quinta-feira, 13 de março de 2014

A LÍNGUA, FOGO QUE INCENDEIA UM BOSQUE



ESBOÇO 552
TEMA: A LÍNGUA, FOGO QUE INCENDEIA UM BOSQUE
TEXTO: TIAGO 1:26 ; 3: 1-12.

A língua é um dos membros do nosso corpo responsável pela fala, pois ela é um dos importantes órgãos. Sobre ela a bíblia faz recomendações importantes e uma delas é: Estar pronto para ouvir e tardio para falar (Ec 5:2; Tg 1:19), ela tem múltipla face, com ela podemos bendizer a Deus e amaldiçoar os homens (Tg 3:9; Sl 35:28; Sl 66:17; Sl 71:24; Sl 119:172). Ela pode nos levar ao abismo (Pv 17:20), portanto o que guarda a sua boca e a sua língua, guarda das angústias a sua alma (Pv 21:23; Pv 13:3).

A língua como agente do mal.
(1) Como um sepulcro aberto (Sl 5:9; Rm 3:13);
(2) Ela é como veneno de serpente (Jó 20:16: Sl 140:3; Rm 3:13,14); (3) A língua é cheia de imprecações (Sl 10:7; Sl 50:19); (4) A língua é como uma navalha afiada (Sl 52:2,4; 57:4; 64:3; Sl 73:9); (5) Flecha mortífera é a língua, alcança de longe (Jr 9:8); (6) Ela é como um fogo que incendiar um bosque (Tg 3:5b). (7) Ela proclama mentiras e difamação (Gn 39: 13,14,15; Pv 6:24; Sl 15:3; Sl 119:2; Pv 6:17; Jr 9:3,5,8); (8) A morte está no poder da língua (Pv 18:21; Pv 21:6); (9) Com ela amaldiçoamos aos homens (Tg 3:9b); (10) A língua contamina o corpo (Tg 3:6); (11) A língua serve de tropeço para o próprio homem (Sl 64:8; Sl 78:36; Isa 3:8; Os 7:16); (12) Ela produz rosto irado e odeia a quem ela tem ferido (Pv 25:23; Pv 26:28); (13) A língua se gloria das grandes coisas (Tg 3:5);

A língua como agente do bem.
A quantidade das boas ações da língua é muito menor do que como agente do mal.
(1) A língua do justo é arvore de vida (Pv 15:4);
(2) É como uma pena de um destro escritor (Sl 45:1); (3) A língua do justo revela sabedoria e conhecimento (Is 50:4; Sl 15:2); (4) É como prata escolhida (Pv10:20); (5)A língua do justo traz saúde (Pv 12:18); (6) A língua do justo propaga a salvação (Sl 35:28); (7) Com ela bendizemos a Deus pai (Tg 3:9ª); (8) Ela pode fazer justiça (defender direitos) (Pv 31:8,9).

Protegidos dos açoites da língua
Somente Deus nos guarda das línguas mentirosas e das lisonjas. (1) O justo é Abrigado dos açoites das línguas e das lisonjeiras (Jó 5:21; Sl 31:20; Sl 120:2; Pv 6:24); (2) As imprecações ou pragas não nos alcançarão, a língua é uma ferramenta usada também pelo Diabo (Sl 91:10 -12; Is 54:17).

A sentença da língua.
(1) A língua é um membro a ser destruído com o corpo. (2) A língua perversa será destruída (Pv 10:31); (3) Ela dura só um momento, porque a verdade aparece, o antídoto da língua mentirosa é a verdade (Pv 12:19).

A língua é um pequeno membro e quem a controlar é capaz de governar todo corpo. Tanto a língua pode ser um agente do mal quanto do bem. O homem pode ter complicações por causa da língua (1 Pe 3:10). Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião e vã. (Tg 1:26). Devemos guardar a nossa língua do mal, e os lábios de falarem enganosamente (Sl 34:13). Peça a Deus que lhe ajude a fechar a nossa boca, pondo uma também guardar a porta dos nossos lábios (Sl 141:3).

Pr Elis Clementino – Paulista -PE

domingo, 9 de março de 2014

REBELIÃO



ESBOÇO 551
TEMA: REBELIÃO
Texto: Js 22.10-34

Nem sempre esse o verbo “rebelar” deve ser considerado como desobediência, revolta, insubordinação ou anarquia. Muitos estão enganados, a rebelião propriamente dita é aquela em que o indivíduo se opõe contra uma liderança que pratica causa justa. Alguns, por não fazerem uma avaliação da situação, não sabem identificar quando se trata de uma rebelião ou não. Assim, qualquer oposição eles consideram REBELIÃO. “A oposição crítica é uma das maiores virtudes dos intelectuais”. Uma crítica construtiva que se faz a um líder não é uma rebelião; buscar um direito, não é uma rebelião; dizer o que aceita ou não em uma liderança não significa rebelião. O texto escolhido (Js 22.10-34) apresenta uma situação em que os israelitas entenderam, equivocadamente, como sendo uma rebelião, o altar que fora construído ao Senhor pelas tribos de Rubem, de Gade e de Manasses quando voltaram para sua terra que fora prometida, a leste do Jordão. Mas quando lemos o texto com atenção, vemos que aquela maneira de agir daquelas tribos não significava uma rebelião como os israelitas pensavam.

Rebelião
Satanás se rebelou contra a justiça divina, essa foi uma rebelião caracterizada na ambição pelo poder e o trono de Deus, no entanto, não havia necessidade para que ela ocorresse, porque Deus agia com justiça para com todos os seres celestiais, sendo aquela uma insurreição sem precedente (Is 14.11-23; Ez 28.11-19). Os filhos de Corá também se levantaram contra a justa liderança Moisés, esse exemplo também é reconhecido como rebelião (Nr 16.1-40; Jd 11). Saul se rebelou conta o Senhor porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria e o porfiar é como iniquidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei (1 Sm 15.23). Constitui-se uma rebelião quando alguém se rebela contra quem pratica a justiça.

Não rebelião
Sobre esse tópico podemos citar alguns exemplos. A atitude de Martinho Lutero, no século XVI, em defesa da fé (baseado em Rm 1.17), devido às injustiças praticadas pela Igreja Católica, resolvendo escrever e publicar as noventa e cinco teses que mostravam os erros da igreja. Embora para esta, tenha sido uma oposição, o que ocorreu, na verdade era apenas a maneira de reparar aquilo que estava contrariando a palavra de Deus. O resultado dessa ação, em defesa dos princípios cristãos, foi como um divisor de águas para o cristianismo; Daniel não comer dos manjares do rei não foi uma rebelião (Dn 1.8); Daniel e seus companheiros não se dobraram diante do rei Nabucodonozor, porque contrariavam os mandamentos do Senhor, eles apenas estavam defendendo seus princípios (Dn 3.1-5). Uma manifestação que contrarie um governo injusto em busca do bem comum, não significa rebelião. Falaremos sobre alguns dos nossos governos. No nosso País após vinte anos de ditadura militar, houve um movimento por diretas já, foi um movimento civil reivindicando eleições para presidência da república, esse movimento prevaleceu e todo País e o povo saiu vitorioso. Nos anos noventa, houve uma manifestação contra o governo de Fernando Color de Melo por causa da sua má administração, essa resultou no seu impeachment. Recentemente, ouve manifestações públicas com a finalidade de conseguirem algumas mudanças e melhores condições de vida para a população, essa manifestação não foram rebeliões, mas sim, um direito que a democracia nos faculta. Não obstante, todos quantos estão em posição de liderança devem agir com justiça em todos os seus atos levando em consideração o direito que os outros têm.

No Antigo Testamento aprendemos mais uma grande lição com o rei Adoni-Bezeque, pois jamais devemos desejar ou fazer com o próximo aquilo que não queremos para nós, ele amputava os dedos polegares das mãos e dos pés das pessoas que ele considera inimigo, uma das suas características era a maldade e tortura; tem líder que mutila e tortura seus liderados psicologicamente, lançando-os sobre a opinião pública com a finalidade de tirar proveito para se manter na posição de liderança. Jesus poderia ter tirado Judas do seu caminho, mas não o fez. A recompensa pode não vir imediatamente, mas virá! O próprio Adoni-Bezeque reconheceu que recebeu de Deus a justa recompensa. “Então Adoni-Bezeque disse: - Eu mandei cortar os polegares das mãos e os dedos dos pés de setenta reis, e eles apanhavam migalhas debaixo da minha mesa. Agora Deus fez comigo o mesmo que eu fiz com eles.” (Jz 1.7; Mt 26.52b; Lc 6.38b; Gl 6.7).

Muitos líderes usam a expressão “rebelde’ com a finalidade de arremessar seus oponentes perante a opinião pública para se beneficiar, ou tirar proveito para se manterem na liderança, esses tipos de líderes não conseguem administrar nem os seus próprios sentimentos, eles perdem o controle quando percebe que alguém identificou alguma falha na sua liderança. Na realidade, eles deveriam aceitar a crítica, que nesse momento é construtiva, e aperfeiçoar o seu sistema de liderança, ou então eles terão dois caminhos a seguir: aceitar a crítica ou banir da sua frente aquele que ele acha ser seu oponente e se manter no caminho do erro, caso ela se mantenha no erro o sucesso da sua administração está fadado ao fracasso (2 Cr 10.3-18). Não há exemplo maior do que este para os nossos dias. Não devemos ostentar alguma coisa que venha pôr em risco a nossa liderança. Para o rei Roboão, os velhos conselheiros estavam errados e somente os mais novos estavam certos. Quando isso acontece, surge um perigo para o líder. Os profetas conselheiros de Acabe só lhes faziam errar (I Rs 22.6), no entanto para ele Micaias era um rebelado, gente que o rei não queria ouvir (I Rs 22.8). Nós lideres devemos ter muito cuidado para exercer a nossa liderança com dignidade. Aquilo que parece ser rebelião pode não ser (Js 22.31b), que isso seja apenas um alerta para nós.

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

segunda-feira, 3 de março de 2014

A INTOLERÂNCIA




ESBOÇO 550
TEMA: A INTOLERÂNCIA
TEXTOS: NR 11:28; Jz 12:6; Mc 9:38-41

A intransigência tem sido um dos grandes problemas na sociedade atual, é um mal que vem dos tempos remotos, mas a tendência é sempre aumentar. Essa inflexibilidade tem alcançado todas as camadas da sociedade, e isso se constitui um grande perigo, principalmente quando foge do controle do Estado, e o que é mais perigoso por conta do segregacionismo, o preconceito (racial, social e religioso. As pessoas que são exclusivistas são intolerantes ao extremo. Falaremos e focaremos de maneira sucinta sobre a intolerância social e religiosa.

Preconceito (prefixo pré- e conceito) é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Intolerância é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças em crenças e opiniões. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Se tivermos uma visão política e social, entendemos que a intolerância é a falta de disposição para aceitar as pessoas com idéia diferentes. Essa intolerância vem sendo praticada de forma crescente até chegar ao ponto que chegou a nossa sociedade, a falta de respeito às diferenças.

A intransigência na sociedade
A intolerância na sociedade chegou ao extremo, a violência motivada pelo extremismo tem sido motivo de debates entre as autoridades do mundo inteiro. A violência mata mais de 1.6 milhões de pessoas por ano, sendo a principal causa da morte de pessoas entre 15 a 44 anos de idade, mesmo com toda tecnologia esse número não para de crescer a cada ano, e muitos dos casos de violência são por coisas fúteis, isso envolve drogas, armas, bebidas, transito, discriminação de cor, religião e etc.

A Intolerância religiosa
É a falta de habilidade e vontade de reconhecer e respeitar as diferenças religiosas das outras pessoas, fato que conhecemos através da história da humanidade. Nas escrituras existem muitos exemplos sobre essa inflexibilidade, ela conduz o individuo ao ciúme, exclusivismo e ao preconceito.

(1) Ciúmes, as pessoas ciumentas não aceitam que outras pessoas façam as mesmas coisas que elas. Nos dia de Moises, o servo Josué foi intolerante e ciumento para com Eldade e Medade porque profetizavam no arraial (Nr 11.28,29); Disseram a João: O homem que estava contigo além do Jordão do qual desse testemunho dele “Jesus” está batizando e o povo o segue (Jo 3.26,27); João disse: Mestre, vimos um homem que expulsa demônios pelo poder do nome do Senhor, mas nós o proibimos de fazer isso porque ele não é do nosso grupo. Jesus respondeu: Não o proíbam, pois não há ninguém que faça milagres pelo poder do meu nome e logo depois seja capaz de falar mal de mim. Porque quem não é contra nós é por nós. (Mc 9:38-41);

(2) Exclusivismo, os intransigentes se sentem superiores e procuram excluir as pessoas quando pensam que elas estão tomando seus espaços, isso se torna mais agravante quando envolve a religião (Gn 43:32; Jo 4:9; At 10:28). Atualmente há querelas entre denominações para ver quem se destaca mais e melhor no cenário religioso, com isso elas deixam de lado a visão de ganhar almas, para se destacarem com seus emblemas e alcançarem a posição de status, de maneira que quem mais se destaca não é a igreja, e sim seus líderes. Atualmente há uma facilidade muito grande das pessoas se promoverem, se for pregador parece que só terá valor se ele tiver o título de pregador internacional, se for pastor líder presidente de igrejas ele tem que ser destacar na mídia universal e tem que expor as suas riquezas, anéis e etc, nessa altura não sobram tempo para ouvir e nem conhecer o estado das suas ovelhas (Pv 27:23; At 20:28; I Pe 5.2), elas acabam se alimentando pelas mãos dos outros, porque as agendas cheias, e por essa razão muitas ovelhas fogem do seu aprisco para buscar alimento no pasto dos outros (Lc 9:13).

(3) Preconceitos, ele tem causado muitos males no mundo inteiro, ela se apresenta com atitudes discriminatórias em relação a pessoas, lugares e tradições que são consideradas diferentes. Os preconceituosos são incapazes de conviver com as diferenças. Jesus Cristo foi vítima do preconceito (Mc 6:3; Lc 4:24; Jo 1:46; Jo 7:52). Atualmente no primeiro contato entre cristãos, a pergunta é: De qual denominação você é? A segunda, quem é seu pastor? E forem amigos está em casa, ou seja, tudo bem, se não, assunto encerrado, e se continuar não vai dá nada certo. Isso porque não aprenderam de Jesus. João disse: Mestre,vimos um homem que expulsa demônios pelo poder do nome do Senhor, mas nós o proibimos de fazer isso porque ele não é do nosso grupo. Jesus respondeu: Não o proíbam, pois não há ninguém que faça milagres pelo poder do meu nome e logo depois seja capaz de falar mal de mim. Porque quem não é contra nós é por nós. (Mc 9:38-41). Não há coisas tão danosas ao ser humano do que os sentimentos de intolerância e de perseguição, por quaisquer que sejam os motivos, principalmente religiosos. Jesus não aprova essa prática, e quem aprende dele também não. 

Discriminando pessoas enfermas
Pessoas eram e ainda são discriminadas por motivos de enfermidades, cria-se que as doenças eram resultado do pecado contra Deus e conseguentemente se tornaram hereditária, por isso perguntaram a Jesus sobre o cego de nascença; quem pecou, ele ou seus pais para que nascesse sego? Jesus respondeu: nem ele e nem seus pais (Jo 9:1-3); A mulher do fluxo de sangue, ela era considerada impura (Mt 9:20). Jó relatou que até o seu hálito era intolerável a sua própria mulher e seus próprios irmãos o repugnavam (Jó 19:17). Há pessoas pregando imprecações hereditárias, uma espécie de condenação divina, antecipada e definitiva a alguns grupos de famílias considerando que seus ancestrais cometeram algum delito perante Deus. As circunstancias do cotidiano em uma família não deve ser considerada como opróbrio hereditário, embora se saiba que universalmente o homem tenha herdado o pecado de Adão, chamado comumente de o pecado original. Este passou a todos os homens independentemente de classe social, cor, religião, entre outros (Rm 5:12, 15-18), nesse sentido todo homem se queixe dos seus próprios erros (Lm 3:39).

Na graça divina não há preconceito
A intolerância exclui as pessoas como se elas fossem irrecuperáveis, Raabe era uma prostituta descriminada pela sociedade, residia sobre o muro da cidade de Jericó, mas está teve uma louvável atitude, escondendo os espias de Josué em sua casa (Js 6:7), pelo seu ato heroico ela foi justificada pela sua atitude e fé (Hb 11:31; Tg 2:25), e assim ela foi agraciada por Deus, ela também aparece na árvore genealógica de Jesus Cristo (Mt 1:5). Devemos entender que mesmo as pessoas estando às margens da sociedade, sejam por quaisquer motivos elas podem ser recuperadas. Temos episódios importantes nos dias de Jesus Cristo. Jesus considera a mulher samaritana que tirava água no poço de Jacó (Jo 4.1-29); A mulher apanhada em ato de adultério e condenada a morte por apedrejamento pela lei de Moises (Lv 20:10; Dt 13:9), mas Jesus a acolhe perdoa e lhe salva vida (Jo 8:4-7), em seguida ele lhe faz uma indagação: Onde estão os teus acusadores, ninguém te condenou? Nem eu te condeno, vá em paz e não peques mais (Jo 8:11). Quando o homem se arrepende dos seus pecados ele receberá o perdão divino, e não será levado em conta o tempo da ignorância (At 17:30).

            A intransigência social, política e religiosa tem causado muitos males no mundo inteiro em todas as camadas da sociedade, mas como cristãos devemos amenizar as dores e os sofrimentos daqueles que são vítimas da intolerância e da discriminação, rejeitando qualquer tipo de intolerância seja ela ideológica, social, etnia, social, política, cultural e religiosa. Jesus deixou o seu maior exemplo para todas as gerações, devemos por em prática o que aprendemos dele. Ele recuperou vidas que estavam à beira da morte, vítimas do preconceito religioso, curou leprosos, cegos e aleijados. Tiremos dos nossos corações todo orgulho, ira, intolerância e preconceito, e pedir sabedoria a Deus para saber conviver com as diferenças, isso não significa de devemos compartilharmos das mesmas atitudes e das práticas desagradáveis a nós. Cada pessoa tem o seu ponto de vista deferente em relação a comportamento, mas dizer que não gosta ou o que gosta é normal, cada um tem livre arbítrio para se expressar. (Se não aprendermos a conviver com as diferenças jamais nos relacionaremos bem.)

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE