstram reconhecimento
Retribuir é a melhor maneira de demonstrar reconhecimento, existem muitas maneiras de retribuirmos aquilo que recebemos de algumas pessoas. A reciprocidade é uma ação de consenso e gratidão “O que eu darei ao Senhor por todos os benefícios que Ele me tem feito?” (Sl 116.12). Outro ato de reconhecimento foi o da mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus (Lc 7.37). Quantas vezes o povo de Deus se rebelou contra ele... porém, quando se arrependia, a ira do Senhor se retirava dele. Deus espera que os seus favores jamais sejam esquecidos. “O Senhor é bom e grande é a sua misericórdia”. As misericórdias de Deus nos envolvem como uma pele. Quantas vezes ela entra em ação nos favorecendo. “As misericórdias de Deus são a causa de não sermos consumidos” (Lm 3.22). Quantas vezes os nossos inimigos se levantam para nos destruir... mas a misericórdia do Senhor nos dá livramento.

Pr Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

sábado, 13 de outubro de 2012

A DÚVIDA E A FALTA DE CONFIANÇA


ESBOÇO 461
TEMA: A DÚVIDA E A FALTA DE CONFIANÇA
“...e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz,...” (Mc 11.23,24); “...não duvidando; porque o que duvida é semelhante a onda do mar, que é levada pelo vento...”(Tg 1.6)

A dúvida e a falta de confiança são impedimentos para o desenvolvimento humano. A incerteza leva o individuo a não tomar algumas decisões importantes, impreterivelmente somos responsáveis por essas decisões. A certeza ou a confiança em nós, sobretudo em Deus faz toda diferença. Discorreremos sobre a dúvida, a falta de confiança e esperança.

A dúvida
A dúvida e as decisões dizem muito a respeito do nosso desempenho ou fracasso tanto na vida secular quanto espiritual, por isso alguns cuidados devem ser tomados. Em determinados momentos somos advertidos para não sermos atropelados pelas dúvidas. É natural encontrarmos placas de advertências nas estradas “na dúvida não ultrapasse”. Há uma advertência mais austera nas linhas férreas “Pare, olhe e escute” tudo isso para que você não tenha dúvida, pois as indecisões podem causar-nos algumas desventuras. As nossas decisões devem ser tomadas seguramente na hora e momento certo. Os duvidosos permanentes não buscam os seus objetivos e não sabem o que querem.

A dúvida acontece por não conhecermos o nosso potencial, ela pode ocorrer em alguns momentos no individuo, porém não deve ser uma coisa permanente, mas, somente enquanto não definirmos o que realmente queremos. Ela não é tão danosa, ela faz a faculdade mental refletir e tomar iniciativa sobre aquilo que o individuo questiona, se vale ou não. Pois a incerteza e a falta de convicção fazem a pessoa focalizar os obstáculos ou as impossibilidades e não o alvo desejado.

Dúvida e a falta de confiança em Deus
Essas duas coisas não devem estar presentes no ser humano, principalmente sobre aqueles que crêem em Deus, pois a dúvida e a falta de confiança “fé” podem influenciar negativamente o nosso relacionamento com o criador. “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe” (Hb 11.6). Todo individuo deve conhecê-lo mais profundamente para que não haja dúvida e nem desconfiança a respeito do que ele faz. Nas escrituras há exemplos de pessoas que duvidaram e não tiveram fé em Deus, resultando em uma vida de fracasso.

A esperança e confiança
A esperança conforme a própria palavra ela está ligada ao futuro (Rm 8.24,25) ela não é um simples anseio por algo, mas uma numa certeza da alma, a esperança está vinculada a fé e não deve haver dúvidas (Rm 15.13; Hb 11.1). A esperança do cristão no Senhor é de tal de tal forma que não há confusão (Rm 5.5; Sl 22.4,5; Is 49.23), ela é uma âncora para o crente (Hb 6.19-20). São tidos por bem-aventurados aqueles cuja esperança é o Senhor ((Sl 146. 3,5; Jr 17.7).

A confiança, ela leva a pessoa acreditar em um desfecho feliz de algo que está em sua mente, quando olhamos determinadas coisas com desconfiança, é porque a dúvida está em ação. A confiança deve ser permanente no individuo, as escrituras enfatiza sobre essa confiança, sobretudo em Deus, essa confiança nEle deve ser sólida e bem segura nEle (Sl 33.21,22). “Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.” (Sl 125.1)

A firme confiança
A oração nos leva a entender melhor os propósitos de Deus, por isso depositamos toda a nossa confiança nele, mesmo que não aconteça o desfecho desejado na nossa mente (Hc 3.17,18), muitas vezes queremos usar uma confiança em Deus, de maneira que só ficarei satisfeito se ele fizer o que desejo. Habacuque desviou o seu foco nas coisas materiais mostrando que a sua confiança em Deus estava acima de tudo “...todavia, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação.” (Hb 3.18b).

Não servimos a Deus por ele ter algo a nos dá, mas pelo que ele é. Habacuque declarou está disposto a servir a Deus em todas as circunstancias, pois seriamos os mais miseráveis entre os homens se esperássemos somente nas coisas dessa vida, porém há nas escrituras algumas expressões que enfatizam fazermos uso da fé. Não devemos somente servir a Deus nos momentos confortáveis, quando tudo se movimenta em nosso favor, mas em todas as circunstancias.

            Devemos ser abastecido de conhecimentos para diminuirmos a nossas dúvidas, e, sobretudo a confiança em Deus, certos disso as nossas esperanças estarão firme na certeza que Deus fará a sua vontade em nós. Tiremos das nossas mentes todas as dúvidas e falta de confiança no divino, porque essas coisas não geram esperanças.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil