terça-feira, 1 de novembro de 2016

PADRÃO DE VIDA CRISTÃ

ESBOÇO 715
TEMA: PADRÃO DE VIDA CRISTÃ
TEXTO: I PEDRO 1:13-25.

                Cada pessoa tem o estilo de vida que lhe é peculiar, mas que este deva ser de maneira que lhe cause honradez e o bom nome “O mais digno de ser honrado é o bom nome”, (Pv 22:1). Muitos cristãos não levam em consideração algumas características que são fundamentais para que eles vivam bem e tenham sucesso em todas as áreas da vida. Devemos entender que existem regras sociais ou igualitárias para todos, e elas devem ser observadas e obedecidas, principalmente as estabelecidas por Deus para que tenhamos uma vida devocional saudável. Esses princípios devem acompanhá-lo por toda vida, esse é o modelo exigido por Deus para que o cristão tenha uma vida de santidade e de plena comunhão com ele.

1. As características morais e espirituais.
Embora as características morais influam diretamente na vida espiritual queremos destacar nesse ponto.

1.1. Morais
1. Em tudo ser exemplo e andar dignamente (Ef 5:8. Cl 1:10; 2:6; 1 Tm 4:12: Tt 2:7; 1 Pe 5:3);
2. Servir de modelo para os outros (At 20:18; Fp 3:17; Fp 4:9; 2 Ts 3:7;. 2 Tm 3:10);
3. Linguagem sã e irrepreensível (Fp 2:15; Tt 2:8);
4. Não entrar em questões alheias (1 Tm 5:22);
5. Não serem orgulhosos e nem se gloriar e nem louvar-se a si mesmo (1 Co 1:31; 2 Co 3:5b; 2 Co 10:17,18; 1 Co 3:18);
6. Manter o autocontrole ou domínio próprio (1 Co 6:12b);
7. A ninguém julgar precipitadamente (Mt 7:1; 1 Co 4:5; Rm 2:1; Rm 14: 4,10,13);

1.2. Espirituais
1. Conservar o modelo das sãs palavras (2 Tm 1:13; 2 Tm 3:14; Tt 1:9; Hb 10:23);
2. Ter uma vida de completa santidade (Lc 1:75; 1 Ts 5:23).
3. Não se embaraçar com as coisas desta vida  (1 Co 9:25; 2 Tm 2:4);
4. Fugir das paixões da mocidade (1 Ts 5:22; 1 Tm 6:11; 2 Tm 2:22);
5. Que o amor seja conhecido de todos, amor exemplar (Fp 4:5).
6. Procurar ter uma boa consciência (At 23:1; At 24:16);
7. Deixar tudo e seguir esse exemplo (Ef 4:17-31).

2. Entendendo os problemas da vida para manter o modelo de vida cristã.
Quem observar cuidadosamente a palavra de Deus será próspero (Dt 28:1-8), mas devemos entender que as bênçãos advindas não nos isenta das aflições (Jo 16:33b), não é por ser abençoado e servo de Deus que os contratempos não aconteçam, porém, mesmo com todos as aflições ele é capaz de triunfar (Fl 4:13; Jo 5:15; 2 Co 12:9).

Podemos crescer em meio à crise, essa é uma maneira de Deus nos exaltar, pois é sofrendo que amadurecemos e adquirimos experiências (Rm 5:3; Tg 1:3,4,12), crescemos porque as adversidades nos forçaram a buscar saídas e descobrir caminhos. Paulo sabia que as perseguições, sofrimentos e prisões sofridas contribuíram para o bem do evangelho (Fl 1:12-26). Se o individuo não for abençoado da maneira que gostaria não significa que ele esteja debaixo de maldições, pois Deus criou todas as coisas cada qual para o seu próprio fim (Jó 1:21; 2:10; Pv 22:2).

A observação as leis estabelecidas pelos homens pode ser um bom princípio para a obediência aos mandamentos divinos. É importante ter boas características tanto nos sentidos morais quanto espirituais, pois o sucesso espiritual depende tanto de um quanto do outro, embora cada um cristão deva ter a consciência dos sofrimentos, sem, contudo declinar-se diante deles “Se te mostrares frouxo no dia da angústia a tua força será pequena”. Não devemos desanimar porque Deus tem o poder de nos fazer crescer na terra da aflição (Gn 41:52). Os nossos fracassos não devem ser atribuídos a Deus e sim a nós mesmo, ora, toda geração padece (Rm 8:18-23), mas quando correspondemos com a vontade de Deus, ele nos abençoará de forma que não há quem impeça (Rm 8:37).

Podemos desenvolver os nossos potenciais em todos os aspectos da vida sem, contudo perder a nossa postura moral e espiritual.

Pr Elis Clementino - Paulista-PE

AD Excelência

terça-feira, 25 de outubro de 2016

ESBOÇO 714 A ORAÇÃO INSENSATA

ESBOÇO 714
TEMA: A ORAÇÃO INSENSATA
TEXTO: LUCAS 18: 9-14

            Jesus expressa uma rica parábola sobre um fariseu e um publicano com a finalidade de reprovar os que se julgassem justos e desprezassem os outros. A mensagem também servia para mostrar aos seus discípulos que a atitude daqueles fariseus não devia ser imitada. O âmago da parábola era o egoísmo religioso e o desprezo pelas pessoas mais humildes, e que seus discípulos deveriam reprovar atitudes semelhantes.

I. Jesus reprova dois pecados praticados pelos fariseus;
1. A presunção “altivez”
2. O egoísmo “exclusivismo”.

II. Atitudes importantes
1. Humildade
2. Reconhecimento da grandeza de Deus

III. Resultado do orgulho
1. Não devemos ser orgulhosos, ele precede a ruína (Pv 18:12a);
1.1. Exemplos de destruição através do orgulho:
Lucifer (Ez 28:11-17; Tm 3:6);
Jezabel (2 Rs 9:30-33);
Golias (I Sm 17:8-47);
Nabucodonozor (Dn 4:28-30);
Belsazar (Dn 5:1-9)

IV. Exemplos de humildade
2. A humildade precede a honra (Pv 18:12c);
1.2. Exemplos de pessoas honradas através da humildade:
José (Gn 39;1-18; 41:37-44);
Gideão (Jz 6:11-16);
Davi (I Sm 17-18);
Salomão (I Rs 3:1-9);
Jesus Cristo (Fp 2:5-11).
Devemos levar em consideração que há resultados para esses dois exemplos, o orgulho e a humildade.

O âmago dessa parábola era mostrar que o egoísmo conduz a um resultado triste, os fariseus que oravam malbaratavam os seus orgulhos, eles foram reprovados por Deus. A maior reprovação não é a humana, mas a divina, eles não foram justificados, enquanto o publicano voltou para a sua casa justificado por Deus, o seja, aprovado pela sua atitude de humildade. Amados, devemos reprovar qualquer atitude que induza a nos ufanar, ou se vangloriar, porque não temos méritos para isso. O fariseu expôs todo seu orgulho dizendo: “não sou como os demais homens” dou o dizimo de tudo dizia ele, enquanto o publicano se humilhava diante de Deus e curvado batia no peito e pedindo misericórdia por não ser digno nem de olhar para o céu, “Deus ama o coração quebrantado”. A nossa postura humilde diante de Deus faz toda diferença. “Eu habitarei com os humildes e contritos de espírito” (Is ).

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE
AD Excelência – Paulista - PE


terça-feira, 18 de outubro de 2016

ESBOÇO 713 TEMPESTADES

ESBOÇO 713
TEMA: TEMPESTADES
TEXTO: Marcos 4:35-41;Is 21:1
               
                É muito natural ouvirmos falar de vendavais e tempestades, no entanto não se prever as conseqüências após acontecimento. As tempestades têm características bem diferentes de simples chuvas com ventanias moderadas que não causam estragos como acontecem com os fortes vendavais e tempestades. Nesse assunto eu quero rapidamente e sem muitos pormenores discorrer sobre esses fenômenos e o que eles podem causar, mas concluir esse assunto falando sobre os vendavais e tempestades no sentido espiritual.

I. Fenômenos
1. Tempestades
Tempestade geralmente vem acompanhada com rajadas de ventos fortes e dependendo da proporção ela pode causar graves estragos nas regiões afetadas, principalmente nas cidades costeiras e com mar aberto, o mar fica agitado e com ondas altas e ventos com mais de 100km/h, e quanto mais velocidade, mais estragos faz. Ouvimos histórias do passado e recentes com destelhamento do que esses acontecimentos têm causado, onde casas e prédios são invadidos pelas águas do mar com ondas gigantescas, arrastando barcos, carros, casas deixando muitas pessoas desabrigadas, outras cidades costeiras são praticamente varridas do mapa como no ultimo acontecimento no Haiti, em fim toda tempestade é devastadora e com alto custo para essas cidades sejam recuperadas. Há muitos tipos de tempestades, mas todas elas deixam rastros de destruição pequenos ou grandes.

2. Furacão
Existe também o furacão ou ciclone, ele se apresenta com características um pouco diferente de uma tempestade de chuvas e ventos, mas uma espécie de redemoinho parecido com uma tromba de elefante afunilado que vem com ar quente e poeira dependendo da velocidade vai varrendo e jogando para a atmosfera tudo o que encontra pela frente, a situação se torna insopitável. Existem países que são vulneráveis a esses fenômenos devido às localizações geográficas. Tanto as tempestades quanto o furação está acima das nossas forças (Mc 4:35-41). O profeta Isaias predisse a destruição da Babilônia usando fenômenos meteorológicos, porém na mensagem ele não se referia literalmente esses fenômenos, mas que um exército poderoso passaria sobre Babilônia como um tufão destruindo tudo pela frente (Is 21:1).

3. Maremoto
Existem também no mar as acomodações das chamadas placas tectônicas, quando elas se movimentam causam o fenômeno chamado maremoto jogando para terra água e lama, com essa reação inundam cidades inteiras como aconteceu no Japão há alguns anos atrás, os navios, barcos foram lançados em terra, árvores foram arrastadas, carros, casas, prédios e milhares de pessoas foram soterradas na lama.
II. Idéias sobre essas calamidades
Antigamente tempestades sobre alguns lugares eram sinais de reprovação divina sobre aquele povo, mas nem sempre foram, ou seja, apenas algumas calamidades. Todos nós estamos em situações vulneráveis às variações climáticas e outros fatores que contribuem para esses eventos, mas com o passar dos anos os acontecimentos estão ficando cada vez mais frequentes porque o próprio homem tem contribuído para essas ocorrências, todavia deixemos de lado os eventos naturais e meditemos nos acontecimentos que envolvem a nossa vida espiritual.

III. Circunstancias parecida
Existem circunstancias na vida que nos parece serem tempestades, eles são piores porque atinge a alma e o espírito, invadindo a sua vida capaz de se instalar uma crise existencial. Essas situações nos causam sensações desagradáveis como: Angústia, esvaziamento de Deus e de si e pavor, finalmente falta tudo, essa situação lhe envolve como uma pele e você têm que lutar sozinho. Nessa ocasião parece que o barco começa a encher de água e os ventos soprarem ainda mais fortes, seus gritos de socorro ninguém os escuta.

IV. O grito de socorro
Os discípulos não queriam incomodar o mestre que cansado ele dormia sobre uma almofada na popa do barco, num sono tranquilo parecia que nada estava acontecendo com o barco, mas de repente ele escuta os gritos MESTRE DESPERTA! Não vês que estamos perecendo? Jesus tranquilamente se levanta, olha para os ventos e a bravura do mar e a primeira coisa que ele faz é acalmar os ventos, ACALMA-TE VENTOS! Pois eles são as causas da revolta e a braveza do mar, em seguida ele dá as ordens ao mar dizendo: AQUIETA-TE MAR! A natureza ouve a sua voz.

Não importa que tipo de tempestade, vendaval, redemoinho ou tufão você esteja passando na área espiritual, financeira ou de enfermidades, não perca a esperança, ela é como chuva de verão “passageira”. Não esqueça que o Senhor está no controle do barco, ele não vira e não vai naufragar do Senhor sairá à ordem e acalmará a tempestade como fez com os discípulos em alto mar, ao vê-lo acalmar a tempestade gritarão em alta voz dizendo: QUE HOMEM É ESSE QUE ATÉ OS VENTOS E O MAR LHES OBEDECEM! A brisa suave do Senhor te dá descanso (I Rs 19:9-13).

“O poder infinito de Deus não está na tempestade, mas na brisa.” Rabindranath Tagore

Pr. Elis Clementino – Paulista –PE

AD Excelência

ESBOÇO 712 AS PERSEGUIÇÕES A IGREJA

ESBOÇO 712
TEMA: AS PERSEGUIÇÕES A IGREJA
TEXTO: ATOS DOS APÓSTOLOS 4:1-3; 7:59

A palavra igreja foi instituída por Jesus Cristo sendo ele próprio a pedra fundamental, ele disse a Pedro sobre esta pedra edificarei a minha igreja, a pedra a qual ele se referia não era Pedro, e sim ele “Cristo”. A igreja primitiva era fundamentada nos seus ensinamentos, posteriormente os cristãos foram chamados de os Nazarenos. A unidade daqueles cristãos fortalecia cada vez mais a igreja, eles estavam unidos em três aspectos, na comunhão, no partir do pão e nas orações (At 1:42).

O significado da palavra Igreja
No grego a palavra igreja chamasse ekklesia, no latim ecclesia é originada do grego, designava uma “assembléia”, ou seja, uma reunião de pessoas para tratar das coisas comuns. No hebraico chamasse “qahal” que significa “assembléia”.

As perseguições a igreja
Após a morte de Cristo os nazarenos estavam recuados devido às perseguições até o dia de pentecostes quando àqueles cento e vinte crentes foram cheios do Espírito Santo. Naquele episódio surgiu a primeira e a maior pregação de Pedro resultando na conversão de mais de três mil almas. Foi um período ameaçador para igreja, pois as perseguições eram terríveis, os cristãos eram martirizados, decapitados e queimados vivos, essas perseguições fizeram com que o evangelho se expandisse em todo mundo.

A base que sustentava a igreja
A igreja tinha uma base sólida “Cristo” (At 4:11), e por essa razão ela resistia às perseguições sem perder a fé, principalmente a do austero imperador Nero em 67 d.C. quando foram mortos muitos os discípulos e seguidores que professavam a sua fé em Jesus Cristo. Depois de Nero as perseguições continuaram com o imperador Domiciano, em 81 d.C. Elas continuaram com os demais imperadores, em 303 d.C. O décimo imperador Diocleciano começou com um dia sangrento para os cristãos em três de fevereiro de 303 d.C. se estendendo até 313 d.C. As atrocidades continuaram contra a igreja na Pérsia, nessa época os sacerdotes pagãos adoradores do sol, receosos de perderem a influência em dominarem as pessoas sentiram-se ameaçados com o crescimento da igreja, e com o pretexto de destruir os cristãos acusaram-lhes de desobediência ao imperador, por causa disso muitos cristãos novamente foram cruelmente martirizados. As perseguições amenizaram quando Constantino escreveu a Sapores uma carta informando sobre a sua fé em Cristo e que havia sido abençoado por não perseguir os cristãos e que a Pérsia deveria experimentar o mesmo, mas após esse período continuaram. As perseguições papais, elas tomaram uma nova roupagem do cristianismo perseguindo a igreja, e muitos cristãos continuaram sendo mortos por muitos séculos, eles eram considerados hereges se não se submetessem ao catolicismo romano, todavia quanto mais perseguia a igreja mais ela crescia (At 4:4).

Os segredos do crescimento da igreja
(1) A sua base sólida; (Jesus a pedra de esquina ou angular);
(2) Obediência; (A obediência ainda é um dos fatores que contribuem para o crescimento);
(3) A oração, uma igreja que orava (At 2:42);
(5) Fortalecida pelo poder do Espírito Santo no dia de pentecoste (At 2:36-41);
(4) Unidade, havia entre os convertidos e discípulos (At 2:42-47).

A igreja, um organismo vivo
Todo organismo vivo se desenvolve, a fé daqueles cristãos estavam em pleno desenvolvimento, era uma fé que transportava montanhas, porque uma chama estava acesa, era um pavio que fumegava e ninguém conseguia apagar. A pedra que sustentava a igreja permanecia bem firme.

Ainda hoje as igrejas cristãs são perseguidas em várias partes do mundo, muitos cristãos continuam sendo mortos barbaramente. Há países desenvolvidos que pouca coisa mudou, ainda continuam perseguindo de maneira velada, onde o preconceito religioso ainda existe, mas os cristãos continuam a propagar o evangelho atendendo o chamado do Senhor, a chama continua acesa. Paulo estava consciente da sua missão “me é imposta essa obrigação”, pelo evangelho ele estava disposto a sofrer e até morrer (At 20:20-27). Somente por meio do evangelho as pessoas podem ser transformadas, porque o evangelho é o poder de Deus e salvação para todo aquele que nele crê. Não importam os vitupérios, muito mais sofreram os nossos pais na fé. A recompensa virá do Senhor para todos quantos estiverem empenhados na sua divulgação. “Deus não esquecerá o vosso trabalho”.

BIBLIOGRAFIA
Livro dos mártires
Bíblia Sagrada

Pr. Elis Clementino- Paulista-PE

AD Excelência

domingo, 9 de outubro de 2016

ESBOÇO 711 RELACIONAMENTO

ESBOÇO 711
TEMA: RELACIONAMENTOS
“E, partindo dali, encontrou a Jonadabe filho de Recabe, que lhe vinha ao encontro, o qual o saudou e lhe disse: Reto é o teu coração, como o meu coração é com o teu coração? E disse Joanadabe; É. Então, se é, dá-me a mão. E deu-lhe a mão, e fê-lo subir consigo ao carro. E disse: Vai comigo, e verás o meu zelo para com o Senhor. E o puseram no seu carro.” 2 REIS 10:15-16

                Relacionamento, o termo que indica aproximação entre pessoas, dessa maneira elas podem desenvolver e compartilharem uns com os outros em todos os aspectos que a vida lhes faculta. Deus criou os seres humanos capazes de interagirem de maneira harmoniosa entre si, e ao mesmo tempo quebrar barreiras que os impeçam de se unirem. Eu quero apenas enfatizar nesse argumento o episódio entre Jeú e Jonadabe filho de Racabe, e como se aproximaram entre si, nos dando um belo exemplo de humildade e sinceridade de coração.

I. Contexto histórico
Houve uma separação entre as doze tribos de Israel, elas foram divididas em dois grupos, o reino do sul e o do norte, a do sul pertenciam a Judá e Benjamim e a do norte era comporta de dez tribos, porém Jeú foi ungido por Elizeu e reinava na capital de Samaria. Separação é sinônimo de afastamento e isolamento, acontecem quando o maior bem a ser compartilhado é desprezado.

Não podemos abrir mão de alguns princípios para um bom relacionamento, entre eles estão: (1) Gostar de si, as pessoas que não gostar de si mesma, não gostará de mais ninguém. (2) Amar ao próximo, se não amar o próximo é impossível amar a Deus, este é o segundo mandamento (Lc 10:27). (3) Subserviência, ela é o reconhecimento de que necessitamos das outras pessoas e da importância delas.

Nesse texto aprendemos lições significativas: (1) Jeú era Judeu e Jonadabe era gentio; (2) Aquele encontro trouxe uma mudança significativa em suas vidas.

II. O que acontece quando o amor é compartilhado?
(1) Antes que as mãos se estendam quem primeiro chega é o coração (2 Rs 10:15)
(2) As mãos que se apertam sem que o coração chegue primeiro é falsidade e aonde não há sinceridade a falsidade está em ação e predomina.
(3) O Olhar diz muito sobre a nossa franqueza, há pessoas de olhar vago quando está conversando com outras pessoas.
(4) Dois inimigos não conseguem se abraçarem, e se conseguirem aquele relacionamento podem ter dias contados porque as diferenças não permitem.

                Em um relacionamento conturbado alguém tem que abrir mão da sua arrogância e do seu egoísmo. Quando não atentamos para essa realidade estamos dando um péssimo exemplo para uma sociedade apodrecida pela ignorância e pecado, Jesus não se recusou de nos dá a mão quando éramos seus inimigos, ele uniu Judeu e Gentio pela sua cruz. O belo exemplo entre Jonadabe e Jeú deve ser seguido em nossos dias de tantas indiferenças, quando dois inimigos se abraçam ambos ganham e os que estão em sua volta ganham muito mais. “E, partindo dali, encontrou a Jonadabe filho de Recabe, que lhe vinha ao encontro, o qual o saudou e lhe disse: Reto é o teu coração, como o meu coração é com o teu coração? E disse Joanadabe; É. Então, se é, dá-me a mão. E deu-lhe a mão, e fê-lo subir consigo ao carro. E disse: Vai comigo, e verás o meu zelo para com o Senhor. E o puseram no seu carro.” (2 Rs 10:15-16).

Cada um mostre o seu zelo pelo Senhor com generosidade de coração, Jeú e Jonadabe andaram juntos no mesmo carro, será que você pode estender a sua mão a seu inimigo e andarem juntos no mesmo carro espiritual? Jesus está voltando cuidado! Se não, qual será o seu destino?

Pr. Elis Clementino-Paulista-PE
AD Excelência