quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

JESUS NÃO EXCLUI PESSOAS

ESBOÇO 654
TEMA: JESUS NÃO EXCLUI PESSOAS
TEXTO: LUCAS 7:36-50

Após a queda do homem Deus criou e usou métodos para restaurá-lo espiritualmente, essa atitude restauradora continua no presente quando muitos indivíduos continuam afastados da sua comunhão e do convívio social pela própria ação do pecado. Enquanto Deus procura restaurar essas pessoas, muitos de nós procuramos fazer o contrario excluindo-as desde que, contrariem as nossas ideologias e pensamentos, ou seja, as excluímos por serem e pensarem diferentes. Na atualidade continuamos irredutíveis nesse ponto de vista, onde a intolerância, o exclusivismo, a descriminação tem se disseminado em todo o mundo e em todas as camadas da sociedade. A Bíblia mostra a maneira graciosa como Jesus tratou as pessoas, restaurando-as socialmente e espiritualmente, mas em contrapartida elas teriam que renunciar a vida pecaminosa e segui-lo (Mt 16:24; Lc 9:23,24). Aqueles que pertencerem a Cristo crucifiquem as suas paixões (Gl 5:24).

A reconciliação
A reconciliação com Deus resulta em um novo nascimento (Jo 3:7) e uma nova oportunidade é um recomeço e reconstrução de uma nova vida com Deus, e a construção de um novo caráter “Assim todo aquele que ouve as minhas palavras e as pratica será comparado a um homem sábio, que construiu a sua casa sobre a rocha.” (Mt 7:24). A palavra de Deus é o meio pelo qual podemos alicerçar o nosso caráter, por ela estaremos aptos para vivermos bem em um mundo corrompido pela desobediência.

Pessoas que tiveram as suas vidas reabilitadas
Podemos citar apenas alguns exemplos do AT e NT, eles nos mostram pessoas que estavam impossibilitas de ter uma vida normal devido a sua situação econômica, moral e espiritual:
(1) Em Jericó morava uma mulher chamada Raabe a bíblia afirma que ela era uma prostituta, essa mulher teve uma atitude nobre, ela escondeu os espias de Josué em sua casa, e por isso ela foi justificada (Js 2:2; Mt 1:5; Hb 11:31).
(2) O endemoniado de Gadara que causava um grande tumulto na cidade foi restaurado (Mc 5:1-5);
(3) A mulher do fluxo de sangue que se escondia da sociedade buscou refúgio em Cristo (Mc 5:24-34);
(4) A mulher samaritana a beira do poço de Jacó, a mulher que teve cinco maridos (Jo 4:1-19);
(5) A mulher apanhada em ato de adultério, salva por Jesus (Jo 8:1-12);
(6) O ladrão arrependido da cruz, salvo na última hora (Lc 23:43).

            Muitas pessoas atualmente continuam sendo reabilitadas, muitas delas excluídas e tidas como as escórias da sociedade por pura ignorância em relação ao valor a vida. Quantas pessoas são excluídas porque que contrariam os nossos conceitos a nossa maneira de pensar e de agir, não devemos desprezá-las, independentemente de qualquer ideologia, classe social e religiosa. As pessoas que estiverem em alguma situação degradante, sejam moralmente ou espiritualmente elas precisam ser reconduzidas a uma vida normal. Jesus nos deu o maior exemplo de amor e perdão, ele salvou e restaurou vidas que estavam sendo condenadas pela lei de Moisés pelas suas práticas pecaminosas, no entanto a graça salvadora foi muito maior do que a lei. Devemos aplicar a nossa vida diária e não excluirmos pessoas, mas reabilitá-las, mas deixemos de olhar para as pessoas como se fossem coisas. As pessoas valem muito mais do que as querelas da vida.


Pr. Elis Clementino – Paulista-PE 

domingo, 29 de novembro de 2015

VASOS QUEBRADOS

ESBOÇO 653
TEMA: O VASO QUEBRADO
TEXTO: JEREMIAS 18:1-4;19:1; Jz 6:16-25; Jo 12:3.

            Deus sempre teve maneiras de se comunicar com a humanidade e particularmente o seu povo Israel usando meios pelos quais ele podia entender. Os Profetas eram homens chamados para falar em as grandes verdades em nome do SENHOR. Entre eles destacamos Jeremias que teve um chamado especifico, eles eram interlocutores. Quero destacar quatro momentos nas escrituras em que vasos de barro foram quebrados, Gideão quebra os cântaros (Jr 6:16-25); Jeremias vê o vaso quebrar nas mãos do oleiro (Jr 18:1-4); Jeremias quebra uma botija (Jr 19:1); Uma mulher quebra um cântaro com balsamo aos pés de Jesus (Jo 12:3). As quebras desses vasos transferiam mensagens com significados importantes.

A quebra de vaso, cântaros e botija
Gideão usa as seguintes armas na batalha contra os midianitas: Uma trombeta, um cântaro vazio, e uma tocha no cântaro (Jz 6:16). O cântaro escondia dentro dele uma tocha acesa, o cântaro quebrado resultava em um grande estrondo e logo as tochas apreciam e faziam um grande e imediato clarão de maneira que os midianitas se assustaram. Muitas vezes o nosso cântaro precisa ser quebrado para que a nossa luz apareça, os nossos inimigos não suportam o brilho da nossa luz (Jz 6:19), isso implica em renuncia, abstinência e resignação, principalmente em relação ao pecado, egoísmo e a vaidade. “O teu brilho incomoda quem está nas trevas” (Mt 8:34). Vamos quebrar os nossos cântaros e acender as nossas tochas para obtermos vitória em nossas batalhas.

Jeremias, o vaso que quebra nas mãos do oleiro, a figura do vaso quebrando nas mãos do oleiro e sendo refeito significava algo que Deus iria realizar, mas antes teria que quebrar em suas mãos e refazer uma nação melhor. Deus no seu soberano poder pode fazer tanto com uma nação, quanto individualmente cada um nos aspectos moral, econômico e espiritual (Jr 18:1-4). A quebra da botija, Israel era uma botija a ser quebrado, por causa da sua situação espiritual, o povo havia deixado de seguir ao Senhor para servir a outros deuses (Jr 19:4). A parábola da botija ressalta algo ruim que ele teria que passa pela rebeldia contra o Senhor, visto que o barro duro torna-se impossível refazer, portanto ele tinha que ser quebrado, isso se referia o declínio da nação e do seu sistema político e religioso, os anciãos foram chamados para testemunhar o que Deus iria fazer com ele. (Jr 19:10; Is 8:1,2)

Maria quebra o vaso cheio de bálsamo, essa atitude era bem conhecida na época, as noivas costumavam quebrar aos pés do noivo um cântaro com balsamo, um sinal de honra e respeito, Jesus teve essa honra, foi a ultima oportunidade que Maria teve para honrá-lo (Jo 12:1-10), dentro daquele vaso estava o mais preciso dos ungüentos, precisamos quebrar o nosso cântaro para a essência do nosso ser aos pés de Jesus.

            Amados observem que em todos os aspectos devemos entender que o nosso cântaro precisa ser quebrado pelo Senhor, principalmente quando nos sentimos auto-suficientes. Gideão teve que quebrar o cântaro para ter vitória; Jeremias assiste o vaso quebrar nas mãos do oleiro e vê a restauração do vaso quebrado; Jeremias quebra o cântaro as vistas dos anciões pela dureza de Israel, ele seria quebrado pela sua impenitência; Maria quebra o vaso para que a essência que estava dentro dele exalasse o seu perfume aos pés do mestre. Espero que não haja necessidade de Deus quebrar o seu cântaro pela sua desobediência, porque os sofrimentos seriam muito maiores durante o processo de restauração. A melhor situação foi Maria ela não foi quebrada, mas quebrou o vaso para que a sua essência fosse derramada aos pés do Mestre.


Pr. Elis Clementino – Paulista - PE

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

SEMEAR E COLHER

ESBOÇO 652
TEMA: SEMEAR E COLHER
TEXTO: Eclesiastes 11:1

            Semente é a essência por onde começa a germinação de uma planta, é o óvulo maduro e já fecundado das plantas, ela é formada por: Tegumento “invólucro o que chamamos de casca”, embrião e endosperma “No reino vegetal, na maioria dos casos, é a parte nutritiva e alimentar de uma fruta e, muitas vezes, envolve o embrião de boa parte das plantas.” Dic. Formal. Essa semente plantada no solo germina, cresce e pode produzir frutos, e finalmente a colheita, e se nada plantar também não colherá. “A colheita é relativa à semente.” (Gl 6:7; 2 Co 9:6).

Semear nos lugares áridos
Na agricultura nem tudo que semeamos temos a certezas que produzirão frutos, bons ou maus, pois dependendo do tipo de semente e solo frutificará ou não. Geralmente as incertezas estão presentes, porque não depende somente de quem planta, mas de alguns fatores que podem contribuir para que a semente germine ou não (Lc 8:5). O agricultor sabe que pode semear e nada colher por conta desses fatores (Lc:8:6,7). Existem solos áridos que nada produzem, principalmente nos períodos de estiagens prolongadas, as plantas também são vulneráveis as pragas, por isso o agricultor precisa de cuidados e paciência (Tg 5:7). Salomão nos dá uma lição importante sobre o semear, ele disse: “lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.” (Ec 11:1). Não se têm uma definição exata sobre essa palavra, mas vale ressaltar que Salomão também fala sobre as incertezas sobre alguns aspectos da vida (Ec 11:1-8). As incertezas estão sempre presente em nossas mentes, mas não devemos permitir que ela nos faça apelar para os excessos de cautela. As incertezas não devem fazer-nos parar visto que quem observa o vento, não semeará, e o que atenta para as nuvens não segará (Ec 11:4). Fazer o bem é semear boas sementes, no futuro podemos colher os frutos, semeiem sem visar retorno, mesmo que você não colha os frutos outros poderão colher. Jesus expôs uma parábola sobre a semeadura, e a colheita, observe que as leis da semeadura não mudam e nem envelhecem, a semente é a palavra de Deus (Lc 8:11).

A palavra de Deus é a semente que deve ser semeada, precisamos entender essa necessidade, o bem que realizamos principalmente em favor do próximo são sementes, sendo que, não devemos visar retorno de qualquer espécie. Na vida são facultadas as oportunidades de semear o bem ou o mal, quanto à colher é obrigatório, estejamos com as mãos cheias de boas sementes em qualquer que sejam as circunstancias, podemos até sofrermos e chorarmos por semear o bem, mas podemos ser surpreendidos com boas colheitas (Sl 126:5). Quando lançamos a semente do bem a colheita pode não vir imediatamente como diz a expressão lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás (Ec 11:1), De alguma maneira virá, pois não devemos ser dominados excessivamente pelas incertezas, assim nada realizaríamos. As incertezas não devem nos fazer parar, porque quem observa o vento não semeará, e o que atenta para as nuvens não segará (Ec 11:4).

A Bíblia sagrada nos ensina a fazer o bem sem olhar aquém, Jesus ressaltou que o bem deve ser feito até aos nossos inimigos; “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelo que vos maltratam e vos perseguem; para que sejam filhos do vosso Pai que está nos céus.” (Mt 5:44), portanto tiremos dos nossos corações qualquer idéia de revanchismo contra aqueles que nos fizeram mal. A nossa atitude de amor ao próximo independe do que ele tenha feito ou deixou de fazer por nós, assim também não devemos praticar o bem esperando algo em troca, mesmo sabendo que as injustiças estão em todos os lugares, principalmente nos corações daquelas pessoas que menos esperávamos algo ruim contra nós. Fazer o bem é semear sementes, isso deve ser feito na confiança que um dia podemos colher os seus frutos. Lança o teu pão sobre as águas! (Ec 11:1).


Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

NEM TUDO QUE PENSO DEVO FALAR

ESBOÇO 651
TEMA; NEM TUDO QUE PENSO DEVO FALAR.
TEXTO: ECLESIÁSTES 3:7

            Há duas coisas que deve ser considerado, o que pensar e falar. Impreterivelmente os seres humanos pensam e falam, essas duas faculdades são indispensáveis na comunicação entre eles. É preciso que eles levem em consideração o tempo e o modo de falar, ou seja, a hora e a maneira de expressar verbalmente o que pensou. Ora! A todo o momento podemos pensar, porém falar o que pensou em algumas ocasiões não. “tempo de estar calado, e tempo de falar; ”(Ec 3:7b).

Pensar
É uma palavra originada do latim, formar idéias, cogitar, raciocinar, refletir, imaginar e julgar. Naturalmente o homem tem a faculdade pensar e expressar por meio da fala o que pensa coisa que não acontecem com os animais por serem irracionais. Cada indivíduo pode manter o controle entre o pensar e o falar, ou seja, se fala ou não o que pensou. A mente humana pode esconder algo que somente pode tornar conhecida através da sua fala e pelas atitudes.  - Pensar pode, dizer tudo o que pensou nem pensar.

O poder das palavras
As nossas palavras podem revelar algo que está em nossa mente, sejam boas ou más, elas podem tanto nos comprometer quanto as outras pessoas, por essa razão elas devem ser ponderadas, ou seja, avaliadas, analisadas ou ajuizadas. As nossas palavras podem ser vazias e sem efeitos, pois nem sempre estamos aptos nem se quer ser um mensageiro de noticias; “Amaás foi um mensageiro sem mensagem nos dias de Davi (2 Sm 18:19-33). Muitas vezes não estamos aptos para dar noticias, sejam elas boas ou más, Joabe o filho de Davi sabia que Amaás não estava apto para dar ao rei a noticia da morte de Absalão  “Mas Joabe lhe disse hoje não serás o portador de novas, porém outro dia as levarás; mas hoje não darás a nova, porque é morto o filho do rei.” Sempre há pessoas certas para o momento certo, existem pessoas que não serve para ser um porta-voz de alguém porque ele estraga criar uma situação desagradável para quem o enviou. Há certas autoridades que tem o seu porta-voz para dar as noticias em seu lugar, mas essas pessoas são qualificadas para esse fim. Amaás se antecipou e não soube dizer o que houve com Absalão “Um mensageiro sem mensagem” Amaás assumiu toda a responsabilidade pelo recado (2 Sm 18:22,23,29).

A precipitação das palavras
Antecipar a fala sobre algo sem refletir é precipitação, Salomão interroga dizendo: “Tens visto um homem precipitado no falar? Maior esperança há para um tolo do que para ele.” (Pv 29:20). “A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia” (Pv 15:1,2). “Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas as tuas palavras.” (Ec 5:2). As palavras irrefletidas podem causar transtornos, principalmente nos momentos de iras. “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.” (Pv 15:1). As nossas ações e palavras estúpidas surgem de dentro do coração “Raça de víboras, como podem vocês, que são maus, dizer coisas boas? Pois a boca fala do que está cheio o coração” (Mt 12:34; 15:19; Lc 6:45).

Controlando a fala “língua”
O controle sobre a nossa língua é imprescindível, a vigilância deve ser constante, o Apóstolo Tiago nos mostra a necessidade de manter o controle sobre o que pronunciamos dizendo:
(1) Seremos julgados pelas nossas palavras;
(2) Ela mostra os nossos fracassos;
(3) Ela mostra as nossas perfeições e imperfeições;
(4) Temos a capacidade de controlar a língua;
(5) A língua pode fazer um grande estrago, ela é a faísca que incendeia um bosque;
(6) As duas faces da língua. (Tg 3:1-13).

            Devemos ser prudentes no nosso falar, porque a nossa fala revela aquilo que esta dentro de nós, ela também mostra as nossas imperfeições e tolices, e ainda somos julgados pelas nossas palavras. A língua tem duas faces, com ela bendizemos a Deus e amaldiçoamos os nossos semelhantes, ela ainda exerce juízo sobre nós, ou seja, podemos ser condenados pelas nossas palavras. Amados tenham cuidado com o que fala, saiba que falar pouco e ponderar o que fala é sem dúvida uma grande virtude. “Quem toma cuidado com o que diz está protegendo a sua própria vida, mas quem fala demais destrói a si mesmo.” “Quem fala demais sempre acaba entrando em contradição, então aprenda duas coisas: só fale o necessário e saiba atiçar a língua das pessoas.” Mallu Morais


Pr. Elis Clementino-Paulista-PE

sábado, 14 de novembro de 2015

GUIADOS PELO ESPÍRITO SANTO DE DEUS

ESBOÇO 650
TEMA: GUIADOS PELO ESPÍRITO SANTO DE DEUS
TEXTO: ROMANOS 8:14

            Todo ser humano necessita ser orientado desde cedo para que ele tenha uma direção, um caminho a ser seguido durante toda a sua vida. No sentido espiritual ele também precisa ser ensinado a trilhar em uma direção diferente da vida secular, e para obter êxito é necessário levar em consideração alguns pormenores. O nosso testemunho de fé pode indicar se estamos vivendo na direção do Espírito Santo ou não, pois algumas prioridades espirituais precisam ser estabelecidas para alcançarmos o nosso objetivo que é ser guiado pelo Espírito Santo de Deus.

A confiança em Deus
A nossa fé em Deus deve servir de testemunho em todo tempo e em qualquer lugar. A nossa confiança no Senhor deve ser prioridade, com a consciência que diante da sua grandeza nada somos (Pv 3:5). Quando confiamos inteiramente em Deus procuramos ter uma vida espiritual totalmente saudável, procurando não ser sábio aos próprios olhos, esse é um principio de reconhecimento da sua fragilidade e seus próprios caminhos, bem como apartar-se do mal (Pv 3:6,7-8).

Viver no Espírito Santo.
É viver pela fé, esse é um estado de comunhão com Deus, isso encaminha o indivíduo a uma vida de temor segundo a direção do Espírito Santo para que tenha a garantia da sua comunhão com Deus (Rm 8:16). Aquele que vive na direção dEle não se molda ao sistema mundano (Rm 12:1,2), mas procura se santificar porque os Espírito Santo nele habita (I Co 6:19,20).
O Espírito Santo promove alegria
Além de o Espírito Santo testificar com o nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8:16), ele ainda gera no crente uma alegria que vai muito mais além de uma exultação comum. Ele proporciona uma felicidade incomparável, ele é o selo que nos dá a garantia da nossa comunhão com o pai, tudo isso é mantido pelo Espírito Santo, mas é preciso saber que essa operação do Espírito Santo pode ser interrompida com atitudes que lhe entristeça (Ef 4:30). Davi experimentou em seu corpo o preço da desobediência, a tristeza tomou conta do seu coração até se lançar aos pés do Senhor com pedido de perdão (Sl 51:1-17).

Ter vida espiritual ativa somente é possível se vivermos na direção do Espírito Santo de Deus, pois se o indivíduo viver de acordo com as obras da carne, certamente desfalecerá espiritualmente, mas se pelo Espírito fizer os atos do seu corpo morrer, viverá (Rm 8:13). Quando vivemos na direção do Espírito Santo, Ele nos guia; ensina; consola, e nos fortalece para vivermos uma vida digna do reino de Deus, ele é a fonte de todo bem. Quando clamamos por sua ajuda nas nossas necessidades ele está pronto e com gemidos inexprimíveis nos ensina como convém pedir (Rm 8:27). Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus (Rm 8:14)



Pr. Elis Clementino-Paulista-PE