domingo, 14 de setembro de 2014

HONRADO POR UM ACORDO DE LEALDADE



ESBOÇO 583
TEMA: HONRADO POR UM ACORDO DE LEALDADE.
TEXTO: I SAMUEL 20:14,15

            Ao recebermos algum beneficio de alguém devemos reconhecer. Existem muitas maneiras de demonstrar atos de reconhecimento e agradecimento, diz-se que favores não há dinheiro que pague, mas há atitudes que recompensa. (O mais importante não é o valor monetário, mas o sentimental). Davi recebeu um grande beneficio quando do seu amigo Jonatas filho de Saul, lhe defendeu da fúria do seu pai, no momento da sua fúria ele queria matar a Davi, mediante a isso Jonatas lhe fez um grande pedido e ambos firmaram acordo, disse Jonatas: “Se eu continuar vivo, seja leal comigo, com a lealdade do SENHOR; mas se eu morrer, jamais deixe de ser leal com a minha família” (I Sm 20:14,15), prontamente Davi aceitou o acordo de lealdade. A lição que extrairemos é que jamais devemos deixar para trás e apagar a história de alguém que muito nos ajudou no inicio da nossa carreira sem uma atitude de reconhecimento.

Davi se lembra do pacto com Jonatas
Após anos Davi reina, mas ninguém é tão ingênuo que se lembre do inicio da sua história e os favores que alguém lhe fez durante o transcurso dela. Davi começa a fazer uma reflexão do seu relacionamento com seu amigo Jonatas e lembra-se do pacto feito entre eles de (I Sm 20:14,15), de quem ficasse com vida deveria honrar membros da sua família. Muitas vezes as pessoas que colaboraram conosco morrem, mas não nos esquecemos das boas conversas, ações e atitudes durante o tempo de convivência, embora haja muitas razões para esquecermo-nos dos favores que alguém nos faz, o curioso é que nos esquecemos quando alguém nos faz um favor, mas na nossa lembrança fica quando fazemos e não somos reconhecidos, ou seja, quem recebe geralmente esquece, e quem faz não, principalmente quando não somos reconhecidos. Após a morte de Saul e seu filho Jonatas, ficou um moço filho de Jonatas vivendo em Lo-debar, no anonimato e sem esperanças, este moço chamava-se Mefibosete, ele era coxo dos pés e sem nenhuma possibilidade de ter um desfecho feliz em sua vida. O rei Davi certamente por uma provisão divina reflete sobre uma conversa que teve com Jonatas e do acordo que haviam firmado. Há promessas que se faz e muitas delas voltamos atrás quando assumimos o poder, temos vários exemplos e uma delas é na política, principalmente nas campanhas eleitorais, quando o sujeito ganha e assume esquece até daqueles que muito fizeram para que ele chegasse ao poder. Jonatas havia morrido, mas o compromisso de lealdade entre Davi e ele não, o rei podia até não cumprir, porque Jonatas já havia morrido, mas o acerto verbal de fidelidade entre eles devia ser mantido. 

Um homem de coração quebrantado
Davi não possuía um coração vingativo, embora houvesse motivos para ser, ao invés disso ele chama seu servo ZIBA e lhe faz uma interessante interrogação: “tem alguém da casa de Saul que eu possa honrá-lo? (2 Sm 9:1), Ziba responde: “Ainda há um filho de Jonatas, aleijado dos pés” (2 Sm 9:3), Ziba não estava interessado a dar-lhe nenhum detalhe positivo  do rapaz para que ele não fosse favorecido, mas destacou ele é aleijado, nos dá a entender que pelo tom de voz de Davi Ziba entendeu que o rei faria algo de bom para quem ficou da casa de Saul. Existem pessoas que ao pedirmos alguma informação sobre alguém para beneficiar a primeira coisa que ele apresenta são os defeitos e não as virtudes. Os Zibas da atualidade só veem os defeitos e não as virtudes, mas não adianta o Rei honra quem ele quer , porém temos um exemplo típico “O que se fará cuja honra o rei se agrada?” (Et 6:6). Para quem ficou da casa de Saul o rei Davi queria restituir as terras e os bens que pertencia a Saul a alguém da sua família, mas Ziba sabia que somente restava um e esse era Mefibosete.

A infeliz realidade de Mefibosete
(1) Nasceu como legitimo herdeiro do trono
(2) Foi vítima de um acidente
(3) Ficou impossibilitado de andar
(4) Escondeu-se em uma terra estranha em Lo-Debar uma terra tão seca que nada produzia.
(5) Viveu sob ameaça de morte porque da casa de Saul só restou ele.

Com essas tristes características estaria excluído e impossibilitado de uma chance para está no palácio do Rei. Ziba via nele todas as impossibilidades para ser beneficiado, além disso, estava em casa de Maquir (em hebraico significa vendido, Maquir era um conquistador das terras de Giliade e Basâ, (Lo-Debar, terra ruim), mas nos planos de Deus Mefibosete estava prestes a dar um adeus a aquele triste lugar, quando Deus tem planos na vida de alguém para acontecer é somente questão de tempo, não seria Ziba que iria atrapalhar. Quantos Zibas têm por ai que se pudesse abortaria os planos de Deus em sua vida? Porém aquilo que Deus determinou está determinado (Is 14:27). Davi poderia até esquecer, mas com certeza Deus o lembraria daquele acordo feito com Jonatas. Deus tira o sono e ainda faz ler livros das crônicas.

O convite de Davi a Mefibosete
Davi manda buscá-lo em Lo-debar para comer pão sentado a sua mesa, essa convocação não dependeria da situação de Mefibosete, mas um cumprimento de lealdade a um amigo. O Ziba que desclassificou Mefibosete teve que fazer o que o rei estava mandando, devolvê-lo as terras de Saul (2 Sm 9:8-10). Alguém pode usar de injustiça com você, mas Deus pode transformar as injustiças em BENÇÃOS. Jamais Ziba irá atrapalhar com as suas mentiras dizendo a Davi que Mefibosete estava do lado dos inimigos quando Absalão se levantou contra seu pai, contudo Davi não levou em conta o que Ziba estava dizendo.

            Entendemos que Deus tem os seus propósitos e esses não podem ser impedidos, muitas vezes a pessoa está no anonimato e vivendo em Lo-debar, mas Deus pode honrar e dar-lhes novas oportunidades. Deus abate e exalta quem ele quer, Mefibosete foi honrado, para Deus pouco importava a sua situação, assim também fez com Mardoqueu (2 Sm 2:6-8). O Senhor pode fazer na vida de qualquer um desde que entregue a ele a direção da sua vida.       

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O MEDO



ESBOÇO 582
TEMA: O MEDO
TEXTO: 2 CRÔNICAS 20:3

            O ser humano tem algo em si que lhe ocasiona uma percepção, ou um estado de alerta que demonstre temor de alguma coisa que o ameace “o medo” ele atua na mente humana e faz o coração acelerar e bater forte. Há momentos que o medo domina o homem e é capaz de fazê-lo parar diante de algo que o ameace, mas há uma maneira de aliviar a tensão e o medo é o encorajamento, este pode influenciar positivamente no cérebro de maneira que o indivíduo possa acreditar na sua superação.

I. O que é o medo?
Inicialmente dizemos que o medo é um estado de alerta que causa temor no homem diante de algo que o ameace, pois eu tenho mais algumas ideias, embora não científicas sobre o medo, e digo que ele é uma espécie de limite que avalia internamente a sua capacidade de enfrentar ou não determinadas situações. Os indivíduos que não tem essa percepção de alerta pode ter algum problema, principalmente nas áreas do cérebro responsável pela ansiedade e medo. Conforme os estudiosos do cérebro humano o medo não é apenas em uma região, mas de várias áreas do cérebro, diz-se também através de técnicas de imagem que partes do lobo temporal, tanto direito e esquerdo do cérebro tem um aumento de fluxo de sangue não somente durante os ataques de pânico, mas em todo tempo em que a pessoa permanece em estado de ansiedade. O coração do justo não deve se abalar mediante o sentimento de insegurança e o medo. Dizemos ainda que o medo é o limite entre o que você pode e o que não pode, ele é o termômetro que mede o limite. O medo tem a capacidade de limitar o indivíduo em todos os aspectos, em algumas situações ele não deixa você prosperar e nem concluir os seus projetos por causa da síndrome do medo, porém Deus não conhece o medo, no entanto o medo é o limite humano, Deus encoraja a qualquer medroso a enfrentar as batalhas (Jz 7:).

Nas escrituras sagradas “Bíblia” encontra-se mensagens que encorajam o homem em quaisquer circunstâncias, exemplo: A palavra não temas por trezentas e sessenta e seis vezes, e tantos outros admiráveis textos que nos encorajam ou animam para as batalhas do dia a dia e também no combate da fé. Com esse assunto mostraremos que estamos sujeitos a momentos de ansiedade e medo, entretanto devemos aprender a nos colocar nas mãos de Deus para que todo temor seja vencido (Sl 23:4; 27:1-3).

II. O medo e a fé
Ele é um grande inimigo da fé, ele impede que o indivíduo tenha a visão de um desfecho vitorioso diante dos combates. O encorajamento divino fazia parte dos livramentos de Deus para o seu povo “E dir-lhe-á: Ouvi, ó Israel, hoje vos achegais à peleja contra os vossos inimigos; não se amoleça o vosso coração: não temais nem tremais, nem vos aterrorizeis diante deles, Pois o SENHOR vosso Deus é o que vai convosco, a pelejar contra os vossos inimigos, para salvar-vos...” (Dt. 20:1-4); O servo (esse não era Geazi) de Moisés estava impossibilitado de ver a proteção divina e o exercito de Deus que os protegiam, ele estava com medo do numeroso exercito que os cercavam, mas Elizeu o anima e ora por ele para que os seus olhos fossem abertos e vissem a proteção divina (2 Rs 6:15-17); Jeosafá rei de Judá temeu diante dos numerosos inimigos (2 Cr 20:3); A confiança de Davi foi muito grande mediante os desafios (Sl 23:4; 27:3; 46:1-11), portanto o antídoto do medo é o encorajamento e a confiança em Deus. Jamais devemos permitir que o medo nos escravize.

            Deus nunca deixou o seu povo sem mensagens de encorajamento, tanto do próprio Deus quanto dos seus profetas (Gn 26:24; Ex 14:13; 2 Cr 20:15; Is 41:13). As mensagens de ânimos continuaram nos dias de Jesus Cristo e dos apóstolos (Mt 14:27; 17:7; At 27:22), elas sempre serão bem-vindas, principalmente nos momentos em que os nossos inimigos tentam devastar as nossas vidas, pois todos nós estamos sujeitos a ansiedade e medo, mas devemos fazer como fez Jeosafá, colocando-se nas mãos de Deus com Jejuns e orações e, se usarmos esses métodos seremos vencedores assim como eles foram.

“Não temas, pois eu sou contigo; não te assombres, pois eu sou o teu Deus. Eu te fortalecerei, e te ajudarei; eu te sustentarei com a destra da minha justiça.” (Is 41:10). A batalha da fé é constante, não significa literalmente uma guerra, mas uma vida de renúncia e de escolhas para manter-se firme diante de Cristo até o fim. Nesse combate precisamos de encorajamentos humanos e divinos. Combate o bom combate da fé, toma posse da vida eterna, para a qual foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas. (I Tm 6:12; 2 Tm 2:4)

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

A BUSCA ANSIOSA PELA PROSPERIDADE



ESBOÇO 581
TEMA: A BUSCA ANSIOSA PELA PROSPERIDADE
TEXTO: MT 6:25-34.

Prosperidade é um estado ou qualidade de próspero. Notamos muitas pessoas em busca excessiva pelo ter, sem refletir que tipo de prosperidade e coisas que querem. Muitas vezes a visão está sendo focada em uma única coisa enriquecer ou se encher de bens materiais, sem se preocupar com a vida espiritual ou com o imaterial. Devemos em primeiro lugar meditar em uma palavra dita por Jesus “Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentada” (Mt 6:33). A busca excessiva pelas coisas materiais pode deixa o indivíduo fora do reino de Deus. “O que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma” (Mc 8:36; Lc 12:19,20).

I. Materialismo
O materialismo tem tomado conta da mente de muitas pessoas religiosas, é uma doutrina que ultimamente está sendo divulgada e aderida com facilidade no seio cristão. Muitos Neo-pentecostalistas tem pregado um evangelho das facilidades onde se exige muito de Deus e a ele nada se oferece, ou seja, mais receber do que dá. Paulo advertiu a igreja a não imaginar numa fantasia de prosperidade, mas exortou aos crentes que por muitos sofrimentos os importava entrar no reino de Deus (At 14:21,22). Sobre a Igreja de Esmirna o Senhor não fantasiou, mas disse: “Não temas as coisas que tens de sofrer” (Ap 2:10). Quem se obriga verbalmente a dar tudo se adorado é o Diabo, Deus nunca (Mt 4:9).

II. Pessoas que olharam para a prosperidade material como se ela fosse tudo.
1. Jó: olhou para as prosperidades dos ímpios (Jó 12:6).
2. Davi: viu o ímpio com grande poder espalhar-se na terra Natal (Sl 37:35).
3. Asafe, por ver a prosperidade dos ímpios seus pés quase escorrega (Sl 73:2,12).
4. Jeremias (Jr 12:1).
Não devemos tirar a visão das pessoas que buscam o reino de Deus como prioridade. A prosperidade vem como consequências “As demais coisas vos serão acrescentadas” (Mt 4: 4;Mt 6:33; MT 19:26-29).
A prosperidade deve ser buscada, mas com ajuizamento de forma natural, mas consciente que ela não é tudo.

III. Os perigos das riquezas quando adquiridas fora dos planos de Deus.
1. Esquecimento de Deus (Dt 6:10,11,12).
2. Negação de Deus (Pv 30:9).
3. Queda Espiritual (Sl 73:2).
4. Orgulho (Dn 4:30).
5. Rebelião (Dt 32:15).
6. Destruição (Pv 1:32).
IV. Pobreza.
(1) A Bíblia mostra que sempre existiram pessoas pobres (Jz 6:15; I RS 17:12; 2 Rs 4:1; Cristo Mt 8:20; Mc 12:42; Paulo (2 Co 6:10; 8:9; AP 2:9). Elias comeu pão de viúva, nem por isso deixou de ser usado por Deus.

(2) Existiram pessoas que Deus não deu nenhuma herança, nem possesão no meio dos filhos de Israel, o próprio Senhor seria a sua herança (Nr 18:20; Sl 16:5).

(3) Porque o pobre e o rico, ambos fez o Senhor (Pv 22:2; Mt 24:7; Mt 26:11). (Nem a fome Zero de Lula e de Dilma acabaram com a pobreza) (Dt 15:11). Os pobres continuam morando nas favelas e nas ruas.

V. Riquezas terrenas também são presentes de Deus.
1. Deus é dono de tudo (I Cr 29:12; Ec 5:19; Os 2:8; Ag 2:8).
2. Ele dá a quem quer (Jr 27:5).
3. As bênçãos que serão lançadas do monte Gerezim “E todas essas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão (Dt 28:1-14). Existem muitas maneiras de Deus nos abençoar.
4. Bens materiais, riquezas e honras são presentes de Deus para a glória do seu nome e não da nossa.
5. As riquezas de Salomão (I RS 3:11; 2 Cr 1:11; 10: 23).

Amados, devemos ter muito cuidado para não sermos levados pela avalanche das promessas de prosperidade. Riquezas adquiridas de qualquer maneira, pois quando mal adquirida o seu final não é bom (Pv 20:21). “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas vos serão acrescentadas”. Importa-nos com todos os sofrimentos entrar no Reino de Deus At 14:21,22). Podemos também possuir riquezas, mas com luta e trabalho fora isso não há milagre, mas investimentos a exemplo dos que receberam os talentos.

Pr Elis Clementino - Paulista-PE

sábado, 23 de agosto de 2014

A LEI E GRAÇA


ESBOÇO 580
TEMA: A LEI E GRAÇA
TEXTO: JOÃO 1:17

A lei e a graça, dois termos importantes e bastante ensinados no cristianismo, necessariamente eles precisam ser mais conhecidos e entendido como funcionam, e seus efeitos na história da humanidade. A lei e a graça foram dadas por Deus, a primeira a Moisés no monte Sinai através dos dez mandamentos, a segunda foi manifestada por Deus através do seu filho Jesus Cristo. Veremos brevemente no decorrer desse assunto sobre a lei e a graça.

1. Princípios éticos
Deus estabeleceu princípios éticos e fundamentais para que o povo de Deus fosse regido “a lei”. A lei era chamada de o antigo conserto, ela não era perfeita, nem permanentes porque ela funcionava como um Tutor ou Aio, de forma temporária até que a graça fosse manifestada através de Jesus Cristo (Gl 3:22-26). O antigo concerto foi substituído pelo novo. (Rm 3:24-26; Gl 3:19).

2. Os malefícios e benefícios da lei.
(a) A lei não permitia que o homem pecasse (Dt 24:16; Ez 18:20; Ez 18:4);
(b) A lei era um jugo pesado para ser carregado pelo homem (Gl 5:1; Mt 11:29; At 15:10; 1 Tm 6:1);
(c) Dependendo do tipo de pecado o pecador era apedrejado (Js 7:24-26);
(d) A lei condenava severamente quem matasse morreria (Ex 21:12; Lv 24:17; Nr 35:30; Mt 26:52).

3. Os benefícios
(1) A lei protegia ou amparava o cidadão indefeso;
(2) O direito da viúva, ela era amparada pela lei de Moisés;
(3) O direto do órfão, ele tinha amparo pela lei (Ex 22:21-24);
(4) Os estrangeiros eram aparados pela lei o direito dos pobres, a eles eram dados direitos a sua subsistência; (Dt 10:18);
(6) Ela garantia o descanso da terra; (Lv 25:1-7; 8-34), o ano Jubileu e o ano sabático.
(7) O direito à vida (Ex 20:13; Dt 5:17; Mt 5:21; Rm 13:9);
(8) A lei conduzia a Cristo e a fé Gl 3:11; 3:19; (Rm 10:4).

4. A graça
A graça é favor indébito. É o dom sobrenatural concedido por Deus como meio de salvação, ele foi revelado por Jesus Cristo. A lei foi dada por Moisés, mas a graça veio por Jesus (Jo 1:14,17; Tt 2:11; Rm 5:21). A graça é a manifestação da misericórdia de Deus nos trazendo grandes benefícios como:
(1) Salvar Ef 2:5-8. A graça traz perdão, justificação, reconciliação do homem com Deus e salvação (Ef 2:5-8; Rm 3:20,24; 5:18; Tt 3:7; Gl 2:16); Justificar, a graça justificava o condenado, esse é um dos maiores exemplos nas escrituras, uma pessoa salva pela graça (Jo 8:1-11);
(2) Onde abundou o pecado, superabundou a graça (Rm 5:20,21);
(4) A graça abriu a porta do santuário para termos acesso a Deus (Hb 10:19-22).

Na graça está revelado amor divino trazendo perdão e a reconciliação do homem com Deus. A graça é o meio de Deus nos salvar e justificar. Infelizmente há muitos crentes na igreja que querem usar a lei como nos tempos da lei, usando e aplicando da mesma forma que era aplicada pelo judaísmo. Essa pratica procura excluir a misericórdia de Deus para com os faltosos. O NT mostra que no presente quem opera são as leis do amor e da misericórdia “a graça” (Gl 6:1,2; Rm 14:1). Ora não devemos viver no tempo da graça como no tempo em que a lei, mas também isso não isenta a justiça divina e humana conforme a necessidade, porquanto não devemos abusar dos favorecimentos da graça.

Pr Elis Clementino-Paulista – PE