segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A PROVISÃO DIVINA





ESBOÇO 532
TEMA: A PROVISÃO DIVINA
Texto: 2 Rs 4.1-7.

Desde a antiguidade muitas pessoas criam em deus e na sua fidelidade, assim sendo elas eram fiéis a ele e acreditavam em suas provisões. Sabiam que Deus não deixava de cuidar dos seus filhos, principalmente nas ocasiões mais difíceis da vida. Nas escrituras temos vários episódios que nos dão provas, essas histórias servem de alimentos para nossa fé. Discorreremos alguns fatos importantes relatados nas escrituras.

A busca por socorro
As pessoas em crise costumam buscar uma saída para aliviar seus sofrimentos. Certa mulher esposa de um dos discípulos dos profetas havia morrido há pouco tempo, ele era alguém que estava debaixo da proteção espiritual de Elizeu, e também um dos responsáveis pelas escolas dos profetas, tudo indica que ele era um homem pobre e não tinha deixado nenhuma fortuna para a esposa, apenas dívidas, a situação era tão séria que se elas não fossem pagas os credores venderiam seus filhos como escravos para a servidão. A mulher usou uma estratégia de humildade e reconhecimento da liderança do homem de Deus e que ele pelo menos teria uma palavra orientadora, pois ela estava enfrentando uma crise financeira avassaladora, mas nela havia uma esperança que a situação poderia ser revertida. No diálogo ela antecipou apresentando três coisas que foram fundamentais a respeito do seu marido: _ O meu marido, teu servo morreu, e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor. (2 Rs 4.1b). Elizeu era o pai das escolas proféticas e tinha o dever de cuidar dos seus filhos e filhas. Israel estava envolvido com a instituição da escravidão, e muitos cativos de guerras eram transformados em escravos. Um israelita podia vender a si e aos filhos para pagamento de dívidas (Ez 21.7; Lv 25.39; Ne 5.5; Is 50.1; Jr 34.8-11).

A mulher desprovida
Um milagre pode acontecer nos momentos de desesperanças quando parece que tudo chegou ao fim, mas é nesse momento que uma luz no fundo do túnel se acende. Talvez com a primeira palavra de Elizeu dirigida a mulher ela perdesse qualquer esperança “Que te hei de fazer?”, mas o tom de humildade da mulher pode ter influenciado e feito toda diferença, Elizeu olha para ela e diz: “Declara-me o que tens”, ora, nada valioso ela tinha para pagar as dívidas e evitar a ocorrência de algo muito pior, pois lhe restava apenas uma única botija de azeite (2 Rs 4.2). O pouco era um bom começo de um milagre, pouca coisa para nós nada representar, porém para Deus é um começo para um grande milagre. A mulher sabia que ainda poderia usufruir das bênçãos divinas pelo serviço prestado e pela fidelidade do seu marido. As poucas coisas e os pequenos começos nos surpreendem. O que era apenas uma coisa desprezível na mão de Zorobabel se tornou um grande templo (Zc 4.10).

Crise, motivação para o milagre
Os problemas que enfrentamos podem ser uma porta para um milagre, e também despertar a nossa confiança em Deus (2 Rs 4.1; Rm 5.3,4), pois é na crise que crescemos, adquirimos maturidade, aperfeiçoamos as nossas atitudes e nos tornamos úteis para a obra de Deus (Jó 42.5). Deus nos conduz muitas vezes por caminhos de crise para nos moldar a sua vontade (Sl 119.71). Os obstáculos nos dão resistência para lutar e superar as dificuldades, o homem em grande perigo descobre os meios pelos quais ele se salva.

Profeta aconselha viúva
(1) A viúva é aconselhada pelo profeta Elizeu a pedir vasos emprestados aos vizinhos e deveria ser muitas vasilhas, só que naquele momento a fé da mulher seria medida pelo número de vasilhas que ela pedisse, naquela ocasião a fim de livrar seus filhos ela teria que usar a fé. Muitas vezes Deus quer nos dar mais e nós queremos pouco, isso é o que declaramos através da nossa fé, (se a sua fé é pequena, ou quase nenhuma, pequenos milagres, grande fé, grandes milagres); (2) A mulher teria que fazer a sua parte, pedir os vasos emprestados. Não devemos deixar de fazer a nossa parte, é verdade que Deus faz a dele, mas a nossa ela deve ser feita na base da confiança e obediência depositando nele a nossa fé para que os milagres aconteçam. (3) Põe as vasilhas no quarto entra e fecha a porta, o milagre estava prestes a acontecer, tem maravilhas que outras pessoas não podem compartilhar, aquilo que o Senhor tem para você é particular, os segredos do Senhor são para os seus servos (Sl 25.14). Uma lição que aprendemos é de obediência e bons relacionamentos com os vizinhos. A mulher fez tudo quanto o profeta lhe pediu; fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam as vasilhas, e ela as enchia com o azeite. E sucedeu que, cheias as vasilhas, disse a seu filho: Trazei-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. “Então o azeite parou” (2 Rs 4.4-6). Enquanto houver vaso tem azeite e milagre. As bênçãos divinas somente são alcançadas de acordo com as necessidades, elas não serão desperdiçadas.

            Amados, não devemos procurar qualquer pessoa em busca de orientação, pois o milagre não acontece sem a orientação correta, aquela mulher estava vivendo um momento decisivo em sua vida, e ser dirigida pelo profeta seria o ideal. A proteção espiritual é uma realidade quando estamos em submissão, pois é nessa posição que os milagres acontecem. Elizeu foi procurado não somente pela viúva, mas por várias pessoas em busca de solução das dificuldades (2 Rs 4.21,22; 4.38-41; 5.1-10; 6.1-7). Deus pode realizar um grande milagre em sua vida de acordo com a sua fé, lembremo-nos dos milagres de Jesus quando um as mãos de um rapaz havia apenas dos cinco pães de cevada e dois peixinhos (Jo 6.9), pois saiba que nas necessidades Deus intervém, a situação da viúva foi resolvida, hoje ele pode fazer muito mais. Na tipologia o azeite representa o Espírito e a graça que são supridas por Cristo, essa é uma demonstração do cuidado de Deus por nós, seus filhos. “Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra.” (II Co 9.8).

Pr. Elis Clementino – Paulista - PE

sábado, 4 de janeiro de 2014

VENCENDO BATALHAS SEM ARMAS



ESBOÇO 531
TEMA: VENCENDO BATALHAS SEM ARMAS
“As arma da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para destruição das fortalezas.” (2 Co 10.4)

Arma, instrumento mais comumente usada para defesa nos combates ou guerras e caça. Os homens sempre confiaram em suas armas, embora haja momento que elas não sejam suficientes para garantir-lhes a vitória. As armas usadas pelo homem podem destruir vidas humanas, entretanto há uma arma muito mais poderosa do que qualquer outra. Essa não se conhece pela aparência de arma comum que qualquer ser humano use em guerras. Discorremos com brevidade sobre a confiança nas armas usadas pelo homem, mostrar que as armas do Espírito são poderosas e eficazes destruindo as fortalezas dos inimigos invisíveis nas batalhas espirituais (Ef 6.10-12)

A confiança nas armas
As armas sempre deram ao homem a sensação de segurança e poder, por isso algumas pessoas com uma arma na mão se torna audaciosa sentindo-se muitas vezes altamente capaz de enfrentar qualquer ataque inimigo e se defender. Houve pessoas que apesar de confiar em Deus fez uso de arma ao realizar uma obra numa mão e a outra mão no trabalho (Ne 4.17). Uma arma grande ou pequena não deixa de ser uma arma, ela pode tanto defender o homem, como tirar a própria vida do seu dono. Saul foi morto com a sua própria arma de guerra (2 Sm 1.9,10). Davi usou uma arma que aos olhos seria insignificante para destruir o gigante que atormentava Israel, mas as armaduras que lhes foram oferecidas por Saul não seriam a ideal, elas atrapalharia por serem pesadas para ele usá-las (I Sm 17.38,39), Aquelas armas oferecidas por Saul não seriam elas que derrotaria o gigante, Davi as rejeitou por serem pesadas não poder manuseá-las. Os propósitos de Deus são inconfundíveis, Davi venceria não com a sua força e nem através da sua habilidade, mas pela intervenção divina. Há alguns textos nas escrituras que mostram que não são as armas humanas capazes de guerrear e vencer os inimigos, no entanto para outros as fontes de segurança são os carros (Is 31.1; 36.9), cavalos (Sl 33.17; 147.10) e a menção do nome do Senhor é a maior arma de defesa “Uns confiam em carros outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor” (Sl 20.7).

A peleja não é nossa
Os métodos de Deus para dar vitória ao seu povo fogem totalmente da razão humana, quando confiamos nele acontecem grandes resultados por essa confiança “Uns confiam em carros outros em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, o nosso Deus.” (Sl 20.7). Amplas vitórias Deus deu ao seu povo sem fazerem uso das armas de guerra, Josafá rei de Judá, temendo os desafios dos inimigos pôs-se a buscar a ajuda ao Senhor (2 Cr 20.1-4), “Elevo meus olhos para os montes; de onde me virá o socorro? O meu socorro
vem do Senhor que fez o seu e a terra.” (Sl 121.1; 124.8). Essa é a maneira mais acertada para quem quer vencer, Oração e Jejum (2 Cr 20.5-13). A resposta da oração foi imediata, pois foi através dessa decisão de Josafá que o Senhor se revelou de forma poderosa através do Espírito Santo, ensinando como ele deveria fazer (2 Cr 20.14-18). O rei Ezequias estava sendo desafiado pelo exército de Sanaqueribe (2 Cr 32.1,2), A confiança de Ezequias estava mais em Deus do que nas armas de guerras (2 Cr 7.7,8). O Senhor enviou um anjo que destruiu todos os homens do exército da Síria (2 Cr 32.21,22).

A estratégia para a vitória
Josafá exorta o povo a ter fé em Deus e em seus profetas, ele ressalta o louvar ao Senhor, pois era um momento decisivo para Judá, a palavra daquele líder foi contagiante diante de Judá (2 Cr 20.20,21). Quando Deus está na peleja não adianta os inimigos se levantarem “Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa senão de Deus.” (2 Cr 20.15b). Muitas vezes nos assustamos com o rugido do gigante, mas quem tem a pedra que o mata não deve temer, (você tem as pedras que matam os gigantes). A oração, jejum, louvor e adoração são armas capazes de destruir as fortalezas dos inimigos, é somente se revestir das armaduras de Deus (Ef 6.10-18). Quando Deus resolve dar vitória ele faz com que até a música influencie na vitória. Na batalha os cantores iriam à frente louvando a Deus com os seus instrumentos, e os armados atrás (2 Cr 20.21,22), foi um mover do Espirito, ninguém entendia, os inimigos se destruíram-se entre si, não precisou Josafá usar as armas (2 Cr 20.23-25). Cumpriu-se a profecia vinda da parte de Deus a Jaaziel, moço que deu lugar e com muita coragem entregou uma mensagem de vitória para Josafá. “...Não temais nem vos assusteis por causa dessa grande multidão, pois a peleja  não é vossa, mas de Deus.” (2 Cr 20.15b), quando Deus está na causa a vitória é certa.

            Devemos cumprir alguns requisitos exigidos por Deus para alcançarmos a vitória, a oração e jejum são os meios pelos quais venceremos, mas devemos estar atentos à voz de Deus, mas entendemos que é necessário seguir o exemplo de Josafá, que orou confiantemente e fervor fazendo menção da fidelidade de Deus para com Abraão (2 Cr 20.3-7). Deus continua o mesmo, a sua fidelidade é de geração a geração (Sl 100.5; 117.2; 119.90; Lm 3.23). A vitória é para todos os que  buscarem a Deus. Nos momentos de lutas deve-se seguir o mesmo exemplo na busca do Senhor com oração e jejum, se fizermos assim certamente Deus nos dará vitória também. “que o Senhor te ouça no dia da angústia; e o nome do Deus de Jacó te proteja.” (Sl 20.1).

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

CONHECENDO A DEUS






ESBOÇO 530
TEMA: CONHECENDO A DEUS
“Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor” Os 6.3.

Quando falamos sobre Deus, julgamos ser ele um ser criador de todas as coisas, é impossível definir a sua pessoa, eternidade e divindade com detalhes. Dele emana uma imensidão de princípios que comprovam a sua existência, Deus é a causa de tudo que existe e sem ele nada existiria (Gn 1.1). A Bíblia apresenta Deus um ser infinito, eterno e auto existente e a causa primária de tudo quanto existe (Sl 90.2). Ele precede a toda criação da terra e independe dela (1 Tm 6.16; Cl 1.16), ele revelou a sua imagem como um ser pessoal quando criou Adão e Eva (Gn 1.27;26), tanto o homem quanto a mulher foram a criação especial e não um produto da evolução (Gn 1.27; Mt 19:4; Mc 10:6). Eles foram criados a “imagem” e “semelhança” de Deus, somente dessa forma eles poderiam comunicar-se e ter comunhão com o seu criador. Deus pode ser conhecido verdadeiramente (Jo 17.3), ainda que não possa ser conhecido inteiramente (Sl.139.6; Rm.11.33-34).

I. O que nos leva a crer em Deus?
(1) Toda obra tem um autor, a natureza é umas das obras que confirma a existência de um ser sobrenatural, glorificamos a Deus por criar todas as coisas de forma tão bem ordenadas (Sl 74.16; Sl 19.1-6; Sl 118.24; Jr 27.5); (2) As escrituras nos revelam a sua grandeza (Mt 22.29; Jo 5.39);  (3) A fé, é através dela que confirmamos a sua existência, de fé em fé o descobrimos se m nenhuma comprovação científica (Jo 4.24; Hb 11.1,2; Rm 1.17).

II. Os atributos exclusivos de Deus
(1) O que chamamos de atributos? Aquilo que é próprio ou peculiar de alguém ou de alguma coisa, sinal ou distintivo, qualidade que se dá ao sujeito (homem, pessoa, indivíduo); (2) Os seus atributos exclusivos, ou seja, atributos que ninguém tem, só Ele (Sl 139.7,8).

III. Quais são esses atributos exclusivos de Deus?
a) Onipresença, onipresente ou ubíquo significa que Deus está em todos os lugares a um só tempo (Sl 139.7-12; Jr 23.23,24; At 17.27,28); b) Onisciência é saber de todas as coisas (Sl 139.1-6; 147.5); Ele conhece não somente nosso procedimento, mas os nossos pensamentos (1 Sm 16.7; 1 Rs 8.39; Sl 44.21; Jr 17.9,10); Quando a bíblia fala da presciência de Deus, fala que ele conhece com precisão a condição de todas as coisas do passado, presente e futuro. A presciência de Deus não é um determinismo filosófico, ele é plenamente soberano e poderoso para tomar decisões e alterar seus propósitos no tempo e na história segundo a sua própria vontade e soberania. Ele não é limitado a sua própria presciência (Nr 14.11-20; 2 Rs 20.1-7); c) Onipotência, isso indica que ele detém o poder total sobre todas as coisas (Sl 147.13-18; Jr 32.17; Mt 19.26; Lc 1.37) devemos entender que Deus não usa o seu poder em totalidade em todos os momentos e nem indiscriminadamente, muitas coisa Deus não opta por não fazer, temos um exemplo anterior em (Nr 14.11-20), Deus muda de acordo com o coração do homem quando se arrepende; d) Transcendente, Ele transcende a todas as coisas, ou seja, está acima de tudo (metafísico) indiferente e independe de qualquer coisa por ele criada (Ex 24.9-18; Is 6.1-3; I Rs 8.27; Is 66.1,2; At 17.24,25). e) Eterno, indica que ele é de eternidade a eternidade, Deus não é, e nunca foi limitado ao tempo do homem (Sl 90.1,2; 102.12; Is 57.12; Sl 90.4; 2 Pe 3.8; Ele é o “EU SOU” Ex 3.14); Jo 5.8); f) Imutável, significa que Deus não muda e seus atributos não são inalteráveis; perfeições e propósitos sobre a raça humana (Nr 23.19; Sl 102.26-28; Is 41.4; Ml 3.6; Hb 1.11,12; Tg 1.17), isso não significa que Deus não altere seus propósitos temporários ante o proceder humano ver (Jn 3.6-9). Deus pode alterar sim os seus propósitos temporários em relação ao homem, quando este se arrepende, ou seja, é condicional (2 Cr 7.14); g) Perfeição e santidade, Deus detém toda santidade, ele é absolutamente isento de pecado e perfeitamente justo (Lv 11.44,45; Sl 85.13; 145.17; Mt 5.48). A única coisa que o homem não herdou de Deus foi o pecado, porque Deus não peca (Nr 23.19; 2 Tm 2.13; Tt 1.2; Hb 6.18). A sua santidade está incluída nos seus propósitos para com o homem; h) Ser trino e uno, Ele é um só Deus (Dt 6.4; Is 45.21; 1 Co 8.5,6; Ef 4.6; 1 Tm 2.5), isso é manifesto em três pessoas, Pai, filho e Espírito Santo (Mt 28.19; 2 Co 13.14; 1 Pe 1.2), Cada pessoa é plenamente divina e igual, não são três deuses, e sim um só (único) Deus. (MT 3.17; Mc 1.11).

IV. Os atributos morais de Deus.
Os atributos de Deus têm certa semelhança com as qualidades humanas, é claro que os atributos de Deus existem em grau infinitamente superior aos dos homens.

V. Quais são os atributos morais de Deus?
1. Bondade, o Senhor é bom para todos (Sl 25.8; 106.1; Mc 10.18); 2. Amor (Rom 5.8; Jo 3.16; 1 Jo 4.8) a sua maior manifestação de amor foi enviar o seu filho para morrer em lugar dos pecadores (1 Jo 4.9,10; Jo 16.27); 3. Misericordioso e clemente é Ele quem nos perdoa (Ex 34.6; Dt 4.31; 2 Cr 30.9; Sl 103.8; 145.8); 4. Compassivo significa sentir tristeza pelos sofrimentos alheios com desejo de ajudar (2 Rs 13.23; Sl 86.15; 111.4; Sl 78.38); 5. Paciente (Ex 34.6; Nr 14.18; Rm 2.4; 1 Tm 1.16) Deus é paciente para com toda humanidade, e concede oportunidade a todos que se arrependem (2 Pe 3.9); 6. Verdade, Deus é a verdade, e a sua verdade foi revelada aos homens por Jesus, Eu sou o caminho, a verdade e a vida (Jo. 14.6); 7. Fidelidade, Deus é fiel em todas as coisas, a sua fidelidade é para sempre e principalmente para com aqueles que guardam a sua palavra.

Louvamos a Deus pelo esclarecimento que a sua palavra nos trás ao seu respeito, isso é um verdadeiro alimento espiritual, devemos conhecer a Deus para que tenhamos mais aprofundamento na nossa comunhão e intimidade com Ele. Podemos ver em parte o que nos leva a crer em Deus, a trindade, atributos exclusivos de Deus e os atributos morais. Deus é insondável e muito pouco se sabe dele.

Pr. Elis Clementino – Paulista – PE