sábado, 22 de março de 2014

A EXCELÊNCIA DE CRISTO EM NÓS




ESBOÇO 555
TEMA: A EXCELÊNCIA DE CRISTO EM NÓS
TEXTO: 2 Coríntios 4:6,7

Qualquer coisa que existe tem o seu valor e ocupa o seu lugar, umas são mais valorizadas, outras menos, mas para que algumas delas tenham um valor mais expressivo é necessário que se ponha nela alguma coisa que a valorize. Um jarro só será mais valorizado e enriquecido se tiver algum ornamento; um guarda jóia não terá valor se não tiver jóias, portanto existem muitos tipos de vasos, mas todos eles por mais fracos que sejam tem a sua utilidade. “Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra (2 Tm 2:20). Paulo fala que a riqueza da seu ministério era a excelência do poder de Cristo nele.

A excelência de Cristo
Paulo escreveu a primeira carta a igreja de Coríntios a respeito do duro ministério e da pregação do evangelho com um valor soberano. Porque Deus, que disse que das trevas resplandece a luz, é quem brilhou nos nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo (2 Co 4.6), pois ele considerava essa luz um grande tesouro em algo fraco. Ele cita também na carta dois objetos bem conhecidos entre nós; o tesouro e o vaso de barro com o objetivo de mostrar a que excelência do poder é de Cristo e não de nós, para que ninguém se glorie em si mesmo (2 Co 4.7).

O vaso de barro
As características desse material indicam a sua inferioridade como algo frágil “vaso de barro”, ele pode ser quebrado devido à fragilidade, mas também não significa que ele não sirva, ele tem o seu lugar apropriado, um jarro decorativo em uma sala ou em um lugar de recepção, pode não representar muita coisa se não tiver dentro si algo que o valorize, mas quando recebem flores eles começam a chamar a tensão aos olhares de todos que adentrarem naquele ambiente, ou seja, ele recebeu valores que o enriqueceu. Quando Paulo escreveu a Timóteo ele deixou claro que se obreiro ou alguém que faz a obra de Deus quer ser enriquecido deve se qualificar na excelência do poder de Cristo “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra” (2 Tm 2:21). Quem quiser ser vaso deve abandonar tudo aquilo que é iniquidade, e buscar uma vida de santidade.

O tesouro
Coisas preciosas e de grandes valores “jóias, prata, ouro e pedras preciosas”. A preciosidade é a mensagem do evangelho confiada aos frágeis e aos falíveis “vaso de barro”. Paulo não estava focalizando no vaso perecível “o barro”, mas naquilo que o valorizava “o poder de Cristo”. O verbo TER é empregado por Paulo no presente do indicativo e usado na 1ª pessoa do plural, nos dá a idéia de posse (temos), ou seja, ter, possuir, ele sabia que a igreja era um vaso, porém enriquecido pelo tesouro, já a palavra tesouro foi empregado no singular, no entanto entendemos que não é um tesouro qualquer, pois se tratava de algo muito especial, um substantivo abstrato em comparação ao tesouro comum. Referindo-se aos VASOS, o substantivo é empregado no plural, pois se tratava dos que faziam a obra de Deus naquela igreja. Deus se utiliza das coisas frágeis e vis deste mundo para confundir as que são, para que ninguém se glorie, pois a excelência do poder é de Deus e não de nós (2 Co 4:7; I Co 1:27-29,31; 2 Co 10:17). Portanto o vaso que quiser se gloriar glorie-se no SENHOR, reconheça que a sua capacidade vem dele. (2 Co 3:5). O vaso de barro sem o tesouro é apenas um caco entre outros cacos (Is 45:9), por isso não pode se gloriar em si mesmo, e sim no tesouro que o enriquece (Jr 9:23,24; Is 42:8). Não há poder e exaltação sem essa riqueza, pois Cristo é quem nos tornam ricos, Ele é o tesouro e nós os vasos de barro. Com as riquezas de Cristo em nós não estamos isentos dos sofrimentos, turbulências, fraquezas, aflições, tristezas, humilhações, mas o tesouro que temos dentro de nós nos mantém confiantes e encorajados para fazermos a vontade de Deus, porque o tesouro que está em nós, não nos deixa cair ou fracassar na caminhada, o tesouro nos sustenta. 

Os vasos enriquecidos em Cristo passam por muitas aflições, mas não abatidos; como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo (2 Co 4:8,9; 6:10). Mesmo sofrendo, mas mantendo esse grande tesouro em vaso de barro. As aflições e as privações suportadas nessa são leves em comparação com a abundância da riqueza e da glória que teremos em Cristo, em parte essa glória já estar sendo presente, mas só no futuro será experimentada de modo pleno (Rm 8:18). Sigamos firmes não atentando para as coisas que se vêem, mas para as que não se vêem, porque as coisas que se vêem são temporárias, mas as que não se vêem são eternas (2 Co 4:18; Rm 8:25). A excelência da riqueza de Cristo em nós precisa ser vista através da nossa maneira de viver e na pregação das boas novas do evangelho.   
        
Pr. Elis Clementino – Paulista - PE       
          

quarta-feira, 19 de março de 2014

A SEGUNDA VINDA DO SENHOR



ESBOÇO 554
TEMA: A SEGUNDA VINDA DO SENHOR
TEXTO: I Pe 4.7

            A vinda do Senhor tem sido motivo de expectativa no meio cristão. A mensagem sobre esse evento porvindouro foi ensinada pelo próprio Jesus Cristo (Mc 13:3-13; Mt 24:1-25; Lc 21:5-24). A segunda vinda de Cristo se dará em duas etapas, primeiro para a Igreja e depois para Israel, mas antes haverá uma sequência de eventos até essa ocorrência (Mt 24:4,5; 24:6,7; 24:9; 24:10,11; Mt 13: 30,40-43; 24:12,13; 24:7; 24:14). Jesus enfatizou a vigilância, para que os cristãos não fossem apanhados inesperadamente, embora em nossos dias esses alertas tenham sido deixados de ser ensinados em muitas igrejas cristãs, dando lugar a outras mensagens e muitas delas induzindo as pessoas a enfocarem mais o que é material do que espiritual principalmente atinente a segunda volta de Cristo para o arrebatamento da Igreja.

A figueira
A lição da figueira é uma advertência para seus discípulos (Mc 13.28-31; Mt 24.32-35; Lc 21.29-33). Jesus aponta para a figueira que brotará quando o verão estiver prestes a chegar, esse seria um grande sinal para eles. Essa parábola surgiu de uma pergunta que fizeram a Jesus (Mt 24.3), como também outras parábolas citadas por ele como: As dez virgens (Mt 25.1-13); a parábola do servo fiel (Mt 24.42-51), todas elas enfatizavam a vigilância. Possivelmente a figueira falada aqui se refira a Israel e os sinais que o cercariam (Lc 21:29-36). (1) O acontecimento do renascimento de Israel em 1948; (2) A retomada de Jerusalém como capital em 1967; (3) Falta a reconstrução do templo conforme as profecias (Dn 9:27; Mt 24:15; 2 Ts 2:1-4). Não se sabe se esse acontecimento será antes ou depois do arrebatamento, mas são sinais que devem ser considerados (Mt 24:32).

Previsão do acontecimento
A cada momento que se aproximava o termino do ministério de Jesus, ele enfatizada veementemente a respeito da sua vinda, era uma espécie de últimos avisos, sem previsão da data, dia e hora (Mt 24:36), contudo algumas acontecimentos precisariam ser observados (Mt 24:37-39). O último aviso direcionado aos varões galileus cerca de 120 pessoas que assistiam a sua ascensão lá no monte das oliveiras (At 1:11,15).

Situação do mundo atual, um grande sinal
Muitos sinais apresentados por Jesus estão em evidencia em nossos dias, o gemido e a dor da humanidade nos mostram uma realidade futura, (a segunda vinda de Cristo), mas um dos sinais é a propagação do evangelho mediante toda turbulência e avanço do pecado (Mt 24:14). O evangelho está alcançando todas as camadas da sociedade e muitos não entendem a velocidade com que essa propagação vem sendo feita, não importa se por inveja “Verdade é que alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa vontade, mas para ele não importava contanto que Cristo deveria ser anunciado (Fp 1:15-18). Muitos tratam o evangelho como que seja seu ou como uma mercadoria própria, se não for pregado por nós não deve ser aceito, os discípulos do Senhor também pensavam assim: Mestre,vimos um homem que expulsa demônios pelo poder do nome do Senhor, mas nós o proibimos de fazer isso porque ele não é do nosso grupo. Jesus respondeu: Não o proíbam, pois não há ninguém que faça milagres pelo poder do meu nome e logo depois seja capaz de falar mal de mim. Porque quem não é contra nós é por nós. (Mc 9:38-41), eles foram reprovados e repreendidos por pensarem daquela maneira. Atualmente isso tem atrapalhado muito a propagação do evangelho, mas devemos avançar, Deus está facilitando todos os meios para que o evangelho alcance todos os lugares do mundo para a conclusão das profecias (Mt 24:14). Quando o evangelho é proclamado por alguém que visa as almas não se constitui um concorrente as outras igrejas cristãs, mas quando a visão não é ganhar almas, senão pelo material, as outras igrejas são tidas como concorrentes. Daí surgem as contendas entre pastores e promovem verdadeiros escândalos ao invés de dar exemplo de autênticos homens de Deus, mas isso também faz parte do contexto sobre a volta de Cristo. O que aprender com obreiros com as mesmas atitudes dos pastores de Ló que brigavam com os de Abraão disputando divisas? Irmãos, tenhamos cuidado para não seguirmos o exemplo deles. No mundo atual não podemos esperar melhoras na situação moral e espiritual que vai de mal a pior (Mt 24:36-39; 2 Tm 3:1-9). Guardemos as exortações de Paulo sobre a permanência na fé e na pregação do evangelho (2 Tm 3:10-17), diante de um mundo pecaminoso que piora a cada momento que passa, eis ai um grande alerta dado por Jesus (Lc 21:34-36).

O arrebatamento da Igreja
Aqui não são tratados emblemas de igrejas nem sobre as que vão e nem as que ficam (I Co 15: 51,52). O arrebatamento é para os remidos em Cristo Jesus em todo mundo, bem como a transformação e a ressurreição dos mortos (I Ts 4:13-17). Tenhamos cuidado porque um dos sinais pode está acontecendo dentro da sua igreja, e talvez você não esteja vendo, o esfriamento do amor entre irmãos (Mt 24:12).

Aguardemos com cuidado esse momento renunciando tudo aquilo que venha impedir o nosso arrebatados  juntamente com a igreja (Tt 2:11-14).  

            A vinda do Senhor será de modo inesperado, num abrir e fechar de olhos (I Co 15:52), no piscar de olhos. Estejamos atentos aos sinais que precedem esse acontecimento que não tem data e nem hora para acontecer, portanto olhemos para o mundo atual que jaze no maligno (I Jo 5:19). Levemos em consideração o que escreveu Paulo aos tessalonicenses (I Ts 4:13-17). Somos alertados a vigilância, cuidemos para que não fiquemos no momento do arrebatamento da igreja (I Co 6:9,10; Gl 5:19-21; Hb 12:14). Os pastores devem ter muito cuidado para no momento do arrebatamento da igreja eles não fiquem.

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

domingo, 16 de março de 2014

INQUIETAÇÃO.



ESBOÇO 553
TÍTULO: INQUIETAÇÃO
Texto: Filipenses 4:6

            Inquietação, os sinônimos são: Agitações, ansiedades, aflições e perturbações, essas coisas fazem parte do viver do homem enquanto ele estiver na terra. O homem nascido de mulher é de bem poucos dias e mesmo assim cheio de inquietações (Jó 14:1). Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando. (Sl 90:10; 103:15; Jó14:2; Is 40:7,7; I Pe 1:24). Mas o homem nasce para a tribulação, como as faíscas se levantam para voar. (Jó 5:7). O que devemos fazer mediante as tribulações? O que eu preciso fazer para manter o controle? O que acontece quando entregamos as nossas inquietações a Deus através das orações?

I. Qual a nossa atitude ante a inquietação?
As preocupações existem principalmente quando nos sentimos impossibilitados de resolver alguns problemas que estão diante de nós. A inquietação é natural no ser humano, é uma reação do próprio organismo, ela nos impulsiona a pensar e tomar algumas decisões importantes e decisivas para tentarmos amenizar a nossa dor, nesse momento é preciso saber que alguns fatores são imprescindíveis: (1) O melhor remédio para a preocupação é a oração (Tg 5:13), pois é mediante a oração que renovamos a nossa confiança na fidelidade do Senhor ao lançarmos as nossas ansiedades e problemas, pois através do seu cuidado ele pode mudar o curso da nossa história. (Is 38:3-5; Mt 6:25-34; Tg 4:9,10; 1 Pe 5:7); (2) Compreender que tudo o que passamos na vida concorrem o bem (Rm 8:28); (3) Pacientemente suportar as tribulações sem sair da presença de Deus,  a paciência produz perseverança (Rm 5:3,4); (4) Ter uma confiança  firme no Senhor para não ser abalado (Sl 125:1). Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. (Hb 4:16)

II. O que devo fazer para manter o controle
Alguns detalhes são importantes e um deles é o cuidado que devemos ter nos momentos de aflições: (1) Saber que é melhor o pouco com o temor do Senhor do que um grande tesouro onde há inquietação (Pv 15:16), uns se inquietam porque não tem posses, outros se inquietam porque tem; (2) O caminho da ambição pode nos levar a destruição, não ambicioneis coisas altas, mas, acomodai-vos as humildes, e antes de desejar não esqueça do que você já tem (Rm 12.16; Sl 39:6; Nr 11:4-6); (3) Não olhar para a prosperidade dos outros com invídia, isso se constitui um perigo para a fé (Sl 73:2,3); (4) O excesso de ansiedade pode causar-lhe problemas capaz de deixar seqüelas para o resto da vida, em vista disso devemos ter cuidado.

III. O que acontece quando entregamos as nossas ansiedades a Deus?
(1) Descansamos com tranquilidade, pois devemos saber que de Deus vem a ajuda em tempos de necessidades (Hb 4:16); (2) Fortalecimento da parte de Deus para fazermos todas as coisas que ele queira que façamos (Fil 4:13;  3:20; Ef 3:16); (3) Encorajamento divino para enfrentar as problemas (Jo 16:33); (4) Saber que Cristo está estendendo as suas mãos para nos ajudar, mesmo quando a nossa fé for pouca (Mt 14:27).

Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. (Fp 4:6) 

            Todo indivíduo fica inquieto por não poder alcançar um bom desfecho daquilo que está dentro do seu coração, isso é normal, mas essa ansiedade necessita ser controlada para que não venham as consequências depois. Nos momentos mais extremos da vida deve-se manter o controle, as atitudes de tranquilidade podem fazer toda a diferença, sobretudo quando o indivíduo entrega os seus problemas aos pés do Senhor. A tranquilidade conduz o crente a tomar decisões firmes e confiantes e com a certeza que Deus está realizando algo para amenizar seus sofrimentos e dores.

Pr Elis Clementino – Paulista - PE


quinta-feira, 13 de março de 2014

A LÍNGUA, FOGO QUE INCENDEIA UM BOSQUE



ESBOÇO 552
TEMA: A LÍNGUA, FOGO QUE INCENDEIA UM BOSQUE
TEXTO: TIAGO 1:26 ; 3: 1-12.

A língua é um dos membros do nosso corpo responsável pela fala, pois ela é um dos importantes órgãos. Sobre ela a bíblia faz recomendações importantes e uma delas é: Estar pronto para ouvir e tardio para falar (Ec 5:2; Tg 1:19), ela tem múltipla face, com ela podemos bendizer a Deus e amaldiçoar os homens (Tg 3:9; Sl 35:28; Sl 66:17; Sl 71:24; Sl 119:172). Ela pode nos levar ao abismo (Pv 17:20), portanto o que guarda a sua boca e a sua língua, guarda das angústias a sua alma (Pv 21:23; Pv 13:3).

A língua como agente do mal.
(1) Como um sepulcro aberto (Sl 5:9; Rm 3:13);
(2) Ela é como veneno de serpente (Jó 20:16: Sl 140:3; Rm 3:13,14); (3) A língua é cheia de imprecações (Sl 10:7; Sl 50:19); (4) A língua é como uma navalha afiada (Sl 52:2,4; 57:4; 64:3; Sl 73:9); (5) Flecha mortífera é a língua, alcança de longe (Jr 9:8); (6) Ela é como um fogo que incendiar um bosque (Tg 3:5b). (7) Ela proclama mentiras e difamação (Gn 39: 13,14,15; Pv 6:24; Sl 15:3; Sl 119:2; Pv 6:17; Jr 9:3,5,8); (8) A morte está no poder da língua (Pv 18:21; Pv 21:6); (9) Com ela amaldiçoamos aos homens (Tg 3:9b); (10) A língua contamina o corpo (Tg 3:6); (11) A língua serve de tropeço para o próprio homem (Sl 64:8; Sl 78:36; Isa 3:8; Os 7:16); (12) Ela produz rosto irado e odeia a quem ela tem ferido (Pv 25:23; Pv 26:28); (13) A língua se gloria das grandes coisas (Tg 3:5);

A língua como agente do bem.
A quantidade das boas ações da língua é muito menor do que como agente do mal.
(1) A língua do justo é arvore de vida (Pv 15:4);
(2) É como uma pena de um destro escritor (Sl 45:1); (3) A língua do justo revela sabedoria e conhecimento (Is 50:4; Sl 15:2); (4) É como prata escolhida (Pv10:20); (5)A língua do justo traz saúde (Pv 12:18); (6) A língua do justo propaga a salvação (Sl 35:28); (7) Com ela bendizemos a Deus pai (Tg 3:9ª); (8) Ela pode fazer justiça (defender direitos) (Pv 31:8,9).

Protegidos dos açoites da língua
Somente Deus nos guarda das línguas mentirosas e das lisonjas. (1) O justo é Abrigado dos açoites das línguas e das lisonjeiras (Jó 5:21; Sl 31:20; Sl 120:2; Pv 6:24); (2) As imprecações ou pragas não nos alcançarão, a língua é uma ferramenta usada também pelo Diabo (Sl 91:10 -12; Is 54:17).

A sentença da língua.
(1) A língua é um membro a ser destruído com o corpo. (2) A língua perversa será destruída (Pv 10:31); (3) Ela dura só um momento, porque a verdade aparece, o antídoto da língua mentirosa é a verdade (Pv 12:19).

A língua é um pequeno membro e quem a controlar é capaz de governar todo corpo. Tanto a língua pode ser um agente do mal quanto do bem. O homem pode ter complicações por causa da língua (1 Pe 3:10). Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião e vã. (Tg 1:26). Devemos guardar a nossa língua do mal, e os lábios de falarem enganosamente (Sl 34:13). Peça a Deus que lhe ajude a fechar a nossa boca, pondo uma também guardar a porta dos nossos lábios (Sl 141:3).

Pr Elis Clementino – Paulista -PE