quarta-feira, 25 de setembro de 2013

MENTIRA E VERDADE




ESBOÇO 509
TEMA: MENTIRA E VERDADE
“Porque nenhuma mentira vem da verdade” (I Jo 2.21)

            A mentira tem sido um artifício usado por muitas pessoas com a finalidade de fazer valer uma inverdade, também é usada para que o indivíduo se livre de uma situação que por ventura venha comprometer-lhe, e fazer com que outras pessoas percam as suas prerrogativas mediante uma incriminação mentirosa. A mentira é um vicio que muitas vezes é incontrolável. Infelizmente ela tem tido espaço na vida de muitos e até naqueles que se dizem cristãos. Essa é uma prática que não combina com aqueles que temem a Deus, deixar de mentir é um dos efeitos da conversão ao cristianismo (Ef 4.25), e um dos atributos de Deus é a verdade moral (Dt 32.4; Sl 31.5), mas existe também a verdade antológica, ela se origina no conceito de que o individuo inteiramente digno de confiança é verdadeiro, porque ele não vive uma ficção, e nem procura enganar o próximo. Quanto à verdade nada podemos contra ela, senão em favor dela (2 Co 13.8).

 O que é a mentira?
É uma manifestação que contrasta a verdade, cuja essência é o engano. A lei do Senhor proíbe a atitude de mentir “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Ex 20.16). “Mentir é fazer declarações propositalmente falsas, meias verdades que envolvem falsas impressões”. Há criatura que começa a mentir desde criança, e se não houver correção pode causar-lhe muitos males no futuro “Um abismo chama outro abismo” (Sl 42.7a).

A Bíblia condena a prática da mentira, o engano e o falso juramento (Lv 19.11,12; Mt 5.33-37); Deus aborrece  a mentira (Pv 6.16-19; 12.22); ela corrompem o homem (Mt 15.18-20; Mc 7.21-23); A mentira tem relação filial entre o homem e Satanás (Jo 8.43-47); A mentira e o engano faz parte da degradação do homem (Rm 1.28-32; Sl 58.3; 62.4; Pv 26.24-28; Jr 9.3-6); Todos devem rejeitar qualquer tipo de mentiras (Ef 4.22-25; Cl 3.9; I Pe 2.1); O engano leva a infelicidade porque pesos e medidas falsas são abominação ao Senhor (Pv 20.10); Deus condena a hipocrisia (Mt 6.2, 16-18; 22.18; 23.27,28; Rm 12.9; I Tm 1.5,6; Tt 1.16; Tg 3.14; I Pe 1.22; 2.1,2); Não adianta a religiosidade “Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã” (Tg 1.26). “e não deis lugar ao diabo” (Ef 4.27); Os mentirosos são estrategistas, planeja primeiro para depois executar, é uma ação diabólica.

Pessoas que faltaram com a verdade
Abrão usou a meia verdade diante de abimeleque em dizer que Sara era sua irmã (Gn 20.2,12); Josué foi enganado pelos gibionitas (Js 9.4); Saul se disfarçou para consultar a feiticeira (I Sm 28.8); A mulher de Jeroboão se dissimulou diante do profeta Aias (I Rs 14.6); O espírito de mentira sobre os profetas de Acabe (I Rs 22,22; I Cr 18.21); Geasi recebeu prata de Naamã (2 Rs 5.22-27); Ananias e Safira mentiram contra Deus (At 5.3).

Frutos da mentira
A mentira tem pai, Jesus falou que o diabo é o pai da mentira (Jo 8.44; 2 Ts 2.11), seus filhos professam a mesma prática, ocasionado muitas desgraças no mundo, muitos pseudo-s cristãos seguem essa prática com a finalidade de tirar proveito pessoal, por isso eles infamam, caluniam, detratam e criam situações. O mentiroso tem um coração cheio de falsidade e não tem compaixão, pois a mentira está arraigada dentro de si, às vezes o individuo é devoto, mas se esconde por trás de um púlpito de uma igreja, travestido de uma espiritualidade falsa e mentem sem qualquer compromisso com a verdade.  Os mentirosos estão em todos os lugares, na missiva do Senhor a igreja de Filadélfia, o anjo mostrou que naquela congregação havia pessoas que fingiam e mentiam (Ap 3.9), os mentirosos são como teia de aranha, estão em todos os lugares, até nos palácios dos reis, eles  fazem vitimas e levam as pessoas a serem injustiçadas. Os indivíduos que usam o artifício de mentir sentem prazer, além disso, uma sensação de triunfo e glória quando causa dano a alguém, geralmente eles não sabem que com a medida com que medirem serão medidos (Mt 7.2; Mc 4.24; Lc 6.38) “pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisso não há acepção de pessoas”. (Mt 12.36,27; Cl 3.25), “é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz” (Tg 3.18).

O povo de Deus deve aborrecer toda mentira e falsidade, essa deve ser uma das características dos que guardam os mandamentos do Senhor. A verdade fica bem em todo lugar, ela é proveniente de Deus, e deve se destacar principalmente entre aqueles que amam os seus preceitos. Se dissermos que somos cristãos e não guardamos os seus ensinamentos somos mentirosos (I Jo 2.4). Existem pessoas que embora sofra em proferir a verdade, mas ela prevalecerá (2 Co 13.8), A recomendação Bíblica é deixar a mentira e falar a verdade cada um ao seu próximo (Zc 8.16; Ef 4.25). O fruto da luz consiste em justiça e verdade (Ef 5.9), Paulo enfatizou que os cristãos buscassem o que é verdadeiro (Fp 4.8), devemos seguir o exemplo de Cristo, nele não houve engano na sua boca (Is 53.9; I Pe 2.21,22), ele veio ao mundo para testemunhar da verdade (Jo 18.37), estamos nele (no verdadeiro) (I Jo 5.20), assim a nossa palavra deve ser sim, sim, e não, não (Mt 5.37), porquanto ficarão de fora do reino de Deus os que amam e pratica a mentira (Ap 21.27; 22.15).

Pr. Elis Clementino-Paulista/PE

quinta-feira, 12 de setembro de 2013



ESBOÇO 508
TEMA: ATRAINDO, LEVANDO PARA O DESERTO E FALANDO AO CORAÇÃO
“Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração. E lhe darei as suas vinhas dali e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias da sua mocidade e como no dia em que subiu a terra do Egito” (Os 2.14,15).

            Deus tem maneiras especiais para tratar com o seu povo, não importa as circunstâncias; formas e lugar, quando nos distanciamos dele a sua primeira atitude é chamar a si. Adão quando pecou Deus o chamou, essa foi a primeira vez que ele chamou a atenção do homem para cobrar algo que estava ocorrendo fora da normalidade em sua vida (Gn 3.9,10), Adão temeu porque sabia que havia feito algo errado. Nos dias de Oséias, Israel havia se prostituído com deuses, a ponto de serem ingratos em relação ao que havia recebido do Senhor (Os 2.8). A justiça de Deus entra em ação quando deixamos de reconhecer aquilo que Ele tanto fez por nós. Oséias foi o instrumento de Deus para revelar a real situação do povo (Os 8.7,8,11). Essa infidelidade trouxe duras consequências sobre eles. Entretanto seria a forma usada por Deus para corrigi-los. Há três expressões usadas por Deus para resolver a situação do povo, atrair, levar e falar. Tomaremos como ponto de partida esses verbos, para mostrar a maneira como Deus trata com o seu povo.

Atrairei
Essa expressão atrair significa trazer de volta ou chamar a atenção, é uma forma de Deus nos aproximar dele (Os 5.14,15) às vezes somente na dor conseguiremos chegar perto de Deus, ou seja, situações extremas de fraqueza humana se convertem em oportunidade para Deus operar (Mc 9.17,18; Jo 6.9; At 27.20; 12.6; Mc 5.25,26; 6.48). O vale de Acor (ou vale da desgraça) era o local onde Acã havia pecado por ter guardado despojos proibidos da terra (Js 7.26). Deus usa até experiências negativas para criar oportunidades de nos fazer retornar a ele.

Levarei para o deserto
Esse termo levar significa conduzir ou encaminhar de um lugar para outro. Deus em muitas ocasiões interfere no trajeto das nossas vidas com a finalidade de exigir algo de nós.

As faces do deserto
Deserto, lugar ermo e solitário ou um mundo de dificuldade, lugar seco e devastado, onde falta água para beber e o alimento é escasso.  O deserto tem muitas faces, principalmente o angustiante da vida que muitas vezes atravessamos, nele pode chover dia e noite; as árvores podem florescer; muitas pessoas podem está ao nosso redor, entretanto o ermo continua. O isolamento e descontentamento fazem parte de quem está no deserto.

Às vezes somos levados aos desertos da vida, onde experimentamos muitos sofrimentos, tristezas e desprezo, entre outros, a solidão só nos falta consumir, e finalmente não queremos entender que estamos sendo moldado como vaso na mão do oleiro (Jr 18.1-6; Rm 9.21).

Falarei ao coração
No deserto temos a impressão que Deus nos abandonou, pois é nesse lugar, que Deus tem algo a nos falar (Os 2.14) com a sua voz mansa e suave ele diz o que necessitamos ouvir (I Rs 19.9-11a). No deserto estamos a sós com Deus, ele nos exortar, consola, protege, e nos transforma em um vaso novo (Jr 18.6).

A vontade de Deus
Nem sempre o Senhor opera em nós da forma que desejamos, também não podemos interferir na maneira dEle agir e muito menos contender (Rm 9.18-21). Deus opera como ele quer e ninguém deverá interpelar sobre o que ele faz. Somente ele sabe o que é melhor para nós, porque nem tudo o que é bom para nós é para Deus. Se você está sofrendo não se desespere, “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Isa 64.4; I Co 2.9). Aceite a vontade de Deus, porque a dEle é a melhor.

Devemos estar dispostos a aceitar a vontade de Deus, independentemente do que venha acontecer, pois saiba que Ele se responsabilizará por nós, desde que estivermos no centro da sua vontade. “A providência de Deus sempre alcançará o justo em todas as circunstâncias”. Manual prático de teologia /Eduardo Joiner, 2004 p. 197

Pr. Elis Clementino - Paulista -PE

TRES COISAS QUE NÃO SABEMOS



ESBOÇO 507
TEMA: TRES COISAS QUE NÃO SABEMOS
 “Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas” (Ec 11:5)

Neste versículo são aludidas três coisas que Salomão fez questão de afirmar não sabermos, o caminho do vento, como se formam os ossos no ventre da que está grávida e as obras de Deus, que faz todas as coisas. Estaremos versando sobre a terceira parte deste versículo, que é o trabalhar de Deus em nossas vidas.

A LIMITAÇÃO HUMANA
A brevidade da vida nos limita a ter maior conhecimento sobre Deus (Jó 8.9; Sl 73.22), como também a respeito do nosso futuro (Ec 8.7), da mesma maneira os imprevistos males futuros (Ec 9.12), e sobre o mistério da vida (Ec 11.5) e os mistérios que envolvem a nossa espiritualidade ((Jo 3.8). Por mais que o homem se esforce não conseguirá entender o trabalhar de Deus (Ec 8.17) e tão pouco enumerar (Sl 40.5).

O TRABALHAR DE DEUS
Deus opera em nós tanto o querer como o efetuar (Fp 2.13), no entanto devemos conhecer nas escrituras sobre alguns personagens conhecidos como heróis da fé, Abraão, José, Moises e muitos Profetas e Reis que deixaram legados que marcaram a histórias da humanidade (Hb 11.). Abrão foi tirado da sua terra do meio da sua parentela para que todas as nações fossem beneficiadas pelo seu exemplo de fé; José desde menino recebia revelação divina sobre a sua exaltação; Moises foi protegido por Deus desde criança quando foi lançado no Rio Nilo e sendo constituiu por Deus um instrumento para a libertar os israelitas da escravidão, falando-lhe do meio de uma sarça. Todos eles passaram por momentos que aos seus olhos pareciam não superar, mas de Deus.

PARA VER O AGIR DE DEUS É PRECISO:
(1) Um viver diário do exercício da fé (Hb 11.1,6; (2 Co 5.7); Mt 8.5-13); (2) Depender inteiramente do Senhor (Sl 16.1; 18.2; 71.1; I Pe 2.6); (3) Crer que não está só (Sl 37.28; Sl 23, Mt 28.20); (4) Crer que Ele trabalha ininterruptamente por você (Is 40.28); (5) Orar para receber revelações divinas (Jr 33.3); (6) Ter a certeza que Deus está agindo, mesmo que não entenda os caminhos dele, e nem os seus pensamentos (Is 55.8,9); (7) Não desanimar, mas receber o encorajamento divino (Is 7.4; 2 Co 4.8).

O AGIR DE DEUS
Houve momentos que o agir de Deus entrou em ação para prover sustendo e dar livramento a seu povo. O senhor fez as águas do Mara se tornaram doces (Ex 15.23-25); Deus alimentou no deserto o seu povo com o maná (Ex 16.35); Fez sair água da rocha (Ex 17.6); Moises venceu os Amalequitas com as mãos levantadas (Ex 17.11-13); O Profeta Elias após a perseguição de Acabe foi sustentado pelos corvos (1 Rs 17.6); Elias na caverna ouviu um som suave lhe tranquilizando, era a voz de Deus (I Rs 19.12,13). Muitas vezes não temos a dimensão do agir de Deus porque não afinamos a nossa visão na providência divina, como Geazi que não tinha essa visão (2 Rs 6.15-17).

Amados, Deus não está obrigado a fazer tudo o que queremos, é muito natural vermos os deterministas querendo forçar a Deus realizar as suas vontades, no entanto essa tratativa é muito comum em nossos dias “coloque Deus na parede” essa não é a maneira correta, Deus age quando nos humilhamos (1 Pe 5.6). Deus não é secretário particular, nem empregado de quem quer que seja. Deus é insondável e soberano em seus propósitos, grande em poder, inalcançável em sua soberania, somos limitados, sobretudo diante da magnitude dele a quem servimos, ele está a contemplar os enfraquecidos e contritos (Is 57:15), se não entendemos agora o trabalhar de Deus, fiquemos tranquilos certamente entenderemos depois.

“Desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que trabalhe para aquele que nele esperam” (Is 64:4).

Pastor Elis Clementino

sábado, 24 de agosto de 2013

A PALAVRA DE DEUS


ESBOÇO 506
TEMA: A PALAVRA DE DEUS
“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho” Salmo 119.105.

A palavra de Deus é o único manual para o ser humano, pois, através dela encontraremos o caminho da felicidade e da vida, e é divinamente inspirada por Deus para todo o bem (2 Tm 3:16; 2 Pe 1:20,21; Rm 15:4: Rm. 15:4). Discorreremos de forma simples sobre a palavra de Deus, sua autenticidade e inspiração.

A Bíblia Sagrada é um livro reconhecido em todo mundo como a palavra de Deus. Ela é um livro diferente dos demais porque trata da existência das coisas, da história e do estado espiritual da humanidade. Nela encontramos relatos importantes e muitos atos do criador; e o que comprova ser ela a palavra de Deus é por ser viva e eficaz (Hb. 4.12). Também pela forma que fora escrita: por cerca de quarenta homens de regiões e culturas diferentes. O mais impressionante é que parece que havia diálogos entre os seus escritores, devido à harmonia como fora escrita, desde o primeiro livro até o último. A palavra de Deus estabelece princípios e padrões para toda humanidade de qualquer raça e classe social; ela não é um manual de consulta, mas um livro de meditação (Js. 1.8; Sl. 1.2)

A palavra de Deus é uma só nos seus originais: no hebraico, grego e aramaico, e depois traduzida para outras línguas chegando até nós. Sobre a sua inspiração, ainda é questionada por muitos estudiosos, simplesmente por ela ser escrita por homens comuns e sujeitos a falhas. E, nessa visão, entendem que ela não poderia ter inspiração divina; mas, na realidade, ninguém poderia ter escrito suas mensagens de forma tão harmoniosa desde o primeiro até o último livro (2 Pe 1:20,21), se não fosse sob orientação divina. Basta ler alguns textos que comprovam a existência dessa concordância (Gn 3:15; Nr 24:17; Is 7: 14; Mq 5:3; Mt 1:23; Lc. 1:35; Rm 16:20; Gl 4:4). Alguns escritores relataram fatos sobre o Messias há mais de 1500 a.C; narram também o começo e o fim da história da humanidade, essas mensagens eram sempre acompanhadas com declarações: “Assim diz o Senhor” (Ez. 32.1; Jr.2.5) “Veio a mim a palavra do Senhor”, entre outras, ao ouvi-las os israelitas a tinham como a voz de Deus “Palavra de Deus”.

A palavra Bíblia foi aplicada às escrituras por volta do ano 400, por Crisóstomo.  Ela contém toda a vontade de Deus para a humanidade (Is 55:10,11). E o Senhor vela pela sua palavra para cumpri-la em quaisquer circunstâncias (Jr. 1:12), além de não poder mentir, pois aquilo que ele fala se cumpre (Nr 23:19). Sua palavra tem ação e vida em si (Hb 4:12), a única que permanece (Mt 24:35). A palavra de Deus ou a Bíblia é também conhecida como o livro por excelência e as escrituras (Jo 5:39; At. 17:11; 2 Tm 3:16), ela é alimento espiritual (Mt. 4.4 ). Nenhum outro livro é capaz de alimentar o imaterial do ser humano com tanta perfeição, ela é o pão que sacia a fome, a água que dessedenta o peregrino (Sl. 119,19 ). Ela é personificada em Cristo (Jo. 1,1-3 ). Podemos descrever alguns aspectos da palavra de Deus como:

(1) Lei do Senhor (Sl 119.1,18; (2) Um código dos seus preceitos (v.4,15); (3) Uma relação de estatutos divinos (vv.5,33); (4) Um conselheiro indispensável para o homem (v.24); Uma fortaleza (v.28); (5) O caminho da salvação (v.41); (6) Um refúgio seguro (V. 42; (7) A palavra da verdade (vv. 43,142,151); (8) Fonte de esperança (vv. 49,81,114); (9) Fonte de consolação (v.52); (10) Fonte de prazer (vv 70,92); (11) Melhor do que as riquezas (v.72); (12) Mais doce que o mel (v.103); (13) Fonte de sabedoria e de conhecimento (vv. 98,99,104,130) (14) Lâmpada para os pés (v.105); (15) Luz para o meu caminho (v.105). A palavra de Deus será tudo isso e muito mais se obedecida.  Duas coisas são imprescindíveis para todo homem: Temer a Deus e guardar os seus mandamentos, dela emanam todas as promessas para o povo de Deus (Dt. 28).


Pr. Elis Clementino – Paulista -PE