quinta-feira, 12 de setembro de 2013



ESBOÇO 508
TEMA: ATRAINDO, LEVANDO PARA O DESERTO E FALANDO AO CORAÇÃO
“Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração. E lhe darei as suas vinhas dali e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias da sua mocidade e como no dia em que subiu a terra do Egito” (Os 2.14,15).

            Deus tem maneiras especiais para tratar com o seu povo, não importa as circunstâncias; formas e lugar, quando nos distanciamos dele a sua primeira atitude é chamar a si. Adão quando pecou Deus o chamou, essa foi a primeira vez que ele chamou a atenção do homem para cobrar algo que estava ocorrendo fora da normalidade em sua vida (Gn 3.9,10), Adão temeu porque sabia que havia feito algo errado. Nos dias de Oséias, Israel havia se prostituído com deuses, a ponto de serem ingratos em relação ao que havia recebido do Senhor (Os 2.8). A justiça de Deus entra em ação quando deixamos de reconhecer aquilo que Ele tanto fez por nós. Oséias foi o instrumento de Deus para revelar a real situação do povo (Os 8.7,8,11). Essa infidelidade trouxe duras consequências sobre eles. Entretanto seria a forma usada por Deus para corrigi-los. Há três expressões usadas por Deus para resolver a situação do povo, atrair, levar e falar. Tomaremos como ponto de partida esses verbos, para mostrar a maneira como Deus trata com o seu povo.

Atrairei
Essa expressão atrair significa trazer de volta ou chamar a atenção, é uma forma de Deus nos aproximar dele (Os 5.14,15) às vezes somente na dor conseguiremos chegar perto de Deus, ou seja, situações extremas de fraqueza humana se convertem em oportunidade para Deus operar (Mc 9.17,18; Jo 6.9; At 27.20; 12.6; Mc 5.25,26; 6.48). O vale de Acor (ou vale da desgraça) era o local onde Acã havia pecado por ter guardado despojos proibidos da terra (Js 7.26). Deus usa até experiências negativas para criar oportunidades de nos fazer retornar a ele.

Levarei para o deserto
Esse termo levar significa conduzir ou encaminhar de um lugar para outro. Deus em muitas ocasiões interfere no trajeto das nossas vidas com a finalidade de exigir algo de nós.

As faces do deserto
Deserto, lugar ermo e solitário ou um mundo de dificuldade, lugar seco e devastado, onde falta água para beber e o alimento é escasso.  O deserto tem muitas faces, principalmente o angustiante da vida que muitas vezes atravessamos, nele pode chover dia e noite; as árvores podem florescer; muitas pessoas podem está ao nosso redor, entretanto o ermo continua. O isolamento e descontentamento fazem parte de quem está no deserto.

Às vezes somos levados aos desertos da vida, onde experimentamos muitos sofrimentos, tristezas e desprezo, entre outros, a solidão só nos falta consumir, e finalmente não queremos entender que estamos sendo moldado como vaso na mão do oleiro (Jr 18.1-6; Rm 9.21).

Falarei ao coração
No deserto temos a impressão que Deus nos abandonou, pois é nesse lugar, que Deus tem algo a nos falar (Os 2.14) com a sua voz mansa e suave ele diz o que necessitamos ouvir (I Rs 19.9-11a). No deserto estamos a sós com Deus, ele nos exortar, consola, protege, e nos transforma em um vaso novo (Jr 18.6).

A vontade de Deus
Nem sempre o Senhor opera em nós da forma que desejamos, também não podemos interferir na maneira dEle agir e muito menos contender (Rm 9.18-21). Deus opera como ele quer e ninguém deverá interpelar sobre o que ele faz. Somente ele sabe o que é melhor para nós, porque nem tudo o que é bom para nós é para Deus. Se você está sofrendo não se desespere, “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Isa 64.4; I Co 2.9). Aceite a vontade de Deus, porque a dEle é a melhor.

Devemos estar dispostos a aceitar a vontade de Deus, independentemente do que venha acontecer, pois saiba que Ele se responsabilizará por nós, desde que estivermos no centro da sua vontade. “A providência de Deus sempre alcançará o justo em todas as circunstâncias”. Manual prático de teologia /Eduardo Joiner, 2004 p. 197

Pr. Elis Clementino - Paulista -PE

TRES COISAS QUE NÃO SABEMOS



ESBOÇO 507
TEMA: TRES COISAS QUE NÃO SABEMOS
 “Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas” (Ec 11:5)

Neste versículo são aludidas três coisas que Salomão fez questão de afirmar não sabermos, o caminho do vento, como se formam os ossos no ventre da que está grávida e as obras de Deus, que faz todas as coisas. Estaremos versando sobre a terceira parte deste versículo, que é o trabalhar de Deus em nossas vidas.

A LIMITAÇÃO HUMANA
A brevidade da vida nos limita a ter maior conhecimento sobre Deus (Jó 8.9; Sl 73.22), como também a respeito do nosso futuro (Ec 8.7), da mesma maneira os imprevistos males futuros (Ec 9.12), e sobre o mistério da vida (Ec 11.5) e os mistérios que envolvem a nossa espiritualidade ((Jo 3.8). Por mais que o homem se esforce não conseguirá entender o trabalhar de Deus (Ec 8.17) e tão pouco enumerar (Sl 40.5).

O TRABALHAR DE DEUS
Deus opera em nós tanto o querer como o efetuar (Fp 2.13), no entanto devemos conhecer nas escrituras sobre alguns personagens conhecidos como heróis da fé, Abraão, José, Moises e muitos Profetas e Reis que deixaram legados que marcaram a histórias da humanidade (Hb 11.). Abrão foi tirado da sua terra do meio da sua parentela para que todas as nações fossem beneficiadas pelo seu exemplo de fé; José desde menino recebia revelação divina sobre a sua exaltação; Moises foi protegido por Deus desde criança quando foi lançado no Rio Nilo e sendo constituiu por Deus um instrumento para a libertar os israelitas da escravidão, falando-lhe do meio de uma sarça. Todos eles passaram por momentos que aos seus olhos pareciam não superar, mas de Deus.

PARA VER O AGIR DE DEUS É PRECISO:
(1) Um viver diário do exercício da fé (Hb 11.1,6; (2 Co 5.7); Mt 8.5-13); (2) Depender inteiramente do Senhor (Sl 16.1; 18.2; 71.1; I Pe 2.6); (3) Crer que não está só (Sl 37.28; Sl 23, Mt 28.20); (4) Crer que Ele trabalha ininterruptamente por você (Is 40.28); (5) Orar para receber revelações divinas (Jr 33.3); (6) Ter a certeza que Deus está agindo, mesmo que não entenda os caminhos dele, e nem os seus pensamentos (Is 55.8,9); (7) Não desanimar, mas receber o encorajamento divino (Is 7.4; 2 Co 4.8).

O AGIR DE DEUS
Houve momentos que o agir de Deus entrou em ação para prover sustendo e dar livramento a seu povo. O senhor fez as águas do Mara se tornaram doces (Ex 15.23-25); Deus alimentou no deserto o seu povo com o maná (Ex 16.35); Fez sair água da rocha (Ex 17.6); Moises venceu os Amalequitas com as mãos levantadas (Ex 17.11-13); O Profeta Elias após a perseguição de Acabe foi sustentado pelos corvos (1 Rs 17.6); Elias na caverna ouviu um som suave lhe tranquilizando, era a voz de Deus (I Rs 19.12,13). Muitas vezes não temos a dimensão do agir de Deus porque não afinamos a nossa visão na providência divina, como Geazi que não tinha essa visão (2 Rs 6.15-17).

Amados, Deus não está obrigado a fazer tudo o que queremos, é muito natural vermos os deterministas querendo forçar a Deus realizar as suas vontades, no entanto essa tratativa é muito comum em nossos dias “coloque Deus na parede” essa não é a maneira correta, Deus age quando nos humilhamos (1 Pe 5.6). Deus não é secretário particular, nem empregado de quem quer que seja. Deus é insondável e soberano em seus propósitos, grande em poder, inalcançável em sua soberania, somos limitados, sobretudo diante da magnitude dele a quem servimos, ele está a contemplar os enfraquecidos e contritos (Is 57:15), se não entendemos agora o trabalhar de Deus, fiquemos tranquilos certamente entenderemos depois.

“Desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que trabalhe para aquele que nele esperam” (Is 64:4).

Pastor Elis Clementino

sábado, 24 de agosto de 2013

A PALAVRA DE DEUS


ESBOÇO 506
TEMA: A PALAVRA DE DEUS
“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho” Salmo 119.105.

A palavra de Deus é o único manual para o ser humano, pois, através dela encontraremos o caminho da felicidade e da vida, e é divinamente inspirada por Deus para todo o bem (2 Tm 3:16; 2 Pe 1:20,21; Rm 15:4: Rm. 15:4). Discorreremos de forma simples sobre a palavra de Deus, sua autenticidade e inspiração.

A Bíblia Sagrada é um livro reconhecido em todo mundo como a palavra de Deus. Ela é um livro diferente dos demais porque trata da existência das coisas, da história e do estado espiritual da humanidade. Nela encontramos relatos importantes e muitos atos do criador; e o que comprova ser ela a palavra de Deus é por ser viva e eficaz (Hb. 4.12). Também pela forma que fora escrita: por cerca de quarenta homens de regiões e culturas diferentes. O mais impressionante é que parece que havia diálogos entre os seus escritores, devido à harmonia como fora escrita, desde o primeiro livro até o último. A palavra de Deus estabelece princípios e padrões para toda humanidade de qualquer raça e classe social; ela não é um manual de consulta, mas um livro de meditação (Js. 1.8; Sl. 1.2)

A palavra de Deus é uma só nos seus originais: no hebraico, grego e aramaico, e depois traduzida para outras línguas chegando até nós. Sobre a sua inspiração, ainda é questionada por muitos estudiosos, simplesmente por ela ser escrita por homens comuns e sujeitos a falhas. E, nessa visão, entendem que ela não poderia ter inspiração divina; mas, na realidade, ninguém poderia ter escrito suas mensagens de forma tão harmoniosa desde o primeiro até o último livro (2 Pe 1:20,21), se não fosse sob orientação divina. Basta ler alguns textos que comprovam a existência dessa concordância (Gn 3:15; Nr 24:17; Is 7: 14; Mq 5:3; Mt 1:23; Lc. 1:35; Rm 16:20; Gl 4:4). Alguns escritores relataram fatos sobre o Messias há mais de 1500 a.C; narram também o começo e o fim da história da humanidade, essas mensagens eram sempre acompanhadas com declarações: “Assim diz o Senhor” (Ez. 32.1; Jr.2.5) “Veio a mim a palavra do Senhor”, entre outras, ao ouvi-las os israelitas a tinham como a voz de Deus “Palavra de Deus”.

A palavra Bíblia foi aplicada às escrituras por volta do ano 400, por Crisóstomo.  Ela contém toda a vontade de Deus para a humanidade (Is 55:10,11). E o Senhor vela pela sua palavra para cumpri-la em quaisquer circunstâncias (Jr. 1:12), além de não poder mentir, pois aquilo que ele fala se cumpre (Nr 23:19). Sua palavra tem ação e vida em si (Hb 4:12), a única que permanece (Mt 24:35). A palavra de Deus ou a Bíblia é também conhecida como o livro por excelência e as escrituras (Jo 5:39; At. 17:11; 2 Tm 3:16), ela é alimento espiritual (Mt. 4.4 ). Nenhum outro livro é capaz de alimentar o imaterial do ser humano com tanta perfeição, ela é o pão que sacia a fome, a água que dessedenta o peregrino (Sl. 119,19 ). Ela é personificada em Cristo (Jo. 1,1-3 ). Podemos descrever alguns aspectos da palavra de Deus como:

(1) Lei do Senhor (Sl 119.1,18; (2) Um código dos seus preceitos (v.4,15); (3) Uma relação de estatutos divinos (vv.5,33); (4) Um conselheiro indispensável para o homem (v.24); Uma fortaleza (v.28); (5) O caminho da salvação (v.41); (6) Um refúgio seguro (V. 42; (7) A palavra da verdade (vv. 43,142,151); (8) Fonte de esperança (vv. 49,81,114); (9) Fonte de consolação (v.52); (10) Fonte de prazer (vv 70,92); (11) Melhor do que as riquezas (v.72); (12) Mais doce que o mel (v.103); (13) Fonte de sabedoria e de conhecimento (vv. 98,99,104,130) (14) Lâmpada para os pés (v.105); (15) Luz para o meu caminho (v.105). A palavra de Deus será tudo isso e muito mais se obedecida.  Duas coisas são imprescindíveis para todo homem: Temer a Deus e guardar os seus mandamentos, dela emanam todas as promessas para o povo de Deus (Dt. 28).


Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

OS DONS ESPIRITUAIS



ESBOÇO 505
TEMA: OS DONS ESPIRITUAIS
“Porque a um é dada, pelo Espírito, a palavra de sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra de conhecimento...” (I Co 12. 8-11).

É fundamental que os cristãos pentecostais conheçam a doutrina dos dons; a falta desse conhecimento pode trazer problemas à igreja local. Por isso o Apóstolo Paulo escreveu à igreja de Corinto para mostrar-lhe as verdades sobre e como são distribuídos os dons do Espírito Santo na igreja (I Co 12.12).

I. Paulo lembra aos crentes de Corinto a sua situação espiritual, antes e depois que se converteram a Cristo; eram pagãos desviados da verdade servindo aos ídolos, mas agora depois de terem feito uma confissão básica “Jesus é Senhor”, precisavam compreender melhor essa realidade sobre o imaterial. Paulo deixou bem claro que ninguém pode dizer que Cristo é maldito se estiver falando pelo Espírito de Deus, e que ninguém pode dizer que Jesus é Senhor que não seja pelo Espírito Santo (I Co 12.1-3).

II. Paulo fez uma exposição clara sobre os vários tipos de dons, afirmando que eles emanavam de uma mesma fonte, “o Espírito Santo”. Ele é quem distribui esses dons como quer, entretanto, os coríntios deveriam conhecer também que existem maneiras diferentes de servir, mas que o Senhor é o mesmo, ou seja, que vêm da mesma fonte (I Co 12.4,5). Ele também falou sobre a existência de habilidades diferentes em relação ao trabalho, mas que o Deus era o mesmo e que dava a cada um a habilidade para realizá-lo (I Co 12.6).

III. Para quê e como são distribuídos os dons espirituais? Os dons espirituais são um ornamento para a Igreja, o corpo de Cristo, com a finalidade de dar prova da presença do Espírito Santo nela, esses dons são distribuídos entre os crentes em Cristo, de forma diferente (I Co 12.7).

(1) A uns o Espírito Santo dá a mensagem da sabedoria; (2) A outros, o mesmo Espírito dá a mensagem do conhecimento; (3) Outros recebem, pelo mesmo, Espírito o dom da fé; (4) A outro, o poder de curar; (5) Outro recebe o dom de operar milagres; (6) Outro recebe o dom de anunciar a mensagem de Deus; (7) Outro recebe o dom de discernir os espíritos, ou seja, se eles são de Deus ou não; (8) Para outro é dado o dom de línguas estranhas; (9) A outro, a interpretação dessas línguas (I Co12.8-10). Mas, esses dons vêm de um só Espírito e são distribuídos conforme a sua vontade, eles não são motivos de exibição pessoal ou promoção espiritual, mas são para edificação da igreja. Há dois tipos de dons que são mais conhecidos e mais usados na igreja, são eles: Os dons de línguas estranhas e o de profecias, embora muitos cristãos não saibam usá-los, além de ignorar os de sabedoria e de conhecimento quando são manifestos na igreja através daquele que está ministrando a palavra. Observem que eles focam mais os dons de línguas e o de profecias (I Co 14.18,19).

Qual a função de falar em línguas estranhas, segundo as escrituras? Mostrar que o crente é portador da promessa (Is 44.3; Jl 2.28,29; Mc 16.17; Lc 24.49; Mc 16.17; At 1.5-8); que é um sinal do revestimento de poder (At 2.3,4); que o falar em línguas serve para orar, falar com Deus e não com os homens (I Co 14,15; Rm 8.26; Ef 6.18; Jd 20) e para edificação própria.

O Apóstolo Paulo apresenta a maneira correta e como os cristãos deveriam fazer uso desses dons, pois a igreja de Corinto necessitava de um esclarecimento a respeito. Para Paulo todos os dons eram importantes, mas os de línguas estranhas e o de profecia ele os destacou (I Co 14.4,5), e disse que eles deveriam usar com muita cautela, porque o dom de línguas edifica o próprio crente e o de profecias edifica a Igreja (I Co 14.5,12). A igreja de Corinto estava abusando desse dom, Paulo estabeleceu sérias restrições para o seu uso (I Co 14.26-28).

O falar em línguas estranhas não é o modo de indicar santidade ou que tenha intimidade com Deus, mas mostrar que Deus é fiel para cumprir suas promessas ao seu povo; esse Dom não é dado como garantia da salvação (Mt 7.21-23). Existem três categorias de dons na vida do cristão: (1) habilidades naturais são aquelas que mostram a formação do seu QI: facilidade de falar (Ex 4.10-14; At 18.24,25); (2) habilidades adquiridas como aprender uma profissão, um idioma etc. (3) Dons espirituais, esses não se adquirem e não se aprendem (At 2.4; I Co 12.11). Nenhum cristão pode afirmar que não possui pelo menos um dom espiritual, Pedro afirma que todos têm pelo menos um dom (I Pe 4.10), isto mostra que para o corpo ser perfeito precisa de todos seus membros, como a igreja para ser edificada precisa de todos os dons, todavia, forma uma unidade. O  dom que eu não tenho, dele eu  preciso através do meu irmão que o possui, por exemplo: A mão não pode dizer que não depende do  pé... (I Co 12.15-18). Com ele mostra que há unidade entre os dons.

            Devemos levar em consideração os dons espirituais, bem como o seu valor, e procurar usá-lo com entendimento. Os demais dons são importantes e devem ser desejados, buscados e usados cuidadosamente, tendo sempre em mente que eles não são propriedades de ninguém para que o homem não se ufane, mas da igreja de Cristo. “Procurai com zelo os melhores dons, e eu vos ensinarei um caminho mais excelente (I Co 12.31).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE