terça-feira, 9 de outubro de 2018

ESBOÇO 879 VEREDAS E SEMENTES


ESBOÇO 879
TEMA: VEREDAS E SEMENTES
TEXTO: “Fazei veredas direitas para os vossos pés...” Hb 12:13

                Coisas que todo indivíduo tem que fazer; escolher seus próprios caminhos, semear as suas próprias sementes e provar dos seus próprios frutos. As veredas que ele abrir e as sementes que plantarem certamente terão seus resultados ou bons ou ruins (Pv 14:14), ou seja, o indivíduo pisará com seus próprios pés nos caminhos que ele próprio construiu e provará dos frutos das sementes que semeou, por isso é preciso ter muito cuidado com os caminhos que escolhe e que semente hão de plantar, pois a lei da semeadura está ai e serve pra todos.

Caminhos – estrada, vias, direção ligação de um lugar para outros.
Veredas – caminho estreito, atalho e sena.
Sementes – A imo ou essência que contém vida

Caminhos e Sementes
Cada indivíduo tem o livre arbítrio para fazer as suas escolhas, quer sejam caminhos, assim como as sementes que deseja semear, mas cada um tenha a certeza das decorrências dessas escolhas. Os caminhos que ele escolher pode até serem vistos como bons aos seus olhos (Pv 14:12; 16:2,25), por isso é preciso ter muito cuidado porque ele pode não ser bom como ele possa pense. As sementes que o indivíduo semeia também resultarão em frutos, bons ou maus (Mt 7:17,18), porém ele deve ter a certeza provarão dos seus deles (Pv 14:14). (O indivíduo colhe hoje o que ele plantou ontem), “Semear é opcional, colher é obrigatório.” Ou seja, se semear ou não com certeza colherá “tudo o que o homem semear, isso ele ceifará” (Gl 6:7). Na parábola dos talentos o homem que ganhou um talento não semeou e o seu resultado foi triste (Mt 25:26,27)

No plano espiritual
Entre as escolhas da vida há dois caminhos a serem escolhidos, ambos terão resultados, no entanto somente um pode ser escolhido são eles: O caminho da vida ou o da morte, a benção ou maldição (Dt 30:19). A sabedoria conduz o indivíduo a fazer as melhores escolhas (Pv 15:24). Ninguém pode escolher por ele, a escolha é individual, cada um busque o melhor para si, mas deve ter ciência que uma escolha errada pode comprometer até a sua entrada na eternidade. Mesmo sabendo dessas decorrências há aqueles deixam as veredas direitas para andarem nos caminhos de trevas (Pv 2:11-19), Salomão apresenta nesse texto o valor da sabedoria e que todos precisam atentar para ela. Qualquer caminho que cause dúvida precisa ser analisado, porque o desprezo a sabedoria pode resultar em um desastre tanto na sua vida pessoal quanto na espiritual (Pv 7:25-27). É preciso entender que com a sabedoria, e, sobretudo a orientação divina o indivíduo pode fazer boas escolhas. Existem códigos de linguagem que nos apontam os caminhos que deve ser seguido, dos quais identificamos se estamos no caminho certo ou errado, alguns pode ser apresentada como placas de sinalizações, entre outros, são alertas que nos forçam a tomar uma decisão favorável ao próprio indivíduo.

                Dependendo da escolha que for feita ele será beneficiado ou não, se boas ou ruins, por isso as nossas escolhas devem ser bem consciêntes, sabendo que elas implicarão nos resultados. O indivíduo deve saber por que está escolhendo, esse ou aquele caminho e que tipo de semente está semeando. A vida é feita de escolhas e de resultados, pois aquilo que ele está colhendo hoje é resultado do que plantou no passado, se ruim, ou se bom, não sei, quem estiver colhendo é quem sabe. No sentido imaterial não será diferente o que escolher certamente implicará na vida devocional e no futuro final (Dt 30:15,19; Ec 15:9-21; Jr 21:8).

Pr. Elis Clementino

sábado, 29 de setembro de 2018

ESBOÇO 878 AS PALAVRAS INCENDEIAM UM BOSQUE


ESBOÇO 878
TEMA: AS PALAVRAS INCENDEIAM UM BOSQUE
TEXTO: TIAGO 3:1-12

A nossa maneira de falar podem gerar problemas às vezes irreversíveis, a ponderação no falar é importante nos relacionamentos entre as pessoas, pois a maneira de falar pode gerar tanto controvérsias quanto promover a paz. As nossas palavras têm tanto poder destruidor quanto de edificar, As nossas palavras são capazes de incendiar um bosque, mas também seremos julgados por elas. A Bíblia Sagrada recomenta controlar as nossas palavras.

O poder das palavras
As nossas palavras têm poder “a morte e a vida estão no poder da língua” (Pv 18:21), mas depende de como fazemos uso dela, com ela podemos bendizer a Deus e amaldiçoar as pessoas (Tg 3: ). A maneira como nos expressamos pode matar as pessoas ou dar a vida, pois pressuponho que elas atinjam tanto a vida física quanto a espiritual, por isso pesa sobre cada indivíduo a responsabilidade de pensar e de que modo falar. As precipitações no falar podem comprometer pessoas até ao final da vida (Ec 5:2-3) “uma palavra dita jamais revertida” pode até ser desculpadas, mas não esquecidas. Existem pessoas que são extremamente sentimentais emocionalmente, às vezes com as minimas coisas elas se abatem e não se sabe o que poderá acontecer posteriormente com elas porque as consequências dependerão desse estado emocional.

As palavras incendeiam
Não se podem calcular os detrimentos e que proporção eles podem chegar quando pronunciamos palavras irrefletidas, por menor que seja a expressão verbal causará efeitos duradouros e às vezes devastadores. Muitas pessoas já foram vítimas de palavras acusadoras, caluniadoras e etc. As pessoas que sofreram esses tipos de coisas tiveram perdas irreparáveis deixando sequelas que podem ser carregadas para o resto da vida. Atualmente estamos vivenciando isso as pessoas estão se agredindo com palavras pelas redes sociais, isso incendeia o mundo.

Julgados pelas próprias palavras
Naturalmente aqui somos julgados pelas nossas palavras e por elas recebemos a recompensa ou não, mas fiquemos certos que receberemos também o julgamento divino “toda palavra frívola que proferir será julgado.” As palavras que proferimos não serão apagadas, se elas forem más sofreremos as consequências, mas se forem boas receberemos delas o louvor (Pv 12:14;18:20).

Controlando a língua
Não existe homem perfeito, mas se alguém conseguir controlar a língua, esse varão é considerado perfeito. Domar a língua é uma das tarefas mais difíceis, para controlar há outra tarefa mais difícil ainda o autocontrole, a negação de si mesmo. A bíblia nos ensina como controlar a língua (Sl 19:14; Pv 11:13; 26:20; 2 Ts 2:16,17; Tg 3:1-12).

Sejamos sensatos e cautelosos na nossa maneira de se expressar de forma verbal porque não sabemos qual o entendimento que as pessoas terão delas, cada indivíduo tem a sua própria interpretação. As nossas palavras podem encendias um bosque, porque elas têm poder e seus efeitos podem causar estragos e são duradouros, os nossos ouvidos provam as palavras assim como o paladar prova a comida (Jó 34:3). Estejamos certos que as nossas palavras são julgadas, elas podem ser aprovadas ou reprovadas. Ana na sua oração em louvor a Deus pela sua vitória ela disse: Não multipliqueis palavras altivezas, pois o Senhor pesa as nossas obras (I Sm 2:3). Jesus disse que toda palavra frívola que pronunciarmos havemos de prestar conta diante de Deus (Mt 12:36,37). Uma palavra dura suscita ira, mas a palavra branda desvia o furor (Pv 15:1-4), portanto devemos ter muito cuidado, não no que ouvimos, mas no que falamos, seja cedo no ouvir e tardio no falar (Tg 1:19). Irmãos ponderem bem o que fala, pois as suas palavra tanto pode destruir quanto edificar.

Pr. Elis Clementino

terça-feira, 11 de setembro de 2018

ESBOÇO 877 MODELO DE VIDA CRISTÃO


ESBOÇO 877
TEMA: MODELO DE VIDA CRISTÃO
TEXTO: I PEDRO 1:13-25.

                Cada pessoa tem o estilo de vida que lhe é peculiar, mas que este deva ser de maneira que lhe cause honradez e bom nome “O mais digno de ser honrado é o bom nome”, (Pv 22:1). Muitos cristãos não levam em consideração algumas características importantes que devam acompanhar-lhes, e por isso se torna difícil de viverem bem, por essa razão devemos entender que existem regras igualitárias para todos, elas devem ser lembradas e obedecidas. Na Bíblia existem preceitos que foram estabelecidos por Deus para que toda criatura tenha com o criador uma vida devocional saudável, esse princípio deve acompanhá-la por toda vida, pois esse é o modelo exigido por Deus para todos, principalmente os cristãos da atualidade, para terem uma vida de santidade todos os dias (Lc 1:75).

1. As características morais e espirituais.
As características morais influem diretamente na conduta espiritual.

1.1. Morais
1. Em tudo ser exemplo e andar dignamente (Ef 5:8. Cl 1:10; 2:6; 1 Tm 4:12: Tt 2:7; 1 Pe 5:3);
2. Servir de modelo para os outros (At 20:18; Fp 3:17; Fp 4:9; 2 Ts 3:7;. 2 Tm 3:10);
3. Linguagem sã e irrepreensível (Fp 2:15; Tt 2:8);
4. Não entrar em questões alheias (1 Tm 5:22);
5. Não serem orgulhosos e nem se gloriar e nem louvar-se a si mesmo (1 Co 1:31; 2 Co 3:5b; 2 Co 10:17,18; 1 Co 3:18);
6. Manter o domínio próprio (1 Co 6:12b);
7. A ninguém julgar precipitadamente (Mt 7:1; 1 Co 4:5; Rm 2:1; Rm 14: 4,10,13);

1.2. Espirituais
1. Conservar o modelo das sãs palavras (2 Tm 1:13; 2 Tm 3:14; Tt 1:9; Hb 10:23);
2. Ter uma vida de completa santidade (Lc 1:75; 1 Ts 5:23).
3. Não se embaraçar com as coisas desta vida (1 Co 9:25; 2 Tm 2:4);
4. Fugir das paixões da mocidade (1 Ts 5:22; 1 Tm 6:11; 2 Tm 2:22);
5. Que o vosso amor seja conhecido de todos, amor exemplar (Fp 4:5).
6. Procurar ter uma boa consciência (At 23:1; At 24:16);
7. Deixar tudo e seguir esse exemplo (Ef 4:17-31).

2. Entendendo os problemas da vida para manter o modelo de vida cristã.
Quem observar cuidadosamente a palavra de Deus será próspero (Dt 28:1-8), mas devemos entender que as bênçãos advindas não nos isenta das aflições (Jo 16:33b), não é por ser abençoado e servo de Deus que os contratempos não aconteçam, porém, mesmo com todos as aflições aquele que é obediente a Deus e nele confia a possibilidade de triunfar será muito maior (Fl 4:13; Jo 5:15; 2 Co 12:9).

Podemos crescer em meio à crise, essa é uma maneira de Deus exaltar alguém que esteja dentro dos seus propósitos, pois é sofrendo que amadurecemos e adquirimos experiências (Rm 5:3; Tg 1:3,4,12). Crescemos porque as adversidades nos forçam a buscar saídas e descobrir novos caminhos. Paulo sabia que as perseguições, sofrimentos e prisões sofridas contribuíram para o bem do evangelho (Fl 1:12-26). Se o individuo não for abençoado da maneira que gostaria de ser não significa que ele esteja debaixo de maldições, pois Deus criou todas as coisas cada qual para o seu próprio fim (Jó 1:21; 2:10; Pv 22:2).

A obediência aos mandamentos divinos é um bom princípio para obedecer às leis estabelecidas pelos homens como regras para viver bem. É importante apresentar boas características tanto na vida moral quanto espiritual, pois o sucesso espiritual depende muito das nossas qualidades, mas para isso existem os obstáculos que se impõem contra as nossas vontades de melhorar os nossos caminhos, porém o cristão deve ter a consciência que os obstáculos não influencie negativamente sobre a nossa vida moral e espiritual. Os nossos fracassos não devem ser atribuídos a Deus e sim a nós mesmo, ora, toda geração padece (Rm 8:18-23), mas quando correspondemos com a vontade de Deus, ele nos abençoará e nos fortalecerá nos tornando vencedores (Rm 8:37). O nosso modelo de vida cristã deve ser constante e em quaisquer que sejam as circunstâncias, principalmente nós líderes religiosos cristãos, o nosso modelo deve servir de exemplo para os fiéis “Sê exemplo dos fieis”.

Pr Elis Clementino - AD Excelência

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

ESBOÇO 876 O AMOR EM AÇÃO


ESBOÇO 876
TEMA: O AMOR EM AÇÃO
TEXTO: “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” (GÁLATAS 5:14; LUCAS 10:29-37)

            Em uma parábola Jesus apresenta quem verdadeiramente quem é o próximo e expõe a importância da prática do amor. Na narrativa aparecem quatro personagens, sendo que dois deles com maiores responsabilidades, um sacerdote e um levita, o terceiro é um samaritano, o quarto um desconhecido, isso significa que não importa quem. Os sacerdotes e levitas tinham tudo a ver porque eles eram defensores da sociedade e proteger a vida e levá-las a Deus, o samaritano também era religioso, mas não tinha a responsabilidade que pesava sobre os ombros dos sacerdotes e levitas. O âmago dessa parábola é o amor ao próximo

1. O sujeito do episódio
Descia um homem para Jerusalém e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o desposaram e o espacaram deixando-o quase morto. A bíblia não relata quem era aquele homem e o seu nome.

2. O Sacerdote
Os Sacerdotes tinham atribuições importantes no cuidado do altar, dos sacrifícios e do povo perante Deus, havia uma relação entre sacerdotes e levitas, eles representavam a religião os sacerdotes e a prática da religião. O exercício do amor ao próximo abrange a todas as pessoas sem importar que classes sociais pertencessem, pois aos sacerdotes incluíam o dever de socorrer até os animais (Dt 22:4; Hb 5:1), mas ele passou e olhou, mas não com sentimento de compaixão e dor pelo próximo.

3. O Levita
As atribuições dos levitas eram cuidar dos sacerdotes, das orações, da limpeza, dos suprimentos, da música e das ofertas, o levita representava as boas obras, tanto o sacerdote quanto os levitas não podiam estar alheios a situação daquele homem, principalmente naquele estado, também eles não podiam ser apáticos nos olhares para com os necessitados, eles não deviam olhar somente com os olhos, mas também com o coração (Mt 13:15; Ef 1: 17,18).

4. O bom samaritano
Ele é a quarta figura principal desta parábola, ele representa o amor e a misericórdia. Em que consistiu a bondade do Samaritano?
(1) Não serviu a si mesmo;
(2) Olhou não somente com os olhos, mas com o coração;
(3) Chegou perto;
(4) Agiu imediatamente com ato de caridade e solidariedade;
(5) Valorizou mais a vida, mas do que o dinheiro ou as coisas;
 (6) Utilizou o seu azeite nas feridas daquele pobre homem, e o pôs em sua cavalgadura.
(7) Ele desceu ao mesmo nível do necessitado, somente conheceremos as necessidades dos outros quando descemos ao mesmo nível, ou seja, sentindo-se igual a ele.

            Esse texto evidencia também a misericórdia de Deus através de Jesus Cristo e seu amor para conosco quando estávamos caídos e enfermos espiritualmente (Ef 2:1). O maior ato de solidariedade é estender a mão ao próximo na ocasião em que mais ele necessite. Há muitas pessoas nas mesmas condições daquele homem caído à beira da estrada, e pessoas como os sacerdotes e levitas que passaram a passos largos e não demonstraram compaixão por elas. O samaritano é a expressão da bondade do amor e da misericórdia ao próximo, por isso Jesus o qualificou de bom. O homem caído meio morto não é identificado, isso indica que não devemos olhar a quem, o que mais importa e o exercício do amor, a atitude do samaritano nos deu a ideia do quanto à vida é valiosa, ele, porém, pôs o pobre homem na sua cavalgadura e levou-o para estalagem pagou uma quantia para cuidarem daquele homem, notem que ele valorizou a vida mais do que as coisas, ele também reconhecia que o seu dinheiro diante da vida nada valia. Como você tem olhado para o próximo? Saiba! O ato de solidariedade não tem preço.

Pr. Elis Clementino

domingo, 2 de setembro de 2018

ESBOÇO 875 JESUS, O RESTAURADOR DE VIDAS


ESBOÇO 875
TEMA: JESUS, O RESTAURADOR DE VIDAS
TEXTO: “Vá em paz e não peques mais” JOÃO 8:1-11

                Desde o começo da história da humanidade existem preconceitos em relação a pessoas de classes sociais, deficientes físicos, leprosos, cegos e outros tipos de enfermidades, da mesma maneira os que cometiam alguns crimes na sociedade, ou vivessem de maneira irregular socialmente como os criminosos, ladrões e prostitutas. Essas pessoas eram tidas como inservíveis a sociedade, além disso, havia um conceito de que elas estavam nessa situação porque seus pais haviam cometido algum tipo de pecado grave diante de Deus.

O sacerdócio
As pessoas que tivessem problemas sociais, e físicos seriam desqualificadas para exercer funções de sacerdote levítico, pois elas eram consideradas impuras conforme determinava a lei mosaica (Lv 21:1-23). Atualmente, mesmo com as mudanças sociais ainda existem pessoas que são excluídas por esses e outros motivos. Enfocarei nesse assunto que a evolução social contribuiu para que muitas pessoas não fossem mais excluídas na sociedade, inclusive as portadoras de necessidades especiais através da acessibilidade e direitos de oportunidades em todos os âmbitos sociais como se vê nos países desenvolvidos ou em desenvolvimento.

O Ministério de Cristo
Durante o seu ministério Jesus observou que as diferenças continuavam em relação a essas pessoas. Elas eram excluídas por motivos de enfermidades, condições sociais e religiosas, muitas delas a partir do encontro que tiveram com Jesus começaram a serem valorizadas, para ele nada justificava uma pessoa ser excluída da sociedade, e que todas elas careciam de uma oportunidade para ser integrada a sociedade, e isso ele fez com muitos.

- Os dez leprosos, eles não podiam conviver normalmente com a sociedade e teria que serem isolados em uma área afastada “arraial” da cidade (Lc 17:11-19);

- A mulher Tiro e Sidon, essa mulher não teria direito por ser uma gentia, mesmo assim pela sua humildade recebeu a vitória (Mt 15:21-18);

- A mulher do fluxo de sangue que também era limitada na sociedade da época (Lc 8:46-48);

- Vários cegos foram curados, o que mais se destacou foi o de Jericó que clamava pelo filho de Davi (Mc 10:46-52);

- Os paralíticos, muitos deles foram curados regressando a sociedade e aptos para começar a trabalhar “toma a tua cama e vai para a tua casa”.

- A mulher samaritana, pela diferença religiosa os samaritanos eram separados dos judeus, mas com o encontro que ela teve com Jesus a sua história mudou completamente, além de derrubar a barreira entre judeus e samaritanos (Jo 4:4-6). Como cristãos precisamos seguir o exemplo de Cristo e derrubar muitas barreiras sociais e religiosas que existem em nossos dias, inclusive as denominacionais que são muito mais persistentes.

- A mulher pecadora, a mulher adúltera não teria direitos iguais às mulheres em condições sociais normais, ou seja, as casadas. As adúlteras eram repudiadas e seriam apedrejadas caso fossem encontradas em pleno ato de adultério, essa era a regra mosaica (Jo 81-11).

- Zaqueu era um servidor público e talvez envolvido com a corrupção, por isso muitos, e até os discípulos ignoraram e criticaram Jesus por ele ter entrado em casa de Zaqueu e comer com ele. O que interessava para Jesus era a alma daquele pobre homem, que ao adentrar em sua casa e diante de Jesus ele fez uma comovente e humilde declaração diante dos presentes, a qual o Mestre ratificou e disse: “Hoje entrou salvação nesta casa”

                Devemos deixar de lado as diferenças e abraçar as pessoas ajudando-as, principalmente aquelas que tenham a sua auto-estima em baixa por causa do preconceito e a descriminação por alguns motivos seja pelos valores morais, enfermidades e espirituais. O alvo maior de Jesus Cristo não era somente restaura a saúde física das pessoas, mas restaurá-las moralmente, emocionalmente e espiritual, curando-as e perdoando-as para que retornassem a sociedade de maneira digna e saudável. Atualmente podemos também tratar das pessoas ajudando-as, principalmente a menos favorecidas e esquecidas pela sociedade em que vive. Rejeitemos qualquer tipo de preconceito, porque ele resulta em exclusivismo e intolerancia, o importante é nos aproximar de todas as pessoas visando o seu bem estar e conduzi-las aos pés de Cristo. Ajudar as pessoas independentemente do seu estado moral, espirituais e enfermos é um dever cristão.

Pr. Elis Clementino – AD Excelência