sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A DÚVIDA



ESBOÇO 528
TEMA: A DÚVIDA
“...o que duvida é semelhante à onde do mar, que levada pelo vento e lançada de uma parte para outra parte.” (Tg 1.6c)

A ambiguidade e a falta de confiança são impedimentos para o desenvolvimento do ser humano. Duvidar no gr. significa diakrino, duvidar, vacilar. A dúvida leva a pessoa a não tomar algumas decisões importantes na vida. A certeza naquilo que a pessoa tem na mente é determinante para ela realizar coisas boas, sobretudo em Deus, ela facilita a tomada de decisões admiráveis. Sucintamente escreverei sobre a dúvida, a esperança e a confiança.

A dúvida
As dúvidas não permitem determinar o que o indivíduo quer, pois o desempenho de cada um em todos os sentidos da vida depende muito das decisões que ele tomar, por isso o indivíduo precisa ter muito cuidado para não ser tomado pela dúvida e falta de confiança, pois cada um é responsável por toda decisão que tomar. Muitas vezes o indivíduo é advertido austeramente para que a dúvida não lhe cause grandes prejuízos “na dúvida não ultrapasse” principalmente nas linhas férreas. As decisões devem ser tomadas seguramente na hora e momento certo. (Os duvidosos permanentes não buscam seus objetivos). A dúvida acontece quando a pessoa não conhece o seu potencial, ela pode ocorrer em alguns momentos, porém não deve ser algo permanente, mas, somente enquanto não ela não define o que realmente quer. A dúvida não é tão danosa, ela faz o individuo refletir na mente antes de fazer a sua escolha, ou seja, sim ou não, vou ou não vou? É nesse momento o indivíduo deve avaliar bem, tanto as impossibilidades quanto as possibilidades com muito cuidado para então decidir.

Dúvida e a falta de confiança em Deus
As duas coisas não devem prevalecer no ser humano, principalmente sobre aqueles que crêem em Deus, pois a dúvida e a falta de confiança “fé” podem influenciam negativamente no seu relacionamento com o criador. “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe” (Hb 11.6). Todo individuo deve conhecê-lo mais profundamente para que não haja dúvida e nem desconfiança a respeito do que Deus pode fazer.

A esperança
A esperança conforme a própria palavra ela está ligada ao futuro (Rm 8.24,25) ela não é um simples aspiração por algo futuro, vai muito mais além; é uma certeza da alma. A esperança está vinculada a fé e não deverá haver a dúvida (Rm 15.13; Hb 11.1). A esperança do cristão no Senhor deve ser de tal maneira que não haja dúvida (Rm 5.5; Sl 22.4,5; Is 49.23). A expectativa do cristão deve ter a semelhança de uma âncora (Hb 6.19-20). São bem-aventurados aqueles cuja esperança é o Senhor (Sl 146. 3,5; Jr 17.7).

A confiança
A confiança, ela leva a pessoa acreditar em um desfecho feliz de algo que está em sua mente, quando a pessoa olha para determinadas coisas com desconfiança, é porque a dúvida está em ação. A fé deve ser permanente, sobretudo em Deus, ela deve ser sólida e bem segura (Sl 33.21,22). “Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.” (Sl 125.1). Deve-se tomar como exemplo a confiança do profeta Habacuque expressa na sua oração (Hc 3.17,18), muitas vezes o indivíduo só faz uso da confiança em Deus enquanto ele satisfaça seus desejos, no entanto, Habacuque desviou o seu foco nas coisas que eram fontes de riquezas, no entanto ele mostrou que a sua confiança em Deus estava acima de tudo “...todavia, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação.” (Hb 3.18b).

Devemos nos despojar de toda dúvida e falta de esperança, e crer nas possibilidades de alcançar o que desejamos. A fé não deve está enfocada nas coisas materiais como a única fonte de recurso. A nossa confiança em Deus deve sobrepujar em todas as situações, principalmente quando estamos orando ao Senhor (Tg 1.6).

“Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se abalem pela sua braveza” (Sl 46.2).

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE


           

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O PERDÃO



ESBOÇO 527
TEMA O PERDÃO
“E quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que o vosso pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Se, porém, vós não perdoardes, também vosso pai, que está nos céus não vos perdoará as vossas ofensas” Mc 11.25,26

            É impossível falar de perdão se não levar em consideração o pecado e o arrependimento, eles sempre estão associados ao outro. Só existe arrependimento e perdão porque o pecado é uma realidade. A compunção é um sentimento que se tem quando o indivíduo comete uma falha, mas somente acontece quando ele reconhece o seu erro e deseja ser perdoado, a absolvição de uma culpa vem através de um perdão, seja divino ou humano. O caminho para se chegar ao perdão é o arrependimento e a humildade, portanto se alguém falhou contra alguma pessoa e se dirige a ela em busca do perdão deve ser perdoado ou absolvido do seu pecado, doutra maneira não estaremos sendo coerente com as escrituras sagradas e os ensinos de Jesus sobre o perdão. Jesus responde uma pergunta interessante dos discípulos a respeito do perdão (Mt 18.20-22), o que exercita o perdão deve fazê-lo não de lábios, mas de coração (Mt 18.35).

Fonte de perdão
Deus é o autor do perdão, foi ele quem primeiro que nos perdoou. Jesus Cristo, seu filho, através da sua morte provou na prática essa graça divina (Rm 5.8). O seu perdão alcançou toda humanidade caída pelo pecado de um só homem (Rm 5.12), com esse indulto o homem se tornou bem-aventurado porque se arrependido seus pecados não serão mais imputados (Rm 4.7,8). Quando o indivíduo busca e recebe perdão divino, ele passa pelo processo de restauração espiritual, daí ele começa produzir frutos para a santificação e uma grande promessa de vida eterna (Rm 6.22). Com o coração limpo ele reconhece que o perdão deve ser de coração e não de lábios, existem pessoas que diz perdoar, mas guarda no coração a oportunidade de vingança contra aquele que ele perdoou, ou seja, eu perdoei, mas não esqueci, mas aproveitarei na próxima oportunidade. Se formos perdoados das nossas dívidas devemos perdoar também aqueles que nos devem, reconhecimento do pecado gera perdão, é perdoando que se é perdoado (Mc 11.25,26) e não agir da forma que descreve a parábola do credor incompassível (Mt 18.23-34). Arrependimento é uma necessidade para obter perdão (Lc 13.1-5)

O salario do pecado
O pecado tem a mais dura recompensa “a morte” (Rm 6.23), ela não nos alcançará se estivermos morridos para ele (Rm 6.2), ou seja, se não vivermos mais uma vida pecaminosa. Há pessoas que continuam na prática do pecado mesmo após a sua conversão, nada sente quando peca contra Deus e versus alguém, pois o homem que permanece na prática do pecado é insensível, ele se deleita com a própria maldade de não perdoar, às vezes até pregando arrependimento e perdão nos púlpitos das igrejas aquilo que ele nunca vivenciou deixando de lado os belos ensinamentos (I Jo 3.4; 5.17a; 3 Jo 1.11), mentem e infamam sem pensar nas consequências, estes pecados estão incluídos entre aqueles que praticam as seis coisas que aborrecem a Deus e a sétima que ele odeia (Pv 6.16-19). A vingança, e o ódio não deve fazer parte dos nossos sentimentos ou emoções.

O perdão humano é ordenado
Jesus no ensinou que se tivermos alguma coisa contra a alguém, perdoai, para que também seja perdoado (Mc 11.25; Lc 11.4), deve-se perdoar tantas vezes sejam necessários (Lc 17.4). Paulo recomendou aos Efésios que deveriam ser compassivos e benignos uns para com os outros (Ef 4.32), “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.13).

A melhor maneira de perdoar os nossos semelhantes é reconhecendo as nossas fraquezas e afastar de nós qualquer espírito de que venha tornar o nosso coração insensível que não perdoe, geralmente as pessoas que não perdoam vivem cercado de problemas, neles há perversidade na boca e no coração (Pv 6.12-14), a destruição deles virá sem que haja cura (Pv 6.15). A medida com que medimos as pessoas, seremos medidos também (Mt 7.1,2; Rm 2.1). As escrituras recomenda que o cristão deve ser forte suportando os mais fracos (Rm 15.1; Gl 6.1), se agirmos dessa forma estaremos fazendo aquilo que o Senhor nos manda. Existem pessoas que jugam, condena, matam sem primeiro ponderar (I Co 4.5), mas há um juiz que julga corretamente (Tg 4.12,13). Devemos pelo menos observar o que Jesus nos ensinou na oração dominical “Perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a qualquer que nos deve.” (Lc 11.4). Ultimamente não vejo nenhum pregador falar nesse assunto, ele faz parte das escrituras e é um belo ensinamento de Jesus.

Pr. Elis Clementino-Paulista - PE

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL



ESBOÇO 526
TEMA: DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL
“A vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”
 Provérbios 4.18.

Na vida tudo tem o seu desenvolvimento, os homens, amimais e plantas, todos crescem e se desenvolve naturalmente, o mesmo acontece no caminho espiritual do justo, ele sempre deve procurar desenvolver melhorar o seu nível espiritual, mas isso somente ocorre em decorrência à obediência a palavra de Deus, pois ela é a única maneira para se alcançar esse crescimento e aperfeiçoamento. Discorreremos brevemente sobre o crescimento ordenado por Deus, a necessidade de obtê-la, imaturidade espiritual, crescimento espiritual do justo e exemplos de pessoas que desenvolveram o seu potencial espiritual.

O crescimento espiritual é ordenado a todos:
(1) Em frutificação (2 Co 9.10); (2) Em Cristo (Ef 4.15; Cl 1.10); (2) Em amor (I Ts 3.12; 4.10); (3) Em perfeição (Hb 6.1); Na palavra (I Pe 2.2); Por acréscimo (2 Pe 1.5,6); Na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18).

A necessidade de obtê-lo
O Apóstolo Paulo escreveu em suas cartas mostrando os caminhos para esse crescimento espiritual aconteça: (1) Deixar as coisas de menino (I Co 13.11); (2) Cultivar o entendimento (I Co 14.20); (3) Buscar a ter a estatura de Cristo (Ef 4.13,15); (4) Buscar participar das verdades mais profundas do evangelho (Hb 5.14); (5) Vencer as tentações (I Jo 2.14).

A imaturidade espiritual
(1) A prematuridade espiritual é um estágio de aprendizado que deve passar conforme o alimento que irá recebendo, se o indivíduo permanecer ficará impossibilitado de receber os ensinamentos mais sólidos, ou mais profundos (I Co 3.1,2; 14.20); (2) Continuará sem estabilidade na fé (Ef 4.14); (3) Não conseguirá sair dos princípios rudimentares (Hb 5.12; I Pe 2.2).

Crescimento espiritual do justo
(1) O desenvolvimento do justo não acontece milagrosamente da noite para o dia, há processos pelos quais passo a passo ele alcançando (Jó 17.9); (2) É um crescimento continuo que se desenvolve de força e força (Sl 84.7); (3) As raízes e tronco de uma árvore vão crescendo e lhe dando estabilidade semelhante a palmeira do Líbano (Sl 92.12); (4) Esse Crescimento também é comparado a luz solar na sua aurora (Pv 4.18; 2 Co 3.18); (5) O nível espiritual do cristão irá se solidificando na proporção que ele vai aprendendo e guardando a palavra de Deus (I Tm 4.15).

Exemplos de crescimento espiritual
Nas escrituras temos vários exemplos de pessoas que tiveram o crescimento espiritual saudável, destacaremos alguns: Samuel (I Sm 2.26); João Batista (Lc 1.80); Jesus Cristo (Lc 2.40, 52); Paulo crescendo na constatação de que Jesus era o Cristo (At 9.22); Os crentes de Tessalônica (2 Ts 1.3) entre outros.

            Devemos desenvolver em todos os aspectos da vida, principalmente no espiritual, Deus quer que cresçamos em tudo, é promessa dele para os justos, mas esse crescimento somente será saudável na proporção que ele vai guardando os seus ensinamentos e buscando uma vida separada do pecado (Sl 1.3), fala-se de fruto espiritual e prosperidade prometido por Deus, portanto deixemos a imaturidade e busquemos estabilidade, maturidade e crescimento espiritual seguindo o exemplo dos nossos pais na fé.


Pr. Elis Clementino – Paulista - PE

domingo, 1 de dezembro de 2013

O SENTIMENTO DE DERROTA




ESBOÇO 525
TEMA: O SENTIMENTO DE DERROTA
“E ele se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio, e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu em seu ânimo a morte e disse: Já basta, ó SENHOR; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que os meus pais”  I Rs 19.4.

Qualquer individuo está sujeito a enfrentar momentos difíceis que a nosso ver parecem não serem superados, infelizmente nessa ocasião nasce o sentimento de derrota, impossibilitando ver um desfecho feliz. Esses episódios podem deixar a pessoa totalmente estressada e consequentemente depressiva a ponto de levá-las a desejar a morte. Alguns homens de Deus viveram situações semelhantes.

Elias, um profeta frustrado
Há momentos que parece estarmos sós, principalmente quando os nossos projetos estão indo de água a baixo, tudo anteriormente dava certo, depois começa a retrogradar é nessa ocasião que o desespero toma conta do individuo e ele começa a ver que não há mais saída, porém é nessa situação que muitas pessoas aniquilam as suas próprias vidas. A situação de Elias era bastante privilegiada por ser um profeta de Deus, mas não importa, seja servo de Deus ou não, todos estão sujeitos a enfrentarem problemas. O que mais lhe frustrou foi saber que era servo de Deus e chegar à situação que chegou “ao fundo do poço”, isso acontece porque as pessoas se sentem prejudicadas por alguma coisa considerável e sem saída. “E ele se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio, e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu em seu ânimo a morte e disse: Já basta, ó SENHOR; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que os meus pais” (I Rs 19.4).

Moises, e o sentimento de impotência
Durante a condução do povo no deserto e a responsabilidade que pesava diante dos seus ombros Moises pediu a Deus que o matasse, para ele a sua ruína era questão de dias e nada lhe restava a fazer senão morrer “E se assim fazes comigo, mata-me, eu te peço, se tenho achado graças aos teus olhos; e não me deixes ver o meu mal”. (Nr 11.15). Há alguns desejos, principalmente nos momentos de desespero que Deus não leva em consideração, porque ele conhece as nossas limitações “Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó.” (Sl 103.14).

O sentimento inferioridade de Mefibozete
O sentimento de derrota leva a pessoa a duvidar até da sua restauração e sucesso. Mefibozete jamais acreditaria no que ele estava ouvido e vendo, o convite do rei para ser honrado, o seu sentimento de impossibilidade era tão grande que disse:  - “Então, se inclinou e disse: Quem é teu servo, para tu teres olhado para um cão morto tal como eu?” (2 Sm 9.8) quantas pessoas estão como Mefibozete além de estar esquecido é coxo dos pés (2 Sm 9.3), jamais ele acreditaria que comeria na mesa do rei. Sentimento de inferioridade faz com que as pessoas nunca tenham a perspectiva de um futuro promissor, ela nunca se olha como útil, olham mais para as impossibilidades do que no Deus possa fazer por ele.

O desanimo do Profeta Jeremias
Esse profeta do Senhor frustrou-se ao limite, quando não viu acontecer tudo quanto o Senhor havia lhe falado na sua chamada (Jr 1.5,8, 10,19), logo ao exercê-la padeceu muitos sofrimentos como: Esbofeteado, preso, chicoteado, amarrado em um cepo, jogado em uma cisterna entre outros. Esses acontecimentos levaram o profeta a dizer: “Não me lembrarei mais de ti, nem falarei mais no teu nome” (Jr 20.7-9). Há coisas que desejamos em nossos corações que não são aceitas por Deus, Jeremias estava querendo vingança imediata, e não era isso que Deus queria. Devemos saber que os caminhos e pensamentos de Deus são diferentes dos nossos (Is 55.8,9). A palavra pregada por ele teria o seu cumprimento no tempo certo (Is 55.10,11). Ele devia ser calmo e cumprir a sua missão.

O sentimento de derrota deixa a pessoa incapaz de pensar, agir, acreditar em si mesma e no seu potencial, sobretudo e em Deus, a partir daí ela ver pela frente somente derrotas (1 Rs 19.4; Rt 1.21; Lc 7.13; Jz 7.7; 2 Cr 20.15). Esse sentimento de impotência tem prejudicado muitas pessoas, pois ele não ver saída, ou seja, sente-se ilhada vivendo uma vida de amargura, Noemi havia perdido tudo (Rt 1.20,21) e estava triste. Esse sentimento produz dúvida na execução das tarefas, a falta de confiança no que faz, tornando-a uma pessoa totalmente insegura (Mc 11.23; Mt 14.26). Com todas essas coisas surgem a debilidade física e psicológica, o estresse e a angústia, e consequentemente leva a pessoa a um estado de depressão ao ponto de ter vontade de morrer, como aconteceu com  Moises (Nr 11:15); Elias (I Rs 19:4). Jonas no seu descontentamento também pediu para morrer (Jn 4:1,3,8). Nós não somos melhores do que esses homens, eles eram sujeito às mesmas paixões que nós (Tg 5:17). Cuidado para que a frustração não rasgue todos os sonhos e planos que você tem. Deus nos dará o escape necessário para a sua vitória (Fp 4.13).

            Amados devemos ter muito cuidado, não permita que o desanimo venha lhe abater e tirar o seu brio, se alguma infortúnio está ocorrendo em sua vida, fica firme porque tudo contribuem para o bem (Rm 8.28).

Pr. Elis Clementino – Itapíssuma - PE