quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

VIGILÂNCIA E ORAÇÃO


ESBOÇO 480
TEMA: VIGILÂNCIA E ORAÇÃO
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade o espírito está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26.41.

Duas coisas são imprescindíveis para quem quer ter uma vida devotada a Deus. Elas foram exigidas por Jesus em um momento crucial da sua vida “agonia no jardim”, quando levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu para uma particularidade mais profunda. Deixou-os à parte e foi mais adiante orar e começou a entristecer-se. Como homem, a angústia e o pavor da morte tomaram conta do seu coração e disse-lhes: “A minha alma está cheia de tristeza até à morte; ficai aqui e vigiai comigo.” (Mt 26.37,38). Aquele seria o último momento que orariam juntos.

A fraqueza humana
Carregados de cansaço os discípulos dormem (Mt 26.43). Eles não perceberam que algo diferente estava prestes a acontecer. O mestre aparta-se dos demais discípulos, e segue para o Getsêmane apenas com Pedro e os dois filhos de Zebedeu (Mt 26.37), esse era um convite para oração. Há momentos que nem todos podem compartilhar conosco nas situações mais difíceis da vida; apenas com alguns, e, às vezes apontados a dedo. Foi o que Jesus fez. É através da oração que fortalecemos a nossa fé nos tornando capazes de superar as tentações. O espírito sempre está pronto, mas a nossa carne deve ser vencida para que ela se alinhe à vontade de Deus, afim de que seja mantida em sujeição (I Co 9.27; Cl 3.5; Rm 8.12,13). Enquanto eles dormiam Jesus estava sentindo a agonia da morte que tão próxima estava “Meu pai, se é possível, passa de mim este cálice”. Mesmo sabendo do que estava preste a acontecer, ele não abriu mão de fazer a vontade do pai “todavia não seja como eu quero, mas como tu queres” (Mt 26.39,42).

Despertados para orar
Assim como Jesus despertou seus discípulos para orarem, muitas vezes também somos acordados. Esse despertamento em muitas ocasiões vem do Espírito Santo, que nos impulsiona para orar, e quando obedecemos a sua voz, certamente resistimos às tentações, mesmo sentindo que elas são comparadas a uma cruz pesada para carregar por toda vida (Lc 9.23). Na oração o Espírito Santo nos auxilia “E da mesma maneira o Espírito nos ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.” (Rm 8.26). As nossas fraquezas, falhas, sejam elas mentais ou morais, ele nos ajuda a corrigir.

O poder da oração
A oração naquele momento não evitaria que Jesus fosse preso e morto, mas os discípulos a partir daquele instante teriam que ter capacidade para enfrentar não somente as tentações da própria carne, mas as dificuldades que eles haveriam de enfrentar, é o que acontece conosco, muitas vezes não deixamos de enfrentar as turbulências da vida só porque oramos, oramos para suportar as aflições que nos fazem gemer (Rm 8.22).

            A vigilância e oração devem ser constantes até o último momento, pois o inimigo das nossas almas tenta até o último minuto de vida, a resistência a ele deve ser estável. Jesus foi tentado até a última hora por Satanás. Vivemos uma batalha espiritual, carne e espírito, porém devemos levar em consideração o que disse o Apóstolo Pedro: “Sede sóbrios, vigiai, pois, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como um leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firme na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre vossos irmãos no mundo.” (I Pe 5.8,9).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O PEDIDO INTELIGENTE


ESBOÇO 479
TEMA: O PEDIDO INTELIGENTE
“Naquela mesma noite Deus apareceu a Salomão, e disse-lhe: Pede o que queres que eu te dê.” (2 Cr 1.7)

Na vida nos deparamos diante de muitas oportunidades de escolhas, umas mais avultadas e outras menos, entretanto muitas vezes não sabemos como aproveitá-las e nem as escolher. Temos nas escrituras exemplos magníficos sobre oportunidades e escolhas perdidas e aproveitadas. Todas elas são facultadas por Deus para que o homem decida o melhor para si. Falaremos nesse esboço sobre a sábia oração de Salomão, seu sábio pedido e como o Senhor lhe respondeu.

Reconhecimento
Salomão tinha ciência dos favores de Deus para com seu pai Davi e estava ciente que reinaria. Pediu também a confirmação ao Senhor daquilo que ele havia prometido a seu pai, e reconheceu que o seu reinado provinha de Deus (2 Cr 1.8,9). Ele sabia que os propósitos de Deus haviam se cumprido na vida de seu pai e consequentemente desejava que se cumprissem sobre ele.

O sábio pedido
A Bíblia mostra que os nossos pedidos a Deus não são feitos como convém pedir, ou seja, pedimos mal (Tg 4.3). Somente com o reconhecimento dos favores de Deus sobre nós é que somos capazes de entender que o Senhor é a fonte de todo bem. O pedido de Salomão foi determinante: “Dá-me, pois, agora, sabedoria e conhecimento,” (2 Cr 1.10). A sabedoria é imprescindível para qualquer pessoa que esteja na liderança de um povo, principalmente uma liderança espiritual. Salomão sabia que uma liderança, seja qual fosse, não deveria ser irresponsável. Sabedoria e conhecimento eram o ponto de partida para todo o seu desenvolvimento como rei.

Os bens mais valiosos
Muitas vezes valorizamos mais as coisas, e mediante a isso deixamos para trás valores mais expressivos. Mas Salomão demonstrou que havia algo mais importante do que as coisas. Para ele o importante era a condução do povo de Deus. Ele sabia que, sem o bom senso, cautela e juízo, era impossível conduzir a herança de Deus. E que para ele Julgar o povo de Deus corretamente não seria nada fácil. E ainda hoje é difícil para quem lidera o povo de Deus. Salomão sabia que o Senhor era a fonte de todo conhecimento. Devemos também seguir o seu exemplo de oração. O apóstolo Tiago nos ensina que; - “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que dá a todos liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.” (Tg 1.5).

Resposta de Deus à oração
As nossas orações são ouvidas e respondidas quando são feitas com sinceridade “Então Deus disse a Salomão: Porquanto houve isto no teu coração, e não pediste riquezas, bens, ou honra, nem a morte dos que te odeiam, nem tampouco pediste muitos dias de vida, mas pediste para ti sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te constituí rei, Sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, bens e honra, quais não teve nenhum rei antes de ti, e nem depois de ti haverá.” (2 Cr 1.12).Podemos `as vezes não ter a resposta na mesma dimensão que Salomão teve, porém, mesmo que as nossas orações não sejam respondidas na mesma proporção, devemos nos conformar com a vontade de Deus; ela é soberana e deve ser bem recebida, ele sabe o melhor para nós.

Força e toda opulência vêm do Senhor
No contexto entendemos que as forças e as riquezas de Salomão vieram de uma única fonte “do Senhor”, pois é dele que advêm todas as boas dádivas, ele é dono de tudo, prata, outro, poder e terras. (Jr 25.5). Riquezas e honras estão em suas mãos, é ele que elava e abate (Pv 8.18).

            Devemos compreender que a maneira de nos apresentarmos a Deus é importante, a oração de reconhecimento das nossas limitações move o coração de Deus (2 Cr 1.8,9). Atualmente muitos não oram mais com o coração quebrantado, mas se sentindo auto-suficiente como a oração do fariseu, outros, seus pedidos estão diretamente ligados aos bens materiais, mas a oração do publicano era diferente, era na base do pedido de misericórdia (Lc 18.9-14). Lembremo-nos que Deus abate os soberbos, mas dá graça aos humildes (I Pe 5.5), peça a Deus as suas boas dádivas com sabedoria.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma -PE

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O QUERER E O EFETUAR



ESBOÇO 478
TEMA: O QUERER E O EFETUAR
"Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade." Fp 2.13.

Deus é a base e fundamento de todas as coisas. Nele tudo começa e termina, tanto no desenvolvimento da salvação, quanto no sentido da vida. No contexto, Paulo fala sobre a divisão que estava acontecendo na igreja de Filipos, quando ele referiu-se a salvação que tem o significado de “saúde espiritual da igreja”, o mais importante para um crescimento saudável. Ele faz as seguiste colocações: O amor fraternal e a humildade, seguir o exemplo de Cristo na humilhação, o desenvolvimento da salvação e a soberana vontade de Deus.
O amor fraternal e a humildade
Paulo completaria a sua alegria se os crentes fossem mais completos; ele sabia que na igreja havia a consolação de amor, comunhão do Espírito, entranháveis afetos e misericórdia (Fp 2.1). Mas para o seu júbilo algo mais deveria acontecer entre eles: (1) Penseis a mesma coisa; (2) Tenhais o mesmo amor; (3) Sejais unidos de alma; (4) Tendo o mesmo sentimento (Fp 2.2). Essas coisas não eram impraticáveis, portanto, todos podiam tê-las em comum.

Exemplo de Cristo no aviltamento
Paulo exortava os crentes de Filipos para que eles tivessem o mesmo sentimento que houve em Jesus Cristo, em quem não houve nenhum orgulho e usurpação; embora subsistindo em forma de Deus não julgou ser igual a Deus, pelo contrário, se esvaziou tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens. Na sua humilhação foi obediente até a morte, em uma morte horrenda na cruz, perante isso Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que está acima de todos os nomes (Fp 2.7-11).

O desenvolvimento da salvação
A obediência daqueles crentes devia ser constante, e não somente na sua presença, mas também desenvolverem a salvação com temor e tremor. Para Paulo a saúde espiritual era imprescindível, e a igreja só a teria se levasse a sério esses princípios (Fp 2.1), como: a sã doutrina, a prática do amor ao próximo, santidade, entre outros. Paulo demonstrou conhecimento do que estava falando. Por haver vivido essa experiência na prática, compreendia também que nenhuma capacidade havia nele, se não fosse dada por Deus.

  “Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, o qual também nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.” (2 Co 3.5-6)
A soberana vontade de Deus
Deus é soberano em realizar a sua vontade "Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade"(Fp 2.13). Mas é preciso que estejamos dispostos a retirar de nós tudo aquilo que nos impede de fazer a sua vontade, buscando uma vida de santificação e comunhão com Cristo. Tanto a nossa vontade, quanto aquilo que realizamos só serão aprazíveis quando nos submetermos àquele que em nós habita “o Espírito Santo”; é ele quem nos molda no dia a dia dos nossos desejos e atitudes.

            Não basta que os nossos desejos e vontades predominem, mas é preciso que deixemos que a vontade do Senhor prevaleça sobre nós em todos os sentidos da vida. “Venha a nós o teu reino e seja feita a tua vontade”. Para isso devemos estar dispostos a entregar tudo nas mãos dele. Atualmente muitos não queremos mais esperar nas provisões de Deus, somos imediatistas, como se tudo fosse um aperto de botão. No entanto não é assim, temos vários exemplos na Bíblia que comprovam isso. Sigamos o que disse Davi: “ESPEREI com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.” (Sl 40.1).
Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

VALORIZANDO A HERANÇA PARA PRESERVAR OS GANHOS



ESBOÇO 477
TEMA: VALORIZANDO A HERANÇA PARA PRESERVAR OS GANHOS
“Porém Nabote disse a Acabe: Guarde-me o SENHOR de que eu te dê a herança dos meus pais.” I Rs 21.3

Os bens que conquistamos na vida devem ser conservados: herança, propriedade, etc. Quando valorizamos, sempre procuramos preservá-los. Tomemos como exemplo Nabote, possuidor de uma vinha deixada como herança pelos pais. Exporemos que no sentido espiritual acontece o mesmo, há duas prioridades para os valores que possuímos: guardar e preservar.

A invídia
A cobiça pode levar pessoas a desejarem os bens alheios, esse desejo ardente de possuir aquilo que não é seu, muitas vezes termina em alguns dramas. Isso sempre foi muito comum no passado, e na atualidade não é diferente. A ambição de Acabe pela vinha de Nabote resultou  em desgraça. O homem que valoriza o que tem, luta para mantê-los. A herança de Nabote era inegociável (I Rs 21.3); em contrapartida há outros que não valorizam, ou seja, não dão muita importância ao que têm, e quando perdem não buscam recuperá-los (Gn 28.25-34). Existem bens estimáveis e ainda mais respeitáveis e inegociáveis. Podemos perder os bens materiais, porém os atributos morais e espirituais jamais (I Sm 12.1-5). Este é o maior patrimônio que o ser humano possui.

Sentimento de perda
Ninguém deseja perder algo de valor na vida, pois o sentimento de perda deixa o indivíduo totalmente abatido e frustrado, isso pode deixar sequelas à vida inteira. Muitas vezes a pessoa se sente impotente e indisposta para reiniciar a luta por novas conquistas, é um trauma que pode desencadear outros acontecimentos, dependendo de como o indivíduo encara as circunstâncias.

O que fazer quando perdemos algo importante?
A perda de algo importante desperta em nós o desejo de valorizarmos ainda mais o que temos, mesmo sabendo que, se perdermos algo de valor agora poderemos reaver posteriormente, quem sabe, até mais admiráveis, mas é preciso observar algumas questões:
(1) Manter o controle sobre o sentimento de perda, pois uma maneira de reaver, precipitada, poderá aumentar ainda mais a sua dor;

(2) Não permitir que a tristeza, a indisposição e o conformismo tomem conta de você, pois eles lhe manterão com um profundo sentimento de derrota;

(3) Acreditar no seu potencial. Nem todo perdedor é definitivamente um derrotado. Persistir na busca dos valores perdidos é imprescindível (Lc 15.8,9);

(4) Depositar a sua confiança, sobretudo, em Deus. Ele, na sua multiforme maneira pode realizar em nós aquilo que lhe apraz e recuperar tudo aquilo que nós perdemos (Jó 42.10-12).

Resultado da busca
Todos os esforços que praticamos para reencontrar os valores perdidos não são vãos, basta meditar na maneira de como a dracma perdida foi encontrada: a mulher foi estrategista, acendeu a candeia e varreu a casa diligentemente até encontrá-la; depois de encontrá-la fez questão de mostrar aos seus vizinhos a moeda achada (Lc 15.8,9).

Os valores que possuímos, por mais desejados que sejam por alguém, não podem ser arrancados de nós. A vinha de Nabote era uma herança intransferível. Para ele não era o valor monetário, mas o valor sentimental. Os invejosos tentam arrancar de nós aquilo que temos de mais precioso, e nada pior do que o sentimento de perda; mesmo assim, se você vier a perder algo de grande importância não se desespere, tente reavê-lo. Faça como a mulher que foi em busca da dracma, reacenda o seu candelabro, use a estratégia, mas faça isso também no sentido espiritual. Repare alguns valores deixados para trás, e, com certeza você terá a alegria de tê-lo de volta, porque Deus é poderoso para lhe conservar em vida e restaurar-lhe a alegria.


Pr. Elis Clementino - Itapissuma


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O ESPÍRITO SANTO, GRANDE MESTRE



ESBOÇO 476
TEMA: O ESPÍRITO SANTO, GRANDE MESTRE
“Mas aquele consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.” João 14.26

É uma doutrina fundamental para o cristão pentecostal. Por isso ele deve ter uma visão ampla dos atributos pessoais do Espírito Santo de Deus na Igreja, e mostrar que o Consolador tem um papel fundamental no desenvolvimento cristão. O Espírito Santo é uma pessoa que auxilia o crente, ele é o paracleto divino, “pessoa que está do lado para ensinar”, ele sabe de todas as coisas e, até, as profundezas de Deus, e o seu papel na igreja é de fundamental importância. Veremos a seguir a sua natureza, personalidade, características pessoais, atividades e tratamento pessoal atribuído a Ele.

Sua Natureza
O Espírito Santo não é uma influência positiva ou de um poder impessoal simplesmente, é realmente uma Pessoa, é divino, possui existência real e características.

A sua personalidade
Os atributos de uma pessoa são pela Bíblia atribuídos ao Espírito Santo. Vejam os pronomes pessoais do caso reto (Ele) e os pronomes demonstrativos (Aquele) são aplicados ao Espírito Santo (Jo 15. 26, 16. 7,8,13,14).

Características Pessoais Atribuídas ao Espírito Santo
(1) Inteligência (I Co 2. 10,11; Rm 8;27);
(2) Vontade (I Co 12.11);
(3) Sentimentos; Amor (Rm 15;30);
(4) Tristeza (Ef 4;30);
(5) Bondade (Ne 9;20).

Atividades Pessoais Atribuídas ao Espírito Santo.
(1) Ensinar (Jo 14.26);
(2) Lembrar (Jo 14.26)
(3) Perscrutar (indagar) – (I Co 2.10);
(4) Falar (Ap 2.11; Gl 4.6; At 13.2);
(5) Testificar  (Rm 8.16; Jo 15.26);
(6) Interceder (Rm 8.26);
(7) Guiar ou conduzir (Rm 8.14; Jo 16.13; At 16.6,7)
(8) Chamar ou comissionar (At 13.2, 20. 28).

O Tratamento Pessoal para com o Espírito Santo
1. Rebelar-se contra o Espírito Santo (Is 63.10)
2. Entristecê-lo (Ef 4.30)
3. Mentir           (At 5.3)
4. Blasfemar     (Mt 12.31,32)
5. Resistir         (At 7.51)
 
            Essa é uma doutrina que instrui o crente, capacitando-o com subsídios bíblicos que confirmam a sua deidade e qualificam o cristão no conhecimento teológico acerca do Espírito Santo, bem como capacitá-lo apologeticamente para justificar e defender a fé, que nesse caso é o Espírito Santo. Nas próximas oportunidades daremos continuidade ao o tema.
Pr. Elis Clementino – Itapuissuma - PE