quarta-feira, 21 de setembro de 2016

ESBÇO 704 DISCIPLINA O TEU CORAÇÃO

ESBOÇO 704
TEMA: DISCIPLINA O TEU CORAÇÃO
TEXTO: PROVÉRBIOS 24:12

                O homem em todos os sentidos da vida precisa ser disciplinado, ou seja, fazê-lo obedecer às normas, regras ou princípios que lhes são impostos. A Bíblia recomenda o seguinte: “Aplica à disciplina o teu coração e os teus ouvidos, às palavras do conhecimento.” Essas duas coisas são fundamentais para que o indivíduo viva bem.

1. Um coração disciplinado
Não há nada mais difícil do que disciplinarmos a nós mesmos para conseguimos conter os nossos anseios, se não nos disciplinamos estamos sujeitos a perder as mais belas oportunidades que a vida nos faculta. Você já pensou que catástrofe pode acontecer com uma pessoa que não consegue controlar o seu coração de onde procedem as saídas da vida. “Do coração procedem às saídas da vida.” “Com sabedoria se edifica a casa, e com a inteligência ela se firma;” (Pv 24:3). O tolo não sabe o que significa disciplinar a si, ele não consegue controlar seus anseios, entretanto o cristão deve ter o seu coração disciplinado e moldado através de princípios que são fundamentais para uma bela comunhão com o Senhor.

2. Características de um coração indisciplinado
1. Arrogante - O coração arrogante não se contém, a sua audácia lhe conduz a perdição;
2. Coração mau – O homem mau tira do seu tesouro o que é mau;
3. Cheio de ódio – Quem odeia vive em constante coração amargurado;
4. Vingativo – A vingança é o resultado de um coração arrogante, mau e cheio de ódio, tudo isso sai do coração.

3. As consequências
O indivíduo que tem o coração indisciplinado é apático, intransigente e presunçoso e prontamente ele se cerca de inimigos. As suas atitudes são desastrosas e sem limites, não visa o bem estar dos seus semelhantes, não valoriza as outras pessoas, adora estar cercado de privilégios, no entanto não sabe ele que a ruína está prestes a chegar “A soberba precede a ruína e a altivez de espírito a queda.” (Pv 8:16)
                                                           
4. Características de um coração disciplinado
1. Moderado, apaziguador é imparcial, as suas decisões são ajuizadas.
2. Humilde, um coração humilde, simples e desprovido de orgulho.
3. Amável, é um dos pronomes utilizado por quem tem o coração disciplinado.
4. Não guarda rancor, o ódio se abriga no seio dos tolos.
5. Perdoa, um coração desprovido de ódio perdoa.
6. Paciente, a paciência é um distintivo de um coração tranquilo.
7. Sábio, um coração ajuizado, cordado, controlado, sabe se comportar em situações diversificadas.
8. Inteligente, perspicaz, esperto também faz parte de um coração disciplinado.

                O que aplica a disciplina ao seu coração e o seu caminho será bem ordenado. Todas as características foram faladas tanto de um coração indisciplinado quanto disciplinado gozarão dos seus frutos “Tudo o que o homem semear isso ele ceifará” (Gl 6:7). Aquele que disciplina o seu coração certamente colherá bons frutos, do coração mau coisas más sairão dele, um bom coração, boas coisas sairão (Mt 15:18; Pv 6:12). Deus guarde os nossos corações devemos pedir a Deus um coração sábio como fez Salomão.

Pr. Elis Clementino – Paulista – PE

AD Excelência

terça-feira, 6 de setembro de 2016

ESBOÇO 703 BARNABÉ, UM DISCÍPULO ACOLHEDOR

ESBOÇO 703
TEMA: BARNABÉ, UM DISCÍPULO ACOLHEDOR
TEXTO: ATOS 9:27

                Não é nada fácil mudar a reputação de alguém quando ela é má, existem pessoas que a sua fama é tão terrível que ninguém quer se aproximar delas. Nesse mote eu quero ressaltar a maneira como devemos receber os novos crentes na igreja, seguindo o belo exemplo de Barnabé um discípulo do Senhor, mas antes precisamos conhecer um pouco sobre Saulo e Barnabé.

1. Quem era Saulo de Tarso?
Saulo natural de Tarso, um soldado romano, homem preparado criado aos pés de Gamaliel, fiel na sua missão, ele possuía dupla cidadania. Saulo foi um grande perseguido e foi responsável pelas prisões dos cristãos, participou da morte de Estevão, todos temiam a Saulo (At 7:58; 8:3; 9:1,2), perseguiu os cristãos até o dia que teve o encontro com o Senhor (At 9:3-6), mesmo assim Ananias, como também os demais discípulos não queriam acreditar devido a violência que usava para com os cristãos (At 9: 13,14). Após o seu encontro com o Senhor a sua vida mudou completamente, ele teve um profundo recomeço na vida, ele foi humilhado e cego, Saulo teve a mais profunda experiência. Cada tem a experiência pessoal a respeito da a sua conversão, a ele foi-lhe dado a tríplice missão:
(a) Pregar aos gentios;
(b) Pregar aos reis;
(c) Aos filhos de Israel (At 9:15).
Ao chegar a Jerusalém conduziram Saulo aos discípulos, mas eles não acreditaram que ele também fosse um discípulo do Senhor (At 9:26), mas na sinagoga havia um discípulo chamado Barnabé que o recepcionou.

2. Quem era Barnabé?
Um discípulo do Senhor, natural de Chipre, cujo nome significa “filho da consolação ou da exortação”, ele possuía características importantes como:
2.1. Um moço solidário (At 4:36,37);
2.2. Compreensivo (At 9:26,27);
2.3. Tinha o dom de exortar (At 11:23);
2.4. Era cheio do Espírito Santo (At 11:24);
2.5. Havia nele uma influência inspiradora (At 11:25,26);
2.6. Homem de confiança (At 11:29,30);
2.7. Tinha uma aparecia agradável (At 14:12);
2.8. Havia nele um chamado para missão (At 13:2);
2.9. Sustentava a si próprio (I Co 9:6);

3. Auxiliando os novos crentes
1. Toda pessoa que se converte a Cristo necessita de alguém para se responsabilizar por ele, ajudá-lo e acompanhá-lo, ensiná-lo e encorajá-lo. Barnabé foi esse alguém que recepcionou Saulo de Tarso e o acolheu tomando a frente para ajudá-lo, porém é triste quando o cristão faz tudo o contrário, ou seja, ao invés de ajudar atrapalha a fé daquele novo crente, porém esse tipo de crente é chamado pedra de tropeço.

2. Ao ingressar na igreja, a pessoa precisa de outros cristãos para os ajudarem, principalmente aquele indivíduo que muitas vezes vem com a sua reputação manchada, ajudá-lo é um dever cristão. Muitas vezes há certo temor quando essas pessoas ingressam na igreja, mas isso é natural, mesmo sabendo que se tratava de um homem perigoso Barnabé o recepcionou e o encaminhou aos Apóstolos (At 9:27). “Um homem não é homem sem outro homem” talvez essa frase choque inicialmente, mas na realidade faço referência da necessidade de um homem precisar do outro para ajudá-lo, encorajá-lo, ensiná-lo e etc. “Um ao outro ajudou e ao seu companheiro disse esforça-te” (Sl 41:6); “um cordão de duas dobras pode quebrar, mais o de três dobras resistirão”.

                A lição que extraímos desse texto é a de Barnabé, a sua hospitalidade e afabilidade servem de exemplo para nós hoje. Atualmente as pessoas que ingressam na igreja precisam dessa assistência espiritual dando-lhes o voto de confiança e ensiná-lo para que ele dê frutos, não importa quem sejam eles. Isso deve ser feito com habilidade, para que não impeçam o desenvolvimento daquele novo crente. As atitudes de muitos crentes atropelam o crescimento espiritual dos novos convertidos, muitas vezes com falatórios vãos, desencaminhando o crente para estar conversando na hora do culto, leva para fora do tempo, fala da igreja e dos obreiros, coisas que não edifica ninguém, gente dessa natureza é pedra de tropeço e agente do Diabo, desses o novo convertido deve se afastar urgente para não ficarem escandalizados e perderem a fé. A igreja precisa de muitos Barnabés para ajudar os novos crentes a desenvolverem a sua fé e se tornarem um instrumento na obra de Deus. Barnabé tornou-se um grande companheiro de Paulo na obra missionária.

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE

AD Excelência

terça-feira, 30 de agosto de 2016

702 AUTORIDADE E PODER.

ESBOÇO 702
TEMA: AUTORIDADE E PODER.
“Porque também eu sou homem sujeito a autoridade, e tenho soldados sob o meu poder, e digo a este: vai e ele vai; e a outro vem; e ele vem; e ao meu servo: faze isto; e ele o faz, Lucas 7:8.
Autoridade e poder não são aplicados das mesmas formas quando se trata de posições eclesiásticas, embora os significados sejam idênticos. As pessoas que estão exercendo alguma autoridade, principalmente uma liderança espiritual deve ter muito cuidado para não entender que as exercem como se estivesse em uma instituição pública ou numa empresa privada. É importante saber como devem ser exercidas a autoridade e o poder. Quero tratar neste assunto sobre o poder e a autoridade enfatizando mais no que diz respeito ao espiritual por ser a parte que mais interessa dentro desse contexto.

Autoridade – Direito de poder e mandar; prestigio ou influência que uma pessoa exerce sobre outros, por seus méritos. A autoridade conquistada é reconhecida,

Poder – É a capacidade de obrigar, por causa da sua posição ou força, os outros obedecem à sua vontade, mesmo que eles preferissem não fazê-lo, nessa situação o poder vai sendo fragmentado.

“A autoridade é diferente do poder, porque ela envolve a capacidade ou a habilidade a levar os outros a fazerem de bom grado a sua vontade.” Fonte: O Monge e o Executivo.

Autoridade espiritual.
A posição de autoridade espiritual deve ser exercida de forma coesiva e compatível com a função que exerce sobre a Igreja de Deus, sabendo que essa função é desempenhada sobre o corpo místico de Cristo na terra. O apóstolo Pedro ao escrever a sua primeira carta aos crentes da Ásia Menor entre 62 a 69 d.C; escreveu também sobre a responsabilidade que o líder deveria ter sobre o rebanho de Deus (I Pe 5:2,3). A autoridade espiritual é delegada.

A autoridade de um homem de Deus deve ser reconhecida pelas ovelhas através da forma como ele as conduz, daí vem o respeito, a submissão, o reconhecimento e o valor do seu trabalho (At 20:18,19,37).

Os excessos de autoridade têm causado muitos transtornos, falta de credibilidade e constrangimentos para igreja do Senhor, é através das atitudes descomedidas que vêm os problemas, é exatamente nesse estágio que o líder perde o comando, ou seja, deixa de ser reconhecido pelos seus liderados. O autoritarismo constrange e afasta o liderado do seu superior.

Os verdadeiros líderes cristãos estão cientes das responsabilidades que lhes são atribuídas sobre seus mordomos, ou seja, sobre os seus liderados. Na igreja de Deus as lideranças não podem estar alheias aos seus compromissos morais e espirituais, além das obrigações com a ética, pois as recomendações quanto às qualificações morais lhes foram passadas quando foram chamados para ocuparem cargos eclesiásticos conforme: (I Tm 3:1-10; Tt 1:6; 2;7; 2 Tm 2:24).

Paulo considerou que os dons ministeriais eram distribuídos pelo Senhor quando disse: “Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores” (Ef 4:11) pois as responsabilidades lhes foram entregues com finalidades especificas. “Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo” (Ef 4:12).

O líder cristão deve ser antes de qualquer coisa, “exemplos dos fiéis” (Ef 4:12; I Pe 5:3), isto é: a sua vida cristã e perseverança na fé devem ser mencionada na congregação como digna de imitação, porque se alguém deseja o episcopado boa coisa deseja (I Tm 3:1) porém, deve estar consciente das suas responsabilidades, mesmo aquele que não exerça uma função ministerial, mas de um professor de escola dominical, ou dirigente de órgão etc.

O povo de Deus deve desenvolver a ética cristã e a verdadeira piedade, não somente quando faz exposição da palavra de Deus, mas também pelo exemplo dos líderes que vivem conforme os padrões bíblicos. O Pastor deve ser alguém cuja fidelidade a Cristo pode ser tomada como padrão (I Co 11:1; Fp 3:17; I Ts 1:6; 2 Ts 3:7,9; 2 Tm 1:13), não somente na igreja. A liderança espiritual também começa dentro do lar, com a esposa, família (I Tm 3:2,4,5), além dos de fora, e os próprios vizinhos (I Tm 3:7).

A liderança espiritual deve ser exercida dentro dos princípios bíblicos, com espírito de brandura, provendo o melhor para a obra de Deus e os liderados, o centurião disse que era sujeito à autoridade, mas também tinha homens sob o seu poder, pois havia servos da sua casa que obedecia as suas ordens (Lc 7:8). A maior autoridade é aquela que é conquistada e não o poder que tem a capacidade de obrigar a obedecerem.

Pr. Elis Clementino – Paulista – PE
AD Excelência

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

701 DISPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DE DEUS

ESBOÇO 701
TEMA: DISPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DE DEUS
TEXTO: I CORÍNTIOS 4:1,2

            As nossas ações são observadas pelas outras pessoas, elas tanto podem reprovar quanto aprová-las, pois existem na vida determinadas funções que requer algumas características que serão fundamentais para determinar se as pessoas têm bom comportamento ou não, se são bons profissionais ou não, porém no âmbito espiritual incidem as mesmas coisas, principalmente quando se refere à vida cristã, onde há funções que requer muito mais qualidades, que sem dúvidas elas são fundamentais para sermos reconhecidos ou não. Aqueles que são qualificados como ministros de Cristo devem ter uma conduta pautada dentro de princípios estabelecidos para essa função, no texto acima o Apóstolo Paulo ressalta muito bem essa importância.

1. Ministros e Despenseiros
Em sua carta Paulo apresenta características fundamentais para o obreiro, porém elas são vistas pelas outras pessoas. Que os homens nos considerem como MINISTROS de Cristo e DESPENSEIROS dos mistérios de Deus.

1.1. Ministros de Cristo
São homens chamados por Deus para exercer a função de ensinar a respeito do evangelho, ou seja, são administradores das verdades de Deus no evangelho. O que nos leva a sermos considerados como ministros de Cristo são as nossas condutas, elas são suficientes para determinar se temos ou não legitimidade para assumir tal função. “QUE os homens nos considerem como ministros de Cristo” (I Co 4:1a).

1.2. Despenseiros
São aqueles que despensa as revelações de Deus através do evangelho. O porta-voz de uma autoridade de um País deve ser fiel ao transmitir a mensagem, a ele é exigido fidelidade no cumprimento da sua incumbência (I Co 4:1b)

2. Desejando o Episcopado
É normal um membro de uma igreja desejar o episcopado, quem o aspira excelente obra deseja (I Tm 3:1), mas é preciso que ele tenha a consciência daquilo que está aspirando, porque a quem mais se dá, mais são exigidas. As qualificações morais e espirituais são fundamentais para exercer a função de ministro do evangelho (I Tm 3:2-7; Tt 1:5-16).

3. As decorrências
É importante levar em consideração as implicações decorrentes durante a vida ministerial, os sofrimentos são as marcas de Cristo que carregamos em nossos próprios corpos. Os obreiros mais velhos ensinem aos mais jovens através das experiências sofridas durante o seu ministério, destaquemos as cartas de Paulo e Timóteo relatando seus sofrimentos entre eles os açoites e prisões.

4. As emoções enganam
Os ministros do evangelho precisam ter cuidado para não serem traídos pelas próprias emoções, pois nenhuma motivação há para se orgulharem a não ser na cruz de Cristo, por causa da relevância do ministério cristão é muito ruim um obreiro com pretensões descontroladas.

            Que os homens nos conheçam como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus, eles nos achem dignos desse ministério. As qualificações morais e espirituais sejam a nossa flâmula, para que todos vejam em nós um verdadeiro ministro de Cristo e glorifiquem a Deus.

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE
AD Excelência           


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

700 A CEIA DO SENHOR

ESBOÇO 700
TEMA: A CEIA DO SENHOR
TEXTO: MATEUS 26:26-29; I CORINTIOS 11:23-34

                A Santa Ceia do Senhor é um ato sagrado e comemorativo, a CEIA foi instituída pelo SENHOR na última páscoa antes da sua morte, estando ele sentado a mesa com seus discípulos ordenaram-lhes dizendo: (Mt 26:26). O ato da ceia tornou-se importantíssimo para os cristãos em todo mundo por ser uma celebração com emblemas alegóricos que fazem referencia a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.
I. Símbolos da Ceia do Senhor
Os emblemas que compõe a ceia do Senhor são: o PÃO e o VINHO. Jesus simplificou esse ato usando apenas com esses dois símbolos, embora estivessem em plena comemoração páscoa onde os ingredientes que compunham a mesa para a celebração da páscoa eram muitos e exigia-se um ritual complexo.

Jesus determinou que fossem suficiente apenas PÃO e o VINHO dando-lhes um novo significado, eles passariam a ser representantes do seu corpo e o seu sangue. Essa celebração era uma festa de congraçamento incluindo uma refeição seguida pela santa ceia propriamente dita.

A ceia é um ato que exige reverencia acompanhada de um profundo sentimento de adoração que envolvia cânticos dos salmos e leitura da palavra. Os membros da igreja levavam alimentos para serem repartidos entre eles, era a FESTA do AMOR, mas a igreja de Coríntios não estava dando o devido valor a essa festa espiritual de grande relevância, houve problemas na distribuição de alimentos, uns recebiam e outros ficavam com fome, era uma refeição de comunhão, porém a transformaram em glutonaria e embriaguez desconsiderando o seu real propósito (I Co 11:22). Foi por essa razão que Paulo escreveu a sua carta a igreja para ensiná-la qual o verdadeiro sentido e propósito da ceia (I Co 11:23-30).

1. O pão é um alimento preparado à base de trigo, ele é conhecido desde aquela época, mas daquele momento em diante passou a simbolizar o corpo de Cristo. Ele próprio declarou diante dos discípulos quando instituiu a ceia (Mt 26:26).

2. O vinho representa um novo começo representando uma nova aliança entre nós e Deus, no A.T. essa aliança era selada com sangue de animais derramado. No calvário seria o sangue do cordeiro de Deus “Jesus Cristo” derramado, daí ficou estabelecido pelo Senhor um memorial até que ele venha (Mt 26:26).

II. Os três olhares em relação à CEIA do Senhor. (1) RETROSPECTIVO – fazei isto em memória de mim; (2) EXTROSPECTIVO – Olhar para o futuro; (3) INTROSPECTIVO – Examine-se o homem a si mesmo.

III. Implicações
Algumas decorrências aconteceriam se os cristãos que não levasse a sério ou violasse qualquer ato sagrado instituído por Deus, Paulo foi enfático ao escrever a carta a igreja de Coríntios mostrando-lhe quem participasse indignamente ou desconsiderasse aquele ato sagrado haveria um julgamento resultaria divino; (1) Se tornaria culpado do corpo e do sangue do Senhor pela irreverência ao sacrifico de Cristo; (2) Tomaria a ceia para a sua própria condenação não discernindo o corpo do Senhor; (3) Tomavam para a sua própria condenação.

Esse julgamento resultaria em três classes de pessoas:
(a) Os fracos;
(b) Os doentes;
(3) Os que (dormem) morriam

                A Ceia do Senhor não deve ser entendida superficialmente como fazem muitos, pois ela é a nova aliança que custou a vida de Cristo, ela é um sacramento que fortalece a nossa fé, por isso os crentes precisam examinar a si mesmo antes de tomar parte dos dois emblemas. A ceia do Senhor não é motivo de tristeza, não é um funeral e sim uma festa alegre em comemoração a vitória da nossa redenção nos unindo ainda mais aos irmãos e ao Senhor, a alegria e singeleza de coração deve contagiar a todos.

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE
AD Excelência